Uma semana após a prisão de um dos integrantes do “Bonde do Schumacher” – quadrilha especializada em roubar veículos na Região Oceânica de Niterói – policiais da 81ª DP (Itaipu) realizaram a operação batizada como “Raptor” e prenderam outros quatro criminosos. Eles foram surpreendidos em suas residências, nos bairros do Anaia, Jóquei e Arsenal, em São Gonçalo.

Os presos foram identificados como André Gustavo Medeiros dos Santos, Christian Dias Thomé Batista, Leonardo Ramos Mesquita e João Marcos de Oliveira Melo. Contra eles havia mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça. Os policiais chegaram até o quarteto após a prisão do comparsa Anthony da Silva Fernandes, ocorrida na semana passada.

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Doze pessoas – sendo quatro policiais militares – foram denunciadas pelo Ministério Público por formação de quadrilha. Elas são acusadas de integrar uma milícia que age em Saracuruna, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, usando violência e armas de fogo para cometer homicídios qualificados, extorsões a moradores e comerciantes, venda de gás e TV a cabo ilegal, entre outros crimes.

Nove dos 12 denunciados foram presos por policiais da 60ª DP (Campos Elíseos), na operação batizada como Parajás – nome da deusa tupi do bem e da Justiça – e realizada na manhã desta quarta-feira, dia 10 de outubro. Outros dois acusados de integrar a quadrilha foram presos em flagrante. Os também agentes cumpriram 15 mandados de busca e apreensão. Entre os denunciados, o ex-PM Ailton da Silva Diniz, o Abel, preso desde maio desde ano.

De acordo com o delegado Felipe Couri, titular da distrital, o ex-PM continuava controlando o grupo de dentro da cadeia. Os três policiais presos eram considerados seus homens de confiança: o sargento Luiz Felipe Nunes de Souza, o Felipão ou Zé Orelha, do 9º BPM (Rocha Miranda), o sargento Alexandre dos Santos, o Tescão, lotado no 26º BPM (Petrópolis) e o sargento Sidney Pereira de Abreu, o Abreu, do 15º BPM (Duque de Caxias). Eles seriam os principais responsáveis por repassar as ordens de Abel. Um outro PM, o cabo Maurício Fernandes de Oliveira, o Fernandes, também lotado no 15º BPM, continuava foragido até a noite desta quarta-feira.

Além do cabo, continuam foragidos Jonatan Pinto Apolinário, o Cocão; e Hamilton de Moraes Ribeiro, o Hamilton. Os outros cinco presos nesta quarta-feira foram: o ex-PM Wellington Corrêa do Amparo, o Tonzinho; o candidato a vereador Fábio Márcio Neves Seixas, o Fabinho da Adega; Márcio Henrique Idalgo Rodrigues dos Santos, o Márcio Henrique; Jefferson da Silva Francisco, o Marcelinho; e Robertson Eduardo Duarte Milton, o Duarte.

Segundo as investigações – que tiveram início há seis meses -, além de explorar ligações clandestinas de TV a cabo e venda de botijões de gás, os criminosos cobravam taxa de segurança dos comerciantes da região que variavam de R$ 50 a R$ 150 por semana e faziam agiotagem cobrando juros que variavam de 35% a 40% ao mês. Quem não saldava as dívidas tinha carros e imóveis tomados pelo grupo.

O delegado Felipe Curi ressaltou que, desde a prisão de Abel, o índice de homicídios na região caiu 88%. Em setembro, houve três registros – sendo que a média mensal era de 25 assassinatos. Na Operação Parajás, os policiais apreenderam seis pistolas, três revólveres, dois CPUs, seis notebooks, além de celulares, munições, fardas do Exército, cerca de R$ 2.200 em espécie, notas promissórias e uma lista com cobrança e valores de agiotagem.

A denúncia foi encaminhada à Justiça pela 3ª Central de Inquéritos do MP. O documento narra que os criminosos, sempre com uso de violência, grave ameaça e armas de fogo constrangiam moradores e comerciantes da localidade a pagar por suposta proteção contra bandidos (“taxa de segurança”), além de cobrar comissões sobre venda de imóveis e comercializar clandestinamente combustível, cestas básicas, gás e TV a cabo (“gatonet”).

Além disso, ainda de acordo com a denúncia, os acusados extorquiam dinheiro de traficantes de drogas e exigiam armas como condição para não os prenderem, expulsavam moradores de seus imóveis para revendê-los a terceiros e mataram diversas pessoas que se recusaram a submeter-se às regras impostas pela milícia. Os homicídios geralmente ocorriam à luz do dia e em locais com grande aglomeração de pessoas.

Com base nas investigações, o MP detalhou na Denúncia o papel que cada acusado tinha dentro da milícia, liderada pelo ex-PM Abel e pelo sargento Luiz Felipe Nunes de Souza, que valia-se do fato de ter amplo conhecimento no meio policial e político em Duque de Caxias para promover os interesses da quadrilha.

Os criminosos vão responder pelas sanções previstas no Art.288, parágrafo único do Código Penal e no Art. 8º da Lei 8.072/90. Já Abel e Luiz Felipe responderão ainda pela agravante prevista no Art. 62, inciso I, também do Código Penal.

Ex-PM Ailton da Silva Diniz, o Abel, apontado como líder da milícia

PRESOS
Ex-PM Ailton da Silva Diniz, o Abel
Ex-PM Wellington Correa do Amparo, o Tonzinho
Sargento PM Luiz Felipe Nunes de Souza, o Felipão ou Zé Orelha (lotado no 9º BPM)
Sargento PM Sidney Pereira de Abreu, o Abreu (lotado no 15º BPM)
Sargento PM Alexandre dos Santos, o Tescão (lotado no 26º BPM)
Candidato a vereador Fábio Márcio Neves Seixas, o Fabinho da Adega
Márcio Henrique Idalgo Rodrigues dos Santos, o Márcio Henrique
Jeferson da Silva Francisco, Marcelinho
Robertson Eduardo Duarte Milton, o Duarte

FORAGIDOS
Cabo PM Maurício Fernandes de Oliveira, o Fernandes (lotado no 15º BPM)
Jonatan Pinto Apolinário, o Cocão
Hamilton de Moraes Ribeiro, o Hamilton

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Morreu de pneumonia, aos 14 anos de idade, a estudante Beatriz Rangel, filha da enfermeira Danúbia de Souza Rangel, 28, com o traficante Luiz Fernando Sales da Silva, o Mandioca – morto aos 20 anos, em confronto com a PM, em 2003 – e enteada de Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, 36 – preso desde novembro de 2011 e atualmente na Penitenciária Federal de Segurança Máxima de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Com mais de 3 mil assinantes e 600 amigos no Facebook – onde criou perfil em julho -, a jovem – que era fã do Grupo Bom Gosto, Thiaguinho e Cauã Reymond – curtia marcas como Yves Saint Laurent, Guess, Calvin Klein, Maria Gueixa, Louis Vuitton e Colcci e passava o tempo da internação hospitalar conversando com amigos pela rede social.

No dia 21 de setembro ela postou: “Como uma pessoa fica 2 semanas com febre direto, isso é normal meu Deus ? :(“. A pergunta recebeu 28 comentários e um conselho para que ela corresse para o médico e fizesse exames, ao que ela respondeu que já tinha ido, mas que os exames não detectaram nada.

Três dias depois, escreveu: “Odeio hospital!!!!! :@ :’(“. Entre suas principais reclamações, a qualidade da comida. Entre uma visita e outra, comemorava quando alguém levava um lanche do Bob’s ou do Mc Donald’s, e também festejou ao ganhar chocolates da Kopenhagen – deixando claro sua adoração por toda a linha Língua de Gato.

No dia 29 de setembro postou: “Realmente, a coisa mais importante na nossa vida é a nossa saúde, não há dinheiro q compre ! :/” e, logo depois: “Ai não agüento mais ser furada. #pena dos meus braços :(“

Demonstrando expectativa de receber alta no dia 1º de outubro, continuou internada e acabou morrendo após três paradas cardio-respiratórias, na madrugada de segunda-feira, dia 8. O corpo foi sepultado nesta terça-feira, dia 9 de outubro, no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul do Rio.

Presa em novembro do ano passado acusada de envolvimento com o tráfico de drogas na Favela da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, a mãe dela ficou na cadeia pouco mais de três meses. Ela estava em liberdade desde março, por determinação do juiz Marcello de Sá Baptista, da 14ª Vara Criminal. O magistrado entendeu que as acusações contra ela não foram comprovadas.

Orgulhosa da mãe, a menina sonhava cursar Medicina e viajar para a Disney – e pretendia realizar a viagem em janeiro de 2013, em troca da festa de 15 anos. Como qualquer pré-adolescente de sua idade, compartilhava a vida em inúmeras redes sociais. Em uma delas, respondia a perguntas enviadas por amigos e também por desconhecidos.

Ao ser questionada se tinha vergonha da mãe, respondeu: “Não, tenho orgulho por ela ser guerreira. Não penso em seguir os caminhos dela e nem ela quer.”

Uma nova postagem veio com a pergunta: “Então você acha que ser mulher de traficante que acaba com a vida de muitas pessoas por causa das drogas que eles vendem é ser guerreira?”, e ela escreveu: “Não, mas sim pelas lutas que ela passa por ser uma.”

Falando dos seis irmãos que tinha por parte de padastro – dois com a mãe dela -, revelou só não manter bom relacionamento com a mais velha, Tayna, e lembrou do melhor passeio que fez com a mãe assim que ela saiu da prisão: no RioZoo, na Quinta da Boa Vista.

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A pedidos, o Pauta do Dia vai publicar a listagem dos vereadores e prefeitos eleitos em Niterói, Itaboraí, Maricá e São Gonçalo.

ITABORAÍ
92.262 votos válidos
Prefeito
42,18% – Helil Cardozo (PMDB-PTN-PSC-PRTB-PMN-PSB-PPL): 38.917 votos

Vereadores
1- Lucas Borges (PMDB-PPL): 3.606 votos (3,15%)
2- Marcos Araújo (PP): 2.363 votos (2,06%)
3- Wellington (PCdoB): 2.187 votos (1,91%)
4- Rosana Rosa (PCdoB): 2.096 votos (1,83%)
5- Alzenir (PTB-PRTB): 2.022 votos (1,77%)
6- Irmão Caio (PSC-PTN-PMN-PSB): 1.929 votos (1,68%)
7- Clemilson Mixaria (PSDB): 1.795 votos (1,57%)
8- Zé Manel (PV-PHS-PSD): 1.723 votos (1,50%)
9- Bil (PDT): 1.663 votos (1,45%)
10- Edinho (PMDB-PPL): 1.504 votos (1,31%)
11- Carlinhos da Farmácia (PSDB): 1.387 votos (1,21%)
12- Roberto Costa (PTB-PRTB): 1.206 votos (1,05%)
13- Ézio Barcelos (PRTB-): 1.160 votos (1,01%)
14- Sandro Construforte (PR): 1.087 votos (0,95%)
15- Marcelo Lopes (PDT): 1.085 (0,95%)

MARICÁ
62.674 votos válidos
Prefeito
42,48% – Washington Quaquá (PT-PTB-PRP-PPL): 26.622 votos

Vereadores
1- Aldair de Linda (PPL-PT-PPL): 2.365 votos (3,84%)
2- Hélter Ferreira (PT-PPL): 2.217 votos (3,60%)
3- Bubute (PT-PPL): 2.123 votos (3,44%)
4- Chiquinho (PT-PPL): 2.119 votos (3,44%)
5- Fabiano Horta (PT-PPL): 2.062 votos (3,34%)
6- Adelso Pereira (PRP-PTB): 1.889 votos (3,06%)
7- Bidi (PMDB-PRB-PCdoB): 1.741 votos (2,82%)
8- Filipe Bittencourt (PMDB-PRB-PCdoB): 1.406 votos (2,28%)
9- Tatai (PTB-PRP): 1.386 votos (2,25%)
10- Robson Dutra (PMDB-PRB-PCdoB): 1.272 votos (2,06%)
11- Frank Costa (PTdoB-PRTB): 825 votos (1,34%)

NITERÓI
268.965 votos válidos
Prefeito: Segundo Turno
39,35% – Rodrigo Neves (PT-PRB-PMDB-PSC-PSDC-PHS-PMN-PSB-PV-PCdoB): 105.829 votos
32,96% – Felipe Peixoto (PDT-PP-PSL-PTN-PPS-PRP-PSDB-PTdoB-PPL): 88.660 votos

Vereadores
1- Paulo Eduardo Gomes (PSOL-PCB): 8.011 votos (2,91%)
2- Renatinho PSOL (PSOL-PCB): 6.304 votos (2,29%)
3- Renato Cariello (PDT): 5.308 votos (1,93%)
4- Bagueira (PPS-PPL): 5.067 votos (1,84%)
5- Tânia Rodrigues (PDT): 4.437 votos (1,61%)
6- Lúcio do Nevada (PRP-): 4.103 votos (1,49%)
7- Beto da Pipa (PMDB-PRB-PMN): 4.067 votos (1,48%)
8- Rodrigo Farah (PMDB-PRB-PMN): 3.819 votos (1,39%)
9- Gallo (PDT): 3.662 votos (1,33%)
10- Waldeck (PT-PSDC): 3.613 votos (1,31%)
11- CAL (PP-PSL): 3.151 votos (1,14%)
12- Verônica Lima (PT-PSDC): 3.030 votos (1,10%)
13- Dr. Emanuel Rocha (PDT): 2.950 votos (1,07%)
14- Henrique Vieira (PSOL-PCB): 2.878 votos (1,04%)
15- Leonardo Giordano (PT-PSDC): 2.867 votos (1,04%)
16- Paulo Henrique (PPS-PPL): 2.829 votos (1,03%)
17- José Vicente (PPS-PPL): 2.694 votos (0,98%)
18- Priscila Nocetti (PSD-PTB-DEM-PRTB-PTC): 2.598 votos (0,94%)
19- Bruno Lessa (PSDB-PTdoB): 2.572 votos (0,93%)
20- Andrigo (PTdoB-PSDB): 2.178 votos (0,79%)
21- Daniel Marques (PV-PSC-PCdoB): 1.169 votos (0,42%)

SÃO GONÇALO
462.757 votos válidos
Prefeito: Segundo Turno
41,65% – Adolfo Konder (PDT-PRB-PT-PSC-PMN-PTC-PRP-PPL-PSD-PCdoB): 192.727 votos
25,22% – Neilton Mulim (PR-PTB-DEM-PSDC-PSDB): 116.721 votos

Vereadores
1- Dejorge Patrício (PR-PTB): 6.391 votos (1,46%)
2- Lecinho (PMDB-PV-PTdoB): 6.170 votos (1,41%)
3- Jorge Mariola (PDT-PTC): 6.090 votos (1,39%)
4- Nivaldo Mulim (PR-PTB): 5.939 votos (1,36%)
5- Capitão Nelson (PSC): 5.762 votos (1,32%)
6- Dr. Fábio Farah (PDT-PTC): 5.675 votos (1,30%)
7- Iza (PMDB-PV-PTdoB): 5.052 votos (1,16%)
8- Marco Rodrigues (PSD): 4.468 votos (1,02%)
9- Marlos Costa (PT-PMN): 4.456 votos (1,02%)
10- Armando Marins (PR-PTB): 4.407 votos (1,01%)
11- Alexandre Gomes (PRTB-PTN): 4.115 votos (0,94%)
12- Gilson do Cefen (PR-PTB): 4.100 votos (0,94%)
13- Alex da Agência (PPS): 3.920 votos (0,90%)
14- Dudu do Catarina (PDT-PTC): 3.887 votos ( 0,89%)
15- Ricardo Pericar (PDT-PTC): 3.759 votos (0,86%)
16- Amarildo Aguiar (PV-PMDB-PTdoB): 3.496 votos (0,80%)
17- Diego São Paio (PRP): 3.349 votos (0,77%)
18- Thiago da Marmoraria (PMDB-PV-PTdoB): 3.269 votos (0,75%)
19- Dr Frederico Pediatra (PTdoB-PMDB-PV): 3.219 votos (0,74%)
20- Diney (PSB-PSL): 3.042 votos (0,70%)
21- Cici Maldonado (PMDB-PV-PTdoB): 2.987 votos (0,68%)
22- Geiso do Castelo (PDT-PTC): 2.914 votos (0,67%)
23- José Carlos Vicente (PSDB-PSDC): 2.697 votos (0,62%)
24- Russo da Marmoraria (PSB-PSL): 2.252 votos votos (0,52%)
25- Professor Paulo (PT-PMN): 1.948 votos (0,45%)
26- Maciel (PTN-PRTB): 1.940 votos (0,44%)
27- Giovani Raios de Sol (PRP): 1.898 votos (0,43%)

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No dia seguinte à matéria feita em primeira mão pelo Pauta do Dia denunciando o criminoso conhecido como Dina -que se exibia armado e zombando da Polícia no Facebook – policiais do Serviço de Inteligência (P-2) e do Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 9º BM (Rocha Miranda) prenderam Lucas Jorge Silva de Araújo, o Shurek, 18 anos.

Lucas Jorge Silva de Araújo, o Shurek, 18 anos

Ele foi surpreendido pelos PMs em casa, na Rua Jaguarema, por volta das 13h30 desta quinta-feira, dia 4 de outubro. Como Dina, ele também se diz da facção criminosa Comando Vermelho (CV) e integrante da quadrilha que controla a venda de drogas no Morro Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio. Com ele, os policiais apreenderam uma réplica de pistola 40 e o computador, com as fotografias expostas na internet. Tudo foi levado para a 30ª DP (Marechal Hermes).

Com 536 amigos, ele se intitula como “Dois Do Faz Quem Quer” – alegando ser o segundo homem na hierarquia do tráfico no local, atrás apenas do traficante Anderson Sant’Anna da Silva, o Gão. Irmão de uma guarda municipal – com quem aparece em uma fotografia exaltando “minha irmã muito linda fardada” – ele publica diversas fotos empunhando armas e outras de comparsas já mortos, com mensagens de vingança.

Uma delas para o comparsa conhecido como Maikinho Tá Maluco, morto em agosto: “Querido por todos moradores do Faz Quem Quer, várias lutas, sempre presente, você vai fazer muita falta na comunidade. I u que fizerão (sic) com você vai ter volta. Pode aguarda (sic)!”

Em outra fotografia ele continua: “Mlk (moleque) guerreiro responça (sic), querido por todos nós, vocês policiais (…) que tirarão (sic) a vida du (sic) nosso manoh (sic) covardemente vão pagar. Pode aguarda (sic) que a volta vai ser triste.”

Com perfil no Facebook desde 26 de dezembro de 2011, no dia 31 de dezembro daquele mesmo ano ele postou: “Hj vou dar tiro pro altoo, homenagem ao meu primo que falesceu (sic), hj faz 1 ano =/”.

Apesar de esconder o rosto em algumas das fotografias, em outras mostra a cara. Em uma das imagens, conselhos dos amigos: “Fazendo merda. Olha essa foto aí, moleque”, escreveu um, em julho deste ano. Logo abaixo, uma menina também reprova a exibição: “Tu é maluco, cara”. Logo depois ele mesmo responde: “Me deixem em paz.”

RELEMBRE:
Traficante se exibe com fuzil e zomba da Polícia na internet

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Onze meses após ameaçar processar o Pauta do Dia por divulgação do jingle eleitoral inspirado em funk proibidão usado na campanha pela presidência da União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha (UPMMR), o agora candidato a vereador do Rio de Janeiro, Leonardo Rodrigues Lima, o Léo Comunidade, será investigado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE).

O órgão, por intermédio da 205ª Promotoria Eleitoral, ajuizou ação de investigação eleitoral por abuso de poder econômico, abuso de poder político e captação ilícita de sufrágio em face de Léo Comunidade.

Com base em depoimentos de testemunhas, diligências e relatórios da Coordenadoria de Polícia Pacificadora da Polícia Militar, a ação relata que Léo coage e alicia moradores da Favela da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, em troca de votos, com uma série de estratégias ilícitas, entre elas distribuição de cestas básicas, de botijões de gás e cobrança ilegais de taxas de mototaxistas.

O candidato, ex-presidente da União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha, segundo investigações do MPE, também associou sua campanha política ao tráfico de drogas local.

A Promotoria requereu à Justiça Eleitoral a cassação do registro ou do diploma, se eleito for, de Léo Comunidade, a aplicação da multa prevista na Lei 9.504/97, além de declaração de inelegibilidade para as eleições dos próximos 8 anos.

De acordo com o MPE, a distribuição de cestas básicas ocorre na sede da associação de moradores mediante um cadastramento, sendo obrigatória a apresentação do título de eleitor. Além do cadastro, os beneficiários têm que cumprir outras etapas para conseguir a cesta, como, por exemplo, comparecer às reuniões organizadas em prol da campanha eleitoral de Léo Comunidade.

Em um dos encontros, no Clube Emoções, um policial da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha gravou áudio em que o representado afirma que, se for eleito, ampliará a entrega das cestas básicas: “Se eu ganhar, eu vou é aumentar a cesta (sic)”.

As investigações apontam que os cabos eleitorais do candidato, que também trabalham na associação de moradores, são os responsáveis pela entrega das cestas básicas. Policiais da UPP Rocinha também constataram que Léo Comunidade distribui botijões de gás em uma tenda na Rua do Valão, uma das principais da favela, onde uma pessoa faz anotações cadastrais dos moradores.

“Os benefícios, quais sejam, cestas básicas, botijões de gás, são oferecidos aos moradores da região em troca de voto; assim, a natureza desta estratégia denota inegável abuso de poder econômico, além de evidente captação ilícita de sufrágio, ilícitos a serem coibidos pela Justiça Eleitoral, à vista da inegável aptidão para macular o processo eleitoral e desequilibrar o pleito”, narra trecho da ação.

O MPE cita que a ligação de Léo Comunidade com o traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, 36 anos, pode ser comprovada com a música de campanha eleitoral. Carros de som do candidato circulam pela Rocinha tocando o jingle “Galo da Favela e seu elenco fabuloso”, em nítida associação ao funk “Bonde do mestre e seu elenco fabuloso” que era usado por Nem (preso em novembro de 2011) e seu bando em suas incursões pela favela e em pagodes e bailes realizados na comunidade.

A música do candidato a Vereador fala: “(…) Mas o Rio é o Léo! Tá tudo monitorado, deixa eles vim! Tá tudo dominado, e na hora de votar não tem nenhum mistério! É dezenove, zero, zero, zero…Vota no Léo… É um cara sério… É dezenove, zero, zero, zero… É o mano Léo que fortalece é o nosso povo. Sou o Galo da favela do elenco fabuloso”.

Segundo investigações, as pessoas que integravam a quadrilha de Nem eram chamadas de “elenco fabuloso”. O MP também requereu a retirada dos vídeos de Léo Comunidade e de Nem que estão disponíveis no Youtube.

“A aptidão para desequilibrar o pleito é evidente, pois a população local, seja por medo de retaliações de traficantes que, ainda presos, atemorizam a comunidade, seja por gratidão pelo assistencialismo político, acaba votando no candidato escolhido pelo poder paralelo”, narra a ação.

Diligências da equipe de fiscalização da Justiça Eleitoral na Rocinha constataram ainda que Léo Comunidade mantinha um esquema de cobrança de diária para mototaxistas e motofretes que trabalham na favela. Testemunhas contaram que o candidato ou representantes da associação de moradores cobravam R$ 13 de cada um dos motoqueiros, com a ameaça de que se não pagassem seriam expulsos do ponto e proibidos de trabalhar. Uma das testemunhas denunciou que um dos mototaxistas inadimplentes chegou a ser espancado.

A ação do MPE relata, ainda, que o major Edson Raimundo dos Santos, comandante da UPP Rocinha, foi vítima de tentativa de aliciamento pelo candidato a vereador. Acompanhado de dois homens, tentou induzir o PM a intervir na cobrança ilegal da taxa de mototaxistas, alegando que a destinação dos recursos seria para regularizar o exercício da atividade de transporte alternativo de pessoas e para a compra de cestas básicas para mil pessoas da comunidade.

Denúncia feita com exclusividade pelo Pauta do Dia, em novembro de 2011
Relembre aqui:
PF prende policiais civis e militares que faziam escolta de “Elenco Fabuloso”


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Com o perfil “Dina Terro dos Policia” (sic), um traficante do Morro Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio, ignora qualquer lei e zomba da Polícia, publicando mensagens em que divulga seus atos criminosos e fotos em que se exibe com armas de grosso calibre.

Com 463 amigos – a maioria meninas menores de idade – Dina, integrante da facção criminosa Comando Vermelho (CV), se vangloria de ter participado da retomada ao Morro Jorge Turco – invadido recentemente por um bonde do Morro da Pedreira, em Costa Barros, controlado pela facção rival Amigos dos Amigos (ADA).

“Bonde tá na pista. Quebrei tudo no Jorge Turco ontem. Vou quebrar de novo hoje”, escreve, no dia 27 de setembro. Na noite daquele mesmo dia, duas pessoas morreram em tiroteio ocorrido no Morro Jorge Turco, também em Rocha Miranda. As duas moravam na Pedreira.

Se intitulando integrante do “Bonde do Gão” – referência ao traficante Anderson Sant’Anna da Silva, apontado pela Polícia como gerente geral das bocas-de-fumo do Morro Faz Quem Quer – ainda zomba ao dizer que durante o dia usa um fuzil AK-47 e, à noite, um 762. E posta fotos para confirmar.

Em uma das fotografias, chegou a receber o conselho de um amigo, que escreveu: “Muleque, tira essa foto. Cara, isso é vários anos de cadeia! Tá sem visão!” (sic)

Vestido de preto – com direito à colete – e empunhando um fuzil 762 com as inscrições “Dina” e “Trem Bala”, ele escreve: “Tou na pista de Bope de meiota” (sic) – fazendo referência à farda de policiais militares lotados no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).

Com o perfil criado no Facebook em maio desse ano, Dina acumula 67 fotos e mensagens como “Dina metralha os alemão” – deixada por uma menina – “a tropa tá na pista pra caô….se entra (sic) no fqq (Faz Quem Quer)….ganha bala….se para (sic) na barricada…vamos explodi (sic)”, “mete bala nos alemão do para pedro (Favela Pára Pedro, em Colégio, controlada pela ADA)”, “os cria fazendo honda (sic) na favela, cada esquina é um bico, dina caçador de alemão é nóis (sic) q tá”.

A última atualização dele em seu perfil na rede social foi feita nesta terça-feira, dia 2 de outubro. O batalhão responsável pelo policiamento ostensivo e incursões na área é o 9º BPM (Rocha Miranda). Já a delegacia responsável pelas investigações na região é a 27ª DP (Vicente de Carvalho).

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Doze apostadores flagrados em um bingo em Copacabana, na Zona Sul do Rio, foram parar na delegacia, na noite desta segunda-feira, dia 1º de outubro. A casa de jogos, localizada na Rua Raul Pompéia, foi estourada por policiais da Delegacia de Repressão
aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM). As duas funcionárias do estabelecimento foram presas em flagrante. Os agentes apreenderam 12 máquinas caça-níqueis e uma máquina de cartão de crédito.

O delegado Alessandro Thiers, titular da DRCPIM, revelou que a especializada chegou até o bingo após denúncia de um filho
que não suportava mais ver sua mãe sair todas as noites para jogar.

“Os dois responsáveis pela instalação do bingo naquele local já foram identificados e a prisão preventiva pedida à justiça”, ressaltou Thiers.

As funcionárias, identificadas como Marta Cristiane Montijo Leite, 31 anos, e Juliana Hermita Alves da Silva, 28, foram encaminhadas à Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter). Os apostadores foram identificados e liberados após assinarem termo se comprometendo a comparecer em juízo quando solicitados.

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Menos de duas semanas antes da onda de crimes que abalou a Baixada Fluminense e causou tristeza e revolta em todo o Estado do Rio, um ato criminoso já demonstrava a ousadia dos bandidos da região. Na madrugada do dia 27 de agosto traficantes do Complexo da Mangueirinha, em Duque de Caxias, fuzilaram o muro do 15º BPM (Duque de Caxias).

Os disparos atingiram o muro lateral que dá acesso para a Rua Coronel João Teles. Foram cerca de 18 tiros de fuzil, espalhados pelo muro em toda a extensão do quarteirão. Alguns chegaram a perfurar o bloco e atingiram as instalações no interior do quartel.

Localizada na Rua Pedro Corrêa, no bairro Centenário, a unidade é responsável pelo policiamento ostensivo e patrulhamento em uma área de 464,573km², com população estimada de mais de 800 mil habitantes, distribuídos pelo Centro e seus distritos – Duque de Caxias e Campos Elísios; Imbariê, Santa Cruz da Serra e Xerém. O atual comandante do 15º BPM é o tenente-coronel Cláudio de Lucas Lima, que determinou que os furos de tiros que marcaram o muro lateral do batalhão fossem cobertos. A ordem foi cumprida na última quinta-feira, dia 6 de setembro – na véspera do feriado.

Comandante do 15º BPM, tenente-coronel Cláudio de Lucas Lima

“Isso foi uma verdadeira afronta às forças de Segurança Pública do Estado e ninguém fez nada a respeito. Por isso os marginais estão tão abusados, na certeza da impunidade”, desabafou um policial lotado na unidade que, por medida de precaução, prefere não se identificar para não ser vítima de represálias.

Os responsáveis pelo atentado foram identificados como sendo traficantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas no Corte Oito – um dos morros que compõem o Complexo da Mangueirinha, juntamente com Sapo, Lagoinha e Santuário (também conhecido como Morro do Alto da Boa Vista), além da própria Mangueirinha, que dá nome ao conjunto de favelas.

Aspirante a oficial da PM Jorge Augusto de Souza Alves Júnior, 34 anos

E são da mesma facção os traficantes que torturaram e executaram o cadete da PM Jorge Augusto de Souza Alves Júnior, 34 anos. O crime ocorreu na madrugada de sexta-feira para sábado, dia 8 de setembro. O PM voltava de um pagode e tinha ido deixar uma amiga que o acompanhava em Mesquita, quando errou o caminho de volta e entrou em uma rua que dava para a Favela da Chatuba, também controlada pelo CV.

Remilton Moura da Silva Júnior, o Juninho Cagão

Surpreendido por integrantes do bonde de Remilton Moura da Silva Júnior, o Juninho Cagão – líder do tráfico no local – ele teve a identidade descoberta e foi levado como presente para o traficante conhecido como Ratinho, que comemorou aniversário com muita bebida, drogas e mulheres. Segundo fontes ligadas à Inteligência da Secretaria de Segurança, a comemoração foi na sexta-feira, dia 7 de setembro, mas ele já estava festejando a data desde a véspera, quando ficou na mata bebendo, cheirando cocaína e fumando crack.

O PM foi a primeira vítima do bando, que ainda executou o pastor Alexandre Lima, 37. Ao presenciar a sessão de tortura, tentou intervir e também acabou morto. O corpo do PM foi encontrado no porta-malas de seu carro, o Fox preto placa LRJ 1863, no bairro Vila Emil. Já o corpo do pastor estava na mata que divide Mesquita e Nilópolis.

O jovem José Aldeci da Silva Júnior, 19, que acompanhava o religioso, está desaparecido. A família foi avisada pelos traficantes de que ele estaria morto. No entanto, não deram a localização do corpo. Além dos três, seis rapazes que saíram de Nilópolis, onde moram, para tomar banho em uma cachoeira no Parque Natural do Gericinó – que dá acesso pela mata à Favela da Chatuba – também foram assassinados pelos traficantes.

Os corpos de Christian de França Vieira, 19, Josias Searles, 16, e Victor Hugo da Costa, Patrick Machado de Carvalho, Douglas Ribeiro da Silva e Glauber Figueira Eugênio, todos de 17 anos, foram encontrados às margens da Rodovia Presidente Dutra, no bairro Jacutinga, dois dias após o desaparecimento, na segunda-feira, dia 10 de setembro. Todos estavam nus e apresentavam sinais de tortura, além de marcas de facadas e tiros na cabeça.

Ratinho, também conhecido como Peixe

“O Ratinho surtou, levou um grupo de 20 vagabundos do bonde dele. Há informações de que ele estaria na mata desde quinta-feira bebendo e cheirando. O aniversário dele foi na sexta-feira, mais bebidas, drogas e mulheres. Aí ele começou a fazer merda. Deve aparecer mais corpos”, revelou uma fonte da Inteligência da Secretaria de Segurança, ressaltando que Juninho Cagão teria fugido para o Morro do Chapadão, em Costa Barros, na Zona Norte do Rio, onde tem cobertura do traficante Luiz Ferreira do Nascimento, o Nando Bacalhau, 32.

Apontado pela Polícia como matador da quadrilha, Ratinho é conhecido por trocar tiros com equipes do 20º BPM (Mesquita) e de agir com covardia e sempre acompanhado por muitos comparsas. Ele seria o autor do disparo que matou o sargento Marcelo Corrêa Mendonça, 41, no último dia 1º de julho. Lotado no 20º BPM, ele estava de serviço e realizava patrulhamento de rotina quando um grupo de bandidos atacou a viatura, próximo ao Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) localizado na favela. O sargento estava há mais de 15 anos na corporação.

Dono do Morro do Bicão e líder do tráfico na Favela da Chatuba de Mesquita, Juninho Cagão já foi preso por tráfico, roubo de carga e pequenos furtos. Em 2003, ele participou do sequestro do proprietário de uma distribuidora de bebidas, em Coelho da Rocha, em São João de Meriti, também na Baixada Fluminense. O corpo, até hoje, não foi encontrado.

Acompanhado por quatro comparsas, Juninho Cagão sequestrou a vítima no dia 2 de novembro daquele ano, na sede da empresa. Todos os cinco simulavam ser agentes da Polícia Federal. Além de sequestrá-lo, o bando roubou um cofre da empresa – que foi levado para a Favela de Vigário Geral, na Zona Norte do Rio. No dia seguinte, os bandidos telefonaram para a irmã do empresário e pediram um resgate de R$ 1,5 milhão para libertá-lo.

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Apontados pela Polícia como integrantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA), Josemar Pereira dos Santos, o JJ, 31 anos, e Osmir Leiro de Sousa, o Jogador, 22, foram presos por agentes da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da 77ª DP (Icaraí), na noite desta quarta-feira, dia 5 de setembro.

Acusado de chefiar o tráfico de drogas no Morro do Palácio, no Ingá, na Zona Sul de Niterói, JJ foi preso por sequestro, em 2002, e cumpriu pena de doze anos no Presídio Ary Franco, em Água Santa, na Zona Norte do Rio. Ele ganhou a liberdade em 20 de julho de 2004 e voltou às ruas para retomar seus pontos de drogas.

Nascido e criado em Santa Bárbara, na divisa de Niterói com São Gonçalo, ele ficou à frente das bocas-de-fumo do Morro do Palácio em maio de 2010, depois que Anderson de Souza Leite, o Bozo, 32, então chefe do tráfico, foi surpreendido por policiais da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (DRAE) com uma submetralhadora na Ponte Rio-Niterói. Ele havia acabado de pegar a arma na Favela da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, e estava seguindo para a comunidade de Niterói quando foi preso.

A dupla, que foi surpreendida na Rua Maestro Feliciano Sodré, no Centro de Niterói, foi autuada por tráfico drogas, associação para fins de tráfico, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e porte de artefato explosivo. Os policiais chegaram até eles após receberem a informação de que os dois estariam voltando do Rio de Janeiro, em um veículo Fiat Siena de cor prata, trazendo grande quantidade de drogas e armas de fogo para o Palácio.

Equipes da 77ª DP se posicionaram nas duas das saídas da Ponte Rio-Niterói que dão acesso a caminhos para o Morro do Palácio – sentido Centro e sentido Icaraí – e realizaram um cerco. O veículo foi avistado trafegando pela Rua Maestro Feliciano Sodré, por volta das 20h30. Durante a abordagem, JJ – que já possuía três mandados de prisão expedidos em seu desfavor – foi reconhecido. No interior do automóvel havia três tabletes de maconha prensada e dois tabletes de crack, além de duas granadas e farto material para endolação.

No banco do carona, Jogador estava armado com uma pistola Glock calibre 9mm municiada. Todo o material foi apreendido para ser submetido a exame pericial, sendo a droga e a arma encaminhadas para o Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) e as granadas para o Esquadrão Anti-Bomba da Polícia Civil.

RELEMBRE:
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