Arquivo de 16 de setembro de 2010

O comércio nas imediações do Morro da Chumbada, no Mutondo, foi fechado na tarde desta quarta-feira, dia 15 de setembro, por ordem de traficantes em luto pela morte de Daniel da Conceição Simão, o Dodô, 32 anos, apontado como o chefe das bocas-de-fumo da comunidade.

De acordo com moradores do bairro, que preferiram o anonimato temendo represálias dos criminosos, por volta das 12h, dois homens em uma motocicleta teriam passado pelas ruas Guilherme dos Santos Andrade e José Mendonça de Campos ordenando o fechamento dos estabelecimentos da região.

Daniel da Conceição Simão, o Dodô, 32 anos

Em liberdade condicional desde o dia 30 de abril desse ano, quando deixou a Penitenciária Jonas Lopes de Carvalho – antiga Bangu 4 – no Complexo de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, após cumprir pena por tráfico de drogas, Dodô foi executado a tiros na Rua Roberto Leal, um dos acessos ao Morro da Chumbada. A Polícia investiga a hipótese de a morte ser mais um capítulo da “guerra” pelo controle da venda de drogas no bairro, que já dura pelo menos cinco anos.

Reginaldo Alex da Conceição Simão, o Reginaldo Bocão, 35 anos

A disputa por pontos de drogas na região – que chegou a ser apelidada de “Faixa de Gaza” – teve início quando o traficante Reginaldo Alex da Conceição Simão, o Reginaldo Bocão, 35, foi morto por antigos aliados do Comando Vermelho (CV) dentro da cadeia, após determinação da cúpula da facção criminosa. Na época, ele era considerado um dos homens de confiança dos irmãos Luiz Paulo Gomes Jardim, o Luiz Queimado, 53, e Paulo César Gomes Jardim, o Paulinho Madureira, 51. Revoltado com a traição, o irmão de Reginaldo Bocão, conhecido como Nei, se aliou à facção Amigos dos Amigos (ADA), em junho de 2005, e assumiu as bocas-de-fumo na Chumbada. Meses depois, ele foi morto em confronto com a PM. O sucessor de Nei foi Dodô, que era seu outro irmão, que acabou morto na noite desta terça-feira, dia 14.

O comércio nas imediações do Morro da Chumbada, no Mutondo, foi fechado na tarde desta quarta-feira, dia 15 de setembro, por ordem de traficantes em luto pela morte de Daniel da Conceição Simão, o Dodô, 32 anos, apontado como o chefe das bocas-de-fumo da comunidade.

De acordo com moradores do bairro, que preferiram o anonimato temendo represálias dos criminosos, por volta das 12h, dois homens em uma motocicleta teriam passado pelas ruas Guilherme dos Santos Andrade e José Mendonça de Campos ordenando o fechamento dos estabelecimentos da região.

Daniel da Conceição Simão, o Dodô, 32 anos

Em liberdade condicional desde o dia 30 de abril desse ano, quando deixou a Penitenciária Jonas Lopes de Carvalho – antiga Bangu 4 – no Complexo de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, após cumprir pena por tráfico de drogas, Dodô foi executado a tiros na Rua Roberto Leal, um dos acessos ao Morro da Chumbada. A Polícia investiga a hipótese de a morte ser mais um capítulo da “guerra” pelo controle da venda de drogas no bairro, que já dura pelo menos cinco anos.

Reginaldo Alex da Conceição Simão, o Reginaldo Bocão, 35 anos

A disputa por pontos de drogas na região – que chegou a ser apelidada de “Faixa de Gaza” – teve início quando o traficante Reginaldo Alex da Conceição Simão, o Reginaldo Bocão, 35, foi morto por antigos aliados do Comando Vermelho (CV) dentro da cadeia, após determinação da cúpula da facção criminosa. Na época, ele era considerado um dos homens de confiança dos irmãos Luiz Paulo Gomes Jardim, o Luiz Queimado, 53, e Paulo César Gomes Jardim, o Paulinho Madureira, 51. Revoltado com a traição, o irmão de Reginaldo Bocão, conhecido como Nei, se aliou à facção Amigos dos Amigos (ADA), em junho de 2005, e assumiu as bocas-de-fumo na Chumbada. Meses depois, ele foi morto em confronto com a PM. O sucessor de Nei foi Dodô, que era seu outro irmão, que acabou morto na noite desta terça-feira, dia 14.