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John Wayne Pereira Lopes, o Gordinho, 22 anos

Acusado pela Polícia de levar drogas da Favela Vila do João, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, para clientes no Cais do porto e no Mercado São Sebastião, o mototaxista John Wayne Pereira Lopes, o Gordinho, 22 anos, foi preso por policiais da 21ª DP (Bonsucesso). A prisão foi efetuada no dia 9 de agosto, após 45 dias de investigações.

O mototaxista comprava a droga dos criminosos da facção Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam o tráfico na região e as revendia principalmente para caminhoneiros. Além do valor do entorpecente, ele cobrava uma taxa de R$ 50 pelo serviço de entrega.

“Ele fazia uma média de 15 entregas por noite”, revelou um dos policiais que participou das investigações.

Para atrair clientes, Gordinho distribuía cartões de visitas com dados para contato e a frase: “Melhor cocaína do Rio”. No momento da prisão ele foi surpreendido vendendo 105 gramas de cocaína a um caminhoneiro, no Mercado São Sebastião, na Penha, na Zona Norte do Rio.

O caminhoneiro – que é do Espírito Santo – confirmou aos policiais que soube do serviço de entrega através de um cartão de visita entregue a ele durante uma manifestação realizada pela categoria. A área de cobertura do “Delivery do TCP” englobava a região da Penha, Cais do Porto, Baixada Fluminense e um posto de combustíveis na Linha Vermelha.

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Fotos: Pedro Pantoja

O Tocilizumab, uma substância aprovada somente no Japão para o tratamento da Síndrome de Castleman, uma doença rara caracterizada pelo surgimento de nódulos linfáticos, vem se tornando a mais nova aposta da medicina para o tratamento e controle da artrite reumatóide. Enquanto portadores da doença aguardam a chegada do medicamento, recém-chegado ao Brasil, ao Sistema Único de Saúde (SUS), traficantes ligados à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) tinham ao alcance centenas de frascos – avaliados em R$ 1 mil cada.

A descoberta foi feita na manhã desta quinta-feira, dia 15 de abril, por agentes do Serviço de Inteligência (P-2) do 22º BPM (Benfica). Os PMs receberam informação, repassada pelo Disque-Denúncia, de que várias caixas de remédios estavam no pátio da Associação de Moradores e Amigos do Conjunto Esperança, no Complexo da Maré, em Benfica, na Zona Norte do Rio.

Quando chegaram no endereço, na Rua José Moreira Pequeno, próximo à Rua do Valão, os policiais descobriram que, além das caixas de Tocilizumab – que seriam entregues no Centro de Radioterapia e Medicina Nuclear, no Centro do município de Juiz de Fora, em Minas Gerais -, havia dezenas de embalagens do tranqüilizante Bromazepan, do antiinflamatório Reparil e de Bramin – usado para alívio ou eliminação de náuseas e vômitos em geral, inclusive da gravidez, em pré e pós-operatórios, no tratamento e na prevenção de enjôos causados por viagens marítimas, terrestres e aéreas, nas labirintites e vertigens em geral.

Além dos medicamentos, os PMs apreenderam preservativos – inclusive aromatizados, nos sabores morango, chocolate e menta – e produtos hospitalares. Entre eles, equipamentos para cirurgias ortopédicas e ventosas para uso em pacientes internados receberem soro fisiológico e outras substâncias.

“Recebemos um Disque-Denúncia dando conta de que materiais roubados se encontravam no interior da comunidade e após a realização de trabalho de inteligência, verificamos que os traficantes pretendiam montar um pequeno hospital para atender aos meliantes que porventura fossem feridos em confronto com a Polícia”, explicou o tenente Fabrício Vital, do Serviço de Inteligência (P-2) do 22º BPM.

“Para isso, os criminosos tinham consigo maquinário hospitalar, diversos tipos de medicamento e material cirúrgico, que foram roubados e colocados à disposição dos traficantes”, ressaltou.

Com apoio de policiais lotados no Grupamento de Ações Táticas (GAT) da unidade, foi realizada incursão no local, sob comando do capitão Marcos André.

“Eles roubaram a carga e quando descobriram que eram produtos médicos, resolveram criar uma unidade de saúde”, afirmou o capitão, que ligou para a empresa Roche, responsável pelos frascos de Tocilizumab, e foi informado de que a carga roubada estava avaliada em R$ 250 mil e não poderia ser reaproveitada.

Todo o material apreendido foi encaminhado à 21ª DP (Bonsucesso), onde foi realizado o registro. A Polícia, agora, tenta descobrir onde o roubo foi registrado.

O tráfico de drogas no Conjunto Esperança é controlado pelo traficante conhecido como Menor P ou Poeta, integrante do TCP. A facção também é responsável pelo tráfico em outras favelas da Maré. O Complexo da Maré engloba as localidades Baixa do Sapateiro, Conjunto Bento Ribeiro Dantas, Conjunto Esperança, Conjunto Marcílio Dias, Conjunto Pinheiro, Nova Holanda, Nova Maré, Parque Maré, Parque Roquete Pinto, Parque Rubens Vaz, Parque União, Praia de Ramos, Salsa e Merengue, Timbau, Vila do João e Vila do Pinheiro. Somente as favelas Nova Holanda e Parque União pertencem à facção rival Comando Vermelho (CV), enquanto a Praia de Ramos é controlada por um grupo miliciano.

Fotos: Pedro Pantoja

O Tocilizumab, uma substância aprovada somente no Japão para o tratamento da Síndrome de Castleman, uma doença rara caracterizada pelo surgimento de nódulos linfáticos, vem se tornando a mais nova aposta da medicina para o tratamento e controle da artrite reumatóide. Enquanto portadores da doença aguardam a chegada do medicamento, recém-chegado ao Brasil, ao Sistema Único de Saúde (SUS), traficantes ligados à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) tinham ao alcance centenas de frascos – avaliados em R$ 1 mil cada.

A descoberta foi feita na manhã desta quinta-feira, dia 15 de abril, por agentes do Serviço de Inteligência (P-2) do 22º BPM (Benfica). Os PMs receberam informação, repassada pelo Disque-Denúncia, de que várias caixas de remédios estavam no pátio da Associação de Moradores e Amigos do Conjunto Esperança, no Complexo da Maré, em Benfica, na Zona Norte do Rio.

Quando chegaram no endereço, na Rua José Moreira Pequeno, próximo à Rua do Valão, os policiais descobriram que, além das caixas de Tocilizumab – que seriam entregues no Centro de Radioterapia e Medicina Nuclear, no Centro do município de Juiz de Fora, em Minas Gerais -, havia dezenas de embalagens do tranqüilizante Bromazepan, do antiinflamatório Reparil e de Bramin – usado para alívio ou eliminação de náuseas e vômitos em geral, inclusive da gravidez, em pré e pós-operatórios, no tratamento e na prevenção de enjôos causados por viagens marítimas, terrestres e aéreas, nas labirintites e vertigens em geral.

Além dos medicamentos, os PMs apreenderam preservativos – inclusive aromatizados, nos sabores morango, chocolate e menta – e produtos hospitalares. Entre eles, equipamentos para cirurgias ortopédicas e ventosas para uso em pacientes internados receberem soro fisiológico e outras substâncias.

“Recebemos um Disque-Denúncia dando conta de que materiais roubados se encontravam no interior da comunidade e após a realização de trabalho de inteligência, verificamos que os traficantes pretendiam montar um pequeno hospital para atender aos meliantes que porventura fossem feridos em confronto com a Polícia”, explicou o tenente Fabrício Vital, do Serviço de Inteligência (P-2) do 22º BPM.

“Para isso, os criminosos tinham consigo maquinário hospitalar, diversos tipos de medicamento e material cirúrgico, que foram roubados e colocados à disposição dos traficantes”, ressaltou.

Com apoio de policiais lotados no Grupamento de Ações Táticas (GAT) da unidade, foi realizada incursão no local, sob comando do capitão Marcos André.

“Eles roubaram a carga e quando descobriram que eram produtos médicos, resolveram criar uma unidade de saúde”, afirmou o capitão, que ligou para a empresa Roche, responsável pelos frascos de Tocilizumab, e foi informado de que a carga roubada estava avaliada em R$ 250 mil e não poderia ser reaproveitada.

Todo o material apreendido foi encaminhado à 21ª DP (Bonsucesso), onde foi realizado o registro. A Polícia, agora, tenta descobrir onde o roubo foi registrado.

O tráfico de drogas no Conjunto Esperança é controlado pelo traficante conhecido como Menor P ou Poeta, integrante do TCP. A facção também é responsável pelo tráfico em outras favelas da Maré. O Complexo da Maré engloba as localidades Baixa do Sapateiro, Conjunto Bento Ribeiro Dantas, Conjunto Esperança, Conjunto Marcílio Dias, Conjunto Pinheiro, Nova Holanda, Nova Maré, Parque Maré, Parque Roquete Pinto, Parque Rubens Vaz, Parque União, Praia de Ramos, Salsa e Merengue, Timbau, Vila do João e Vila do Pinheiro. Somente as favelas Nova Holanda e Parque União pertencem à facção rival Comando Vermelho (CV), enquanto a Praia de Ramos é controlada por um grupo miliciano.

Uma história com final feliz. Assim pode ser definida a aventura do pequeno Maicon Douglas Menezes Silva, morador do Conjunto Esperança, no Complexo da Maré, em Benfica, na Zona Norte do Rio. Com apenas três anos de idade – completados em janeiro – o menino acordou e, ao não encontrar a mãe, abriu a porta de casa, desceu três lances de escada, passou pelo portão do prédio onde mora com a mãe, a avó, um irmão e duas tias, atravessou a rua e foi parar na Avenida Brasil, na manhã desta terça-feira, dia 13 de abril.

Ele foi encontrado próximo à passarela da Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz), no sentido Zona Oeste da via, em frente à Favela Vila do João, também no Complexo da Maré – composto, ainda, pelas localidades Baixa do Sapateiro, Conjunto Bento Ribeiro Dantas, Conjunto Marcílio Dias, Conjunto Pinheiro, Nova Holanda, Nova Maré, Parque Maré, Parque Roquete Pinto, Parque Rubens Vaz, Parque União, Praia de Ramos, Salsa e Merengue, Timbau e Vila dos Pinheiros. O conjunto de favelas é dividido entre as facções criminosas Amigos dos Amigos (ADA), Terceiro Comando Puro (TCP) e Comando Vermelho (CV), e também tem áreas controladas por milicianos.

“Uma mulher atravessou a passarela com ele e o deixou com uma ambulante que vendia doces em uma barraquinha no sentido Centro da Avenida Brasil. Nós fomos chamados e percorremos a Maré com ele, mas ninguém o conhecia. Chegamos a perguntar a mototaxistas na Baixa do Sapateiro se alguém procurava por uma criança, mas eles não sabiam e não o reconheceram”, contou o sargento Carvalho, do 22º BPM (Benfica).

Lotado no Patrulhamento Motorizado Especial (Pamesp) Escolar da unidade, ele estava acompanhado pelo cabo Sandoval.

“Queríamos evitar que ele fosse levado para o Conselho Tutelar, mas esgotou o que estava ao nosso alcance. O trouxemos à delegacia para ver se a família estava procurando por ele”, revelou o sargento.

Levado para a 21ª DP (Bonsucesso), o pequeno Maicon sensibilizou a delegada Valéria de Castro, titular da distrital, que limpou o menino, comprou uma bermuda, uma camiseta e um par de sandálias. Chorando muito, Maicon só repetia o nome da mãe, Keila, e o apelido do irmão, conhecido como Miúdo. Ao recusar biscoitos, ele acabou ganhando uma chupeta que um policial foi comprar em um armazém próximo à delegacia.

A delegada acabou levando Maicon aos estúdios da Rede Record, onde o deputado estadual e apresentador Wagner Montes falou sobre o caso, na esperança de que algum familiar visse o garoto e avisasse à família.
Desesperada na busca pelo filho, a camelô Keila Regina da Silva Corrêa, 24, nem chegou a assistir ao programa. Ela foi localizada por PMs do Posto de Policiamento Comunitário (PPC) da Vila do João, que a levaram até a 21ª DP.

Imaginando que o filho tinha sido levado pelo ex-marido, com quem briga na Justiça há três meses, ela chegou a pedir a ajuda de criminosos para buscas na casa do pai do menino.

“Estou brigando para ele pagar pensão para o filho. Ele chegou a me ameaçar de morte e a mãe dele também. Em fevereiro ele mandou só R$ 50 e, em março, R$ 60. O oficial de Justiça falou que, se ele não pagar o próximo mês completo e com a diferença, eu posso denunciá-lo para ele ser preso. Imaginei que ele tivesse pegado meu filho”, desabafou Keila, que estava no trabalho, no Largo do Machado, quando foi avisada do sumiço de Maicon.

“Consegui esse emprego há três dias. Ainda pensei que ele não ia se adaptar à minha ausência porque ainda mama no peito e eu fico longe de casa das 8h às 17h. Eram umas 10h quando meu peito começou a encher de leite e endureceu. Ainda pensei nele, achando que ele devia estar sentindo fome naquele momento. Foi a hora em que ele sumiu”, contou a camelô, revelando que pretende deixar o emprego.

“Eu não consegui vaga em nenhuma creche. Em uma delas, ele ficou em oitavo lugar na fila de espera. Em outra, na vigésima posição”, desabafou, ressaltando que o filho é muito esperto para a idade que tem.

“Quando vou comprar pão, ele pede pra comprar o de dez reais, que é o que tem coco por cima, e quando está chateado comigo, não me chama de mãe, só me chama de Keila. Não sei como ele conseguiu abrir a porta de casa, descer três lances de escada e chegar até próximo da Avenida Brasil, mas vamos prestar mais atenção”, garantiu Keila, que levou um puxão de orelha da delegada Valéria de Castro, que chegou a cogitar a possibilidade de prendê-la por abandono de incapaz.

“Depois que o menino pegou o peito e começou a mamar, resolvi reconsiderar, mas avisei para ela tomar mais cuidado com o filho. Que o susto sirva de lição”, afirmou Valéria, uma das responsáveis pelo final feliz da história.

“Infelizmente, nos meus muitos anos na PM, já encontrei muitas crianças perdidas e nem todas tiveram um final feliz. Ainda bem que dessa vez foi diferente”, comemorou o sargento Carvalho, que passou toda a manhã e parte da tarde na ocorrência.

Assim que desceu da viatura, em frente à delegacia, Amarildo Xavier Matos, 33 anos, disse: “Perdi, tá bom”. No entanto, momentos antes, ao ser surpreendido por policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 22º BPM (Benfica) no interior de uma casa onde se escondia, ele cagou nas calças.

“Estávamos realizando patrulhamento de rotina quando avistamos quatro homens em atitude suspeita. Vimos quando um deles entrou em uma casa e fomos atrás. Encontramos um menor com um rádio na mão e Amarildo com um rádio na cintura. Perguntamos onde estava a arma e ele a pegou embaixo do sofá”, contou um dos PMs que participou da ocorrência, nesta terça-feira, dia 14.

Além dos dois rádios transmissores, os policiais apreenderam uma pistola calibre 40 com a numeração raspada, de uso exclusivo da Polícia Civil. A arma possuía a inscrição “Cruzada Pistão”.

A prisão foi efetuada na Travessa C4, na localidade conhecida como Cruzada, na Favela Vila dos Pinheiros, no Complexo da Maré, em Benfica, na Zona Norte do Rio, onde criminosos ligados à facção Terceiro Comando Puro (TCP) controlam o tráfico de drogas. De acordo com os PMs, o líder da região é o traficante conhecido como Menor Poeta e Menor P.

Após entregar a arma aos policiais e se dirigir à viatura, Amarildo acabou defecando e sujando as calças. Os PMs tiveram que jogar água nele, da cintura para baixo, para não sujar a caçamba.

Ele e o menor, de 17 anos de idade, foram levados para a 21ª DP (Bonsucesso), onde foi registrado o flagrante. Após depoimento, o menor foi levado para a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) e o maior foi encaminhado para uma carceragem da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter), onde vai permanecer à disposição da Justiça.

Com 12 mandados de prisão por roubo, Átila Barcelos Rodrigues, 21 anos, morreu após trocar tiros com policiais, na manhã desta terça-feira, dia 8 de dezembro. Equipes da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), com apoio de policiais do 22º BPM (Benfica) realizaram incursão na Favela Parque União, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio.

A ação tinha como objetivo prender integrantes de uma quadrilha especializada em seqüestrar funcionários de agências bancárias e manter seus familiares reféns para facilitar o roubo a bancos.

Morador da Rua Luiz Pinheiro, Átila foi surpreendido pelos policiais, por volta das 10h, e disparou contra os agentes, tentando fugir. Atingido no confronto, ele ainda foi socorrido e levado para o Hospital Geral de Bonsucesso, no mesmo bairro, mas não resistiu aos ferimentos. Com ele, foram apreendidos uma pistola Glock 40, quatro relógios, um canivete e um tablete de 80 gramas de skank, além de um mapa de uma agência bancária, também localizada em Bonsucesso.

A Polícia desconfia que ela seria o próximo alvo da quadrilha, que foi identificada após investigações iniciadas há cerca de seis meses pela DRF. No dia 25 de novembro, a especializada realizou uma operação na Favela Vila Kennedy, no bairro de mesmo nome, na Zona Oeste do Rio, para tentar cumprir os mandados de prisão temporária expedidos contra os integrantes do grupo. A ação mobilizou cerca de 50 agentes, que prenderam um foragido da Justiça e um homem responsável por uma central clandestina de distribuição de sinal de internet.

Composta por 10 criminosos, a quadrilha começou a ser desarticulada em agosto, com a prisão de Rodrigo dos Santos Euclides, o Turuna, 26. Ele participou do assalto à agência do banco Bradesco localizado na Estrada Vicente de Carvalho, na Praça do Carmo, na Vila da Penha, na Zona Norte do Rio, no dia 8 de julho. O crime vitimou a estudante Letícia Carvalho Botelho, que completava 13 anos na data. Na ocasião, outras quatro pessoas ficaram feridas – três delas atingidas por balas perdidas e uma atropelada enquanto corria para tentar se proteger.

Além dele e de Átila, outro criminoso – Anderson Pereira de Souza, o Twist, 27 – foi reconhecido pelas vítimas através de fotos e apontado como sendo o bandidos mais violento do grupo. De acordo com a Polícia, eles são dissidentes da quadrilha de Alan Vieira dos Santos, o Piolho, 26.

A prisão de Turuna foi efetuada no dia 14 de agosto, em um lava-jato também na Favela Parque União. Segundo a Polícia, ele teria adquirido o estabelecimento com dinheiro de crimes. Dois meses depois, no dia 6 de outubro, equipes da DRF prenderam Murilo Antônio da Silva Júnior, 28, que estava em liberdade condicional há dois anos e foi surpreendido pelos policiais civis em sua casa, na Vila Kennedy.

Os agentes chegaram até ele depois que uma vítima o reconheceu através de fotografia. Tesoureiro em uma agência do banco Itaú localizada em Campo Grande, a vítima foi abordada no momento em que chegava em casa, no Jardim Sulacap, também na Zona Oeste do Rio, no início da noite da quinta-feira anterior.

Três dias depois, foi a vez de Jardel Martins de Oliveira, o Jardel, ser preso, também em sua residência, na Vila Kennedy. Ele possuía mandados de prisão expedidos pelos crimes de extorsão mediante seqüestro, roubo qualificado, tortura e formação de quadrilha.

Com a morte de Átila e as prisões de Turuna, Jardel e Marco Antônio, quatro integrantes da quadrilha continuam foragidos da Justiça, assim como Twist: Luiz Carlos de Oliveira, o Chiqueirinho, Fernando Lafon e Anderson Ribeiro Pimentel, o Carobinha. De acordo com a Polícia, a casa deste último, na Rua Lousal Teles de Menezes, na Favela Vila Kosmos, no bairro de mesmo nome, na Zona Norte do Rio, seria usada como cativeiro para familiares de tesoureiros e gerentes de bancos seqüestrados.

“Vamos relatar o inquérito para extinguir a punibilidade dele, que está morto, e continuar realizando operações para tentar cumprir os outros mandados de prisão”, ressaltou o delegado Roberto Gomes Nunes, titular da DRF.

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Fotos: Bruno Gonzalez

Lunetas com capacidade de aproximar alvos a até um quilômetro de distância estão sendo usadas por traficantes ligados à facção criminosa Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas na Favela Parque União, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. Os aparelhos óticos foram apreendidos, na manhã desta quarta-feira, dia 25 de novembro, por policiais do 22º BPM (Benfica).

Os PMs realizavam operação para tapar buracos abertos nas principais vias da localidade para dificultar a entrada das viaturas quando receberam denúncias relativas a locais onde os criminosos teriam escondido armas e drogas.

“A ação era para tapar os buracos do tráfico. Eles abriram fossos para impedir a entrada da Polícia. Conseguimos concreto e fomos para lá com um caminhão betoneira. Algumas pessoas começaram a ligar para o Disque-Denúncia com informações sobre gatonet e imóveis utilizados por criminosos e aproveitamos para checá-las”, revelou o tenente-coronel Amaury Simões, comandante do 22º BPM.

Na laje de uma casa perto da Rua Darci Vargas, os policiais encontraram duas lunetas, munições para diversos calibres, frascos de cheirinho da loló, uma granada, papelotes de cocaína e trouxinhas de maconha, além de aproximadamente quatro quilos de pasta de cocaína e farto material para endolação.

“Acredito que o tráfico tenha sofrido um prejuízo financeiro muito grande, de pelo menos R$ 200 mil. Cada quilo dessa pasta de cocaína ainda passaria por fases de mistura e endolação e seria multiplicado cinco vezes”, afirmou o coronel Amaury.

Em outro imóvel, os PMs estouraram uma central clandestina de televisão a cabo. Diversos equipamentos, como distribuidores e receptores de sinal, foram apreendidos. Para evitar manifestações em represália à ação, foi montado um esquema especial de policiamento.

“Equipes vão permanecer até a manhã desta quinta-feira no local, até que o concreto seque. O policiamento ostensivo está reforçado, assim como o patrulhamento nas principais vias de acesso à comunidade, para evitar que os criminosos tentem diminuir o prejuízo sofrido praticando assaltos”, garantiu o oficial.

Todo o material foi levado para a 21ª DP (Bonsucesso), onde foi feito o registro da apreensão.

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Fotos: Bruno Gonzalez

Lunetas com capacidade de aproximar alvos a até um quilômetro de distância estão sendo usadas por traficantes ligados à facção criminosa Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas na Favela Parque União, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. Os aparelhos óticos foram apreendidos, na manhã desta quarta-feira, dia 25 de novembro, por policiais do 22º BPM (Benfica).

Os PMs realizavam operação para tapar buracos abertos nas principais vias da localidade para dificultar a entrada das viaturas quando receberam denúncias relativas a locais onde os criminosos teriam escondido armas e drogas.

“A ação era para tapar os buracos do tráfico. Eles abriram fossos para impedir a entrada da Polícia. Conseguimos concreto e fomos para lá com um caminhão betoneira. Algumas pessoas começaram a ligar para o Disque-Denúncia com informações sobre gatonet e imóveis utilizados por criminosos e aproveitamos para checá-las”, revelou o tenente-coronel Amaury Simões, comandante do 22º BPM.

Na laje de uma casa perto da Rua Darci Vargas, os policiais encontraram duas lunetas, munições para diversos calibres, frascos de cheirinho da loló, uma granada, papelotes de cocaína e trouxinhas de maconha, além de aproximadamente quatro quilos de pasta de cocaína e farto material para endolação.

“Acredito que o tráfico tenha sofrido um prejuízo financeiro muito grande, de pelo menos R$ 200 mil. Cada quilo dessa pasta de cocaína ainda passaria por fases de mistura e endolação e seria multiplicado cinco vezes”, afirmou o coronel Amaury.

Em outro imóvel, os PMs estouraram uma central clandestina de televisão a cabo. Diversos equipamentos, como distribuidores e receptores de sinal, foram apreendidos. Para evitar manifestações em represália à ação, foi montado um esquema especial de policiamento.

“Equipes vão permanecer até a manhã desta quinta-feira no local, até que o concreto seque. O policiamento ostensivo está reforçado, assim como o patrulhamento nas principais vias de acesso à comunidade, para evitar que os criminosos tentem diminuir o prejuízo sofrido praticando assaltos”, garantiu o oficial.

Todo o material foi levado para a 21ª DP (Bonsucesso), onde foi feito o registro da apreensão.

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Fotos: Felippo Brando e Pedro Pantoja

civil no timbau

O Código de Defesa do Consumidor chegou às bocas-de-fumo da Favela Baixa do Sapateiro, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, e está sendo usado de modo inusitado por traficantes ligados à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam a venda de drogas na região. A descoberta foi feita por agentes da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), que apreenderam mais de 50 mil etiquetas com os dizeres “Pedra sobre Pedra / TCP o certo prevalece / Qualquer violação reclame na boca”, durante incursão na localidade, na manhã de ontem.

civil no timbau (2)

As etiquetas foram apreendidas com um menor conhecido como Parazinho, que também carregava meio quilo de cocaína e farto material para endolação. Na cisterna de uma casa na Rua Nova Jerusalém, os agentes encontraram mochilas onde havia placas de colete à prova de balas e diversas munições – inclusive para fuzil.

civil no timbau (4)

“Geralmente, quando eles vêem que estamos entrando, tentam esconder o que carregam em qualquer lugar para não serem pegos com nada. Assim, conseguem fugir e depois voltam para buscar”, contou um dos policiais que participou da operação, que contou com 200 homens de quatro delegacias especializadas e percorreu, além da Baixa do Sapateiro, as favelas Timbau e Vila dos Pinheiros.

civil no timbau (3)

As três são controladas pelo traficante Nei da Conceição Cruz, o Facão, 38 anos – que foi preso na última sexta-feira, dia 9. Ele estava evadido do Sistema Penal desde abril, quando saiu para cumprir o restante de sua pena no regime semi-aberto e não retornou à cadeia. Contra Facão havia seis mandados de prisão: quatro da Vara de Execuções Penais (VEP) e outros dois de investigações feitas pela 21ª DP (Bonsucesso), referentes à guerra na Maré.

Maré (CIVIL) 5

Nos confrontos, pelo menos 30 pessoas morreram – entre bandidos e inocentes -, além de três policiais militares. Líder do tráfico de drogas na Baixa do Sapateiro e no Morro do Timbau, o criminoso tomou as bocas-de-fumo da Vila dos Pinheiros, Salsa e Merengue, Vila do João e Conjunto Boa Esperança, depois que saiu da cadeia. Condenado a 14 anos de prisão, Facão já havia cumprido 11 anos da pena e faltavam três que seriam cumpridos no regime semi-aberto – benefício que o traficante perdeu, ao não retornar para dormir no Instituto Penal Cândido Mendes, no Centro do Rio.

civil no timbau (8)

Na época, ele conseguiu o direito de sair durante o dia para trabalhar como auxiliar administrativo na ADG Comércio de Metais e Ferragens, localizada no Timbau – uma de suas áreas de domínio. Preso pela primeira vez em 2003, Facão tem 14 anotações criminais e quatro condenações.

civil no timbau (7)

Um dos chefes do tráfico de drogas na Favela de Manguinhos, também em Bonsucesso, Márcio da Silva Mattos, o Marcinho Muleta, 23, teve a prisão preventiva decretada, pela 9ª Vara Criminal da Capital. Preso desde 2004, o traficante estava prestes a conseguir a progressão de regime prisional, assim como Facão.

Márcio da Silva Mattos, o Marcinho Muleta, 23 anos

Márcio da Silva Mattos, o Marcinho Muleta, 23 anos

Só este ano, pelo menos 27 criminosos deixaram a cadeia para trabalhar, ganhando o benefício ‘extra-muro’, e não retornaram. Entre eles estão Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, 34, e Alexander Mendes da Silva, o Polegar.

Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, 34 anos

Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, 34 anos

O delegado Felipe Curi, adjunto da 21ª DP, revelou que Marcinho Muleta estava indiciado em um inquérito policial instaurado na unidade para apurar o roubo seguido de morte do policial civil Sérgio Ricardo Salles da Silva. O crime ocorreu em 2002 e, dois anos depois, o criminoso foi flagrado com a pistola calibre 40 roubada do policial.

O pedido de prisão de Marcinho Muleta e dos integrantes de sua quadrilha, feito pelo delegado Curi, foi inicialmente negado pela Justiça. Com base em investigações desencadeadas por policiais da 21ª DP e a reunião de outras informações que comprovavam a participação do bandido e seus comparsas no tráfico de drogas de Manguinhos, o delegado encaminhou novamente pedido de prisão preventiva, que foi aceito pela Justiça.

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nove-cartaz

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Fotos: Felippo Brando e Pedro Pantoja

civil no timbau

O Código de Defesa do Consumidor chegou às bocas-de-fumo da Favela Baixa do Sapateiro, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, e está sendo usado de modo inusitado por traficantes ligados à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam a venda de drogas na região. A descoberta foi feita por agentes da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), que apreenderam mais de 50 mil etiquetas com os dizeres “Pedra sobre Pedra / TCP o certo prevalece / Qualquer violação reclame na boca”, durante incursão na localidade, na manhã de ontem.

civil no timbau (2)

As etiquetas foram apreendidas com um menor conhecido como Parazinho, que também carregava meio quilo de cocaína e farto material para endolação. Na cisterna de uma casa na Rua Nova Jerusalém, os agentes encontraram mochilas onde havia placas de colete à prova de balas e diversas munições – inclusive para fuzil.

civil no timbau (4)

“Geralmente, quando eles vêem que estamos entrando, tentam esconder o que carregam em qualquer lugar para não serem pegos com nada. Assim, conseguem fugir e depois voltam para buscar”, contou um dos policiais que participou da operação, que contou com 200 homens de quatro delegacias especializadas e percorreu, além da Baixa do Sapateiro, as favelas Timbau e Vila dos Pinheiros.

civil no timbau (3)

As três são controladas pelo traficante Nei da Conceição Cruz, o Facão, 38 anos – que foi preso na última sexta-feira, dia 9. Ele estava evadido do Sistema Penal desde abril, quando saiu para cumprir o restante de sua pena no regime semi-aberto e não retornou à cadeia. Contra Facão havia seis mandados de prisão: quatro da Vara de Execuções Penais (VEP) e outros dois de investigações feitas pela 21ª DP (Bonsucesso), referentes à guerra na Maré.

Maré (CIVIL) 5

Nos confrontos, pelo menos 30 pessoas morreram – entre bandidos e inocentes -, além de três policiais militares. Líder do tráfico de drogas na Baixa do Sapateiro e no Morro do Timbau, o criminoso tomou as bocas-de-fumo da Vila dos Pinheiros, Salsa e Merengue, Vila do João e Conjunto Boa Esperança, depois que saiu da cadeia. Condenado a 14 anos de prisão, Facão já havia cumprido 11 anos da pena e faltavam três que seriam cumpridos no regime semi-aberto – benefício que o traficante perdeu, ao não retornar para dormir no Instituto Penal Cândido Mendes, no Centro do Rio.

civil no timbau (8)

Na época, ele conseguiu o direito de sair durante o dia para trabalhar como auxiliar administrativo na ADG Comércio de Metais e Ferragens, localizada no Timbau – uma de suas áreas de domínio. Preso pela primeira vez em 2003, Facão tem 14 anotações criminais e quatro condenações.

civil no timbau (7)

Um dos chefes do tráfico de drogas na Favela de Manguinhos, também em Bonsucesso, Márcio da Silva Mattos, o Marcinho Muleta, 23, teve a prisão preventiva decretada, pela 9ª Vara Criminal da Capital. Preso desde 2004, o traficante estava prestes a conseguir a progressão de regime prisional, assim como Facão.

Márcio da Silva Mattos, o Marcinho Muleta, 23 anos

Márcio da Silva Mattos, o Marcinho Muleta, 23 anos

Só este ano, pelo menos 27 criminosos deixaram a cadeia para trabalhar, ganhando o benefício ‘extra-muro’, e não retornaram. Entre eles estão Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, 34, e Alexander Mendes da Silva, o Polegar.

Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, 34 anos

Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, 34 anos

O delegado Felipe Curi, adjunto da 21ª DP, revelou que Marcinho Muleta estava indiciado em um inquérito policial instaurado na unidade para apurar o roubo seguido de morte do policial civil Sérgio Ricardo Salles da Silva. O crime ocorreu em 2002 e, dois anos depois, o criminoso foi flagrado com a pistola calibre 40 roubada do policial.

O pedido de prisão de Marcinho Muleta e dos integrantes de sua quadrilha, feito pelo delegado Curi, foi inicialmente negado pela Justiça. Com base em investigações desencadeadas por policiais da 21ª DP e a reunião de outras informações que comprovavam a participação do bandido e seus comparsas no tráfico de drogas de Manguinhos, o delegado encaminhou novamente pedido de prisão preventiva, que foi aceito pela Justiça.

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