Esse homem foi contratado por R$ 40 mil para matar um delegado

Publicado: 29 de março de 2009 em Uncategorized

Policia (especial roberta)

Este homem é Marcelo Luiz de Oliveira Cruz, 37 anos, apontado pela Polícia como sendo o matador de aluguel que cobrou R$ 40 mil para assassinar o delegado Fábio Barucke, titular da 74ª DP (Alcântara). Foragido da Justiça, ele possui cinco mandados de prisão e é irmão do cabo da Marinha Flávio Ronie de Oliveira Cruz, 25, acusado de roubo, formação de quadrilha, latrocínio, seqüestro, abuso de autoridade e receptação.

O contrato teria sido intermediado por seu irmão, que está preso no 1º Distrito Naval, onde conheceu o sargento reformado da Marinha e ex-vereador de São Gonçalo Edson da Silva Mota, 53, que seria o mandante do crime. Acusado de liderar uma quadrilha composta por policiais – entre civis e militares – que tomaria, por meio de força, linhas de transporte alternativo, ele foi preso pelo delegado Fábio Barucke, em junho de 2007. Juntamente com seus filhos, o ex-PM Edson de Abreu Mota e André da Silva Mota, 33, eles foram indiciados por formação de quadrilha, ameaça, coação no curso de processo, extorsão, constrangimento ilegal e estelionato.

delegado-bruno-gonzalez

“Conseguimos reunir provas de que ele utilizava forças policiais para coagir os motoristas a pagarem uma taxa de R$ 200 por semana. Quem se recusava a pagar, era executado”, revelou Barucke, que remeteu o inquérito para a Delegacia de Repressão às Ações do Crime Organizado e Inquéritos Especiais (Draco-IE).

Em novembro de 2008, uma megaoperação coordenada pela especializada com o objetivo de cumprir 45 mandados de prisão e 70 de busca e apreensão, prendeu 31 pessoas acusadas de envolvimento com a Máfia das Vans na Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro. Entre elas, Mota e seus dois filhos.

Por determinação da Justiça, ele foi transferido da carceragem do 1º Distrito Naval para o Presídio Ary Franco, em Água Santa, na Zona Norte do Rio, na última semana. O objetivo era separá-lo do cabo da Marinha que é irmão do matador de aluguel. O delegado recebeu reforço na segurança pessoal e só sai com escolta e colete à prova de balas.

“Não tenho mais rotina, mas essa tentativa de me desestabilizar foi em vão. Apenas serviu de motivação para endurecer ainda mais contra o crime organizado”, ressaltou Fábio Barucke.

No dia 23 de dezembro do ano passado, uma das principais testemunhas da Polícia contra a máfia que atua no transporte alternativo em São Gonçalo foi executada na porta de casa, no Jardim Catarina. O motorista de van Idelfonso Teixeira de Abreu, 43 anos, levou 11 tiros. Na época, o delegado atribuiu o crime a Mota da Coopasa, apontando-o como mandante.

O plano para matar o delegado foi descoberto através de informação anônima repassada através do Disque-Denúncia (2253-1177) que afirmava que o pistoleiro contratado se chamava Marcelo e era irmão de um homem chamado Flávio que estava preso junto com Mota da Coopasa. Os policiais da 74ª DP foram até o 1º Distrito Naval e localizaram o cabo Flávio. Eles foram até a casa do foragido Marcelo, em Nilópolis, na Baixada Fluminense, mas ele não foi encontrado.
Qualquer informação que auxilie a Polícia a localizar e prender o criminoso pode ser repassada através do Disque-Denúncia ou para o próprio gabinete do delegado (3715-2356).

O irmão do matador de aluguel está preso desde meados de 2007. Ele é acusado, juntamente com o também cabo da Marinha Juliano de Oliveira Franco e Alex Alves de Oliveira, ambos de 25, de seqüestrar e assassinar outro cabo da Marinha, o paraense Henderson Prisco Mota, também de 25. A vítima trabalhava no Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval (Ciaan), localizado em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos, e estava desaparecido desde o dia 30 de maio daquele ano.

A Polícia chegou até o trio após receber informação do Serviço da Marinha de que haviam sido feitos saques na conta corrente de Henderson. Foram levantados os locais onde os cartões do paraense foram utilizados, até que os policiais chegaram até o cabo Flávio Cruz, que comprou peças para seu carro com o cartão da vítima. Eles teriam roubado cerca de R$ 30 mil que ela economizava há alguns anos.
O cabo confessou ter retirado fichas de militares da base de São Pedro da Aldeia juntamente com o cabo Juliano Franco. O objetivo deles era identificar aqueles que tivessem maior poder aquisitivo e seqüestrá-los, para que sacassem dinheiro de suas contas.

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comentários
  1. helayne disse:

    Espero que esses criminozos paguém por tudo q eles fizeram e q a justiça seja feita,Porque o cabo q eles assacinaram era um homem muito bom e seus familiares sofrem até hj a perda e aforma com q eles a fizeram o pai da vitima morreu dois anos depois do filho de tristeza e de saudades eles são culpados pela distruição de uma familia umilde q amava muito o filho…Sem mais palavras quero q eles se fumem o maximo q puder!!!!!

  2. Some some disse:

    Dá-lhe Marinacy!!!

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