O desabafo de uma viúva de PM

Publicado: 1 de março de 2008 em Uncategorized

 A dois meses de completar 35 anos de idade, o cabo da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro José Carlos Gonzaga do Nascimento, lotado no 25º BPM (Cabo Frio), faleceu após reagir a um assalto. Para alguns… só mais um… Para outros… só menos um…

 Para a dona de casa Marise Secunho de Oliveira, 46 anos, sua esposa há 14 anos, uma dor sem fim. A perda do marido não representa apenas chorar de saudades, sentir falta de um companheiro e amigo, ficar sem parte de sua vida, ter que se adaptar a uma nova realidade… mas também ter que lutar contra toda a burocracia e desprezo de uma corporação, de um Governo e de uma sociedade.

 Publico aqui a carta que recebi dela. E espero, de coração, que seu sofrimento toque a consciência de alguma pessoa que possa ajudá-la. E que a ajude.

 O cabo PM Nascimento serviu e protegeu a todos nós durante 9 anos. Que agora alguém possa servir e proteger a sua família.

“Numa tarde de 30 de novembro, meu marido passou por mim de viatura na rua onde patrulhava e acenou para mim. Eram exatamente 14h26. Ele me ligou e disse: “amor, vamos pra serra amanhã de manhã descansar, pois me sinto cansado. Vou fazer a última prova hoje, mas amanhã cedo saíremos. Prepare o isopor com gelo, compre carne e vamos subir com nossa filha”. Eu disse: “tudo bem”. Eu estava atravessando um problema de saúde sério e ele perguntou: “você tá melhor?” Eu respondi: “sim”. E ele: “pois então vamos”.

Bom, estava em casa por volta de mais ou menos 21h quando recebi o telefonema de uma amiga (esposa de polícia também). Ela disse: “Marise, você tá sentada?” Eu respondi: “sim”. Daí ela me falou: “seu marido sofreu um acidente e está no hospital de Tamoios”. Daí eu não consegui nem andar. Pedi ajuda a pessoas conhecidas para me levar lá. Eu e nossa filha de 11 anos.

Ela disse que ele tava bem. Quando chegou ao hospital, que é de péssima qualidade e sem recurso algum, ele tinha acabado de falecer. Daí entrei, entramos em pânico. Minha filha mais velha, que não é dele, foi na frente por trabalhar na saúde e me segurou.

Lá já estavam vários policiais e oficiais. Acredito eu que a coisa aconteceu mais cedo. Não deixei que me sedassem com calmantes. Preferi ficar lúcida. No momento, eles me contaram uma história sem nexo. Disseram que ele havia parado pra comprar perfume. Daí nós, eu e minha filha, por conhecermos ele, dissemos: “ele nunca compra isso. Ainda mais no meio do mato. Nós usamos Boticário. Conta outra que essa não colou”.

Mas eles insistiram nisso. Bom, você deve imaginar como fiquei apavorada e com medo. Daí pra frente começou o inferno. Enterramos ele no sábado, dia 1º, e no domingo a P-2 bateu no meu portão pedindo cópia do óbito. Então pedi identificação deles e falei: “tô estranhando essa visita nesse momento. Pra quê vocês querem isso? Não podem esperar até segunda-feira?”

Eles não souberam explicar. Então, eu os convidei a se retirar. Na segunda, eles me chamaram para depor na P-2 para falar de uma suposta moto a qual meu marido pilotava no momento do acidente. Eu disse que desconhecia a origem, pois quando ele ia para a faculdade da minha casa, ele utilizava transporte da Prefeitura da cidade onde moramos. E mostrei a carteira de transporte gratuito. Então eles me disseram que o assunto tava encerrado.

Para minha surpresa, voltando do Rio – quando a viatura deles me trazia da DIP e IPERJ (absurdo! Fui lá pra pegar relação de documentos para dar entrada. Acho que eles deveriam ter vindo aqui e me dar. Mas tudo bem) – recebi o telefonema de um sargento Furtado, da P-2, me intimando novamente a depor. Eu disse que já havia feito isso. Mesmo assim, ele disse que era necessário para encerrar o caso. Eu e meu cunhado, irmão dele. Então, fomos.

Chegando lá, bastante fragilizada, eu disse: “por que isso? Eu não tô bem”. Daí eles voltaram a falar da referida moto. Continuei a dizer que  desconhecia a origem, uma vez que ele tinha vários amigos e poderia ter pegado emprestado, pois era habilitado. Ele me disse que havia uma denúncia de que ele utilizava essa moto para trabalhar. Voltei a insistir que desconhecia a origem e que o que possuíamos era um automóvel que compramos financiado em 60 vezes. E mostrei o documento. E cabia ao denunciante o ônus da prova.

Para minha surpresa, eles falaram que meu cunhado assinou um documento retirando a moto do DPO. E ele disse: “nem pilotar eu sei. Eu estava sedado e retirei apenas uma mochila com seus pertences (farda)”.

Eu questionei: “se houve uma moto, não deveria ter saído do local. Ou seja, deveria ser periciada com os demais pertences que portava no ato do acidente”. A PMERJ tirou do local e queria que eu assumisse a origem da moto. Continuei firme e pedi: “pelo amor de Deus, mesmo se eu assumir essa porcaria, vai aparecer?”

Aí os três disseram: “então não poderemos dar o ato de serviço”.

Bom, houve uma sucessão de erros que eles queriam que eu assumisse a autoria (tenho cópia do depoimento). Ou seja: eles erraram por tirar provas do local, socorrer pessoa baleada em condições precárias (total despreparo) dentro de uma viatura deles mesmos que mal abria a porta. Pois ele estava vivo, mas com uma bala no pescoço. Não chamaram o resgate e demoraram a socorrer. Daí, a hemorragia foi agravando. E levaram para um posto de Tamoios sem recursos, vindo assim meu amor a falecer, após três paradas seguidas de hemorragia.

Sofri muito com tudo isso. Depois fui à delegacia de Cabo Frio e peguei o RO e laudo cadavérico e vi que ele tinha um tiro pelas costas, na altura do abdômen. Então não entendi por que ele parou!

Não satisfeita, fui até o local e as pessoas me disseram que ele foi abordado por dois bandidos. Quando ele vinha passando, eles estavam praticando assalto no ponto do ônibus e disseram: “vamos meter aquele da moto”. E então atiraram nele para o parar.

Mesmo ferido, ele parou e reagiu, vindo a matar o carona. Mas o piloto também estava armado e revidou, atirando em seu rosto e pescoço, e fugindo em seguida.

Como eu não tava lá, não sei exatamente o ocorrido, mas tem como saber, se a delegacia abrir uma investigação, pois houve testemunha ocular.

Bom, daí o coronel Adílson, do 25º BPM, mandou me chamar para dizer que não poderia dar o ato de serviço por transgressão de disciplina, por ele estar portando uma moto com restrições.

Daí eu disse: “tudo bem, mas ele saiu com autorização e retornou ao serviço, vindo a sofrer um acidente em sua rota. Não entendo, pois ele não tava envolvido em nenhuma parada errada. E sim voltando da faculdade pro seu posto”.

Ele disse: “isso não importa”. Achei absurdo, mas manda quem pode e obedece quem tem juízo. No entanto, no meu entender, meu marido era um policial do bem. Nunca houve em sua ficha nenhuma mancha. O coronel disse: “eu sei que era um bom policial”.

Foi aí que começou o inferno. Todos se afastaram de mim e quando eu tentava buscar ajuda, ninguém nunca estava… “saiu”, “não tá mais aqui”,…

Decidi agir sozinha.

Dei entrada em toda papelada com xerox autenticada, mesmo sem recursos.

Esqueci de mencionar: o coronel me chamou também para dizer que um empresário chamado Fuad resolveu doar 24 promissórias no valor de dois salários mínimos para minha filha. Eu agradeci, pois toda ajuda é bem-vinda. Mas ele disse que eu tinha que receber na festa deles de final de ano.

Eu disse: “pôxa… festa? Eu não tô com clima de festa. Tô sensibilizada”. Mais fui assim mesmo. Ao chegar lá, o senhor Fuad já não estava, e o coronel pediu pra eu esperar que eles iriam me entregar no palco. Então eu agradeci e disse que não dava, que não queria que ninguém fizesse política com a nossa imagem. Então, ele me entregou.

Daí procurei saber e descobri que meu marido foi sorteado com uma bolsa na faculdade gratuita e um dos donos da Estácio era ele, o Fuad. Daí pensei: “se era um direito dele, tinha que vir pra filha em forma de espécie ou ensino”.

Ele disse que a doação foi espontânea do Fuad, e não do BPM. Mesmo não concordando, aceitei.

Continuei minha trajetória e dei entrada no DIP e seguro, tudo em nome de nossa filha, pois vivia em união estável e sei que pra militar isso não funciona.

Até agora não recebi nada, mas vamos ao que interessa.

Fui informada por eles que teria direito ao salário e todos os benefícios, já depositados, até o mês de janeiro. Então fui alertada por um amigo dele de que o banco Itaú havia feito uma retirada errada da conta dele e ele havia dado entrada em uma contestação.

Preocupada, liguei pro banco Itaú de Cabo Frio e falei com a gerente da conta dele. Ela me disse que o banco estaria ressarcindo na segunda-feira. Daí eu informei do falecimento e perguntei se o cartão havia sido clonado, pois iria entrar salário de novembro e 13º, além dos salários de dezembro e janeiro, até sair a pensão provisória.

Ela disse que o ressarcimento só seria feito com a assinatura dele. Fui mal criada e disse: “você quer que eu leve o cadáver até aí?”

Disse que eu tinha a senha dele, mas ela falou que eu teria que ter um alvará do juiz. Eu falei: “minha filha, estamos em final de ano. Tá tudo em recesso. Defensoria tá parada. A gente precisa comer”.

Mesmo assim ela bloqueou a senha e movimentou a conta pós morte (Lins, especial, cheque pré,…). Entendo que se bloqueou pra mim também deveria bloquear para outras finalidades. Mas mesmo assim ela tirou toda a grana e quando o QG me deu autorização, o banco alegou falta de fundos. Ou seja: pegaram a grana e deixaram a família desamparada.

Voltei a falar com o QG e eles disseram para eu entrar na Justiça. Eu disse: “como, gente? Sem recursos? Minha filha precisa estudar. Não posso ficar no Rio. Mesmo porque não tenho nem a passagem”. Eles disseram que não podiam fazer nada.

A Prefeitura da cidade onde moro ta me levando, dentro das possibilidades deles, para fazer justificativa judicial em Sulacap e tô juntando documentos e provas para tal.

Busquei ajuda com uma advogada que foi dele que disse que me ajudaria e depois “roeu a corda” por ter que gastar para vir aqui. Então entrei em desespero. Como vou fazer pra pegar a grana do banco e pedir de volta o ato de serviço? Foi quando você leu meu apelo.

Roberta, minha situação ficou muito difícil. Fui ver no banco, na conta da filha, não tem nada. Como vivo?? Falei com Wagner Montes, mas também tem que ir ao Rio. Mas, como, sem grana?”

Anúncios
comentários
  1. BARBONOS disse:

    Enquanto esta desamparada senhora não tem posses para se deslocar para o Rio de Janeiro a fim de resolver um problema cujos direitos seus são claros, os Coronéis já reformados ou da reserva remunerada continuam usando viaturas da PM, com combustível do Estado e falando com telefones celulares com a conta paga pela PM.

  2. Ricardo Garcia disse:

    Sra lamento pelo que esta passando iremos ajuda-na no que for possivel entre em contato com a Roberta que será de agora em diante o nosso ponto comum
    Fique com Deus

  3. Moderador disse:

    Meus sentimentos, procure o Cel Maia da Diretoria de assistência Social, com certeza ele terá a solução!

  4. luna telles disse:

    sra lamento pela sua perda. gostaria de saber se a sra já procurou a associação das viúvas de policias militares. se a resposta for negativa, eu vou atraves de amigos tenta lhe ajudar. fique com deus.

  5. ja procurei sim e os proprios me mandaram ir a justiça pra retirar os salarios do falecido do banco,mesmo eu pedindo pra não fzr na conta do falecido e sim da filha eles fizeram e dai eu não tive mais acesso e eles me mandaram ir a justiça gratuita requerer o beneficio pois o banco movimentou a conta posd morte,nao me deram nenhuma ajuda fiquei o dia inteiro sem me alimentar e voltei do mesmo jeito.aki no 25 bpm nem querem saber de mim,dizem que não dispoe de viaturas pra mim,e as pessoas com quem falei no inicio sumiram.ir ai pra mim atualmente é caro demais ,é longe,moro no interior,quando consigo viatura da prefeitura eu vou,tenho que finalizar no sulacap

  6. meu falecido esposo era cabo do 25 batalhão o rg dele era 63665,faleceu vindo da faculdade no dia em que tava de serviço no dpo de unamar e saiu opra fzar prova de direitos que ganhou uma bolsa de direitos dentro do batalhão e veio a sofrer um assalto no seu retorno pro dpo,caso queira saber mais é so me acessar opelo email.grande abraço. marise

  7. amigos apartir do dia 08/04 estarei no rio pra procurar ajuda pra resolver esses problemas,,pois somente agora consegui grana pra ficar ai,peço o fvr quem for me ajudar deixe recado no meu email ou com roberta trinbdade.obrigado marise

  8. "Tina" disse:

    Nem todos são iguais!!!
    Graças a Deus meu marido tinha amigos que honram a farda…
    Ofereceram-me apoio emocional, financeiro…
    Ofereceram carro para me levar até a Caixa Beneficente SP, cartório,banco, orientação…
    Eu ainda chorando a morte como poderia fazer isso sozinha?
    Me admira os policiais do RJ não ampararem essa senhora!
    Pensei que toda corporação seria iguais em relação aos familiares de seus companheiros de tantos anos…
    Minha pensão demorou 3 meses, veio 25% a menos e junto os atrasados.
    Coitadinha dessa senhora, nem todo lugar existe um Major Olímpio pra ajudar né…
    Hj ele é Deputado Estadual e tenta ajudar os PMs com projetos q são negados.
    -“Honestos não tem muita vez nesse Pais”!
    Meus sentimentos Marisa.
    Deus seja por todas nós…

  9. vitor santiago disse:

    minha senhora, é triste ver a família de um colega falecido passar por tal situação, é muito difícil acreditar, mas sabemos que é verdade.
    não conte com o deputado WAGNER MONTES, o que ele queria de policiais, bombeiros e seus familiares ele já conseguiu. os votos.(os meus não teve e nunca terão, pois o conheço de outras épocas)

    solicito levar o caso a imprensa e por a público o descaso que vem sofrendo. infelizmente não dá para copiar a sua carta, pois a faria circular por vários veículos.

    deixo aqui meus sentimentos de solidariedade e me ponho a disposição.

  10. Amanda Nogueira disse:

    Sou filha de um policial militar morto no dia 15/10/2007 na Cidade de Deus, cabo Rodrigues, tenho 14 anos uma irmã de 7 anos e outra de 17 – Deficiente.Desde então sofremos com o descaso. Ao começar no hospital, policial só tem valor para o estado vivo. Vejo a minha mãe correndo atrás de inúmeros papéis que até hoje ela não conseguiu como a tão falada autonomia de táxi (uma grande enganação. Perdi um grande pai, não apenas um policial militar.
    Muito Obrigado.

  11. marise secunho disse:

    meu marido faleceu em serviço e foi retirado arbitrairiamente de mim o ato de serviço pelo cel adilson do 25 bpm,fiquei desamparada com nossa filha e tive que voltar ao mercado de trabalho pra sustentar a casa ,será que o sr cel iria retirar isso do proprio bolso ???pois não houve justificativa de sua atitude que explicasse claramente a razão

  12. Leandro disse:

    A senhora já conseguiu resolver a situação da pensão ? Se negativo mantenha contato comigo pelo meu email leandrodasilvapereira@hotmail.com que tentarei ajuda-lá, pois estamos no mesmo barco, e pior furado mesmo. Sou filho de policial morto em serviço e sei como o nosso Estado é bem omisso, pra vc ter uma idéia a pensão que eles estavam pagando a minha mãe não era reajustada desde que meu pai faleceu em 1997. Entre em contato. Abraços e bola pra frente.

  13. mfln disse:

    socorro estou passando fome eu e minhas filhinhas sergio cabral enganou viuva de policia as probezinhas das minhas filhinhas pede pão e nao tenho pradar segio cabral aumenta o salario dele e diminui o da gente socorro to passando fome sergio cabral wnganou os ficionarios do estado mais uma dor de barriga nao da uma vez sergio cabral vc vai ver assinado a viuva desesperada

  14. mfln disse:

    renato paes vc nao eh de paz vc eh de guerra vc ta tirando o pão dos filhos de outras pessoas estou revoltada pq vc pensa que eh dono do brasil mais vc so tem quatro anos para de perceguir os pobres pensa que eu nao estou sabendo que vc esta perceguindo o transporte alternativo pq vc tem parente que tem frota de onibus para eduardo paes so o nome que eh de paz mais paz vc nao tem nada

  15. Tin.... disse:

    Trabalhei com o Nascimento em meados de 1999, lá no DPO de Unamar, um cara amigo, 100% família, o único defeito era ser ceguinho rsrsr. Quando a notícia chegou ate a mim fiquei inconformado…mas Deus certamente não lhe deixará desamparada não cara amiga. Enviei o meu email e telefone, minha esposa tambem é poliucial militar e sabemos como é difícil quando um de nós sai decasa para trabalhar…tenha certeza de uma coisa teu marido semprefoi um bom polícial, e quem duvidou disso esta pagando caro, vc sabe do que estou falando.

  16. marise disse:

    02227745985 02299917384 02292619886, marabsj@hotmail.com(msn) orkut marise secunho.gostaria de conhece lo.meu marido era sim um otimi homem,e n é pq ele morreu.sempre nos amamos muito foram 15 anos e temos um filha linda.mais depois q ele morreu td mudou. a familia dele tentou vender nossa kza ,amigos dele roubaram meu carro dinheiro etc.mais to viva sou forte e luto com garra. todos os amigos de farda se afastaram,nem se quer liga pra saber se estamos bem.é a vida parceiro.abraços

  17. bolsas gucci disse:

    Hey, tried adding your site to google reader and it shows an error message, any idea?

  18. camila antunes de camargo vieira disse:

    Realmente é um absurdo hoje nós que somos cidadoes brasileiros ñ temos direito a nada ,eu sei a dor que sente eu tenho 30 anos meu marido foi assassinado com 17 tiros com seus 38 anos era lindo e me deixou um filho maravilhoso unico socorro meu é deus , pois fazem dois anos de morte e até agora nenhuma coisa foi feita a policia só me chama para depor e não resolve nada infelizmente é como vc disse é só mais um ,e para nós é nossa vida a nossa dor que um dia apenas vai se tornar suportavel pois nunca vai passar , e pensão não consegui até agora receber é o fim eu tenho q matar um leão por dia para cuidar do meu filho e sozinha , amiga fica com deus porque o que me mantem viva é q um dia todos nós prestaremos conta ao unico juiz o nosso senhor jesus.fica com deus Camila sou de piracicaba.

  19. Fátima disse:

    Srª boa tarde, é lamentável o q lhe aconteceu. Mas saiba q nao é a 1ª, nem será a última pessoa a passar p isso. Também passei p caso semelhante, e até hoje eles dizem q nao tenho direito a autonomia de taxi. Isso tudo é um absurdo, pois se sabem q temos direito, mas nao adquirido, para onde será q vai ou quem está sendo beneficiado com benefício alheio??

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s