PMs estouram gatonet em Bangu

Publicado: 5 de fevereiro de 2009 em Uncategorized

Fotos: Fellippo Brando

Policia

Policiais do 14º BPM (Bangu) estouraram uma central clandestina de tevê a cabo, na localidade conhecida como Saibreira, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, no final da manhã de segunda-feira, dia 2. Equipes do Serviço de Inteligência (P-2) e do Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) da unidade chegaram ao Beco São Judas Tadeu, no encontro da Rua Francisco Barreto com a Avenida Santa Cruz, após uma semana de investigações.

No local, os PMs prenderam a proprietária do imóvel, Maria José Jane da Silva, 58 anos, e Vânia Batista, 35, que estava em sua companhia, além de Luciano de Luna Pedra, 39, que se apresentou como funcionário da central clandestina, e do soldado da Polícia Militar Sidnei Pereira Bahia, lotado no 16º BPM (Olaria). O PM foi chamado por Luciano e apareceu no endereço querendo saber o que estava acontecendo.

Todos foram levados para a 34ª DP (Bangu), onde o delegado João Luiz Costa, adjunto da distrital, instaurou inquérito para verificar a quem pertence a central clandestina. Com exceção do PM, que ficará detido administrativamente e vai responder também a um inquérito policial militar instaurado pela 4ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (4ª DPJM), os outros vão responder em liberdade.

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O delegado afirmou que os três foram indiciados no artigo 183 da Lei 7492/97, que criminaliza a conduta de quem, “sem a competente concessão, permissão ou autorização do serviço” usa “radiofreqüência e exploração de satélite”.

“Solicitei que seja feita uma perícia no imóvel e vou anexar o laudo ao inquérito, que pretendo encerrar em 30 dias. A intenção é descobrir quem vinha fazendo essa exploração indevida e punir os responsáveis”, ressaltou o delegado.

Agentes da P-2 do 14º BPM contaram que a maior dificuldade foi encontrar o imóvel exato.

“Recebemos uma denúncia que falava sobre a localidade, mas o denunciante não sabia precisar em qual imóvel funcionava a central. De posse da informação, passamos a investigar e monitorar a área. Sabíamos que os amplificadores costumam ficar entre 400 a 800 metros de distância e descobrimos que aqui havia maior incidência de fios e antenas”, explicou o major Eduardo Lopes, chefe da P-2 do 14º BPM.

No imóvel, os PMs apreenderam R$ 4.870 em espécie, conectores, cadastro de assinantes, um caderno com a movimentação financeira e material eletroeletrônico, como receptores, amplificadores e controles remotos. A central clandestina funcionava há dois anos e tinha 200 assinantes. O suposto empregado disse que ganhava R$ 500 mensais para cuidar do funcionamento e manutenção dos equipamentos.

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comentários
  1. […] de segunda-feira, dia 2. Equipes do Serviço de Inteligência (P-2) … Veja o post completo clicando aqui. Post indexado de: […]

  2. Maria de Jesus disse:

    clandestino existe porque os legais se omitem ou só dão creditos aos que teem maior poder aquisitivo sem se importar com o lazer dos que ganham pouco mais muitos desses são honestos e gostam de pagar as suas contas só que tem que ser de acordo com o salario que o governo paga que é o minimo.

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