Mais uma vítima da “mineira” em SG

Publicado: 31 de agosto de 2010 em Uncategorized

O corpo encontrado carbonizado dentro de um Corsa na Avenida Santa Luzia, no bairro de mesmo nome, no último dia 26 de agosto, pode ser de mais uma vítima de um grupo formado por cinco homens que se identificam como policiais militares e matam suspeitos de envolvimento com o tráfico após extorqui-los.

De acordo com policiais do Núcleo de Homicídios da 72ª DP (Mutuá), a vítima seria um homem conhecido como Bochecha do Complexo do Mutuapira. Familiares denunciaram que ele está desaparecido desde a noite da última quarta-feira, dia 25, quando foi sequestrado pela quadrilha a poucos metros de casa. Os criminosos teriam exigido R$ 15 mil para libertá-lo. Entretanto, ainda não há informações se a quantia foi entregue aos falsos PMs. Caso seja confirmada a participação do bando no crime, este seria o décimo homicídio praticado pelo grupo em São Gonçalo. A Polícia aguarda o resultado do exame de DNA para confirmar a identificação do cadáver.

Ainda segundo as investigações, há indícios de participação de ex-policiais na quadrilha. Eles estariam utilizando um veículo de cor prata para praticar os crimes. A última vítima foi Dyego Virtuoso, o Bodinho, 26 anos, sequestrado no dia 13 de agosto em sua casa no Complexo do Salgueiro e encontrado morto com marcas de tiro no início da manhã do dia seguinte, na Rua Doutor Manoel Duarte, no bairro Gradim. Os criminosos teriam exigido o pagamento de R$ 50 mil em troca da liberdade do jovem.

Outro caso atribuído aos falsos policiais ocorreu no dia 13 de julho, quando os corpos de Rafael Dias de Miranda, 22, e Diego Torres da Silva, 20, foram encontrados dentro de um rio, na localidade conhecida como Ipuca, no Jardim Catarina. Eles foram sequestrados dois dias antes da execução na Rua Cuiabá, na Trindade, por ocupantes de um veículo prata.

Agentes do Núcleo de Homicídios da 72ª DP disponibilizaram os telefones 3119-3634 e 3199-1950 para quem tiver informações que possam auxiliar nas investigações. Os dados também podem ser encaminhados para a Central do Disque-Denúncia através do número 2253-1177. Não é preciso se identificar e o anonimato é garantido.

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