Loira do motel volta à cena do crime

Publicado: 24 de maio de 2011 em Uncategorized

Uma semana após confessar ter estrangulado o amante dentro de um motel na Região Oceânica de Niterói, a estudante Verônica Verone de Paiva, 18 anos, voltou à cena do crime, na manhã deste sábado, dia 21 de maio, para a reconstituição do episódio que terminou na morte do microempresário Fábio Gabriel Rodrigues Barbosa, 33. A simulação dos fatos durou aproximadamente cinco horas.

Escoltada por agentes da 77ª DP (Icaraí) e acompanhada de seu advogado, Rodolfo Tompson, a estudante chegou ao Motel Status, na Estrada Francisco da Cruz Nunes, em Itaipu, na pickup usada pela vítima no dia do crime. Vestindo calça jeans dobrada até a canela, camisa branca e com os cabelos presos, Verônica seguiu com os peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) até a garagem da suíte 143, onde o corpo da vítima foi encontrado, embaixo da escada.

Os agentes usaram um saco de areia, de aproximadamente 90 quilos, para simular o corpo de Fábio. O objetivo dos policiais era tentar descobrir se a jovem seria capaz de arrastá-lo do quarto até a garagem da suíte, conforme ela relatou em depoimento. Caso ela mostrasse dificuldade na ação, a hipótese de participação de uma segunda pessoa no crime pode ser reforçada.

Durante a reconstituição, Verônica apareceu duas vezes na janela do quarto onde esteve na última semana com a vítima. Ao perceber que estava sendo filmada e fotografada por uma dezena de jornalistas que se aglomeravam em escadas improvisadas e nos muros de casas vizinhas, ela tentava esconder o rosto com a camisa ou atrás do advogado.

Irmã da vítima, a advogada Rosemery Barroso foi impedida de entrar no motel para acompanhar a reconstituição e questionou o fato do advogado da estudante acompanhá-la durante a simulação.

“Não entendo por que o advogado dela está podendo assistir à simulação e eu não. Negaram meu direito de acompanhar a lisura do processo e isso é um absurdo. Como irmã, tenho medo de que o caso fique impune”, indignou-se Rosemary, ainda dentro do carro, na entrada do motel.

A advogada afirmou que enquanto aguardava o término da reconstituição, em frente ao motel, a irmã de Verônica esteve no local acompanhada de um homem. Ele teria descido de um carro e anotado a placa de seu veículo.

“Senti-me ameaçada e farei um registro contra ela na delegacia. Minha família já está sofrendo muito para ser submetida a esse tipo de coisa. Ela ainda saiu daqui rindo”, finalizou aos prantos.

A ex-mulher de Fábio e seus dois filhos, de 4 e 7 anos, pretendem deixar Itaipuaçu com medo das supostas ameaças de Verônica e de pessoas ligadas a ela.

Crime – Dono de um lava-jato, o microempresário Fabio Gabriel Rodrigues Barbosa, 33, teria sido estrangulado com o próprio cinto na suíte 143 do Motel Status, na Estrada Francisco da Cruz Nunes, em Itaipu, na madrugada do último dia 14. A estudante confessou o crime e alegou ter se defendido de uma suposta tentativa de estupro. Entretanto, o laudo pericial revelou que o corpo do microempresário não possuía sinas visíveis de estrangulamento. Na última quinta-feira, dia 19 de maio, a Justiça prorrogou a prisão temporária de Verônica por mais 25 dias.

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