Quatro meses após balear PM, Guinho é preso

Publicado: 13 de setembro de 2010 em Uncategorized

Márcio Camilo da Silva, o Guinho, 24 anos

Acusado de atirar em um sargento da Polícia Militar, no último mês de maio, Márcio Camilo da Silva, o Guinho, 24 anos, foi preso por agentes do Serviço de Inteligência (P-2) do 28º BPM (Volta Redonda), na noite deste domingo, dia 12 de setembro. Ele foi surpreendido pelos PMs na casa da namorada, em Barra Mansa, onde fazia um churrasco para festejar atencipadamente o aniversário – que seria comemorado na próxima quarta-feira, dia 15.

Ele ainda tentou fugir, levando duas pistolas – uma nove milímetros e outra calibre 380 – mas a casa foi cercada pela equipe da P-2, que contou com o apoio de homens do Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 28º BPM.

“Descobrimos que Guinho estava participando de um churrasco na casa da namorada dele. Viemos por Barra Mansa e passamos por uma mata fechada e ficamos escondidos atrás do imóvel. Ao observar que estava cercado, ele saiu correndo com as duas pistolas, mas não chegou a disparar na nossa direção. Conseguimos dominá-lo e prendê-lo”, revelou um dos PMs que participou da ação.

O acusado é irmão de Marcelo Camilo da Silva, o Marcelo Paraíba, 33 – que está foragido do Instituto Penal Edgard Costa (IPEC), no Centro de Niterói, desde outubro de 2008. Acusado de ser o chefe do tráfico no Padre Jósimo, ele estaria escondido no Complexo do Alemão, na Penha, na Zona Norte do Rio.

Marcelo Camilo da Silva, o Marcelo Paraíba, 33 anos

Também lotado no 28º BPM, o sargento José Luiz Brum Sabença foi baleado durante troca de tiros com criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas no Morro Padre Jósimo, no bairro Divinéia, em Volta Redonda, no último dia 11 de maio.

O policial foi atingido com um tiro na costela, que perfurou o baço e saiu pelas costas. Ele foi socorrido na Santa Casa de Barra Mansa, onde foi submetido a uma cirurgia, e passou mais de um mês internado. Na ocasião, os PMs surpreenderam os traficantes porque chegaram ao Padre Jósimo através de uma estrada de acesso que corta o bairro Água Comprida, em Barra Mansa.

“O sargento comandava seis outros policiais militares e eles trocaram tiros com dez traficantes que estavam junto com Marcelo Paraíba”, disse um PM.

Os policiais identificaram ainda como integrante da quadrilha um homem conhecido como Maninho, que seria o braço direito de Marcelo Paraíba e gerente dos pontos de venda de drogas. Ainda de acordo com a Polícia, Guinho também teria participado de uma chacina ocorrida na Avenida dos Mineiros, no bairro Belmonte, em fevereiro deste ano, quando três pessoas foram mortas e outras três foram baleadas.

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