Mulher que posa com fuzil é investigada por participação em arrastões no Centro do Rio

Publicado: 26 de abril de 2016 em Uncategorized
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Uma mulher faz parte da quadrilha que vem assaltando motoristas no trecho entre a Avenida Perimetral e o Viaduto do Gasômetro, na Zona Portuária do Rio. As ações criminosas ocorrem na altura do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into).
 
A afirmação foi feita por diversas vítimas que foram roubadas no local, nos últimos dias, e procuraram a delegacia para registrar as ocorrências. Ela, assim como os outros integrantes da quadrilha, seria moradora do Morro da Providência.
 
A Polícia investiga se a criminosa é a mesma que se identifica como “Bigodinha do Trem Bala” em um perfil na rede social Facebook e se exibe segurando um fuzil com a sigla “CV” – alusiva à facção criminosa Comando Vermelho -, além de postar fotos fumando maconha. Em uma das postagens, escreve: “Fuxica, sinta-se à vontade… pois o que vivo não posto nem a metade”.
 
A Polícia já solicitou as imagens das câmeras de segurança e de trânsito existentes na região e espera identificar todos os criminosos nos próximos dias. A vítima que tiver sido roubada pela quadrilha e identificá-la pela foto deve retornar à delegacia para formalizar o reconhecimento.
 
Quem tiver qualquer informação que auxilie a Polícia na identificação e localização de todos os bandidos envolvidos nas ações, pode ligar para o Disque-Denúncia, através do número 2253-1177. Não é preciso se identificar e o anonimato é garantido.
 
No início da manhã desta terça-feira, dia 26 de abril, a quadrilha – que utiliza motos – voltou a atacar. Três motoristas foram abordados pelos assaltantes, que batiam com a arma nas janelas dos carros e fugiram levando aparelhos de telefone celular, dinheiro e bolsas. Um policial militar que trafegava pelo local trocou tiros com os bandidos, que conseguiram fugir.
 
No último dia 17 de abril, o inspetor da Polícia Civil Rivagner Batista dos Santos, 52 anos, foi baleado no mesmo local. O policial, que era lotado na Delegacia de Repressão às Ações do Crime Organizado e Inquéritos Especiais (Draco-IE), trafegava com a viatura descaracterizada – uma Nissan Frontier preta – quando se deparou com os criminosos cometendo um arrastão.
 
Ele reagiu e houve confronto, mas sua arma – a pistola 940 Taurus – falhou. Na troca de tiros, acabou atingido por três tiros, no abdômen e na perna. O policial – que estava há 13 anos na PCERJ – foi policial militar e se reformou após passar no concurso da instituição. Socorrido, ele foi levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, onde foi submetido a uma cirurgia e permaneceu internado por dois dias, mas não resistiu e faleceu no dia 21 de abril.
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