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Condenado a 16 anos de prisão pelo assassinato da ex-mulher, o major Breno Perrone Eleutério, 46 anos, foi reformado e vai continuar recebendo seu salário da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). A decisão foi publicada no Boletim Disciplinar Reservado (BDR) da corporação nº 60, da última quinta-feira, dia 30 de março.

“E, atento a tudo que restou apurado nestes autos de Conselho de Justificação, tenho que não é conveniente que se decrete a perda do posto da patente do oficial por faltar proporcionalidade a essa apenação extrema. Dessa forma, embora considerado não justificado o oficial, declarando-se sua incapacidade de permanecer na ativa, determina-se a sua reforma com proventos proporcionais ao tempo de serviço”, diz o texto da decisão, transcrito na página 10.

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O crime ocorreu em dezembro de 2007, no Barreto, na Zona Norte de Niterói. Inconformado com a separação – ocorrida oito meses antes – o oficial atirou 11 vezes contra a bancária Érica de Almeida Marques, então com 33 anos. Três dos disparos foram efetuados nas costas e os outros oito no rosto da vítima. Os dois permaneceram casados durante três anos e tinham um filho de um ano de idade.

Três anos após o assassinato, o oficial sentou no banco dos réus e foi condenado por homicídio qualificado. Preso há nove anos, já recebeu mais de 100 salários – ultrapassando R$ 900 mil.

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A bancária já havia sido ameaçada, agredida e sequestrada pelo ex-companheiro, que não se conformava com o fim do relacionamento. No dia 29 de dezembro de 2007, ela foi até a casa do ex-marido, na Rua Galvão, buscar o filho, com quem passaria o revéillon.

Acompanhada da irmã e de seu outro filho, a vítima parou o carro na entrada da rua e seguiu para a casa do PM. Segundo testemunhas, ao perceber que ele estava armado, ela ainda tentou correr, mas foi atingida nas costas. Caída na calçada, ela teria implorado para não ser morta, mas o ex-marido ainda efetuou outros oito disparos em seu rosto.

Após cometer o crime, ele ainda acendeu um cigarro e entrou tranquilamente em sua residência, onde vestiu sua farda. Em menos de 10 minutos, uma viatura do 12º BPM (Niterói) apareceu no endereço para conduzi-lo à 78ª DP (Fonseca). Ao recebê-lo, os colegas de farda ainda prestaram continência ao major.

Na delegacia, Breno alegou ter agido em legítima defesa, afirmando que Érica o teria ameaçado de morte para ficar com o bebê. O oficial foi autuado por homicídio duplamente qualificado, com dois agravantes: motivo fútil e sem chance de defesa para a vítima.

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Relacionamento marcado pela violência – Segundo familiares, a morte de Érica foi anunciada e premeditada por Breno. Durante os três anos de relacionamento, ela era submetida a agressões físicas e psicológicas pelo oficial. Após o rompimento, ameaçando a ex-mulher de morte, o PM a obrigou a passar a guarda do filho para ele. Com medo, Érica cedeu. O estopim para a bancária denunciá-lo ocorreu após ela ficar durante seis horas sob a mira de uma arma.

A família conta que o major chamou Érica para conversar sobre o filho e a levou para o Parque da Cidade, no bairro São Francisco, onde a colocou de joelhos em uma ribanceira ameaçando matá-la, caso ela não reatasse o casamento. Após seis horas de terror psicológico, ela resolveu voltar.

No dia seguinte, Érica e a irmã, a comerciante Cláudia Marques, na época com 40 anos, seguiram para a 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (2ª DPJM), onde denunciaram o major. As agressões também foram registradas na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Niterói.

“Por negligência do Estado, ele não ficou preso administrativamente e não houve qualquer medida protetiva da Justiça para evitar o que ele fez”, desabafou, na ocasião, a irmã da vítima.

Relembre o crime aqui:
Major PM executa a ex-mulher

Em janeiro, 23 policiais mortos – em 31 dias – e a cinco dias do final do mês de fevereiro, oito. No total, o Estado do Rio de Janeiro já registra 68 policiais baleados em 2017 – mais de um por dia.

Apenas 29 – menos da metade – estavam de folga. Ainda assim, na maioria desses casos a morte foi consequência direta da profissão: ou o policial reagiu a um assalto, por saber que seria executado ao ter a identidade descoberta; ou tentou impedir que outra pessoa fosse vítima, cumprindo seu juramento de servir e proteger ainda que fora de serviço.

No mesmo período, em todos os Estados Unidos, foram 6 policiais mortos vítima de tiros – Califórnia, Flórida, Nova Iorque, Texas, Louisiana e Dakota do Norte.
JANEIRO
1° policial assassinado no #riopacificado em 2017

1° de Janeiro
Lotado no 3ºBPM, o soldado André William Barbosa de Oliveira, 32 anos, foi morto a tiros enquanto estava em uma festa na Favela do Batan, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. O corpo do PM – que trabalhava no Serviço de Inteligência (P-2), onde era permanência – foi encontrado dentro do porta-malas de seu próprio carro, na Rua Clodoaldo de Freitas, em Guadalupe, na Zona Norte.

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2° policial assassinado no #riopacificado em 2017

2 de Janeiro
Lotado no 15°BPM, o cabo Cleiton William Santos de Freitas foi assassinado, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O PM trafegava em seu veículo – o Saveiro preto placa KPG 9143 – e passava pela Estrada do Tinguá, na localidade conhecida como Chapéu do Sol, no bairro Xerém, quando foi abordado por criminosos armados com pistolas e fuzis. Os bandidos efetuaram diversos disparos contra o policial, que não teve chance de defesa nem oportunidade para tentar fugir.

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3° policial assassinado no #riopacificado em 2017

2 de Janeiro
Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Andaraí, o soldado Antônio Carlos Paiva Nunes, 34 anos, foi baleado quando passava de viatura pela Avenida Leopoldo Bulhões, na altura da Favela de Manguinhos, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, no domingo, dia 1° de janeiro. Ele estava de serviço na supervisão da Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP). O PM ainda foi socorrido e levado para o Hospital Quinta D’or, em São Cristóvão, mas não resistiu aos ferimentos, e teve a morte cerebral confirmada pelos médicos no dia seguinte.

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4° policial assassinado no #riopacificado em 2017

2 de Janeiro
O sargento reformado da PM Francisco Assis de Aguiar, 58 anos, morreu após ser baleado durante tentativa de roubo na saída de um banco Bradesco, em Guapimirim, na Baixada Fluminense. Ele estava acompanhado pelo subtenente reformado da PM Valteir Lima Teixeira, que também foi baleado. Eles haviam acabado de sair da agência localizada na Rua Professor Rocha Faria, no bairro Vila Guapi, quando foram abordados. Os dois foram socorridos e levados para o Hospital Municipal de Guapimirim, onde o sargento Francisco não resistiu. O subtenente Valteir permaneceu internado.

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5° policial assassinado no #riopacificado em 2017

4 de Janeiro
Lotado no 18ºBPM, o soldado Jefferson Martins Pedra morreu após ser baleado em frente ao Tijuca Off Shopping, na Tijuca, na Zona Norte do Rio, tentando impedir a fuga de criminosos que haviam assaltado uma joalheria.

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6° policial assassinado no #riopacificado em 2017

5 de Janeiro
Lotado na UPP Lins, o soldado Marcelo Abdalla Neder, 34 anos, morreu após ser baleado ao se deparar com uma quadrilha que roubava carga, na Rodovia Presidente Dutra, na altura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Morador de Resende, ele seguia para assumir o serviço acompanhado por outros dois PMs. Um foi baleado no joelho e o outro foi agredido a coronhadas.

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7° policial assassinado no #riopacificado em 2017

7 de Janeiro
O subtenente reformado da PM Cássio Ferreira foi encontrado carbonizado em seu carro – um Renault Sandero cinza -, na Estrada Reta de Santa Cruz, em Itaguaí, na Baixada Fluminense.

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8° policial assassinada no #riopacificado em 2017

8 de Janeiro
Lotada na Chefia da Polícia Civil, a inspetora Glória Fabiane de Souza Melo, 47 anos, morreu após ser baleada pelo próprio irmão, o também policial civil Fernando Rogério de Souza Melo, 49. Ele, que trabalhava na 15DP, foi preso e autuado em feminicídio. O crime ocorreu após uma discussão no imóvel onde os irmãos moravam, na Rua Maria Eugênia, no Humaitá, na Zona Sul do Rio.

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9° policial assassinado no #riopacificado em 2017

9 de Janeiro
Baleado em 2016, o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Marzio Deon Resende, 56 anos, permaneceu cinco meses internado mas não resistiu. Lotado no Amazonas, o policial foi enviado para reforçar a segurança durante os Jogos Olímpicos e acabou vítima de uma tentativa de assalto no Trevo das Missões, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na saída de um plantão. Inicialmente internado no Hospital Estadual Alberto Torres, no Colubandê, em São Gonçalo, ele tinha sido transferido para a unidade de saúde em Brasília, onde faleceu.

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10° policial assassinado no #riopacificado em 2017

10 de Janeiro
Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Tabajaras, o soldado Daniel Cavalcante da Silva foi morto por traficantes da Favela 77, em Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio. O corpo dele foi encontrado na Avenida Engenheiro Pires Rebelo, em Bangu, também na Zona Oeste, com marcas de tortura. O PM morava próximo à favela.

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11° policial assassinado no #riopacificado em 2017

12 de Janeiro
Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Arará/Mandela, o soldado Sandro Mendes de Lyra, 36 anos, morreu após ser baleado durante um ataque à viatura, na localidade conhecida como Igrejinha, na Favela Mandela, no Complexo de Manguinhos, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. O PM estava na viatura da Supervisão seguindo para a base da UPP quando criminosos em uma moto passaram e efetuaram diversos disparos contra o veículo. Atingido na cabeça, ele ainda foi socorrido e levado para o Quinta D’Or, em São Cristóvão, mas não resistiu. Ele estava na corporação desde 2012 e deixa esposa e dois filhos.

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12° policial assassinado no #riopacificado em 2017

14 de Janeiro
Lotado no 14°BPM, o sargento Fábio Magalhães Teixeira, 44 anos, morreu após ser baleado durante um ataque na Favela Vila Kennedy, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Ele ainda foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, onde foi submetido a uma cirurgia, mas não resistiu.

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13° policial assassinado no #riopacificado em 2017

15 de Janeiro
Lotado no 15°BPM, o sargento Cristiano da Anunciação Macedo, 39 anos, morreu após ser baleado ao tentar apartar uma briga durante uma festa no clube Fazenda, no bairro Vila Rosali, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

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14° policial assassinado no #riopacificado em 2017

18 de Janeiro
Lotado na 1CIPM (Palácio Guanabara), o cabo Cosme Rodrigues de Souza Júnior morreu após ser baleado durante tiroteio no shopping Jardim Guadalupe, no bairro Guadalupe, na Zona Norte do Rio. Atingido na cabeça, o PM chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, mas não resistiu ao ferimento. Os criminosos teriam tentado praticar um assalto à joalheria Meiry Jóias quando o cabo, que estava de folga e passeava no local, tentou intervir e acabou atingido.

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15° policial assassinado no #riopacificado em 2017

19 de Janeiro
Adido ao Grupo de Apoio à Promotoria (GAP) de Nova Iguaçu, o subtenente João Máximo Guimarães Rodrigues morreu após ser baleado ao tentar impedir um assalto a uma padaria na esquina da rua onde mora, em Japeri, na Baixada Fluminense. O PM estava no estabelecimento, localizado na Rua Dulce Zilda, no bairro Parque Professor João de Maria, quando criminosos entraram e anunciaram o assalto. Ele reagiu e na troca de tiros acabou atingido. Socorrido por vizinhos, ainda foi levado para o Hospital Geral de Nova Iguaçu, mas não resistiu.

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16° policial assassinado no #riopacificado em 2017

22 de Janeiro
O subtenente reformado Amauri Pena, 52 anos, morreu após ser baleado ao reagir a um assalto em seu bar, no bairro Ramos, na Zona Norte do Rio.

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17° policial assassinado no #riopacificado em 2017

24 de Janeiro
O inspetor aposentado da Polícia Civil José Luiz Macedo Zandomingos, 57 anos, foi assassinado com vários tiros, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. O corpo dele foi deixado no porta-malas do Classic prata placa LUZ 8813,na Rua José Maria de Abreu.

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18° policial assassinado no #riopacificado em 2017

25 de Janeiro
Lotado na Diretoria Geral de Pessoal (DGP), o sargento Renato Alves da Conceição, 39 anos, morreu após ser baleado em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Ele passava com seu veículo pela Rua Acapurana, na Favela Gardênia Azul, quando foi alvejado por cerca de oito tiros.

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19° policial assassinado no #riopacificado em 2017

27 de Janeiro
Lotado no 34ºBPM, o cabo Roque Medeiros Fonseca Júnior, 34 anos, morreu após ser baleado ao tentar impedir um assalto na loja Casas Bahia, no bairro Piabetá, em Magé, na Baixada Fluminense. O PM ainda foi socorrido e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu.

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20° policial assassinado no #riopacificado em 2017

27 de Janeiro
Lotado no 6ºBPM, o sargento Artur Fernando Ribeiro Moura, 47 anos, morreu após ser baleado durante uma saidinha de banco – quando a vítima é seguida e assaltada após efetuar saque em agência bancária ou caixa eletrônico -, na esquina da Avenida Nossa Senhora de Copacabana com a Rua Joaquim Nabuco, em copacabana, na Zona Sul do Rio. O PM ainda foi socorrido e levado para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, mas não resistiu.

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21° policial assassinado no #riopacificado em 2017

30 de Janeiro
Lotado no 29ºBPM,o subtenente Evaldo Fernandes da Silva morreu após ser atingido por um disparo acidental durante operação para prender os responsáveis por atirar no cabo Barros, na véspera. O PM tropeçou e na queda acabou disparando acidentalmente sua arma. Ele estava de colete, mas o projétil atingiu a clavívula onde não havia proteção, perfurando a veia clava. Socorrido e levado para o Hospital São José do Avaí, no Centro, ele teve várias paradas cardíacas e acabou não resistindo.

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22° policial assassinado no #riopacificado em 2017

31 de Janeiro
Lotado na Policlínica da Polícia Militar (PPM) Cascadura, o sargento André Luis de Araújo, 42 anos, morreu no dia 11 de fevereiro, após ficar internado por mais de uma semana. Ele foi baleado dentro de um bar na Rua Dona Maria, no bairro Agostinho Porto, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

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23° policial assassinado no #riopacificado em 2017

31 de Janeiro
O sargento reformado da PM Carlos Elias dos Santos Vasconcellos foi morto por traficantes da facção Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas no Conjunto da Marinha, no bairro Ipiranga, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Nascido e criado no local, o PM levava uma amiga interessada em alugar seu antigo apartamento quando foi reconhecido pelos criminosos. A amiga, a vendedora Vivian Ribeiro Machado Viana, também foi assassinada. Os dois corpos foram encontrados carbonizados no porta-malas de um carro roubado.

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24° policial assassinado no #riopacificado em 2017

05 de Fevereiro
Lotado no 4°BPM, o soldado Eduardo Ribeiro Paraguai, 36 anos, foi morto dentro da casa da namorada, na Rua Tinharé, no bairro São José do Imbassaí, em Maricá. O PM foi surpreendido pelo ex-marido de sua namorada. O assassino fugiu levando a pistola do policial. Segundo informações da Polícia, o criminoso pulou o muro da residência de sua ex-mulher e atirou no PM pelas costas.

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25° policial assassinado no #riopacificado em 2017

07 de Fevereiro
Lotado no 20°BPM, o cabo Tiago Bispo dos Santos, 34 anos, morreu após ser baleado durante incursão na Favela Dom Bosco, no bairro Cabuçu, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Atingido no peito, o PM sofreu um rompimento da artéria subclávia. Ele ainda foi socorrido e levado para o Hospital Geral de Nova Iguaçu, mas não resistiu ao ferimento.

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26° policial assassinado no #riopacificado em 2017

10 de Fevereiro
O cabo reformado da PM Nelson do Carmo Costa morreu após ser baleado na porta de casa, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O PM tinha acabado de sair da academia e conduzia seu veículo pela Rua Sílvio Rocha, no Centro, quando foi cercado pelos ocupantes de um carro não identificado – um deles armado com um fuzil. O policial ainda desceu de seu automóvel e correu tentando entrar em casa, mas foi atingido por diversos disparos. Ele chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Geral de Nova Iguaçu, na Posse, mas não resistiu.

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27° policial assassinado no #riopacificado em 2017

10 de Fevereiro
Lotado na UPP Manguinhos, o soldado Wallace Guimarães de Souza, 27 anos, morreu após ser baleado ao reagir a uma tentativa de assalto, em Nilópolis, na Baixada Fluminense. O PM estava na Rua Senador Fernando Mendes, no Centro, quando foi abordado por dois criminosos em uma moto. Ao descobrir que a vítima era policial, os bandidos efetuaram disparos e fugiram levando a mochila do soldado. Ele ainda foi socorrido e levado para o Hospital Municipal Juscelino Kubitschek, mas não resistiu.

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28° policial assassinado no #riopacificado em 2017

11 de Fevereiro
Lotado na UPP Rocinha, o soldado Gemerson Augusto Chaves da Silva, 27 anos, morreu após ser baleado durante uma discussão na saída de um forró, no bairro Retiro, em Volta Redonda. O autor do crime também era PM – o soldado Everton de Freitas Vieira, lotado no 10ºBPM. Ele foi preso no dia seguinte ao crime, por policiais da 93ª DP.

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29° policial assassinado no #riopacificado em 2017

14 de Fevereiro
Lotado no 22ºBPM, o sargento Márcio Leandro do Nascimento Marins, 46 anos, foi assassinado, em Guadalupe, na Zona Oeste do Rio. O corpo do PM foi encontrado carbonizado no porta malas de seu carro, próximo à Favela da Palmeirinha.

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30° policial assassinado no #riopacificado em 2017

21 de Fevereiro
Lotado na UPP Jacarezinho, o soldado Michel de Lima Galvão, 32 anos, morreu após ser baleado durante ataque de criminosos que continuam controlando o tráfico de drogas na Favela do Jacarezinho, no bairro Jacaré, na Zona Norte do Rio. O PM foi baleado pelas costas. O tiro entrou pelo ombro e perfurou o pulmão. Ele ainda foi socorrido e levado para o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas não resistiu. Na ação criminosa, o soldado Thiago Gregório Ribeiro da Silva também foi atingido – ferido por um tiro que atravessou sua orelha. Ele recebeu alta após atendimento médico.

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31° policial assassinado no #riopacificado em 2017

23 de Fevereiro
Lotado na UPP Camarista Méier, o cabo Thiago de Oliveira Lance, 31 anos, morreu ao reagir a um assalto, em Cordovil, na Zona Norte do Rio. O PM tinha saído de serviço e estava indo para casa quando foi abordado pelos criminosos, na Rua Iranduba. Ele trocou tiros com os assaltantes, mas acabou atingido. Os bandidos fugiram levando a arma e a moto do policial, que ainda foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, mas não resistiu. O cabo Lance deixou esposa grávida de sete meses. A expectativa é de que o filho do casal nasça no final do mês de abril.

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Remunerar os policiais militares que trabalham para garantir a segurança de eventos particulares em que haja cobrança de ingresso – como partidas de futebol e shows musicais. Esta é a proposta do projeto de lei nº 2014/2016, que institui a Taxa de Segurança Preventiva no Estado do Rio de Janeiro. Apresentado em julho do ano passado, o documento está na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aguardando para ser votado.

No texto, há uma tabela com os valores que devem ser pagos pelos serviços relativos à segurança preventiva (quando solicitado, em espetáculos artísticos, culturais, desportivos e outros, desde que realizados em ambiente fechado ou em área isolada, aberta ou não, mas com a cobrança de ingresso). Um PM que trabalhar em um turno de 8 horas para um jogo, por exemplo, receberia R$ 160. Os valores foram baseados na Unidade de Referência Fiscal do Estado do Rio de Janeiro (UFIR-RJ).

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Um dos objetivos é valorizar e motivar os policiais militares através do pagamento da Gratificação de Encargos por Regime Adicional de Serviço (RAS) – principalmente nesses tempos de crise, em que PMs aguardam pelo pagamento do décimo terceiro salário do ano passado, do RAS Olímpico (cumprido em agosto de 2016) e do Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis) de outubro, novembro e dezembro de 2015.

No Brasil, nove Estados já adotam a cobrança: Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia, Minas Gerais, Goiás, Santa Catarina, Tocantins, Mato Grosso e São Paulo.

Autor do projeto de lei, o deputado estadual Rosenverg Reis (do Partido do Movimento Democrático Brasileiro – PMDB) contou com a consultoria do capitão Cléber Moura, que já foi lotado no Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (GEPE) e o auxiliou na criação do texto. A unidade é a responsável pelo planejamento e realização de ações preventivas para que os jogos transcorram sem problemas relacionados à violência.

“As partidas de futebol no Brasil são negócios de natureza privada. Todos aqueles que promovem, organizam ou coordenam estes eventos esportivos percebem vantagem financeira com sua realização, incluindo neste rol as confederações, federações, ligas, clubes e associações de torcedores. Não é pertinente que a sociedade financie, através do pagamento de impostos, a segurança em eventos privados e com fins lucrativos. Não é pertinente que seja disponibilizado um grande efetivo de agentes de segurança pública sem qualquer contrapartida por parte dos clubes”, explica o oficial.

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A tabela também prevê valores para pagamento de vistorias realizadas pela PMERJ para verificação de condições de funcionamento ou segurança em locais de espetáculos artísticos, culturais, desportivos e outros. Nesse caso, serão revertidos para a corporação aplicar, exclusivamente, na realização de programas de ensino, especialização, treinamento, qualificação, aperfeiçoamento e reciclagem dos PMs, além de utilização para compras, manutenção, ampliação e modernização de equipamentos, máquinas, ben móveis e imóveis de preservação da ordem pública.

O valor da vistoria para um estádio com capacidade para um público acima de 30 mil pessoas – como o Maracanã, por exemplo – seria de cerca de R$ 12 mil.

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“Desse modo, a sociedade estará sendo compensada, pois os recursos arrecadados deverão ser investidos no aprimoramento e motivação dos policiais, bem como na aquisição de equipamentos”, ressaltou o deputado.

Conheça o projeto de lei na íntegra -> http://www2.alerj.rj.gov.br/lotus_notes/default.asp?id=7&url=L3NjcHJvMTUxOS5uc2YvMTA2MWY3NTlkOTdhNmIyNDgzMjU2NmVjMDAxOGQ4MzIvOWFkODk3MWE5NGQ0Zjg3MTgzMjU3ZmY2MDA1YzdhYzY%2FT3BlbkRvY3VtZW50#

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Comandantes de algumas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) estão determinando que os policiais entrem sozinhos nos morros – de carro particular ou a pé – para assumir o serviço a paisano e permaneçam apenas de colete próximo às bases.

No início da manhã desta segunda-feira, dia 13 de fevereiro, oito PMs foram presos por se recusarem a entrar no Morro do Turano, no Rio Comprido, na Zona Norte do Rio, sem uma ordem por escrito.

Somente o major Alexandre Silva Frugoni de Souza – comandante da UPP Coroa/Fallet/Fogueteiro – se recusou a colocar os PMs de sua unidade em risco, tendo em vista que existe na região uma guerra entre facções e PMs sem farda poderiam ser confundidos pelos criminosos com traficantes rivais.

Os policiais lotados nessas UPPs, localizadas em Santa Teresa, na região central do Rio, deixam seu material de trabalho em armários no Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), no Estácio, pois a maioria mora em municípios distantes. Como o protesto de familiares de PMs pelo pagamento da dívida do Estado com os PMs está impedindo a entrada na unidade, eles não conseguem pegar o equipamento.

Já os comandantes das UPPs Andaraí, Macacos e Salgueiro estão determinando que os PMs de suas unidades trabalhem mesmo assim.

#basta

P.S.
Oficial que age assim parece estar mais interessado em garantir os próprios interesses e não perder as próprias regalias que preocupado com as dificuldades pelas quais suas tropas estão passando.

Mas, quando se ganha o suficiente para ter reserva financeira, agir assim é mole.

Gostaria de saber se a atitude seria a mesma se recebessem R$ 3 mil e sem pagamento em dia – fora os valores que o Estado deve a seus policiais, que, mesmo sem receber, precisam continuar pagando suas contas e fazendo compras para colocar comida na mesa.

Esses homens e mulheres não querem favor e nem esmola: o que eles precisam é receber o que é deles por direito.

Todos os casos -> 101 policiais mortos no Estado do Rio 

De 1 de janeiro a 20 de novembro, o Estado do Rio de Janeiro já registra 365 policiais baleados – sendo que 101 não resistiram. Do total, 340 eram PMs – um deles de Roraima, cedido à Força Nacional de Segurança e trabalhando durante os Jogos Olímpicos -, 20 eram policiais civis, 4 eram policiais rodoviários federais e 1 era policial federal. Destes, 220 estavam de serviço. Do total, 133 foram atingidos em áreas pacificadas.

Nesse mesmo período, em todos os Estados Unidos, 58 policiais foram assassinados a tiros. O maior número de casos ocorreu no Texas – 7.

Passou da hora de nos esforçarmos para entender e de passarmos a apoiar esses homens e mulheres que saem de suas casas sem a certeza do retorno.

Imagine você – médico, professor, jornalista, engenheiro, dentista, advogado, frentista, arquiteto, manicure, cozinheiro, garçom, secretária, ou profissional de qualquer área – indo a 101 velórios e acompanhando os enterros dos corpos de 101 colegas de profissão. Em menos de um ano.

Ou, pior: de amigos. Ou, ainda pior: de familiares.
De pessoas que escolheram seguir a mesma carreira que você.

Imagine você indo dormir todas as noites e acordando todas as manhãs com a dúvida: “será que hoje é a minha vez?”

Imagine você se questionando se é o próximo a entrar nessa estatística absurda.

Ninguém deve ver a morte de policiais como algo normal.
Menos ainda quando se tornam regra, e não exceção.
Rotina, e não consequência.

Meus sinceros sentimentos às famílias desses 101 homens que perderam suas vidas pelo simples fato de terem escolhido uma profissão que não é reconhecida e nem valorizada, mas que é fundamental para garantir o nosso direito de ir e vir.

Sinto muito a perda de vocês.

E sinto ainda mais pela sociedade, que não enxerga que a cada dia perde mais uma barreira que nos protege e nos defende desses bandidos que cada vez mais se aproximam de nós, tão cheios de direitos e defensores e sem qualquer medo, pena ou respeito.

Acordem!!
Desçam do muro!
Abracem a causa de quem realmente merece!

Não estamos longe do dia em que a dúvida e o medo de ser a caça será de todos nós, e não apenas de quem usa uma farda ou distintivo.

#riopacificado #sqn #basta

 1° policial assassinado no #riopacificado em 2016
11 de Janeiro
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Lotado no Centro de Comunicação e Informática (CCI) da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, o cabo Thiago Custódio dos Santos, 31 anos, morto em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio.
2° policial assassinado no #riopacificado em 2016
13 de Janeiro
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Jacarezinho, o soldado André Luiz de Carvalho, 32 anos, foi morto em Bangu, na Zona Oeste do Rio.
3° policial assassinado no #riopacificado em 2016
28 de Janeiro
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Lotado no 41° BPM (Irajá), o cabo Michel Lopes Cardoso morreu após ser baleado por criminosos armados de fuzis que praticavam roubo de cargas na Pavuna, na Zona Norte do Rio.
4° policial assassinado no #riopacificado em 2016
30 de Janeiro
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Arará-Mandela, o cabo Leandro da Silva Pimenta morreu ao reagir a assalto em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
5° policial assassinado no #riopacificado em 2016
30 de Janeiro
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Lotado no 22°BPM (Benfica), o sargento Flávio Lima de Oliveira morreu ao trocar tiros com criminosos que anunciaram assalto no Churrasquinho do Léo, em Nilópolis, na Baixada Fluminense.
6° policial assassinado no #riopacificado em 2016
9 de Fevereiro
12728977_1039270342783101_1700389519266378313_nLotado no 7° BPM (São Gonçalo), o soldado Vanderlei Souza Machado foi baleado no bairro Ampliação, em Itaboraí, no dia 3 de fevereiro. Ele chegou a permanecer internado durante uma semana, mas não resistiu ao ferimento e faleceu no dia 9 de fevereiro.
7° policial assassinado no #riopacificado em 2016
4 de Fevereiro
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O subtenente reformado Valmir Crisóstomo Ramos, 57 anos, morreu após ser baleado durante tentativa de assalto na Avenida Brasil, na altura do viaduto de Benfica, na Zona Norte do Rio.
8° policial assassinado no #riopacificado em 2016
13 de Fevereiro
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Lotado no 7° BPM (São Gonçalo), o sargento Marcelo da Fonseca Jardim, 40 anos, morreu após ser baleado pelo irmão de sua esposa, no bairro Jardim Catarina, em São Gonçalo.
9° policial assassinado no #riopacificado em 2016
13 de Fevereiro
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Lotado no Estado Maior Geral (EMG), o sargento Alexsandro Luiz da Silva morreu após ser baleado durante assalto, no bairro Santo Cristo, na Zona Potuária do Rio.
10° policial assassinado no #riopacificado em 2016
17 de Fevereiro: 1 PM morto
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Lotado no 8º BPM (Campos), o soldado Fernando Henrich Ribeiro Escodino Machado, 28 anos, morreu após ser baleado, em Campos.
11° policial assassinado no #riopacificado em 2016
26 de Fevereiro
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Lotado no Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv), o cabo Cícero Pedro do Nascimento Neto foi sequestrado após ser baleado no bairro Palmital, em Rio das Ostras. O corpo dele foi encontrado no dia seguinte.
12° policial assassinado no #riopacificado em 2016
26 de Fevereiro
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Lotado na 58ª DP (Posse), o inspetor Fábio da Silva Fernandes morreu após ser baleado ao reagir a um assalto, na Vila da Penha, na Zona Norte do Rio. O crime ocorreu próximo à pizzaria Parmê.
13° policial assassinado no #riopacificado em 2016
29 de Fevereiro
13
Lotado no Batalhão de Policiamento em Grandes Eventos (BPGE), o soldado Rodrigo Veridiano Ferreira foi baleado, no dia 27 de fevereiro, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, horas após discutir com um homem que se identificou como miliciano, em uma boate em Itaguaí, na Baixada Fluminense. Ele chegou a ficar dois dias internado, mas não resistiu e faleceu, na segunda-feira, dia 29 de fevereiro.
14° policial assassinado no #riopacificado em 2016
4 de Março
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Lotado no 25° BPM (Cabo Frio), o subtenente Paulo Fernando Alves da Silva, 50 anos, morreu após ser baleado ao reagir a uma tentativa de assalto, no encontro da Avenida Brasil com a Francisco Bicalho.
15° policial assassinado no #riopacificado em 2016
10 de Março: 1 PM morto
15
Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) São João, o soldado Pedro Raphael Zaluski de Oliveira, 29 anos, morreu após ser baleado durante ataque de criminosos que continuam controlando o tráfico de drogas no morro localizado no bairro Engenho Novo, na Zona Norte do Rio.
16° policial assassinado no #riopacificado em 2016
12 de Março
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Lotado no 33° BPM (Angra dos Reis), o sargento Marcelo Oliveira Tostes, 45 anos, morreu após ser baleado durante uma tentativa de assalto, no bairro Muriqui, no município de Mangaratiba.
17° policial assassinado no #riopacificado em 2016
13 de Março
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Macacos, o soldado Raphael Nogueira Gama Gomes, 34 anos, foi encontrado morto no banco de trás de seu automóvel, no Santo Cristo, na Zona Portuária do Rio.
18° policial assassinado no #riopacificado em 2016
13 de Março
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O subtenente reformado da Polícia Militar Raimundo Pacheco morreu após ser baleado, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.
19° policial assassinado no #riopacificado em 2016
14 de Março
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Lotado no 39° BPM (Belford Roxo), o sargento Vinicius Moreira Eduardo, 38 anos, morreu após ser baleado durante confronto com criminosos que controlam o tráfico de drogas em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.
20° policial assassinado no #riopacificado em 2016
15 de Março
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Vila Cruzeiro, o soldado Evaldo Barbosa Rodrigues morreu após ser baleado durante uma tentativa de assalto, no Arco Metropolitano, na altura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
21° policial assassinado no #riopacificado em 2016
24 de Março

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Cidade de Deus, o cabo Rodrigo Sumar morreu após ser baleado durante ataque na favela localizada em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio.

22° policial assassinado no #riopacificado em 2016
2 de Abril

22

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Vila Kennedy, o soldado Erinaldo Rodrigues Lopes, 31 anos, morreu após ser baleado durante um assalto em um posto de combustíveis, em Santíssimo, na Zona Oeste do Rio.

23° policial assassinado no #riopacificado em 2016
4 de Abril12524380_1075795389130596_2991994499745948643_n

Lotado no Serviço de Inteligência (P-2) do 37° BPM (Resende), o sargento Nilton Batista dos Santos, 37 anos, foi assassinado, em Resende.

24° policial assassinado no #riopacificado em 2016
11 de Abril
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Lotado no 12° BPM (Niterói), o soldado Thiago Machado Costa, 31 anos, foi baleado durante perseguição a criminosos no Fonseca, na Zona Norte de Niterói, no dia 6 de abril. Baleado na cabeça, o soldado Machado foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Azevedo Lima, onde permaneceu internado por quase uma semana, mas não resistiu.
25° policial assassinado no #riopacificado em 2016
8 de Abril

Soldado PM Pablo Victor dos Santos Lira Alves, 32 anos

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Mangueira, o soldado Pablo Victor dos Santos Lira Alves morreu após ser baleado durante um ataque de criminosos que continuam controlando o tráfico de drogas no Morro da Mangueira, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.

26° policial assassinado no #riopacificado em 2016
14 de Abril

12645189_146478652398857_1291989754869679996_nLotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Prazeres, o soldado Bruno Wilson de Souza morreu após ser baleado durante uma briga de trânsito. O incidente ocorreu na Avenida Tabelião Cilmar Silva, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

27° policial assassinado no #riopacificado em 2016
14 de Abril 27

Lotado no 28° BPM (Volta Redonda), o sargento Eleandro Fontes de Oliveira, 36 anos, e seu irmão, João Carlos Fontes de Oliveira, 32, foram mortos em Vassouras, onde tinham ido cobrar uma dívida. O corpo do PM foi encontrado no dia 19.

28° policial assassinado no #riopacificado em 2016
19 de Abril335a8425-c8ee-492e-b867-0059ee5a3850

Lotado no 3° BPM (Méier), o cabo William Ferreira da Silva, o Fechecler, 40 anos, foi assassinado no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio.

29° policial assassinado no #riopacificado em 2016
19 de AbrilreisLotado no 32° BPM (Macaé), o sargento Elton Santos Reis, 40 anos, foi assassinado no bairro Lagomar, em Macaé.

30° policial assassinado no #riopacificado em 2016
21 de Abril13012603_1085473568162778_1302876780378595048_n

Lotado na Delegacia de Repressão às Ações do Crime Organizado e Inquéritos Especiais (Draco/IE), o inspetor Rivagner Batista dos Santos, 52 anos, foi baleado ao reagir a um assalto, na Avenida Perimetral, no Caju, na Zona Portuária do Rio. Socorrido, ele foi levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, onde foi submetido a uma cirurgia e permaneceu internado por dois dias, mas não resistiu e faleceu no dia 21 de abril.

31° policial assassinado no #riopacificado em 2016
3 de Maiof52c5127-16d9-4410-8253-5074be009fa4

Adido à operação Lei Seca, o subtenente Cláudio Souza dos Santos, 53 anos, foi assassinado pelas costas quando chegava no Condomínio Vista Alegre 1, localizado na Rua Pereira Sampaio, no bairro Mundel, em São Gonçalo.

32° policial assassinado no #riopacificado em 2016
5 de Maio13151130_1587065374939204_1987906784_n

Lotado no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), o sargento André Luiz Vaz Nonato, 40 anos, foi baleado por criminosos da facção Comando Vermelho (CV) durante operação no Morro da Providência, no Santo Cristo, na Zona Portuária do Rio. Atingido na cabeça, o sargento L. Novaes não resistiu.

33° policial assassinado no #riopacificado em 2016
5 de Maio0663b9c7-7ba8-49a9-b339-77a76d49b505

Lotado no 33º BPM (Angra dos Reis), o subtenente Wilson dos Santos Miranda, 54 anos, morreu após reagir a um assalto em um posto de combustíveis, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

34° policial assassinado no #riopacificado em 2016
6 de MaioCabo PM Fábio Júlio Leite Santos, 40 anos

Lotado no 20º BPM (Mesquita), o cabo Fábio Júlio Leite Santos, 40 anos, morreu após ser baleado durante ocorrência, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

35° policial assassinado no #riopacificado em 2016
7 de Maio
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Lotado no 39° BPM (Belford Roxo), o sargento José da Silva, 38 anos, morreu após ser baleado durante confronto com criminosos que controlam o tráfico de drogas na Favela Gogó da Ema, no bairro 13, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

36° policial assassinado no #riopacificado em 2016
7 de Maio

36

Lotado no Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE), o subtenente Júlio Cézar dos Santos Braga foi assassinado a tiros e seu corpo encontrado no banco de trás de seu veículo, na Rua Benvindo de Novaes, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio.

37° policial assassinado no #riopacificado em 2016
8 de Maio9v2vv833xzagy6jmu0va1k3bw

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Alemão, o soldado Evaldo César Silva de Moraes Filho, 27 anos, morreu após ser baleado durante ataque covarde de criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que continuam controlando o tráfico de drogas no Complexo do Alemão, na Penha, na Zona Norte do Rio. O PM chegava para assumir o Regime Adicional de Serviço (RAS) quando foi alvo de tiros. Desarmado, ele subia a Avenida Central em seu carro particular.

38° policial assassinado no #riopacificado em 2016
23 de Maio
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Nova Brasília, o soldado Wilson Gorni Tavares foi baleado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no dia 15 de maio. O PM foi conduzido ao Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, onde permaneceu internado durante oito dias, mas não resistiu.

39° policial assassinado no #riopacificado em 2016
17 de Maio
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Lotado na Coordenadoria de Fiscalização de Armas e Explosivos (Cfae), o inspetor Robson Luiz de Macena foi assassinado em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio.

40° policial assassinado no #riopacificado em 2016
17 de Maio
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O sargento reformado da Polícia Militar Geraldo Antônio Pereira, 56 anos, morreu após ser baleado durante ação criminosa, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio.

41° policial assassinado no #riopacificado em 2016
20 de Maio
41

Lotado no 20° BPM (Mesquita), o soldado Eryk da Cruz Laia, 34 anos, morreu após ser baleado em tentativa de assalto, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

42° policial assassinado no #riopacificado em 2016
22 de Maio
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Mangueira, o soldado Eduardo Ferreira Dias tinha acabado de assumir o serviço quando foi baleado por criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que continuam controlando o tráfico de drogas no Morro da Mangueira, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.

43° policial assassinado no #riopacificado em 2016
26 de Maio

43

Lotado no 24° BPM (Queimados), o sargento Cristiano Santos da Silva, 42 anos, morreu após ser baleado durante um assalto, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

44° policial assassinado no #riopacificado em 2016
3 de Junho
44

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Parque Proletário, o soldado Bruno Couto da Costa morreu após ser baleado durante uma tentativa de assalto, em Cordovil, na Zona Norte do Rio.

45° policial assassinado no #riopacificado em 2016
12 de Junho 45

Lotado no 9° BPM (Rocha Miranda), o sargento Alvarani Sousa Dutra morreu após ser baleado durante uma tentativa de assalto, no Cachambi, na Zona Norte do Rio.

46° policial assassinado no #riopacificado em 2016
14 de Junho
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Lotado no Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), o tenente Márcio Ávila Rocha, 30 anos, morreu após ser baleado durante um assalto em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio.

47° policial assassinado no #riopacificado em 2016
26 de Junho47

O subtenente reformado da Polícia Militar Waldir Nobre da Silva, 52 anos, foi baleado ao tentar impedir um assalto a um supermercado no bairro Vila Canaã, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no dia 14 de junho. Atingido na cabeça, ele foi socorrido e levado para o Hospital estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna. O PM permaneceu internado quase duas semanas, mas não resistiu.

48° policial assassinado no #riopacificado em 2016
15 de Junho
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Lotados no Grupamento Aeromóvel (GAM), o sargento Eduardo Araújo de Souza morreu após ser baleado na Avenida Brasil, na altura da Favela Cidade Alta, em Cordovil, na Zona Norte do Rio.

49° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Lotado no 20° BPM (Mesquita), o subtenente Manuel Primo Lisboa, 52 anos, morreu após ser baleado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

50° policial assassinado no #riopacificado em 2016
18 de Junho
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Lotado no 24° BPM (Queimados), o sargento José Roberto, 41 anos, foi morto por criminosos que controlam o tráfico de drogas no bairro Guarajuba, em Paracambi.

51° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Lotado no 40º BPM (Campo Grande), o sargento João Batista Simas, 46 anos, morreu após ser baleado, na Avenida Dom João VI, próximo à estação Mato Alto, do BRT Transoeste, na altura de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio.

52° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Manguinhos, o sargento Ericson Rosário, 34 anos, morreu após ser baleado durante ataque de criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que continuam controlando o tráfico de drogas na Favela do Jacarezinho, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio.

53° policial assassinado no #riopacificado em 2016
26 de Junho
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Lotado na Diretoria Geral de Pessoal (DGP) e adido à Coordenadoria Especial Militar da Prefeitura da Cidade do Rio (Cem – PCRJ), o tenente Denilson Theodoro de Sousa, 49 anos, morreu após ser baleado durante uma tentativa de assalto, na Pavuna, na Zona Norte do Rio.

54° policial assassinado no #riopacificado em 2016
26 de Junho
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Manguinhos, o soldado José Josenilson Alves dos Santos, 30 anos, foi morto a tiros por criminosos que saíam de um baile funk na Favela Cidade Alta, em Cordovil, na Zona Norte do Rio.

55° policial assassinado no #riopacificado em 2016
2 de Julho55

Lotado no Batalhão de Policiamento em Vias Turísticas (BPTur), o sargento Wendel de Paula Lima morreu após ser baleado ao ser identificado como policial, Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

56° policial assassinado no #riopacificado em 2016
5 de Julho56

Lotado no Serviço de Inteligência (P-2) do 27°BPM, o sargento Alexandre Moreira de Araújo, 44 anos, morreu após ser baleado durante incursão na Favela do Rola, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio.

57° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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O sargento reformado da Polícia Militar Márcio Portes morreu após ser baleado durante um tentativa de assalto em Itaguaí, na Zona Oeste do Rio.

58° policial assassinado no #riopacificado em 2016
10 de Julho58

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Lins), o soldado Victor Eric Braga Faria, 26 anos, foi baleado durante ataque à viatura, na Rua Barão do Bom Retiro, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio.

59° policial assassinado no #riopacificado em 2016
11 de Julho59

O subtenente da reserva remunerada Carlos Magno Sacramento, 54 anos, morreu após ser baleado dentro de um bar, no bairro Apolo III, na divisa entre os municípios de Itaboraí e São Gonçalo.

60° policial assassinado no #riopacificado em 2016
16 de Julho60

Lotado no Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 12°BPM, o soldado Carlos Eduardo dos Santos Mira foi baleado durante incursão na localidade conhecida como Sem Terra, no Morro do Bumba, no Cubango, na Zona Norte de Niterói.

61° policial assassinado no #riopacificado em 2016
18 de Julho61

O major Max Alexandre Geraldo de Sousa, 45 anos, morreu após ser baleado por traficantes, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

62° policial assassinado no #riopacificado em 2016
23 de Julho13754413_1146981835345284_7680445667591771564_n

Lotado no Grupamento de Polícia Ferroviária (GPFer), o soldado Delaney da Silva Barbosa morreu após ser baleado ao ser reconhecido como policial militar, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

63° policial assassinado no #riopacificado em 2016
24 de Julho63

Lotado no Centro de Recrutamento e Seleção de Praças (CRSP), o soldado Vinícius Ferreira Dias, 34 anos, foi baleado quando chegava para o almoço de domingo na casa da mãe, em Realengo, na Zona Oeste. Atingido por dois tiros – um no abdômen (que perfurou intestino grosso, fígado e pulmão) e outro no braço – ele permaneceu internado em estado grave no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) durante três dias, mas não resistiu e faleceu, na madrugada de quarta-feira, dia 27 – dois meses após a morte do irmão dele, o soldado Eduardo Ferreira Dias, 37, atacado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Mangueira.

64° policial assassinado no #riopacificado em 2016
5 de agosto64

Lotado na Diretoria de Inativos e Pensionistas (DIP), o sargento Alexandre da Fonseca Barros morreu após ser baleado durante um assalto, na Vila da Penha, na Zona Norte do Rio.

65° policial assassinado no #riopacificado em 2016
7 de Agosto65

O subtenente reformado Cássio Murilo da Silva foi morto ao ter sua identidade descoberta, durante assalto, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

66° policial assassinado no #riopacificado em 2016
9 de agosto66

Lotado na 58ªDP, o inspetor Eduardo Justo Sebastião morreu após ser baleado na porta de casa, no bairro Piam, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

67° policial assassinado no #riopacificado em 2016
10 de agosto67

Integrante da Força Nacional de Segurança (FNS), o soldado Hélio Andrade, 37 anos, morreu após ser baleado durante ataque de criminosos da facção Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam o tráfico de drogas na Favela Vila do João, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio.

68° policial assassinado no #riopacificado em 2016
16 de agosto68

Lotado no 41° BPM (Irajá), o soldado Márcio Allevato Pereira foi assassinado, em Guadalupe, na Zona Oeste do Rio.

69° policial assassinado no #riopacificado em 2016
20 de agosto69

Lotado na UPP São Carlos, o sargento Júlio César Fraga Reis, 38 anos, morreu após ser baleado no bairro Boa Esperança, em Seropédica, na Baixada Fluminense.

70° policial assassinado no #riopacificado em 2016
22 de agostoro

Lotado no 7°BPM, o subtenente Roterdan Jayme Baptista morreu após ser baleado durante incursão na Favela da Lodial, no bairro Boaçu, em São Gonçalo.

71° policial assassinado no #riopacificado em 2016
27 de agosto71

Lotado no 21º BPM (São João de Meriti), o sargento Henrique Martins foi baleado durante ataque de criminosos, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

72° policial assassinado no #riopacificado em 2016
29 de Agosto72

Lotado no 4° BPM (São Cristóvão), o sargento Marcio José Mendonça, 42 anos, foi morto em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

73° policial assassinado no #riopacificado em 2016
30 de Agosto
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Borel, o soldado Daniel foi morto por traficantes do Morro da Paz, em Queimados, na Baixada Fluminense.

74° policial assassinado no #riopacificado em 2016
31 de Agosto74

Subcomandante do 4° Comando de Policiamento de Área, o coronel Ivanir Linhares Fernandes Filho morreu após ser baleado, em Maricá.

75° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Lotado no Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE), o soldado Antônio Eduardo Matsumoto Costa, 35 anos, morreu após ser baleado durante perseguição na Avenida Brasil, em Irajá, na Zona Norte do Rio.

76° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Capitão reformado da PM, José Ricardo Guimarães Costa, 49 anos, morreu após ser baleado durante caminhada política, na Reta Velha, em Itaboraí.

77° policial assassinado no #riopacificado em 2016
26 de Setembrofalcon

Subtenente reformado da PM e Presidente do Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela, Marcos Vieira Souza, o Falcon, 52 anos, foi assassinado, em Madureira, na Zona Norte do Rio.

78° policial assassinado no #riopacificado em 2016
05 de Outubro577787_488415011218755_725773883_n

Lotado no Comando de Operações Especiais (COE), o sargento Alexander Silva da Costa, 42 anos, morreu após ser baleado durante um assalto em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

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05 de Outubro14494609_1208180605892073_3849540113551067805_n

Lotado na Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), Fabiano Ribeiro Besada Rodrigues morreu após ser baleado ao reagir a assalto, no Méier, na Zona Norte do Rio.

80° policial assassinado no #riopacificado em 2016
07 de Outubro
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Cidade de Deus, o soldado André de Jesus morreu após ser baleado durante ataque de criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que continuam controlando o tráfico de drogas na favela localizada em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. O ataque ocorreu na localidade conhecida como Apês.

81° policial assassinado no #riopacificado em 2016
08 de Outubro14492377_1431529356860464_725613590481160763_n

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Camarista Méier, o subtenente Paulo Roberto de Oliveira Costa, 42 anos, morreu após ser baleado em um bar localizado na Rua Dona Vicentina, no bairro Paiol de Pólvora, em Nilópolis, na Baixada Fluminense.

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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Cidade de Deus, o soldado Felipe Pires Moreira, 25 anos, morreu após ser baleado ao tentar escapar de um assalto, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.

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O sargento reformado da Polícia Militar Valdemar de Carvalho morreu após ser baleado em Realengo, na Zona Oeste do Rio.

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Lotado na 21ªDP, o comissário Sérgio Waldyr de Oliveira, 56 anos, morreu após ser baleado durante um assalto, em Ramos, na Zona Norte do Rio.

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Lotado no 39° BPM (Belford Roxo), o sargento Henrique Andrelino morreu após ser baleado em um bar na Rua Doutor Gil Mota, no bairro Vila Rosali, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. O PM ainda ficou uma semana internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, mas não resisitiu.

86° policial assassinado no #riopacificado em 2016
20 de Outubro14642082_1220885037954963_2369864065680852567_n

O policial civil aposentado Marco Antônio de Oliveira foi assassinado, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

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Lotado na Corregedoria da PMERJ, o sargento Renato Liberatório Neto, 44 anos, morreu após ser baleado durante um assalto no interior das lojas Americanas localizada na Rua Sacadura Cabral, no Centro do Rio.

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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Fazendinha, o soldado Gilberto Pereira foi encontrado morto no porta-malas de seu veículo, em Itaguaí, na Baixada Fluminense. O automóvel estava carbonizado, na Estrada das Palmeiras, no bairro Estrela do Céu.

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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Fallet, o soldado Thayson Teixeira Santos, 25 anos, foi baleado na cabeça próximo à localidade conhecida como Caixa D’Água.

90° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Lotado na 62ª DP (Imbariê), o inspetor Alexandre Correa da Silva, 32 anos, morreu após ser baleado ao reagir a um assalto, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.

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Lotado na Delegacia de Polícia Federal de Nova Iguaçu, o policial federal Jorge Henrique Santos Oliveira, 53 anos, morreu após ser baleado durante uma tentativa de assalto, em Tomás Coelho, na Zona Norte do Rio.

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Lotado no 33º BPM (Angra dos Reis), o subtenente Alecsander Meireles da Silva, 42 anos, morreu após ser baleado ao reagir a um assalto, em Itaguaí, na Baixada Fluminense.

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O coronel reformado Delio Menezes Porto, 57 anos, foi vítima de um latrocínio no interior de seu estabelecimento comercial, na Rua Lucio Tavares, em Nilópolis, na Baixada Fluminense.

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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) São Carlos, o soldado Marcelo dos Santos Mendes, 34 anos, morreu após ser baleado, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

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Lotado no 39º BPM (Belford Roxo), o sargento Leandro dos Santos Tomaz, 38 anos, morreu após ser baleado durante ataque de criminosos da facção Amigos dos Amigos (ADA), no bairro Vila Pauline, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

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18 de Novembrodrapal

Lotado no 34º BPM (Magé), o sargento Sidney Barros Drapal foi assassinado em Magé, na Baixada Fluminense.

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Lotado no 3º BPM (Méier), o sargento Cristiano Bitencourt Coutinho foi baleado durante ataque de criminosos no Grajaú, na Zona Norte do Rio.

98° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Lotado no Grupamento Aeromóvel (GAM), o major Rogério Melo Costa, 36 anos, morreu na queda do helicóptero que dava apoio a equipes que realizavam incursão na Favela Cidade de Deus, em Jaracarepaguá, na Zona Oeste do Rio.

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Lotado no Grupamento Aeromóvel (GAM), o capitão William de Freitas Schorcht, 37 anos, morreu na queda do helicóptero que dava apoio a equipes que realizavam incursão na Favela Cidade de Deus, em Jaracarepaguá, na Zona Oeste do Rio.

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Lotado no Grupamento Aeromóvel (GAM), o sargento Rogério Félix Rainha, 39 anos, morreu na queda do helicóptero que dava apoio a equipes que realizavam incursão na Favela Cidade de Deus, em Jaracarepaguá, na Zona Oeste do Rio.

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Lotado no Grupamento Aeromóvel (GAM), o subtenente Camilo Barbosa Carvalho, 39 anos, morreu na queda do helicóptero que dava apoio a equipes que realizavam incursão na Favela Cidade de Deus, em Jaracarepaguá, na Zona Oeste do Rio.

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Blindado após se tornar alvo de constantes ataques de criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que controlam o tráfico de drogas no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, o posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) localizado no KM 308 do trecho Niterói-Manilha da BR-101, na altura de Itaúna, vai deixar a rodovia.

Uma avaliação feita pela corporação leva em consideração a ausência de infraestrutura e cita o fato de não haver sequer ligação para o recebimento de água encanada – a mesma é fornecida pela empresa de ônibus Rio Ita, que possui uma garagem em frente ao posto de policiamento.

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O fato da 2ª Delegacia de Polícia Rodoviária Federal (2ªDPRF) ficar localizada no início da Ponte Rio-Niterói também foi usado como justificativa, sob a alegação de que seria suficiente para atender o trecho.

No entanto, a questão principal foi a localização, que estaria deixando em risco a segurança dos policiais que tiram plantão no posto com equipes reduzidas. Com a transferência dessas equipes para a Ponte, haveria reforço na 2ªDPRF, que já é responsável pelo policiamento ostensivo e patrulhamento ao longo da Ponte Rio-Niterói e da BR-101, do trecho Niterói-Manilha até Rio Bonito, passando por Casimiro de Abreu.

Ainda não foi definida a data para encerramento das atividades no posto.

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O Complexo do Salgueiro é composto pelas localidades Salgueiro, Itaúna, Recanto das Acácias, Fazenda dos Mineiros, Luiz Caçador, Conjunto da PM, Itaoca, Praia da Luz, Conjunto da Marinha e Manoel da Ilhota.

As bocas-de-fumo são controladas pelo traficante Antônio Hilário Ferreira, o Rabicó ou Coroa, 52 anos, mesmo ele estando no Presídio Federal de Mossoró, Rio Grande do Norte. Ele foi preso no município de Mamanguape, na Paraíba, em 2008.

De julho a outubro de 2015, pelo menos 12 equipes da PRF, da PM e da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) foram alvos de disparos na BR-101, na altura do Complexo do Salgueiro.

Na noite de 6 de outubro de 2015, policiais rodoviários federais realizavam uma blitz de rotina próximo à passarela do Luiz Caçador com o objetivo de recuperar motos roubadas quando criminosos da localidade conhecida como Recanto das Acácias atiraram contra os agentes.

Como medida de segurança para os usuários da rodovia, os policiais interromperam o trânsito até o cessar fogo. Apesar do susto, ninguém ficou ferido. A audácia dos criminosos, no entanto, não ficou restrita a esse ataque. Segundo os agentes do posto de Itaúna, foram nove no intervalo de três meses.

Dois dias antes, no domingo anterior, dia 4, uma viatura utilizada pela Seap para o transporte de presos também foi alvejada. Os agentes penitenciários seguiam sentido Itaboraí quando os disparos começaram, próximo ao Salgueiro. Uma das balas ficou alojada na porta direita do veículo e os vidros ficaram estilhaçados. Ninguém se feriu.

Na véspera, criminosos da mesma comunidade já haviam efetuado disparos contra policiais do 7º BPM (São Gonçalo) que passavam pelo local.

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Ousadia de traficantes do Salgueiro

Traficantes do Salgueiro zombam da PM

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Esse é o Leonardo Dias Guimarães, o Léo Mingau, 24 anos. Apontado pela Polícia como integrante da facção criminosa Comando Vermelho (CV), ele é acusado de ter liderado a invasão ao Morro Jorge Turco, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio, onde as bocas-de-fumo eram controladas por rivais da Amigos dos Amigos (ADA).

A invasão contou com apoio de comparsas do Morro do Barbante, na Ilha do Governador, também na Zona Norte, e da Favela do Guandu, em Japeri, na Baixada Fluminense. As duas localidades são citadas no vídeo, assim como o Morro Boa Vista – que a Polícia acredita ser o morro localizado no bairro São Lourenço, em Niterói, palco de uma disputa entre as duas facções há mais de uma década pelo controle das bocas-de-fumo.

“Nós vai no Boa Vista. Vamo invadir o Boa Vista”, grita um dos comparsas de Léo Mingau, que está acompanhado por pelo menos seis comparsas, que ostentam fuzis e dançam ao som do funk proibidão “Atitude e disposição”.

Preso em maio de 2013, Léo Mingau saiu da cadeia em abril do ano passado. Contra ele existem quatro mandados de prisão – por homicídio e latrocínio (roubo seguido de morte).

De acordo com a Polícia, ele foi um dos envolvidos no assalto à Central de Abastecimento (Ceasa) de Irajá, em agosto de 2015 – quatro meses após ele ter sido colocado em liberdade pela Justiça.

Na ocasião, a fiscal de caixa Mariane dos Santos Silva, 24, e o segurança Antenor Silva Rios Neto, 54, foram baleados e morreram. Os bandidos fugiram levando R$ 59 mil.

Ainda segundo a Polícia, Léo Mingau também participou da tortura e execução do estudante Matheus Ferreira Motta, 20. O crime ocorreu no último dia 5 de março, quando o jovem foi abordado no momento em que fazia a divulgação de uma festa, na Avenida Automóvel Clube, em Costa Barros.

Ele foi condenado à morte por morar em uma favela de facção rival e teve o corpo deixado no porta-malas de um carro que foi incendiado na Praça Seca, em Jacarepaguá, na Zona Oeste.

Quem tiver qualquer informação que ajude a Polícia a localizar e prender esse criminoso pode ligar para o Disque-Denúncia, através do número 2253-1177. Não é preciso se identificar e o anonimato é garantido.

O Disque-Denúncia ainda oferece uma recompensa de R$ 1 mil a quem auxiliar na prisão.

O som que os criminosos escutam no vídeo:

Atitude, disposição só tem mesmo quem é
Firma forte se reuniu para ver de qual é
Pois no Barbante é vários bicos que tá preparado
A contenção de cima é só de fuzil destravado
E o bonde que tá passando de bico pro alto, de Meriva ou de Corolla, prêmio de assalto
As cachorra da Zona Sul vêm atrás de bandido
Atraídas pelo fuzil e a profissão perigo

Assista o vídeo aqui -> https://youtu.be/K8u35kVsikc

#retratação

Publicado: 8 de outubro de 2016 em Uncategorized

Venho publicamente pedir desculpas ao perito criminal da Polícia Federal Alexandre da Silva Ordacgy por ter incluído erradamente seu nome como sendo um dos policiais federais flagrados pela câmera de segurança de uma casa lotérica saindo do estabelecimento durante um assalto, em setembro de 2013.

Ao contrário do inicialmente divulgado, o perito criminal Alexandre da Silva Ordacgy não estava na casa lotérica da Rua Acre, no Centro do Rio, no momento do assalto. As testemunhas da ação criminosa foram os delegados da Polícia Federal Praxíteles Praxedes, Rafael Potsch Andreata e Rodolfo Martins Faleiros Diniz.

Eu fiz a correção na mesma data da postagem original, como reza a ética jornalística, reconhecendo o meu erro por ter publicado informação repassada por fonte – que mesmo conhecida e de confiança, não está isenta de cometer equívocos – sem confirmação oficial.

Ainda assim, cumprindo determinação judicial, novamente peço desculpas por ter erroneamente publicado inicialmente o nome do perito criminal da Polícia Federal Alexandre da Silva Ordacgy.

O roubo ocorreu em julho de 2013 e era o quinto praticado pelo mesmo bandido no intervalo de seis meses. A Polícia Civil divulgou as imagens solicitando ajuda da população para identificar o assaltante e os delegados acabaram reconhecidos.

Na época, a Polícia Federal emitiu nota informando que os delegados não agiram no momento para não expor a risco a vida de pessoas. Ainda segundo a nota, eles aguardaram o ladrão sair e o seguiram esperando o melhor momento de intervir, sempre atentando para a segurança dos transeuntes. No entanto, o ladrão conseguiu fugir.

https://www.youtube.com/watch?v=FZlk_La5mMo

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Policiais da Delegacia de Homicídios (DH-Barra) conseguiram identificar todos os criminosos envolvidos no latrocínio que vitimou o inspetor da Polícia Civil Fabiano Ribeiro Besada Rodrigues, 33 anos. Lotado na Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), o policial morreu após ser baleado durante um assalto no Méier, na Zona Norte do Rio, no final da noite de quarta-feira, dia 5 de outubro. Todos os bandidos tiveram suas prisões temporárias decretadas pela Justiça neste sábado, dia 8. Um deles já está preso – surpreendido por agentes da Core no Complexo do Lins.

Diversas câmeras de monitoramento de sistemas de segurança instalados em imóveis localizados no endereço do crime registraram a ação. As imagens mostram Fabiano Besada sendo abordado pelos assaltantes que se aproveitaram de um caminhão de lixo que interrompeu o trânsito na Rua Dona Claudina, na altura da Rua Dias da Cruz, para tentar roubar o carro do agente – um Hyundai HB20.

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Phelipe Pacheco de Melo, o Lipão, 23 anos

O policial – que levava a namorada em casa – reagiu e conseguiu atingir Ruan Carlos Lourenço da Silva, o Pato Assado, 21 – que morreu no local – mas foi surpreendido pelos comparsas, que o balearam e fugiram levando sua arma.

Logo após a ação criminosa, equipes da Core começaram a realizar incursões no Complexo do Lins, conduzindo diversas pessoas às delegacias e apreendendo drogas. Os agentes da especializada também apreenderam dois veículos utilizados pelos bandidos – um Fiat Stilo e uma Yamaha XT660 – e prenderam Bruno Chaves da Silva Colaço, 24.

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Phelipe Pacheco de Melo, o Lipão, 23 anos

De acordo com as investigações, era ele que dirigia o Fiat Stilo utilizado para seguir o carro da vítima, até o momento em que aproveitaram que o trânsito na rua foi interrompido por um caminhão de lixo e realizaram uma emboscada contra o policial civil.

Na ação, ele, Pato Assado, Ygor de Sousa Lucena, o Furinho, 20, e Phelipe Pacheco de Melo, o Lipão, 23 – todos armados -,  realizaram um cerco ao veículo do policial, com auxílio de Dionísio Vieira da Cruz, o Nisinho, 28, que estava na moto.

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Phelipe Pacheco de Melo, o Lipão, 23 anos

Após o confronto, Nisinho deu fuga a Furinho e Lipão na moto, enquanto Bruno fugiu conduzido o Fiat Stilo no sentido contrário.

Há sete anos na Polícia Civil, Besada já havia sido lotado na Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DH-Nit/SG) e tinha acabado de concluir uma faculdade de Direito. Ele já era formado em Jornalismo, tendo trabalhando na rádio Tupi e no jornal Povo do Rio, onde nasceu o sonho de virar policial.

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Quem tiver qualquer informação que auxilie a Polícia na localização e prisão dos assassinos pode ligar para o Disque-Denúncia, através do número 2253-1177, ou para a Central de Atendimento ao Cidadão da Polícia Civil: 2334-8823 / 2334-8835. Não é preciso se identificar e o anonimato é garantido.

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Um mês e uma semana após o assassinato do subtenente Roterdan Jayme Baptista, 42 anos, o homem identificado pelos agentes da Divisão de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DH-Nit/SG) como autor do crime foi preso por policiais do 7°BPM.

A prisão de Advan Novaes Bento, o Coringa, 26 anos, foi efetuada nesta quinta-feira, dia 29 de setembro, no Boaçu, em São Gonçalo, mesmo bairro onde o PM foi baleado, durante incursão na Favela da Lodial, no último dia 22 de agosto.

Apesar de haver um mandado de prisão expedido pela Justiça contra Coringa, ele saiu da delegacia pela porta da frente por não ter sido pego em flagrante.

“Temos que cumprir a lei, mesmo não concordando”, lamentou o delegado Fábio Baruke, titular da DH-Nit/SG.

De acordo com o artigo 236 do Código Eleitoral, nenhum eleitor pode ser preso ou detido a partir de cinco dias antes do primeiro turno das eleições até 48 horas após o pleito, a não ser em flagrante ou para cumprimento de sentença criminal.

Ou seja: da última terça-feira, dia 27 de setembro, até a próxima terça-feira, dia 4, somente quem for pego em flagrante ficará preso.

A regra está prevista no artigo 236 do Código Eleitoral, que diz que “nenhuma autoridade poderá, desde 5 dias antes e até 48 horas depois do encerramento da eleição, prender ou deter qualquer eleitor, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto”.

No segundo turno, que será no dia 30 de outubro, a garantia da não-prisão começa a valer em 25 de outubro e se encerra na terça-feira, dia 1º de novembro.