Arquivo da categoria ‘investigação’

Onze meses após ameaçar processar o Pauta do Dia por divulgação do jingle eleitoral inspirado em funk proibidão usado na campanha pela presidência da União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha (UPMMR), o agora candidato a vereador do Rio de Janeiro, Leonardo Rodrigues Lima, o Léo Comunidade, será investigado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE).

O órgão, por intermédio da 205ª Promotoria Eleitoral, ajuizou ação de investigação eleitoral por abuso de poder econômico, abuso de poder político e captação ilícita de sufrágio em face de Léo Comunidade.

Com base em depoimentos de testemunhas, diligências e relatórios da Coordenadoria de Polícia Pacificadora da Polícia Militar, a ação relata que Léo coage e alicia moradores da Favela da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, em troca de votos, com uma série de estratégias ilícitas, entre elas distribuição de cestas básicas, de botijões de gás e cobrança ilegais de taxas de mototaxistas.

O candidato, ex-presidente da União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha, segundo investigações do MPE, também associou sua campanha política ao tráfico de drogas local.

A Promotoria requereu à Justiça Eleitoral a cassação do registro ou do diploma, se eleito for, de Léo Comunidade, a aplicação da multa prevista na Lei 9.504/97, além de declaração de inelegibilidade para as eleições dos próximos 8 anos.

De acordo com o MPE, a distribuição de cestas básicas ocorre na sede da associação de moradores mediante um cadastramento, sendo obrigatória a apresentação do título de eleitor. Além do cadastro, os beneficiários têm que cumprir outras etapas para conseguir a cesta, como, por exemplo, comparecer às reuniões organizadas em prol da campanha eleitoral de Léo Comunidade.

Em um dos encontros, no Clube Emoções, um policial da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha gravou áudio em que o representado afirma que, se for eleito, ampliará a entrega das cestas básicas: “Se eu ganhar, eu vou é aumentar a cesta (sic)”.

As investigações apontam que os cabos eleitorais do candidato, que também trabalham na associação de moradores, são os responsáveis pela entrega das cestas básicas. Policiais da UPP Rocinha também constataram que Léo Comunidade distribui botijões de gás em uma tenda na Rua do Valão, uma das principais da favela, onde uma pessoa faz anotações cadastrais dos moradores.

“Os benefícios, quais sejam, cestas básicas, botijões de gás, são oferecidos aos moradores da região em troca de voto; assim, a natureza desta estratégia denota inegável abuso de poder econômico, além de evidente captação ilícita de sufrágio, ilícitos a serem coibidos pela Justiça Eleitoral, à vista da inegável aptidão para macular o processo eleitoral e desequilibrar o pleito”, narra trecho da ação.

O MPE cita que a ligação de Léo Comunidade com o traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, 36 anos, pode ser comprovada com a música de campanha eleitoral. Carros de som do candidato circulam pela Rocinha tocando o jingle “Galo da Favela e seu elenco fabuloso”, em nítida associação ao funk “Bonde do mestre e seu elenco fabuloso” que era usado por Nem (preso em novembro de 2011) e seu bando em suas incursões pela favela e em pagodes e bailes realizados na comunidade.

A música do candidato a Vereador fala: “(…) Mas o Rio é o Léo! Tá tudo monitorado, deixa eles vim! Tá tudo dominado, e na hora de votar não tem nenhum mistério! É dezenove, zero, zero, zero…Vota no Léo… É um cara sério… É dezenove, zero, zero, zero… É o mano Léo que fortalece é o nosso povo. Sou o Galo da favela do elenco fabuloso”.

Segundo investigações, as pessoas que integravam a quadrilha de Nem eram chamadas de “elenco fabuloso”. O MP também requereu a retirada dos vídeos de Léo Comunidade e de Nem que estão disponíveis no Youtube.

“A aptidão para desequilibrar o pleito é evidente, pois a população local, seja por medo de retaliações de traficantes que, ainda presos, atemorizam a comunidade, seja por gratidão pelo assistencialismo político, acaba votando no candidato escolhido pelo poder paralelo”, narra a ação.

Diligências da equipe de fiscalização da Justiça Eleitoral na Rocinha constataram ainda que Léo Comunidade mantinha um esquema de cobrança de diária para mototaxistas e motofretes que trabalham na favela. Testemunhas contaram que o candidato ou representantes da associação de moradores cobravam R$ 13 de cada um dos motoqueiros, com a ameaça de que se não pagassem seriam expulsos do ponto e proibidos de trabalhar. Uma das testemunhas denunciou que um dos mototaxistas inadimplentes chegou a ser espancado.

A ação do MPE relata, ainda, que o major Edson Raimundo dos Santos, comandante da UPP Rocinha, foi vítima de tentativa de aliciamento pelo candidato a vereador. Acompanhado de dois homens, tentou induzir o PM a intervir na cobrança ilegal da taxa de mototaxistas, alegando que a destinação dos recursos seria para regularizar o exercício da atividade de transporte alternativo de pessoas e para a compra de cestas básicas para mil pessoas da comunidade.

Denúncia feita com exclusividade pelo Pauta do Dia, em novembro de 2011
Relembre aqui:
PF prende policiais civis e militares que faziam escolta de “Elenco Fabuloso”


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Denunciado pelo Ministério Público por fraudes em licitações, superfaturamento de compras e serviços, ameaça, corrupção ativa, corrupção passiva e falsidade ideológica, o prefeito de Guapimirim, Renato Costa Mello Júnior, o Júnior do Posto, foi preso em ação da Delegacia de Repressão às Ações do Crime Organizado e Inquéritos Especiais (Draco-IE) que foi batizada como “Operação Intocáveis” e que contou com apoio de equipes da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) da Secretaria de Estado de Segurança (Seseg). Além dele, quatro vereadores, dois secretários do município e mais nove pessoas foram denunciadas por participação no esquema criminoso.

De acordo com as investigações, que duraram cerca de oito meses, o prefeito, o vereador Marcelo Prado Emerick, o Marcelo do Queijo (PPS), a ex-subsecretária de Governo e candidata à Prefeitura Ismeralda Rangel Garcia da Costa, e o Secretário de Administração, Governo e Habitação e Agricultura e Pecuária, Isaías da Silva Braga, formam a cúpula da quadrilha, acusada de criar empresas de fachada ou em nome de laranjas para vencer licitações, além de pagar um “mensalão” para alguns vereadores.

Ex-subsecretária de Governo e candidata à Prefeitura de Guapimirim, Ismeralda Rangel Garcia da Costa

Os agentes cumpriram quatro dos sete mandados de prisão expedidos pelo desembargador Luiz Noronha Dantas, da Sessão Criminal do Tribunal de Justiça. O diretor geral da Câmara Municipal de Guapimirim, Ivan Azevedo Valentino, o Ivan do Gazetão, Ramon Pereira da Costa Cardoso e Ronaldo Coelho Amorim, o Ronaldinho, estão foragidos. A pedido do MP, a Justiça determinou também o afastamento da função pública do prefeito, vereadores e secretários.

“A medida tem a intenção de evitar que, se valendo dos cargos, eles continuassem a comandar o esquema”, afirmou o Subprocurador-Geral de Justiça de Atribuição Originária Institucional e Judicial, Antônio José Campos Moreira, durante entrevista coletiva na sede do MP.

“Parabenizo o nosso Subprocurador-Geral Antônio José e os integrantes do Gaeco, que juntos com a Secretaria de Segurança do Estado e a Draco, conduziram muito bem as investigações, possibilitando que pudéssemos exercer nossas atribuições originárias em relação a agentes públicos que estavam usando o poder para desviar verba pública em prejuízo da sociedade. Essas investigações foram de muita qualidade e muito bem conduzidas. Tiveram início com o Procurador-Geral e o Subprocurador Antônio José, com apoio do GAECO, em razão das pessoas investigadas, e logo prosseguiram em parceria com a Secretaria de Segurança e a Draco, resultando na denúncia que oferecemos contra o prefeito de Guapimirim, vereadores e outras pessoas, demonstrando como é importante a integração entre MP e Polícia”, disse Procurador-Geral de Justiça, Cláudio Lopes.

Delegado fingiu ser policial corrupto
Para comprovar o esquema criminoso da quadrilha, em uma ação inédita, um delegado da Draco trabalhou durante quatro meses infiltrado no bando. Simulando ser um policial corrupto, disposto a aceitar propina para impedir investigação em torno do bando, Roberto Leão negociou com alguns dos denunciados por pelo menos oito vezes. O trabalho de infiltração foi autorizado pela Justiça e filmado por outros agentes da delegacia.

“Foi um método de investigação ousado e com técnicas inovadoras, que conseguiu mostrar nitidamente como essas pessoas se apropriavam do dinheiro público”, afirmou Antônio José.

Após encontros em churrascarias e lanchonetes, no dia 27 de julho, por volta das 18h20, em um posto de gasolina situado na Rodovia Rio-Teresópolis, Marcelo do Queijo e Isaías da Silva entregaram R$ 800 mil em espécie, divididos em sacos plásticos, a Leão.

Outra decisão importante da Justiça foi a suspensão das atividades econômicas das seis empresas do grupo citadas na denúncia. De acordo com o Subprocurador, até o término do processo, as empresas não podem firmar contratos ou movimentar quantias.

“É uma maneira de esvaziar as principais fontes de dinheiro da quadrilha”, ressaltou.

Vereador Marcelo Prado Emerick, o Marcelo do Queijo

Ainda segundo a denúncia, as empresas estão em nome de laranjas, principalmente parentes dos denunciados, e ganhavam todas as licitações realizadas na Prefeitura e na Câmara de Guapimirim. Um dos exemplos é a Transportadora Unidos de Guapi, que mantinha contratos referentes à locação de carros de passeio e caminhões. A firma era de fachada e usada para fraude de processos licitatórios, uma vez que os serviços supostamente prestados eram terceirizados, utilizando veículos de outras pessoas que não tinham contrato com o município. Carros particulares em nome dos acusados eram utilizados e custavam R$ 7 mil por mês aos cofres municipais.

O delegado Alexandre Capote, titular da Draco-IE, estima que a quadrilha agia desde 2005 e que tenha movimentado R$ 48 milhões neste período.

“Era um grupo bem articulado que se aproveitava do poder político para desviar dinheiro público”, declarou Capote.

Durante a “Operação Intocáveis” foram cumpridos 44 mandados de busca e apreensão na casa de alguns dos denunciados, na Prefeitura e na Câmara. Os policiais apreenderam documentos, joias avaliadas em R$ 1 milhão e R$ 200 mil em espécie, além de R$ 120 mil em cheques e três carros importados.

Vereador Alexandre Duarte de Carvalho

Com a apreensão dos documentos, o Subprocurador anunciou que haverá uma segunda fase da investigação, com o objetivo de fazer levantamento do patrimônio pessoal dos denunciados.

Vereador Marcel Rangel Garcia, o Marcel do Açougue

“Eles conseguiram R$ 800 mil em espécie muito rapidamente. Além disso, a casa de alguns dos imputados destoa completamente das demais da localidade”, explicou Antônio José.

Vereador Iram Moreno de Oliveira, o Iram da Serrana

Os denunciados que não tiveram a prisão decretada são: os vereadores Iram Moreno de Oliveira, o Iram da Serrana, 35 anos (PMDB); Marcel Rangel Garcia, o Marcel do Açougue, e Alexandre Duarte de Carvalho (PSC); o secretário Municipal de Turismo, Esporte e Lazer, Lenir de Resende Sobreira; além de Cleiton Cardoso da Silva; Glauci da Silva Soares Castro; Magali Nascimento da Silva; Jorge Freire da Silva e Maria Fabiana de Almeida Muniz de Oliveira, apontados como laranjas do esquema.

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Priscila Albuquerque Silva Veloso de Menezes, 33 anos

Moradora de Icaraí, na Zona Sul de Niterói, a assistente administrativa Priscila Albuquerque Silva Veloso de Menezes, 33 anos, pagou R$ 2 mil para que um criminoso de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, matasse seu marido, um capitão do Exército. Ela e seu comparsa, Jorge Luiz da Silva Pimentel, 36, foram presos nesta quarta-feira, dia 29 de agosto, por policiais da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da 77ª DP (Icaraí). Os dois foram indiciados por tentativa de homicídio qualificado.

O crime ocorreu na madrugada do dia 1º de julho. Depois de deixar a mulher e os filhos no edifício onde moram, na Rua Gavião Peixoto, o oficial do Exército foi guardar o carro no Edifício Garagem, na Rua Miguel de Frias, também em Icaraí. No local ele foi surpreendido pelo atirador, que vestia um paletó e usava touca ninja. Apesar de ter efetuado três disparos, o bandido acertou apenas um – na mão da vítima.

Jorge Luiz da Silva Pimentel, 36 anos

Policiais que chegaram ao local logo após o crime encontraram em uma lixeira dentro do edifício garagem um bilhete manuscrito com a placa do carro da vítima e o número de sua vaga, um martelo e um cavanhaque falso, além do paletó, da touca ninja e do revólver utilizado na tentativa de homicídio.

Através de investigações os policiais identificaram o autor dos disparos, que confessou na delegacia que havia sido contratado pela própria esposa da vítima. Os dois tiveram a prisão temporária decretada pela 3ª Vara Criminal de Niterói, após solicitação do delegado Mário Luiz da Silva, titular da 77ª DP.

De acordo com a Polícia, a intenção da acusada era receber o seguro de vida do marido, no valor de R$ 230 mil. Segundo os policiais, com a morte do capitão do Exército, ela ficaria com 75 % deste valor, além de receber uma pensão mensal de R$ 8,5 mil.

De posse dos mandados de prisão expedidos pela Justiça, os agentes da distrital surpreenderam os acusados em suas respectivas residências. Os dois foram presos e conduzidos à delegacia, sendo posteriormente transferidos para carceragens da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter), onde vão permanecer à disposição da Justiça.

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Rodrigo da Silva Caetano, o Motoboy

Pouco mais de um ano após o crime que ficou conhecido como “O Massacre da Serra Elétrica” na Favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, os seis envolvidos no episódio foram identificados por policiais da 21ª DP (Bonsucesso) e tiveram a prisão preventiva decretada pela 2ª Vara Criminal da Capital por homicídio triplamente qualificado.

Amabílio Gomes Filho, o Amabílio ou MB

Integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) e envolvidos com o tráfico de drogas na região, Rodrigo da Silva Caetano, o Motoboy, Amabílio Gomes Filho, o Amabílio ou MB, Israel de Oliveira Silva, o Flecha, Luiz Carlos Gonçalves de Souza, o LC, Jorge Ribeiro, o Bodinho, e Wallace Sales da Silva, o Tatajuba, são acusados de matar e esquartejar Wladimir Augusto Paz dos Santos, o Mimi Cara de Peixe, e considerados foragidos da Justiça.

Israel de Oliveira Silva, o Flecha

O crime ocorreu em julho de 2011 e foi determinado pelo Tribunal do Tráfico da Nova Holanda como punição a Mimi, que havia “pulado de facção” e saído do local para se juntar à quadrilha liderada pelo traficante Marcelo Santos das Dores, o Menor P, da facção rival Terceiro Comando Puro (TCP), na Favela Baixa do Sapateiro, também no Complexo da Maré.

Luiz Carlos Gonçalves de Souza, o LC

Após dois meses, ele resolveu voltar para seus antigos comparsas depois que perdeu o direito de andar armado porque usava drogas além do permitido. No entanto, não foi perdoado e acabou torturado e executado para servir de exemplo e “recado” a quem tivesse a intenção de copiar a atitude dele.

Wallace Sales da Silva, o Tatajuba

O crime foi registrado por câmeras e o vídeo da execução chegou a ser publicado no YouTube, sendo retirado após denúncias de conteúdo ofensivo. Fotos do corpo foram usadas para ilustrar funk. Um dos trechos da música diz: “O bonde tá pesado, se liga na minha idéia: traidor aqui não fica, vai pro massacre da serra elétrica” / “Sua cabeça já era, cortaram a sua cabeça, é o massacre da serra elétrica”.

O delegado José Pedro Costa da Silva, titular da 21ª DP, indiciou os seis por homicídio qualificado, violação e ocultação de cadáver – até hoje o corpo de Mimi não foi encontrado. Ele acredita que os membros do bandido tenham sido jogados na Baía de Guanabara ou queimados no “microondas” do tráfico.

Ao decretar a prisão dos acusados, o juiz Jorge Luiz Le Cocq D’Oliveira destacou: “Segundo o apurado, os acusados, indivíduos de altíssima periculosidade, comandam o tráfico de drogas na Favela Nova Holanda, cuja comunidade aterrorizam pelo poder bélico e pelos métodos brutais que utilizam. Desafiam permanentemente a autoridade constituída e se julgam acima da lei. Certos da impunidade, chegam ao ponto de exibir seus atos criminosos nas redes sociais da Internet”.

E o magistrado continua: “Aliás, a crueldade demonstrada no cometimento dos fatos descritos causa perplexidade até nos profissionais mais experientes dos órgãos de repressão penal”.

O juiz finaliza destacando que a liberdade dos acusados compromete a ordem pública: “é evidente que, dado o perfil dos imputados, somente com a efetivação da medida constritiva as testemunhas estranhas aos quadros de segurança – a população local, como é notório, vive absolutamente subjugada, tendo de respeitar a famigerada ´lei do silêncio´ – sentir-se-ão minimamente seguras para comparecer em juízo e depor, pelo que a segregação provisória igualmente atende à conveniência da instrução criminal”, enfatiza.

Abaixo, link para foto divulgada pelos traficantes para servir de exemplo.
Não abra se não quiser ver uma imagem forte.

Mimi esquartejado (IMAGEM FORTE)


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John Wayne Pereira Lopes, o Gordinho, 22 anos

Acusado pela Polícia de levar drogas da Favela Vila do João, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, para clientes no Cais do porto e no Mercado São Sebastião, o mototaxista John Wayne Pereira Lopes, o Gordinho, 22 anos, foi preso por policiais da 21ª DP (Bonsucesso). A prisão foi efetuada no dia 9 de agosto, após 45 dias de investigações.

O mototaxista comprava a droga dos criminosos da facção Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam o tráfico na região e as revendia principalmente para caminhoneiros. Além do valor do entorpecente, ele cobrava uma taxa de R$ 50 pelo serviço de entrega.

“Ele fazia uma média de 15 entregas por noite”, revelou um dos policiais que participou das investigações.

Para atrair clientes, Gordinho distribuía cartões de visitas com dados para contato e a frase: “Melhor cocaína do Rio”. No momento da prisão ele foi surpreendido vendendo 105 gramas de cocaína a um caminhoneiro, no Mercado São Sebastião, na Penha, na Zona Norte do Rio.

O caminhoneiro – que é do Espírito Santo – confirmou aos policiais que soube do serviço de entrega através de um cartão de visita entregue a ele durante uma manifestação realizada pela categoria. A área de cobertura do “Delivery do TCP” englobava a região da Penha, Cais do Porto, Baixada Fluminense e um posto de combustíveis na Linha Vermelha.

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Francisco Cordeiro Bezerra, o Chico, 43 anos

Acusado de ser o responsável por uma boca-de-fumo no asfalto, Francisco Cordeiro Bezerra, o Chico, 43 anos, foi preso por agentes da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da 77ª DP (Icaraí), na noite desta quarta-feira, dia 30 de maio. Ele foi surpreendido pelos policiais em frente ao Bar do Siri, na Rua Tavares de Macedo, em Icaraí, na Zona Sul de Niterói. Com ele foram encontrados 28 sacolés de cocaína.

Já na residência do acusado, na Rua Presidente Backer, também em Icaraí, os agentes encontraram uma pistola 9 milímetros e diversas munições de vários calibres, inclusive de fuzil, além de 68 pinos para acondicionamento de cocaína, coldres, três facas de combate, carregador, mira telescópica e outros acessórios e peças de fuzil. No local também havia revistas especializadas em montagem e manuseio de armas de fogo.

A prisão foi efetuada após dois meses de investigações, em continuidade à Operação “Ar Puro” – que tem como objetivo combater o tráfico de drogas no asfalto da Zona Sul de Niterói. O preso admitiu que comprava grande quantidade de drogas na Favela do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, e as embalava em sua própria casa.

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Um detalhe que poderia passar despercebido acabou originando uma investigação conjunta que terminou com a identificação de uma quadrilha que realiza assaltos na Região Oceânica de Niterói e na Zona Sul do Rio.

Wallace Ferreira da Silva Gomes, 19 anos

Ao notar que vítimas de roubos nas duas cidades descreviam um dos criminosos como um homem com seis dedos em uma das mãos, os delegados Gabriel Ferrando, titular da 81ª DP (Itaipu), e Fábio Barucke, titular da 15ª DP (Gávea), perceberam que os assaltos eram praticados pela mesma quadrilha.

Willian Ferreira da Silva Gomes, 19 anos

Após dois meses de investigações, os policiais das duas distritais conseguiram identificar sete dos assaltantes. Quatro dos integrantes do bando foram presos na manhã desta sexta-feira, dia 25 de maio, durante incursão na Favela do Jacarezinho, no Jacaré, na Zona Norte do Rio. A ação foi coordenada por equipes da 81ª DP e da 15ª DP, com apoio de policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de delegacias especializadas.

Leandro Floriano da Silva Regis

Batizada como Domus – nome dado às residências da nobreza romana – a operação ocorreu na localidade conhecida como Pica-Pau, onde quatro dos assaltantes foram surpreendidos com objetos das vítimas. Um menor de idade e dois maiores continuam sendo procurados.

Luiz Felipe da Silva Reis, o Macarrão, 23 anos

Todos possuem contra si mandados de prisão temporária e preventiva. Contra o menor também há um mandado de busca e apreensão. Todos os mandados são relacionados a 16 procedimentos instaurados nas duas unidades: 10 inquéritos na 81ª DP e seis na 15ª DP.

Jhonatan Deyvison Santos da Silva, o Be, 21 anos

Os presos foram identificados como os irmãos gêmeos Wallace Ferreira da Silva Gomes e Willian Ferreira da Silva Gomes – que completaram 19 anos hoje -, além de Denylson Nascimento dos Santos – que vai completar a mesma idade no próximo domingo, dia 27 – e Leandro Floriano da Silva Regis – que é primo do líder da quadrilha.

A Polícia continua as buscas ao líder da quadrilha, Luiz Felipe da Silva Reis, o Macarrão, 23, e aos seus comparsas, Jhonatan Deyvison Santos da Silva, o Be, 21, e a um menor de 17 anos de idade.

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Um dos donos do Estaleiro Chamon de Niterói Transportes Marítimos, o empresário Ricardo Maia de Almeia, 48 anos, foi denunciado pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver do seu então funcionário, o marinheiro-timoneiro Eduardo de Souza Francisco, 33. O crime ocorreu em outubro de 2009.

O acusado já foi candidato a vereador em Niterói pelo Partido Do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), na Coligação “Niterói Do Futuro” (PMDB/PTC/PSL). Na ocasião, declarou bens no valor de R$ 438 mil, sendo dois imóveis – um no Fonseca, na Zona Norte de Niterói, e outro no bairro Gebara, em Itaboraí – dois automóveis – um Ford F1000 Ano 93 e um Renault Megane Ano 2008 – e oito embarcações, além de aplicações nos bancos Real e Itaú.

Ricardo Maia de Almeida, 48 anos

Localizado na Travessa Doutor Mário Tinoco, na Ilha da Conceição, o Estaleiro Chamon é uma das empresas responsáveis pela queima de fogos nas praias de Icaraí e Copacabana, nas Zonas Sul de Niterói e do Rio, respectivamente.

O primo do empresário, Michell Mogica Barrada Chamon, e o soldado Renato José Alves de Sousa, lotado no 12º BPM (Niterói), também foram denunciados pelos mesmos crimes. O PM trabalhava no Grupamento de Policiamento em Áreas Especiais (GPAE) do Morro do Cavalão, em Icaraí, na Zona Sul de Niterói.

De acordo com a denúncia, subscrita pelo promotor Cláudio Calo, titular da 4ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal da 2ª Central de Inquéritos do MP, o dono do estaleiro, de forma preordenada, após planejar a execução de seu próprio funcionário, escalou a vítima para trabalhar no dia 26 de outubro, um domingo, justamente em razão do pouco movimento no estaleiro. Ele contou com a colaboração de seu primo e do PM, que foi o autor dos dois disparos na nuca da vítima.

Após a execução, os três, com a ajuda do funcionário e colega de trabalho da vítima, Francisco Carlos da Silva Costa, jogaram o corpo de Eduardo, sem o uniforme laranja da empresa, na Baía de Guanabara, amarrando um “peso” para que ele não fosse encontrado e ficasse submerso.

Porém, quatro dias depois, no dia 30 de outubro, o corpo apareceu na superfície em estado de decomposição, conforme demonstrado pelas provas periciais. O funcionário que foi cúmplice do trio foi denunciado pelo MP por ocultação de cadáver.

Segundo a Promotoria de Justiça , “o crime foi cometido por motivo fútil, em decorrência de uma suposição por parte do dono do estaleiro de que a vítima teria furtado uma peça de uma embarcação, e mediante recurso que impossibilitou qualquer defesa por parte da vítima”.

“O inquérito policial terminou com dois volumes, sem relatório da autoridade policial e com mais de 700 páginas de investigação, sendo que a complexidade do caso e a postura do dono do estaleiro retardaram a conclusão das investigações. Surpreendentemente, no dia da execução da vítima, as câmeras de vigilância não estavam funcionando. O controle de entrada e saída de funcionários do estaleiro também foi tumultuado, pois o controle eletrônico do ponto estava, coincidentemente, em manutenção no dia do crime”, explicou o promotor de Justiça Cláudio Calo.

“Para intimidar, a maioria dos funcionários ouvidos em sede policial foi acompanhada justamente pelo advogado contratado pelo dono do estaleiro. Se já não bastasse, Ricardo Maia compareceu ao sepultamento da vítima para confortar a mulher, tendo dito para ela que Eduardo teria saído do estaleiro no fatídico domingo para se encontrar com uma prostituta, a fim de despistar e tirar o foco das investigações”, ressaltou.

O crime de homicídio duplamente qualificado, além de ser hediondo, tem pena máxima de 30 anos de reclusão, enquanto que o crime de ocultação de cadáver tem pena máxima de três anos de detenção. A denúncia foi encaminhada à 3ª Vara Criminal de Niterói (Tribunal do Júri).

No dia 15 de novembro de 2009, policiais da 76ª DP (Centro de Niterói) realizaram buscas no estaleiro e na casa de Ricardo, no Fonseca, na Zona Norte de Niterói. No primeiro estabelecimento, foi encontrado um revólver calibre 38. Já no segundo endereço, os agentes apreenderam R$ 40 mil em espécie.

Major do Exército Maurício Ribeiro Dainese, 49 anos

A Polícia está investigando a denúncia de que traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) que controlam a venda de drogas na Zona Oeste do Rio decretaram o início da “caça a militares”. O último caso teria sido o do soldado da Polícia Militar Thiago Moraes Pontes, 29 anos, que morreu na última segunda-feira, dia 1º de agosto, após ser baleado na porta de casa, na Pirituba, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. O PM, que era lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Cidade de Deus, ainda foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, mas não resistiu.

Quatro dias antes, a primeira vítima teria sido o major do Exército Maurício Ribeiro Dainese, 49 anos. Lotado na 9ª Brigada de Infantaria Motorizada, o oficial foi visto pela última vez na quinta-feira, dia 28 de julho, na loja de conveniência de um posto de combustível na Rua Piraquara, um dos acessos à Favela Minha Deusa, também em Realengo. Usando uma jaqueta de couro, ele estava com sua moto, a Yamaha XT660 preta, placa KVH 6169, e carregava uma pistola 9 mm.

O desaparecimento do major foi registrado no dia 31 de julho na 30ª DP (Marechal Hermes), sob o número 04378/2011. Familiares do oficial denunciaram que o Exército não tomou qualquer providência para descobrir o paradeiro do oficial. Nesta terça-feira, dia 2 de agosto, policiais do 14º BPM (Bangu) realizaram operação para verificar uma denúncia de que o corpo do major estaria no interior da Favela Minha Deusa. Não houve troca de tiros durante a ação e nenhum corpo foi encontrado.

“O assassino do PM é o líder do tráfico na Vila Vintém e suspeitamos que também tenha envolvimento no sumiço do oficial do Exército”, afirmou o tenente-coronel Djalma Beltrami, comandante do 14º BPM.

O suspeito de envolvimento na morte do PM e no sumiço do major é conhecido como Perigo, integrante da ADA. Quem tiver qualquer informação que auxilie nas investigações policiais e ajude a Polícia a localizar e prender o bandido e encontrar o oficial do Exército pode ligar para o Disque-Denúncia, através do número 2253-1177. Não é preciso se identificar.

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Após a descoberta do esquema de não contestação das cerca de 200 ações trabalhistas movidas contra o Tamoio Futebol Clube – cujo objetivo, segundo as investigações, era levar as dependências e bens do clube a leilão –, policiais do Núcleo de Homicídios da 72ª DP (Mutuá) tentam identificar quem arrematou por R$ 660 mil o terreno do estacionamento da entidade, na última semana.

Esse foi o primeiro leilão ao qual o clube foi submetido e a verba será destinada ao pagamento da dívida trabalhista do irmão do ex-presidente da entidade. Como dezenas de outros processos que tramitam no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), esse também foi julgado à revelia (quando o réu não comparece ao tribunal para se defender) e iniciou a possível perda de um patrimônio de R$ 10 milhões do Tamoio, o que pode selar o fim de um dos clubes mais tradicionais do Estado.

As investigações têm como base o dossiê entregue ao Ministério Público pelo vice-presidente do clube, José Carlos Sant´anna, de 61 anos, executado a tiros no último dia 3 de março. Conforme o jornalista Gustavo Carvalho revelou com exclusividade, o objetivo da “máfia” que se instalou no Tamoio era adquirir as propriedades do clube por valores abaixo do mercado – através de compradores “laranjas” – e dividir parte do dinheiro entre os envolvidos na trama. Por trás do interesse no terreno de mais de 12 mil m², estaria a especulação imobiliária.

Crime – O vice-presidente do Tamoio Futebol Clube, José Carlos Sant´anna, 61 anos, foi executado com dois tiros quando saía das dependências da entidade, na Brasilândia, no dia 3 de março. O crime ocorreu por volta das 16h na Rua Moisés Mota. Três semanas após o crime, a Justiça decretou a prisão temporária do presidente do clube, Elias Vargas Cardoso e de seu segurança particular, Antônio Marcos Alves, 35.

De acordo com a Polícia, eles são suspeitos de participação na morte de Sant’anna. No dia 5 de abril, o advogado Lauro Caldeira Constantino, 59, diretor jurídico da agremiação, também foi preso sob acusação de participação no crime. Segundo os policiais, Caldeira responde por dois homicídios praticados em 1999. Ele é suspeito de envolvimento nas mortes de Marcos e Edma Valadão, presidente da Associação Brasileira de Enfermagem e presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Rio de Janeiro, respectivamente. Assim como Sant’anna, o casal denunciou um esquema de fraude e desvio de verba nas entidades em que Caldeira prestava assistência jurídica.

História – A crise que atingiu o Tamoio, fundado em novembro de 1917, refletiu na freqüência dos sócios do clube que já foi palco da abertura oficial do carnaval carioca com o famoso Concurso de Fantasias de Luxo, nas décadas de 60, 70 e 80, transmitido na TV em rede nacional. Atualmente, dos 25 mil associados, apenas 200 contribuem com a taxa de manutenção da entidade.

O evento carnavalesco contava com a participação de grandes artistas, como Wilza Carla, Evandro Castro Lima, Flávio Rocha, Clovis Bornay, o que tornou o Tamoio um dos mais tradicionais do Estado e conhecido em todo o país. A característica de clube estritamente familiar foi fundamental para atrair novos sócios a partir da década de 50, período do desenvolvimento industrial de São Gonçalo e surgimento da alta sociedade gonçalense, que contribuiu para o crescimento da entidade. Além da importância no carnaval carioca, o clube marcou sua história com a participação no campeonato carioca de futebol. Os tempos áureos do Tamoio também são lembrados com nostalgia pelos mais antigos pelos famosos bailes das Debutantes, da Terceira Idade e da Flaponte.

Testemunha dos tempos de glória do Tamoio, o deputado estadual gonçalense José Luiz Nanci traz na memória os anos dourados do clube. Tamoiense de coração, como ele mesmo se define, até hoje ele frequenta o clube e torce pela reestruturação da entidade. Aliás, a história do Tamoio se confunde com a da sua própria família. Seu tio, Thomaz Nanci Júnior, de 71 anos, se emociona ao recordar do surgimento do clube, o qual ele atuou na diretoria de 1960 a 1990, sendo como presidente no período de 86 a 90.

“Vejo essa nova fase do clube com muita tristeza. Foi um patrimônio tão difícil para se conquistar e hoje o vemos nas mãos de pessoas sem nenhum compromisso”, lamenta.

Não há como falar em Clube Tamoio sem citar os criadores daquele espaço: Aécio Nanci (ex-prefeito de São Gonçalo), Thomaz Nanci (pai do ex-presidente do Tamoio), Ismael Branco, Alberto Jardim da Mota e capitão Belarmino de Mattos.

Deputado estadual José Luiz Nanci

Ao recordar a juventude, José Luiz Nanci, hoje com 58 anos, destaca o quão importante foi o Tamoio na sociedade gonçalense, durante décadas.

“Além de ser o point do verão naquela época, o clube também oferecia diversas opções na área do esporte. Tinha basquete, futebol, vôlei, entre outros. Todos os eventos realizados lá eram um sucesso e bastante concorridos, porque todo mundo queria fazer parte”, lembra o deputado.

De acordo com Nanci, a festa de Réveillon reunia quase 20 mil pessoas nas dependências do clube.

“Era um momento muito bom para as famílias da cidade, porque muitos já estavam morando fora daqui, por estudo, trabalho, e era nesta ocasião que retornavam para visitar os pais e amigos”, recorda José Luiz Nanci.

Tentativa de reerguer o clube – Após Elias renunciar à presidência do clube, na última semana, o cargo e o desafio de tentar reerguer o Tamoio foi assumido por Ivo Manuel de Santana. Ele afirma que o principal objetivo de sua gestão é tentar refazer o quadro social do clube através do resgate das famílias. Para isso, entretanto, o departamento jurídico da entidade terá que tentar reverter as sentenças indenizatórias que podem levar outros terrenos do clube a leilão.

“Essas ações foram fraudulentas, pois foram julgadas sem contestação dos antigos gestores. Todos os processos serão avaliados, pediremos a anulação de alguns deles e o embargo dos leilões. Vamos pagar apenas o que for justo, pois não podemos deixar que acabem com o patrimônio de um clube histórico”, concluiu o advogado Lamar Cidaco, atual diretor jurídico do clube.

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