Arquivo da categoria ‘Tráfico de drogas’

No dia seguinte à matéria feita em primeira mão pelo Pauta do Dia denunciando o criminoso conhecido como Dina -que se exibia armado e zombando da Polícia no Facebook – policiais do Serviço de Inteligência (P-2) e do Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 9º BM (Rocha Miranda) prenderam Lucas Jorge Silva de Araújo, o Shurek, 18 anos.

Lucas Jorge Silva de Araújo, o Shurek, 18 anos

Ele foi surpreendido pelos PMs em casa, na Rua Jaguarema, por volta das 13h30 desta quinta-feira, dia 4 de outubro. Como Dina, ele também se diz da facção criminosa Comando Vermelho (CV) e integrante da quadrilha que controla a venda de drogas no Morro Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio. Com ele, os policiais apreenderam uma réplica de pistola 40 e o computador, com as fotografias expostas na internet. Tudo foi levado para a 30ª DP (Marechal Hermes).

Com 536 amigos, ele se intitula como “Dois Do Faz Quem Quer” – alegando ser o segundo homem na hierarquia do tráfico no local, atrás apenas do traficante Anderson Sant’Anna da Silva, o Gão. Irmão de uma guarda municipal – com quem aparece em uma fotografia exaltando “minha irmã muito linda fardada” – ele publica diversas fotos empunhando armas e outras de comparsas já mortos, com mensagens de vingança.

Uma delas para o comparsa conhecido como Maikinho Tá Maluco, morto em agosto: “Querido por todos moradores do Faz Quem Quer, várias lutas, sempre presente, você vai fazer muita falta na comunidade. I u que fizerão (sic) com você vai ter volta. Pode aguarda (sic)!”

Em outra fotografia ele continua: “Mlk (moleque) guerreiro responça (sic), querido por todos nós, vocês policiais (…) que tirarão (sic) a vida du (sic) nosso manoh (sic) covardemente vão pagar. Pode aguarda (sic) que a volta vai ser triste.”

Com perfil no Facebook desde 26 de dezembro de 2011, no dia 31 de dezembro daquele mesmo ano ele postou: “Hj vou dar tiro pro altoo, homenagem ao meu primo que falesceu (sic), hj faz 1 ano =/”.

Apesar de esconder o rosto em algumas das fotografias, em outras mostra a cara. Em uma das imagens, conselhos dos amigos: “Fazendo merda. Olha essa foto aí, moleque”, escreveu um, em julho deste ano. Logo abaixo, uma menina também reprova a exibição: “Tu é maluco, cara”. Logo depois ele mesmo responde: “Me deixem em paz.”

RELEMBRE:
Traficante se exibe com fuzil e zomba da Polícia na internet

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Com o perfil “Dina Terro dos Policia” (sic), um traficante do Morro Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio, ignora qualquer lei e zomba da Polícia, publicando mensagens em que divulga seus atos criminosos e fotos em que se exibe com armas de grosso calibre.

Com 463 amigos – a maioria meninas menores de idade – Dina, integrante da facção criminosa Comando Vermelho (CV), se vangloria de ter participado da retomada ao Morro Jorge Turco – invadido recentemente por um bonde do Morro da Pedreira, em Costa Barros, controlado pela facção rival Amigos dos Amigos (ADA).

“Bonde tá na pista. Quebrei tudo no Jorge Turco ontem. Vou quebrar de novo hoje”, escreve, no dia 27 de setembro. Na noite daquele mesmo dia, duas pessoas morreram em tiroteio ocorrido no Morro Jorge Turco, também em Rocha Miranda. As duas moravam na Pedreira.

Se intitulando integrante do “Bonde do Gão” – referência ao traficante Anderson Sant’Anna da Silva, apontado pela Polícia como gerente geral das bocas-de-fumo do Morro Faz Quem Quer – ainda zomba ao dizer que durante o dia usa um fuzil AK-47 e, à noite, um 762. E posta fotos para confirmar.

Em uma das fotografias, chegou a receber o conselho de um amigo, que escreveu: “Muleque, tira essa foto. Cara, isso é vários anos de cadeia! Tá sem visão!” (sic)

Vestido de preto – com direito à colete – e empunhando um fuzil 762 com as inscrições “Dina” e “Trem Bala”, ele escreve: “Tou na pista de Bope de meiota” (sic) – fazendo referência à farda de policiais militares lotados no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).

Com o perfil criado no Facebook em maio desse ano, Dina acumula 67 fotos e mensagens como “Dina metralha os alemão” – deixada por uma menina – “a tropa tá na pista pra caô….se entra (sic) no fqq (Faz Quem Quer)….ganha bala….se para (sic) na barricada…vamos explodi (sic)”, “mete bala nos alemão do para pedro (Favela Pára Pedro, em Colégio, controlada pela ADA)”, “os cria fazendo honda (sic) na favela, cada esquina é um bico, dina caçador de alemão é nóis (sic) q tá”.

A última atualização dele em seu perfil na rede social foi feita nesta terça-feira, dia 2 de outubro. O batalhão responsável pelo policiamento ostensivo e incursões na área é o 9º BPM (Rocha Miranda). Já a delegacia responsável pelas investigações na região é a 27ª DP (Vicente de Carvalho).

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Menos de duas semanas antes da onda de crimes que abalou a Baixada Fluminense e causou tristeza e revolta em todo o Estado do Rio, um ato criminoso já demonstrava a ousadia dos bandidos da região. Na madrugada do dia 27 de agosto traficantes do Complexo da Mangueirinha, em Duque de Caxias, fuzilaram o muro do 15º BPM (Duque de Caxias).

Os disparos atingiram o muro lateral que dá acesso para a Rua Coronel João Teles. Foram cerca de 18 tiros de fuzil, espalhados pelo muro em toda a extensão do quarteirão. Alguns chegaram a perfurar o bloco e atingiram as instalações no interior do quartel.

Localizada na Rua Pedro Corrêa, no bairro Centenário, a unidade é responsável pelo policiamento ostensivo e patrulhamento em uma área de 464,573km², com população estimada de mais de 800 mil habitantes, distribuídos pelo Centro e seus distritos – Duque de Caxias e Campos Elísios; Imbariê, Santa Cruz da Serra e Xerém. O atual comandante do 15º BPM é o tenente-coronel Cláudio de Lucas Lima, que determinou que os furos de tiros que marcaram o muro lateral do batalhão fossem cobertos. A ordem foi cumprida na última quinta-feira, dia 6 de setembro – na véspera do feriado.

Comandante do 15º BPM, tenente-coronel Cláudio de Lucas Lima

“Isso foi uma verdadeira afronta às forças de Segurança Pública do Estado e ninguém fez nada a respeito. Por isso os marginais estão tão abusados, na certeza da impunidade”, desabafou um policial lotado na unidade que, por medida de precaução, prefere não se identificar para não ser vítima de represálias.

Os responsáveis pelo atentado foram identificados como sendo traficantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas no Corte Oito – um dos morros que compõem o Complexo da Mangueirinha, juntamente com Sapo, Lagoinha e Santuário (também conhecido como Morro do Alto da Boa Vista), além da própria Mangueirinha, que dá nome ao conjunto de favelas.

Aspirante a oficial da PM Jorge Augusto de Souza Alves Júnior, 34 anos

E são da mesma facção os traficantes que torturaram e executaram o cadete da PM Jorge Augusto de Souza Alves Júnior, 34 anos. O crime ocorreu na madrugada de sexta-feira para sábado, dia 8 de setembro. O PM voltava de um pagode e tinha ido deixar uma amiga que o acompanhava em Mesquita, quando errou o caminho de volta e entrou em uma rua que dava para a Favela da Chatuba, também controlada pelo CV.

Remilton Moura da Silva Júnior, o Juninho Cagão

Surpreendido por integrantes do bonde de Remilton Moura da Silva Júnior, o Juninho Cagão – líder do tráfico no local – ele teve a identidade descoberta e foi levado como presente para o traficante conhecido como Ratinho, que comemorou aniversário com muita bebida, drogas e mulheres. Segundo fontes ligadas à Inteligência da Secretaria de Segurança, a comemoração foi na sexta-feira, dia 7 de setembro, mas ele já estava festejando a data desde a véspera, quando ficou na mata bebendo, cheirando cocaína e fumando crack.

O PM foi a primeira vítima do bando, que ainda executou o pastor Alexandre Lima, 37. Ao presenciar a sessão de tortura, tentou intervir e também acabou morto. O corpo do PM foi encontrado no porta-malas de seu carro, o Fox preto placa LRJ 1863, no bairro Vila Emil. Já o corpo do pastor estava na mata que divide Mesquita e Nilópolis.

O jovem José Aldeci da Silva Júnior, 19, que acompanhava o religioso, está desaparecido. A família foi avisada pelos traficantes de que ele estaria morto. No entanto, não deram a localização do corpo. Além dos três, seis rapazes que saíram de Nilópolis, onde moram, para tomar banho em uma cachoeira no Parque Natural do Gericinó – que dá acesso pela mata à Favela da Chatuba – também foram assassinados pelos traficantes.

Os corpos de Christian de França Vieira, 19, Josias Searles, 16, e Victor Hugo da Costa, Patrick Machado de Carvalho, Douglas Ribeiro da Silva e Glauber Figueira Eugênio, todos de 17 anos, foram encontrados às margens da Rodovia Presidente Dutra, no bairro Jacutinga, dois dias após o desaparecimento, na segunda-feira, dia 10 de setembro. Todos estavam nus e apresentavam sinais de tortura, além de marcas de facadas e tiros na cabeça.

Ratinho, também conhecido como Peixe

“O Ratinho surtou, levou um grupo de 20 vagabundos do bonde dele. Há informações de que ele estaria na mata desde quinta-feira bebendo e cheirando. O aniversário dele foi na sexta-feira, mais bebidas, drogas e mulheres. Aí ele começou a fazer merda. Deve aparecer mais corpos”, revelou uma fonte da Inteligência da Secretaria de Segurança, ressaltando que Juninho Cagão teria fugido para o Morro do Chapadão, em Costa Barros, na Zona Norte do Rio, onde tem cobertura do traficante Luiz Ferreira do Nascimento, o Nando Bacalhau, 32.

Apontado pela Polícia como matador da quadrilha, Ratinho é conhecido por trocar tiros com equipes do 20º BPM (Mesquita) e de agir com covardia e sempre acompanhado por muitos comparsas. Ele seria o autor do disparo que matou o sargento Marcelo Corrêa Mendonça, 41, no último dia 1º de julho. Lotado no 20º BPM, ele estava de serviço e realizava patrulhamento de rotina quando um grupo de bandidos atacou a viatura, próximo ao Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) localizado na favela. O sargento estava há mais de 15 anos na corporação.

Dono do Morro do Bicão e líder do tráfico na Favela da Chatuba de Mesquita, Juninho Cagão já foi preso por tráfico, roubo de carga e pequenos furtos. Em 2003, ele participou do sequestro do proprietário de uma distribuidora de bebidas, em Coelho da Rocha, em São João de Meriti, também na Baixada Fluminense. O corpo, até hoje, não foi encontrado.

Acompanhado por quatro comparsas, Juninho Cagão sequestrou a vítima no dia 2 de novembro daquele ano, na sede da empresa. Todos os cinco simulavam ser agentes da Polícia Federal. Além de sequestrá-lo, o bando roubou um cofre da empresa – que foi levado para a Favela de Vigário Geral, na Zona Norte do Rio. No dia seguinte, os bandidos telefonaram para a irmã do empresário e pediram um resgate de R$ 1,5 milhão para libertá-lo.

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Apontados pela Polícia como integrantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA), Josemar Pereira dos Santos, o JJ, 31 anos, e Osmir Leiro de Sousa, o Jogador, 22, foram presos por agentes da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da 77ª DP (Icaraí), na noite desta quarta-feira, dia 5 de setembro.

Acusado de chefiar o tráfico de drogas no Morro do Palácio, no Ingá, na Zona Sul de Niterói, JJ foi preso por sequestro, em 2002, e cumpriu pena de doze anos no Presídio Ary Franco, em Água Santa, na Zona Norte do Rio. Ele ganhou a liberdade em 20 de julho de 2004 e voltou às ruas para retomar seus pontos de drogas.

Nascido e criado em Santa Bárbara, na divisa de Niterói com São Gonçalo, ele ficou à frente das bocas-de-fumo do Morro do Palácio em maio de 2010, depois que Anderson de Souza Leite, o Bozo, 32, então chefe do tráfico, foi surpreendido por policiais da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (DRAE) com uma submetralhadora na Ponte Rio-Niterói. Ele havia acabado de pegar a arma na Favela da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, e estava seguindo para a comunidade de Niterói quando foi preso.

A dupla, que foi surpreendida na Rua Maestro Feliciano Sodré, no Centro de Niterói, foi autuada por tráfico drogas, associação para fins de tráfico, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e porte de artefato explosivo. Os policiais chegaram até eles após receberem a informação de que os dois estariam voltando do Rio de Janeiro, em um veículo Fiat Siena de cor prata, trazendo grande quantidade de drogas e armas de fogo para o Palácio.

Equipes da 77ª DP se posicionaram nas duas das saídas da Ponte Rio-Niterói que dão acesso a caminhos para o Morro do Palácio – sentido Centro e sentido Icaraí – e realizaram um cerco. O veículo foi avistado trafegando pela Rua Maestro Feliciano Sodré, por volta das 20h30. Durante a abordagem, JJ – que já possuía três mandados de prisão expedidos em seu desfavor – foi reconhecido. No interior do automóvel havia três tabletes de maconha prensada e dois tabletes de crack, além de duas granadas e farto material para endolação.

No banco do carona, Jogador estava armado com uma pistola Glock calibre 9mm municiada. Todo o material foi apreendido para ser submetido a exame pericial, sendo a droga e a arma encaminhadas para o Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) e as granadas para o Esquadrão Anti-Bomba da Polícia Civil.

RELEMBRE:
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Rodrigo da Silva Caetano, o Motoboy

Pouco mais de um ano após o crime que ficou conhecido como “O Massacre da Serra Elétrica” na Favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, os seis envolvidos no episódio foram identificados por policiais da 21ª DP (Bonsucesso) e tiveram a prisão preventiva decretada pela 2ª Vara Criminal da Capital por homicídio triplamente qualificado.

Amabílio Gomes Filho, o Amabílio ou MB

Integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) e envolvidos com o tráfico de drogas na região, Rodrigo da Silva Caetano, o Motoboy, Amabílio Gomes Filho, o Amabílio ou MB, Israel de Oliveira Silva, o Flecha, Luiz Carlos Gonçalves de Souza, o LC, Jorge Ribeiro, o Bodinho, e Wallace Sales da Silva, o Tatajuba, são acusados de matar e esquartejar Wladimir Augusto Paz dos Santos, o Mimi Cara de Peixe, e considerados foragidos da Justiça.

Israel de Oliveira Silva, o Flecha

O crime ocorreu em julho de 2011 e foi determinado pelo Tribunal do Tráfico da Nova Holanda como punição a Mimi, que havia “pulado de facção” e saído do local para se juntar à quadrilha liderada pelo traficante Marcelo Santos das Dores, o Menor P, da facção rival Terceiro Comando Puro (TCP), na Favela Baixa do Sapateiro, também no Complexo da Maré.

Luiz Carlos Gonçalves de Souza, o LC

Após dois meses, ele resolveu voltar para seus antigos comparsas depois que perdeu o direito de andar armado porque usava drogas além do permitido. No entanto, não foi perdoado e acabou torturado e executado para servir de exemplo e “recado” a quem tivesse a intenção de copiar a atitude dele.

Wallace Sales da Silva, o Tatajuba

O crime foi registrado por câmeras e o vídeo da execução chegou a ser publicado no YouTube, sendo retirado após denúncias de conteúdo ofensivo. Fotos do corpo foram usadas para ilustrar funk. Um dos trechos da música diz: “O bonde tá pesado, se liga na minha idéia: traidor aqui não fica, vai pro massacre da serra elétrica” / “Sua cabeça já era, cortaram a sua cabeça, é o massacre da serra elétrica”.

O delegado José Pedro Costa da Silva, titular da 21ª DP, indiciou os seis por homicídio qualificado, violação e ocultação de cadáver – até hoje o corpo de Mimi não foi encontrado. Ele acredita que os membros do bandido tenham sido jogados na Baía de Guanabara ou queimados no “microondas” do tráfico.

Ao decretar a prisão dos acusados, o juiz Jorge Luiz Le Cocq D’Oliveira destacou: “Segundo o apurado, os acusados, indivíduos de altíssima periculosidade, comandam o tráfico de drogas na Favela Nova Holanda, cuja comunidade aterrorizam pelo poder bélico e pelos métodos brutais que utilizam. Desafiam permanentemente a autoridade constituída e se julgam acima da lei. Certos da impunidade, chegam ao ponto de exibir seus atos criminosos nas redes sociais da Internet”.

E o magistrado continua: “Aliás, a crueldade demonstrada no cometimento dos fatos descritos causa perplexidade até nos profissionais mais experientes dos órgãos de repressão penal”.

O juiz finaliza destacando que a liberdade dos acusados compromete a ordem pública: “é evidente que, dado o perfil dos imputados, somente com a efetivação da medida constritiva as testemunhas estranhas aos quadros de segurança – a população local, como é notório, vive absolutamente subjugada, tendo de respeitar a famigerada ´lei do silêncio´ – sentir-se-ão minimamente seguras para comparecer em juízo e depor, pelo que a segregação provisória igualmente atende à conveniência da instrução criminal”, enfatiza.

Abaixo, link para foto divulgada pelos traficantes para servir de exemplo.
Não abra se não quiser ver uma imagem forte.

Mimi esquartejado (IMAGEM FORTE)


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John Wayne Pereira Lopes, o Gordinho, 22 anos

Acusado pela Polícia de levar drogas da Favela Vila do João, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, para clientes no Cais do porto e no Mercado São Sebastião, o mototaxista John Wayne Pereira Lopes, o Gordinho, 22 anos, foi preso por policiais da 21ª DP (Bonsucesso). A prisão foi efetuada no dia 9 de agosto, após 45 dias de investigações.

O mototaxista comprava a droga dos criminosos da facção Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam o tráfico na região e as revendia principalmente para caminhoneiros. Além do valor do entorpecente, ele cobrava uma taxa de R$ 50 pelo serviço de entrega.

“Ele fazia uma média de 15 entregas por noite”, revelou um dos policiais que participou das investigações.

Para atrair clientes, Gordinho distribuía cartões de visitas com dados para contato e a frase: “Melhor cocaína do Rio”. No momento da prisão ele foi surpreendido vendendo 105 gramas de cocaína a um caminhoneiro, no Mercado São Sebastião, na Penha, na Zona Norte do Rio.

O caminhoneiro – que é do Espírito Santo – confirmou aos policiais que soube do serviço de entrega através de um cartão de visita entregue a ele durante uma manifestação realizada pela categoria. A área de cobertura do “Delivery do TCP” englobava a região da Penha, Cais do Porto, Baixada Fluminense e um posto de combustíveis na Linha Vermelha.

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Os grupos Nosso Sentimento e A Cor do Samba e os Mestres de Cerimônia (MCs) Max e Robert serão investigados pela 21ª DP (Bonsucesso) por associação ao tráfico. Os nomes dos artistas estavam no abadá da “Vai Quem Quer Folia” – evento que seria realizado neste final-de-semana na Favela Vai Quem Quer, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

A roupa foi apreendida durante a prisão de Vânio Avelino Diogo, o Leite Ninho, 36 anos. Preso em flagrante na madrugada deste sábado, dia 21 de julho, por receptação e uso de documento falso, Leite Ninho já possuía dois mandados de prisão expedidos pela Justiça. Ele é apontado pela Polícia como chefe do tráfico na Favela Vai Quem Quer e um dos braços direitos do traficante Marcelo Fernando Pinheiro Veiga, o Marcelo Piloto – que controla o tráfico na Favela do Mandela, no Complexo de Manguinhos, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio.

Vânio Avelino Diogo, o Leite Ninho, 36 anos

Ele também teria ligação com outros líderes da facção criminosa Comando Vermelho (CV), como Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco, 46; José Benemário de Araújo, o Mandela ou Coroa; e Márcio Batista da Silva, o Dinho Porquinho.

Vânio Avelino Diogo, o Leite Ninho, 36 anos

Monitorado já há três meses pelos agentes, Leite Ninho foi surpreendido no momento em que deixava a Favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, dirigindo um caminhão roubado que transportava 2.500 latas de cerveja. A bebida estaria sendo levada para a festa. Considerado foragido da Justiça, Leite Ninho já havia sido condenado a 25 anos de prisão por latrocínio (roubo seguido de morte), em 1995. Ele chegou a cumprir 13 anos da pena. Em 2008, conseguiu o direito ao benefício de Visita Periódica ao Lar, saiu para visitar a família e não voltou.

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Enquanto o Disque-Denúncia divulgou cartaz com a foto do traficante Diogo de Souza Feitoza, o DG – resgatado por comparsas que invadiram a 25ª DP (Engenho Novo) quatro horas após ser preso – a Polícia identificou 10 dos 15 integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) responsáveis por auxiliar na fuga.

Marcelo Fernando Pinheiro Vega, o Marcelo Piloto, 37 anos

Com três mandados de prisão expedidos pela Justiça, DG foi preso por policiais do 22º BPM (Benfica) na manhã do dia 3 de julho, após sofrer um acidente de moto na Avenida Leopoldo Bulhões, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio.

Luiz Antônio Andrade, o Toinho, 33 anos

A via corta a Favela do Jacarezinho e o Complexo de Manguinhos – que possui cerca de 50 mil habitantes distribuídos em 11 localidades: Parque Oswaldo Cruz, Parque Carlos Chagas, Parque João Goulart, Vila Turismo, Conjunto Habitacional Provisório 2, Vila União, Vila São Pedro, Conjunto Nelson Mandela, Conjunto Samora Machel, Comunidade Agrícola de Higienópolis e Mandela de Pedra. De acordo com os PMs, ele estava fugindo de policiais que realizavam incursão em Manguinhos e carregava duas granadas.

Alan Mendonça da Silva, o Lourinho, 28 anos

Reconhecido, ele foi socorrido e posteriormente levado para a 25ª DP. Cerca de quatro horas depois, um grupo de traficantes das favelas de Manguinhos, Jacarezinho e Mandela invadiu a delegacia, imobilizou policiais que estavam de plantão e pessoas que registravam queixas e arrebentou o cadeado da cela de custódia onde DG aguardava para ser transferido. Ele saiu pela porta da frente portando um fuzil.

Éber do Nascimento Cândido, o Ebinho, 27 anos

Um dos que teriam participado pessoalmente do resgate, segundo a Polícia, é o traficante Marcelo Fernando Pinheiro Vega, o Marcelo Piloto, 37 anos – líder do tráfico na Favela do Mandela. Além dele, Luiz Antônio Andrade, o Toinho, 33 – que gerencia a venda de drogas na localidade, juntamente com DG – e Alan Mendonça da Silva, o Lourinho, 28.

Luiz Augusto Roque de Melo Filho, o Leno, 32 anos

Os comparsas da Favela do Jacarezinho que também auxiliaram no resgate foram identificados como sendo Éber do Nascimento Cândido, o Ebinho, 27, Luiz Augusto Roque de Melo Filho, o Leno, 32, Clayton Bernardes dos Santos, o 2B ou Babão, 28, e o criminoso conhecido como Fabinho do Fundão ou FB do Pontilhão.

Clayton Bernardes dos Santos, o 2B ou Babão, 28 anos

Outros três bandidos integram a quadrilha que controla o tráfico em Manguinhos: Ilan Nogueira Sales, o Capoeira, e Wallace Carlos da Conceição, o Churrasquinho, ambos de 25 anos, além de Davi Moraes de Sá, o Davi Paraíba ou Paraíba do Complexo, 33.

Fabinho do Fundão ou FB do Pontilhão

Com a promessa de entrega adiada diversas vezes, a Cidade da Polícia – que ficará entre Manguinhos e Jacarezinho e vai abrigar delegacias especializadas – é a esperança de que a região – conhecida como “Faixa de Gaza” – seja pacificada. Além de 14 especializadas, o local também vai virar sede da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), do Esquadrão Antibombas e do Centro de Inteligência da Polícia Civil (Cinpol), além de possuir um estande de tiros, uma central de flagrantes, um heliponto, o Centro de Microfilmagem da Polícia Civil, uma favela cenográfica, um estacionamento para 1.200 vagas e o Departamento Geral de Tecnologia e Informática da PCERJ.

Quem tiver qualquer informação que auxilie a Polícia na localização dos criminosos e ajude na recaptura de DG pode ligar para 2253-1177. Não é preciso se identificar e o anonimato é garantido.

RELEMBRE:
Traficantes de Manguinhos fogem da PM pelos trilhos

Cenário de guerra em Manguinhos

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Traficantes da Favela do Jacarezinho que invadiram delegacia para resgatar comparsa estariam escondidos no Morro do Viradouro, em Santa Rosa, na Zona Sul de Niterói – onde o tráfico também é controlado por criminosos da facção Comando Vermelho (CV). Durante incursão para apurar a denúncia, nesta quarta-feira, dia 4 de julho, policiais da 77ª DP (Icaraí) foram surpreendidos por cerca de 10 bandidos fortemente armados. Houve confronto e o tiroteio durou cerca de meia hora.

Na troca de tiros, o traficante Adilson Coutinho, o Rato, 37 anos, acabou sendo atingido. Ele ainda foi socorrido pelos próprios policiais e levado para o Hospital Estadual Azevedo Lima, no Fonseca, mas não resistiu aos ferimentos. Com ele os agentes apreenderam um revólver calibre 38 e um rádio comunicador. Na ação também foram apreendidos cerca de 7 kg de maconha em tabletes.

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Francisco Cordeiro Bezerra, o Chico, 43 anos

Acusado de ser o responsável por uma boca-de-fumo no asfalto, Francisco Cordeiro Bezerra, o Chico, 43 anos, foi preso por agentes da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da 77ª DP (Icaraí), na noite desta quarta-feira, dia 30 de maio. Ele foi surpreendido pelos policiais em frente ao Bar do Siri, na Rua Tavares de Macedo, em Icaraí, na Zona Sul de Niterói. Com ele foram encontrados 28 sacolés de cocaína.

Já na residência do acusado, na Rua Presidente Backer, também em Icaraí, os agentes encontraram uma pistola 9 milímetros e diversas munições de vários calibres, inclusive de fuzil, além de 68 pinos para acondicionamento de cocaína, coldres, três facas de combate, carregador, mira telescópica e outros acessórios e peças de fuzil. No local também havia revistas especializadas em montagem e manuseio de armas de fogo.

A prisão foi efetuada após dois meses de investigações, em continuidade à Operação “Ar Puro” – que tem como objetivo combater o tráfico de drogas no asfalto da Zona Sul de Niterói. O preso admitiu que comprava grande quantidade de drogas na Favela do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, e as embalava em sua própria casa.

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