Arquivo da categoria ‘Niterói’

Apontados pela Polícia como integrantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA), Josemar Pereira dos Santos, o JJ, 31 anos, e Osmir Leiro de Sousa, o Jogador, 22, foram presos por agentes da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da 77ª DP (Icaraí), na noite desta quarta-feira, dia 5 de setembro.

Acusado de chefiar o tráfico de drogas no Morro do Palácio, no Ingá, na Zona Sul de Niterói, JJ foi preso por sequestro, em 2002, e cumpriu pena de doze anos no Presídio Ary Franco, em Água Santa, na Zona Norte do Rio. Ele ganhou a liberdade em 20 de julho de 2004 e voltou às ruas para retomar seus pontos de drogas.

Nascido e criado em Santa Bárbara, na divisa de Niterói com São Gonçalo, ele ficou à frente das bocas-de-fumo do Morro do Palácio em maio de 2010, depois que Anderson de Souza Leite, o Bozo, 32, então chefe do tráfico, foi surpreendido por policiais da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (DRAE) com uma submetralhadora na Ponte Rio-Niterói. Ele havia acabado de pegar a arma na Favela da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, e estava seguindo para a comunidade de Niterói quando foi preso.

A dupla, que foi surpreendida na Rua Maestro Feliciano Sodré, no Centro de Niterói, foi autuada por tráfico drogas, associação para fins de tráfico, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e porte de artefato explosivo. Os policiais chegaram até eles após receberem a informação de que os dois estariam voltando do Rio de Janeiro, em um veículo Fiat Siena de cor prata, trazendo grande quantidade de drogas e armas de fogo para o Palácio.

Equipes da 77ª DP se posicionaram nas duas das saídas da Ponte Rio-Niterói que dão acesso a caminhos para o Morro do Palácio – sentido Centro e sentido Icaraí – e realizaram um cerco. O veículo foi avistado trafegando pela Rua Maestro Feliciano Sodré, por volta das 20h30. Durante a abordagem, JJ – que já possuía três mandados de prisão expedidos em seu desfavor – foi reconhecido. No interior do automóvel havia três tabletes de maconha prensada e dois tabletes de crack, além de duas granadas e farto material para endolação.

No banco do carona, Jogador estava armado com uma pistola Glock calibre 9mm municiada. Todo o material foi apreendido para ser submetido a exame pericial, sendo a droga e a arma encaminhadas para o Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) e as granadas para o Esquadrão Anti-Bomba da Polícia Civil.

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Priscila Albuquerque Silva Veloso de Menezes, 33 anos

Moradora de Icaraí, na Zona Sul de Niterói, a assistente administrativa Priscila Albuquerque Silva Veloso de Menezes, 33 anos, pagou R$ 2 mil para que um criminoso de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, matasse seu marido, um capitão do Exército. Ela e seu comparsa, Jorge Luiz da Silva Pimentel, 36, foram presos nesta quarta-feira, dia 29 de agosto, por policiais da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da 77ª DP (Icaraí). Os dois foram indiciados por tentativa de homicídio qualificado.

O crime ocorreu na madrugada do dia 1º de julho. Depois de deixar a mulher e os filhos no edifício onde moram, na Rua Gavião Peixoto, o oficial do Exército foi guardar o carro no Edifício Garagem, na Rua Miguel de Frias, também em Icaraí. No local ele foi surpreendido pelo atirador, que vestia um paletó e usava touca ninja. Apesar de ter efetuado três disparos, o bandido acertou apenas um – na mão da vítima.

Jorge Luiz da Silva Pimentel, 36 anos

Policiais que chegaram ao local logo após o crime encontraram em uma lixeira dentro do edifício garagem um bilhete manuscrito com a placa do carro da vítima e o número de sua vaga, um martelo e um cavanhaque falso, além do paletó, da touca ninja e do revólver utilizado na tentativa de homicídio.

Através de investigações os policiais identificaram o autor dos disparos, que confessou na delegacia que havia sido contratado pela própria esposa da vítima. Os dois tiveram a prisão temporária decretada pela 3ª Vara Criminal de Niterói, após solicitação do delegado Mário Luiz da Silva, titular da 77ª DP.

De acordo com a Polícia, a intenção da acusada era receber o seguro de vida do marido, no valor de R$ 230 mil. Segundo os policiais, com a morte do capitão do Exército, ela ficaria com 75 % deste valor, além de receber uma pensão mensal de R$ 8,5 mil.

De posse dos mandados de prisão expedidos pela Justiça, os agentes da distrital surpreenderam os acusados em suas respectivas residências. Os dois foram presos e conduzidos à delegacia, sendo posteriormente transferidos para carceragens da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter), onde vão permanecer à disposição da Justiça.

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Um helicóptero do Grupamento Aeromarítimo lançou centenas de panfletos dos Disque-Denúncia sobre as favelas Vila Ipiranga, no Fonseca, e Nova Brasília, na Engenhoca, ambas na Zona Norte de Niterói. A divulgação ocorreu na tarde desta sexta-feira, dia 6 de julho, com o objetivo de estimular moradores a denunciarem esconderijos de criminosos, armas e drogas.

Horas antes, policiais do 12º BPM (Niterói) já haviam distribuído 4 mil panfletos a quem passava pelo Terminal Rodoviário, Barcas e pedágio da Ponte Rio-Niterói.

Quem tiver qualquer informação que auxilie em investigações policiais e na localização de prisão de bandidos, além de ajudar na apreensão de armas e drogas, pode ligar para o número 2253-1177. Não é preciso se identificar e o anonimato é garantido.

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Francisco Cordeiro Bezerra, o Chico, 43 anos

Acusado de ser o responsável por uma boca-de-fumo no asfalto, Francisco Cordeiro Bezerra, o Chico, 43 anos, foi preso por agentes da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da 77ª DP (Icaraí), na noite desta quarta-feira, dia 30 de maio. Ele foi surpreendido pelos policiais em frente ao Bar do Siri, na Rua Tavares de Macedo, em Icaraí, na Zona Sul de Niterói. Com ele foram encontrados 28 sacolés de cocaína.

Já na residência do acusado, na Rua Presidente Backer, também em Icaraí, os agentes encontraram uma pistola 9 milímetros e diversas munições de vários calibres, inclusive de fuzil, além de 68 pinos para acondicionamento de cocaína, coldres, três facas de combate, carregador, mira telescópica e outros acessórios e peças de fuzil. No local também havia revistas especializadas em montagem e manuseio de armas de fogo.

A prisão foi efetuada após dois meses de investigações, em continuidade à Operação “Ar Puro” – que tem como objetivo combater o tráfico de drogas no asfalto da Zona Sul de Niterói. O preso admitiu que comprava grande quantidade de drogas na Favela do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, e as embalava em sua própria casa.

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Um detalhe que poderia passar despercebido acabou originando uma investigação conjunta que terminou com a identificação de uma quadrilha que realiza assaltos na Região Oceânica de Niterói e na Zona Sul do Rio.

Wallace Ferreira da Silva Gomes, 19 anos

Ao notar que vítimas de roubos nas duas cidades descreviam um dos criminosos como um homem com seis dedos em uma das mãos, os delegados Gabriel Ferrando, titular da 81ª DP (Itaipu), e Fábio Barucke, titular da 15ª DP (Gávea), perceberam que os assaltos eram praticados pela mesma quadrilha.

Willian Ferreira da Silva Gomes, 19 anos

Após dois meses de investigações, os policiais das duas distritais conseguiram identificar sete dos assaltantes. Quatro dos integrantes do bando foram presos na manhã desta sexta-feira, dia 25 de maio, durante incursão na Favela do Jacarezinho, no Jacaré, na Zona Norte do Rio. A ação foi coordenada por equipes da 81ª DP e da 15ª DP, com apoio de policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de delegacias especializadas.

Leandro Floriano da Silva Regis

Batizada como Domus – nome dado às residências da nobreza romana – a operação ocorreu na localidade conhecida como Pica-Pau, onde quatro dos assaltantes foram surpreendidos com objetos das vítimas. Um menor de idade e dois maiores continuam sendo procurados.

Luiz Felipe da Silva Reis, o Macarrão, 23 anos

Todos possuem contra si mandados de prisão temporária e preventiva. Contra o menor também há um mandado de busca e apreensão. Todos os mandados são relacionados a 16 procedimentos instaurados nas duas unidades: 10 inquéritos na 81ª DP e seis na 15ª DP.

Jhonatan Deyvison Santos da Silva, o Be, 21 anos

Os presos foram identificados como os irmãos gêmeos Wallace Ferreira da Silva Gomes e Willian Ferreira da Silva Gomes – que completaram 19 anos hoje -, além de Denylson Nascimento dos Santos – que vai completar a mesma idade no próximo domingo, dia 27 – e Leandro Floriano da Silva Regis – que é primo do líder da quadrilha.

A Polícia continua as buscas ao líder da quadrilha, Luiz Felipe da Silva Reis, o Macarrão, 23, e aos seus comparsas, Jhonatan Deyvison Santos da Silva, o Be, 21, e a um menor de 17 anos de idade.

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Um dos donos do Estaleiro Chamon de Niterói Transportes Marítimos, o empresário Ricardo Maia de Almeia, 48 anos, foi denunciado pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver do seu então funcionário, o marinheiro-timoneiro Eduardo de Souza Francisco, 33. O crime ocorreu em outubro de 2009.

O acusado já foi candidato a vereador em Niterói pelo Partido Do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), na Coligação “Niterói Do Futuro” (PMDB/PTC/PSL). Na ocasião, declarou bens no valor de R$ 438 mil, sendo dois imóveis – um no Fonseca, na Zona Norte de Niterói, e outro no bairro Gebara, em Itaboraí – dois automóveis – um Ford F1000 Ano 93 e um Renault Megane Ano 2008 – e oito embarcações, além de aplicações nos bancos Real e Itaú.

Ricardo Maia de Almeida, 48 anos

Localizado na Travessa Doutor Mário Tinoco, na Ilha da Conceição, o Estaleiro Chamon é uma das empresas responsáveis pela queima de fogos nas praias de Icaraí e Copacabana, nas Zonas Sul de Niterói e do Rio, respectivamente.

O primo do empresário, Michell Mogica Barrada Chamon, e o soldado Renato José Alves de Sousa, lotado no 12º BPM (Niterói), também foram denunciados pelos mesmos crimes. O PM trabalhava no Grupamento de Policiamento em Áreas Especiais (GPAE) do Morro do Cavalão, em Icaraí, na Zona Sul de Niterói.

De acordo com a denúncia, subscrita pelo promotor Cláudio Calo, titular da 4ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal da 2ª Central de Inquéritos do MP, o dono do estaleiro, de forma preordenada, após planejar a execução de seu próprio funcionário, escalou a vítima para trabalhar no dia 26 de outubro, um domingo, justamente em razão do pouco movimento no estaleiro. Ele contou com a colaboração de seu primo e do PM, que foi o autor dos dois disparos na nuca da vítima.

Após a execução, os três, com a ajuda do funcionário e colega de trabalho da vítima, Francisco Carlos da Silva Costa, jogaram o corpo de Eduardo, sem o uniforme laranja da empresa, na Baía de Guanabara, amarrando um “peso” para que ele não fosse encontrado e ficasse submerso.

Porém, quatro dias depois, no dia 30 de outubro, o corpo apareceu na superfície em estado de decomposição, conforme demonstrado pelas provas periciais. O funcionário que foi cúmplice do trio foi denunciado pelo MP por ocultação de cadáver.

Segundo a Promotoria de Justiça , “o crime foi cometido por motivo fútil, em decorrência de uma suposição por parte do dono do estaleiro de que a vítima teria furtado uma peça de uma embarcação, e mediante recurso que impossibilitou qualquer defesa por parte da vítima”.

“O inquérito policial terminou com dois volumes, sem relatório da autoridade policial e com mais de 700 páginas de investigação, sendo que a complexidade do caso e a postura do dono do estaleiro retardaram a conclusão das investigações. Surpreendentemente, no dia da execução da vítima, as câmeras de vigilância não estavam funcionando. O controle de entrada e saída de funcionários do estaleiro também foi tumultuado, pois o controle eletrônico do ponto estava, coincidentemente, em manutenção no dia do crime”, explicou o promotor de Justiça Cláudio Calo.

“Para intimidar, a maioria dos funcionários ouvidos em sede policial foi acompanhada justamente pelo advogado contratado pelo dono do estaleiro. Se já não bastasse, Ricardo Maia compareceu ao sepultamento da vítima para confortar a mulher, tendo dito para ela que Eduardo teria saído do estaleiro no fatídico domingo para se encontrar com uma prostituta, a fim de despistar e tirar o foco das investigações”, ressaltou.

O crime de homicídio duplamente qualificado, além de ser hediondo, tem pena máxima de 30 anos de reclusão, enquanto que o crime de ocultação de cadáver tem pena máxima de três anos de detenção. A denúncia foi encaminhada à 3ª Vara Criminal de Niterói (Tribunal do Júri).

No dia 15 de novembro de 2009, policiais da 76ª DP (Centro de Niterói) realizaram buscas no estaleiro e na casa de Ricardo, no Fonseca, na Zona Norte de Niterói. No primeiro estabelecimento, foi encontrado um revólver calibre 38. Já no segundo endereço, os agentes apreenderam R$ 40 mil em espécie.

Fábio da Silva Costa, o Juninho, 31 anos

Apontado pela Polícia como um dos principais responsáveis pelo tráfico de drogas no Morro do Preventório, no bairro Charitas, em Niterói, Fábio da Silva Costa, o Juninho, 31 anos, foi surpreendido por policiais da 79ª DP (Jurujuba) na manhã desta terça-feira, dia 17 de maio, em uma colônia de pescadores em Jurujuba.

Com quatro anotações criminais – duas por tráfico de drogas, uma por porte ilegal de arma e outra por roubo – Juninho tentou resistir à prisão e chegou a agredir os policiais, que encontraram com ele uma mochila contendo 53 pedras de crack, 206 sacolés de cocaína, 54 trouxinhas de maconha, 18 pedras aparentando ser oxi, 13 munições para pistola calibre 9mm e uma munição para revólver calibre 38, além de R$ 182 em espécie.

O oxi é um mistura de pasta-base de cocaína, querosene e cal virgem. As 18 pedras foram encaminhadas ao Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), onde serão submetidas à perícia técnica para descobrir seus componentes. Caso seja confirmado que se trata de oxi, essa será considerada a primeira apreensão da droga – considerada ainda mais devastadora que o crack – registrada no Estado do Rio.

Simultaneamente, em uma operação realizada por policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 12º BPM (Niterói) no Morro do Preventório, outras seis pessoas e três menores acusados de envolvimento com o tráfico no local foram detidos e levados para a 79ª DP, sendo posteriormente encaminhados à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), no Centro de Niterói.

O grupo foi encontrado pelos PMs em uma residência que era usada como ponto de vendas de drogas no principal acesso ao morro. Os policiais chegaram até o endereço através de denúncias anônimas. Com eles foram apreendidas 387 trouxinhas de maconha, 220 pedras de crack, 945 sacolés de cocaína, uma pistola 380 com 14 munições, um rádio transmissor e duas granadas de fabricação caseira, além de telefones celulares.

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Ricardo Alves dos Santos, o Dino, 29 anos

Apontado pela Polícia como chefe do tráfico na Favela Santa Lúcia, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, Ricardo Alves dos Santos, o Dino, 29 anos, foi preso por policiais da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da 77ª DP (Icaraí), em Macaé. A prisão foi efetuada na noite desta segunda-feira, dia 4 de março. Contra o acusado havia dois mandados de prisão pendentes – um por tráfico de drogas e outro por homicídio.

O criminoso – que seria o responsável pela distribuição de cocaína, maconha e crack para os morros da Zona Sul de Niterói – ainda se identificou apresentando documentos de um irmão já falecido. No entanto, após consulta, os policiais constataram que a identidade era falsa. Além de ter os dois mandados de prisão contra si cumpridos, Dino também foi autuado em flagrante por uso de documento falso e falsidade ideológica.

Ele foi encaminhado a uma carceragem da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter), onde vai permanecer à disposição da Justiça.

Thiago Moreno da Silva Marins, o Bacaninha, 24 anos

Foragido da Justiça após ter sua prisão temporária decretada, Thiago Moreno da Silva Marins, o Bacaninha, 24 anos, foi preso por policiais da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da 77ª DP (Icaraí) durante a Operação Caçador.

Apontado pela Polícia como um dos chefes do tráfico de drogas no Morro do Zulu, em Santa Rosa, na Zona Sul de Niterói, ele foi reconhecido como autor em diversos roubos a transeuntes, além do roubo ao restaurante Ícaro, localizado na Rua Miguel de Frias, em Icaraí, também na Zona Sul.

As investigações tiveram início no ano passado e a prisão foi efetuada em uma festa que ocorria em um ginásio localizado em frente ao Morro do Bonfim, no Fonseca, na Zona Norte de Niterói. No momento da prisão, Thiago estava desarmado e não reagiu.

A Polícia solicita que pessoas que tenham sido vítimas de assalto e reconheçam o criminoso como autor do crime compareçam à 77ª DP.

Carlos Alberto José Alves, o Betinho, 49 anos

Um esquema de delivery (entrega) de drogas em domicílio – popularmente conhecido como Disque-Drogas – foi desarticulado por agentes da 72ª DP (Mutuá), na tarde desta sexta-feira, dia 28 de janeiro.

Os agentes receberam uma denúncia anônima informando que um homem realizava a entrega de cocaína em casa, mediante contato telefônico, e surpreenderam o acusado no momento em que ele atenderia mais um de seus clientes na Praça do Barreto, localizada na Avenida Dr. March, no Barreto, na Zona Norte de Niterói.

De acordo com os policiais, Carlos Alberto José Alves, o Betinho, 49 anos, ainda tentou fugir ao perceber a presença dos agentes, mas foi alcançado. Com ele, foram encontrados 163 cápsulas de cocaína, cinco trouxinhas de maconha, além de 25 cartões de visita com o nome e o telefone do traficante.

Morador do bairro Venda da Cruz, Betinho foi encaminhado à 78ª DP (Fonseca), onde foi autuado por tráfico de drogas. Na delegacia, ele contou que comprava a droga no Complexo de Manguinhos, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. Curiosamente, na embalagem do entorpecente havia uma cruz de malta e a inscrição “A Vasco é talibã”. Segundo as investigações, o acusado faturava cerca de R$ 3 mil por semana com a venda da droga.