Taxista preso suspeito de abusar sexualmente da própria filha

Publicado: 5 de março de 2012 em Uncategorized

Suspeito de ter praticado estupro contra a própria filha, o taxista Jesus Guimarães, 44 anos, foi preso por policiais da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítimas (DCAV). A vítima acusou o pai de tê-la desvirginado, aos 14 anos de idade, e continuado com o abuso sexual durante três anos. O suspeito também é acusado de espancar a mulher, mãe da vítima, por diversas vezes, fazendo com que a mesma se separasse dele no ano de 2003.

Cinco anos depois, ela morreu e deixou a filha sob os cuidados da mãe. Mesmo morando com a avó, a adolescente visitava seu pai esporadicamente. Aos 18 anos de idade, ela foi morar com seu atual companheiro que, verificando várias alterações em seu comportamento, conseguiu com que confidenciasse que desde sua pré-adolescência foi violentada sexualmente por seu pai.

Convencida pelo companheiro, a jovem resolveu procurar a DCAV para noticiar o ocorrido. O delegado Marcello Maia, titular da especializada, solicitou à Justiça a prisão temporária de Jesus, que foi concedida pela 25ª Vara Criminal da Capital. O delegado contou que, em seu depoimento, a jovem revelou que era perseguida pelo pai – que era uma pessoa agressiva e ameaçava destruir seu relacionamento.

Ainda segundo seu depoimento, o pai afirmava que, caso não terminasse, ele iria matá-la. De acordo com Marcello Maia, esse foi o principal motivo para solicitação da prisão temporária dele, para que a instrução probatória transcorresse com tranqüilidade.

O delegado também informou que Jesus teria feito parte de uma quadrilha de taxistas que roubavam residências, em 2005. Ele praticava os crimes após deixar as vítimas em suas moradias e constatar que possuíam dinheiro.

Em seu depoimento, Jesus negou os fatos, alegando que a filha possui problemas psicológicos, desde o falecimento de sua mãe.

“Se problemas psicológicos existem com a vítima, possivelmente foram ocasionados pelas surras sofridas por sua mãe e pela possível violência sexual ocorrida com a adolescente”, ressaltou Marcello Maia.

A vítima será novamente ouvida e será encaminhada à Sala de Oitivas Especiais (SOE) para atendimento com psicólogo, ocasião em que será gerado um relatório psicológico. Médicos que teriam atendido a vítima também serão procurados.

“Os responsáveis pelas crianças e adolescentes têm que estar sempre atentos à presença de sinais ou vestígios físicos, como marcas nas proximidades da vagina e ânus, além de outros de sinais de foro emocional, que incluem o medo (que surge de forma inexplicável e repentinamente) de pessoas estranhas ou de alguém em particular, ou reação fóbica à água”, orientou o delegado, ressaltando também a importância de se prestar atenção a uma série de comportamentos ou atitudes marcadas pela regressão, que inclui a adoção de comportamentos muito infantis e ansiosos (choro constante, tiques nervosos, voltar a chupar os dedos, incontinência de urinária e dificuldade para dormir, dentre outros.

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