Jhonatan da Conceição, o Rajadão, 20 anos

Exatamente sete dias após sair da cadeia, é para lá que Jhonatan da Conceição, o Rajadão, 20 anos, vai voltar. Armado com uma pistola 9mm, ele foi surpreendido por policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAT) e do Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) do 27º BPM (Santa Cruz) que realizavam incursão de rotina na Favela do Aço, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio.

Jony Passos da Silva, 28 anos

Acompanhado por outros três suspeitos, Rajadão ainda correu tentando fugir e se escondeu em uma residência na Rua São Gomário, mas acabou sendo alcançado e detido. Um de seus comparsas, identificado como Jony Passos da Silva, 28, que também portava uma pistola 9mm, foi preso junto com ele. Os dois foram conduzidos à 36ª DP (Santa Cruz).

lmd_source=”24560515″;
lmd_si=”33505537″;
lmd_pu=”22478543″;
lmd_c=”BR”;
lmd_wi=”300″;
lmd_he=”250″;

Carla Batista, a Carla Perigosa, 34 anos

Não durou muito a liberdade para Carla Batista, a Carla Perigosa, 34 anos. Condenada em 2003 a sete anos e seis meses de prisão por assalto à mão armada, ela voltou para a cadeia na madrugada desta quinta-feira, dia 30 de agosto, ao ser surpreendida por policiais da 81ª DP (Itaipu) transportando uma pedra de meio quilo de crack. Desta vez, Carla Perigosa acabou autuada por tráfico de drogas.

Os agentes realizavam operação para combater o roubo de veículos na Região Oceânica de Niterói, quando a avistaram no interior de um coletivo que passava pela barreira montada, na Estrada Francisco da Cruz Nunes. Ao ser revistada, os policiais encontraram com ela o entorpecente.

Reconhecida pelos policiais por já ter sido alvo de investigações daquela delegacia pelos crimes de roubo, homicídio, formação de quadrilha e ocultação de cadáver, Carla Perigosa ficou conhecida por ter participado de um “tribunal do tráfico” que condenou à morte uma mulher na Favela do Jacaré, em Piratininga. Após ser torturada, a vítima foi executada com um tiro de escopeta no rosto.

“Tiramos das ruas uma criminosa de alta periculosidade”, ressaltou o delegado Gabriel Ferrando, titular da 81ª DP.

lmd_source=”24557754″;
lmd_si=”33505537″;
lmd_pu=”22478543″;
lmd_c=”BR”;
lmd_wi=”300″;
lmd_he=”250″;

Dois anos após receberem a “Medalha de Fidelidade” da Chefia de Polícia Civil, o delegado Carlos Alberto Quelotti Villar e o inspetor Edmundo De Simone foram denunciados por formação de quadrilha armada, concussão e corrupção passiva. Além deles, outros cinco inspetores e um homem que fingia ser policial – e que também foi denunciado por usurpação de função pública – foram presos em ação da Corregedoria Interna de Polícia Civil (Coinpol), com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, dia 30 de agosto.

No dia 29 de outubro de 2010, durante solenidade em comemoração ao Dia do Policial Civil, o então chefe da instituição, Allan Turnowski, entregou 160 medalhas de Honra, Fidelidade e Devotamento, na Academia de Polícia Sylvio Terra (Acadepol). Entre os agraciados no evento, destinado àqueles policiais civis que se destacam pela eficiência demonstrada em seu trabalho, o delegado e seu chefe do Setor de Investigações (SI), agora acusados de exigir dinheiro de comerciantes e prestadores de serviço de Magé, na Baixada Fluminense.

A “Medalha Fidelidade” é destinada aos policiais que demonstraram em serviço o apresso e a confiança de seus superiores, da população e do Governo, por atos de fidelidade ao interesse público e a lei. Em 2009, o inspetor De Simone também havia sido homenageado, recebendo a “Medalha Honra” – outorgada aos policiais que se destacaram no serviço de suas funções por comportamento irrepreensível e notório.

Delegado Carlos Alberto Quelotti Villar

Ele e os agentes presos eram lotados na 66ª DP (Piabetá) e, de acordo com as investigações, teriam começado a cobrança de propinas em fevereiro do ano passado, depois que o inspetor João Paulo Nascimento, o Paulão, ao ser transferido da delegacia, repassou a eles o esquema. De acordo com a denúncia, que teve por base inquérito policial conduzido pela Coinpol, o delegado chefiava as ações dando ordens aos seus subordinados, identificados como Renato De Simone, o Renatinho – que estava na Polícia há 18 anos, era irmão de Eduardo e morreu em maio, aos 40 anos, em acidente de carro -, Lucimar de Souza, Adilson de Freitas Silva e Gustavo de Azeredo Lima.

Além disso, o civil Heldongil Azevedo Aleixo, conhecido como Cigano, tinha livre acesso às dependências da delegacia e agia como se fosse policial, utilizando inclusive armas de fogo. Ainda segundo as investigações, na divisão de tarefas do grupo, Renato e Edmundo, lotados no SI, atuavam como homens de confiança do delegado, sendo responsáveis pela operacionalização do esquema de corrupção.

O único do bando a manter contato pessoal com as vítimas era Cigano, que inclusive utilizava armas para intimidá-las e cobrava as propinas mensalmente, com valores que variavam entre R$ 100 e R$ 400. Proprietários de ferros-velhos; depósitos de gás, lan houses e mototaxistas eram os alvos preferidos dos policiais.

O corregedor Interno da PCERJ, delegado Gilson Emiliano, declarou que os policiais responderão processo disciplinar, cuja pena pode ser a demissão. Todos os envolvidos foram presos em suas residências, em cumprimento a mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça, e encaminhados para o presídio Bangu 8.

lmd_source=”24556967″;
lmd_si=”33505537″;
lmd_pu=”22478543″;
lmd_c=”BR”;
lmd_wi=”300″;
lmd_he=”250″;

Três policiais militares – sendo um oficial – e um inspetor da Polícia Civil foram denunciados pela 1ª Central de Inquéritos do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro por exploração ilegal de jogo de azar, formação de quadrilha, corrupção passiva e ativa e violação de sigilo funcional. Além deles, outras 31 pessoas são suspeitas de integrar um grupo que explora o jogo do bicho na região central da cidade do Rio.

Em operação batizada como “Catedral”, policiais da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas e Inquéritos Especiais (Draco-IE) foram às ruas para cumprir 24 mandados de prisão e 30 de busca e apreensão, nesta quarta-feira, dia 29 de agosto. A denúncia, distribuída à 33ª Vara Criminal da Comarca do Rio de Janeiro, é subscrita pelos promotores de Justiça Homero das Neves Freitas Filho, Alexandre Murilo Graça e Márcio Jose Nobre de Almeida.

Evandro Machado dos Santos, o Bedeu

Entre os denunciados estão Evandro Machado dos Santos, o Bedeu, apontado como líder da quadrilha; seu filho, Alessandro Ferreira dos Santos; o capitão da Polícia Militar Anderson Luiz de Souza – chefe do Serviço de Inteligência (P-2) do 5º BPM (Praça da Harmonia); e os sargentos da PM Marcos Aurélio das Chagas e Marcos André dos Santos – lotados na Supervisão de Graduados da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro da Providência; além do inspetor Weber Santos de Oliveira – chefe do Setor de Investigações da 4ª DP (Central do Brasil).

“Estes denunciados formaram uma organização voltada para a exploração ilegal de jogo de azar não autorizado conhecido como ‘jogo do bicho’, atuando nas áreas dos bairros da Central do Brasil, da Gamboa, da Saúde e parte de São Cristovão. Para a realização da atividade ilegal do jogo, a organização atua corrompendo agentes públicos, em especial policiais civis e militares, para que estes não realizem seu dever de ofício, ou seja, a repressão ao ‘jogo do bicho’. Além disso, a organização conta com diversos integrantes, que, sem autorização legal ou regulamentar, usam armas de fogo para exercer a segurança dos chefes e dos ‘pontos do jogo do bicho’, bem como dar proteção ao transporte dos valores arrecadados com o jogo e que se destinam ao pagamento da corrupção”, narra trecho da denúncia.

O grupo, de acordo com as investigações da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria Estadual de Segurança Pública e do monitoramento dos terminais telefônicos narrados na denúncia, efetuava pagamentos mensais e em dinheiro para a 4ª DP, para a 17ª DP (São Cristóvão) e para o 5º BPM.

Enquanto o policial civil é acusado de receber R$ 15 mil por mês, o capitão receberia R$ 9 mil. Já os praças da PM recebiam menos: enquanto o sargento Chagas recebia R$ 600, o valor pago para que o sargento André também fizesse “vista grossa” era de R$ 300. Ainda segundo as investigações – iniciadas há sete meses – o faturamento mensal da quadrilha seria de R$ 170 mil e R$ 30 mil seriam destinados ao pagamento de propinas a policiais civis e militares.

“Apurou-se, ainda, que os pontos situados na área da Unidade de Polícia Pacificadora do Morro da Providência recebiam um pagamento semanal, para que a atividade ilegal não fosse reprimida. Durante a interceptação telefônica efetuada, os denunciados foram flagrados na realização da logística não só do jogo de azar, bem como em ações que visavam arregimentar e corromper funcionários públicos (policiais civis e militares) de forma a não existir repressão a atividade contravencional. Inclusive, em quatro oportunidades, com as informações do monitoramento telefônico, seguiram a cadeia de comando da organização criminosa, conseguindo flagrar o momento em que o dinheiro da propina era entregue ao agente público”, relata a denúncia.

lmd_source=”24551852″;
lmd_si=”33505537″;
lmd_pu=”22478543″;
lmd_c=”BR”;
lmd_wi=”300″;
lmd_he=”250″;

Priscila Albuquerque Silva Veloso de Menezes, 33 anos

Moradora de Icaraí, na Zona Sul de Niterói, a assistente administrativa Priscila Albuquerque Silva Veloso de Menezes, 33 anos, pagou R$ 2 mil para que um criminoso de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, matasse seu marido, um capitão do Exército. Ela e seu comparsa, Jorge Luiz da Silva Pimentel, 36, foram presos nesta quarta-feira, dia 29 de agosto, por policiais da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da 77ª DP (Icaraí). Os dois foram indiciados por tentativa de homicídio qualificado.

O crime ocorreu na madrugada do dia 1º de julho. Depois de deixar a mulher e os filhos no edifício onde moram, na Rua Gavião Peixoto, o oficial do Exército foi guardar o carro no Edifício Garagem, na Rua Miguel de Frias, também em Icaraí. No local ele foi surpreendido pelo atirador, que vestia um paletó e usava touca ninja. Apesar de ter efetuado três disparos, o bandido acertou apenas um – na mão da vítima.

Jorge Luiz da Silva Pimentel, 36 anos

Policiais que chegaram ao local logo após o crime encontraram em uma lixeira dentro do edifício garagem um bilhete manuscrito com a placa do carro da vítima e o número de sua vaga, um martelo e um cavanhaque falso, além do paletó, da touca ninja e do revólver utilizado na tentativa de homicídio.

Através de investigações os policiais identificaram o autor dos disparos, que confessou na delegacia que havia sido contratado pela própria esposa da vítima. Os dois tiveram a prisão temporária decretada pela 3ª Vara Criminal de Niterói, após solicitação do delegado Mário Luiz da Silva, titular da 77ª DP.

De acordo com a Polícia, a intenção da acusada era receber o seguro de vida do marido, no valor de R$ 230 mil. Segundo os policiais, com a morte do capitão do Exército, ela ficaria com 75 % deste valor, além de receber uma pensão mensal de R$ 8,5 mil.

De posse dos mandados de prisão expedidos pela Justiça, os agentes da distrital surpreenderam os acusados em suas respectivas residências. Os dois foram presos e conduzidos à delegacia, sendo posteriormente transferidos para carceragens da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter), onde vão permanecer à disposição da Justiça.

lmd_source=”24551697″;
lmd_si=”33505537″;
lmd_pu=”22478543″;
lmd_c=”BR”;
lmd_wi=”300″;
lmd_he=”250″;

Rodrigo da Silva Caetano, o Motoboy

Pouco mais de um ano após o crime que ficou conhecido como “O Massacre da Serra Elétrica” na Favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, os seis envolvidos no episódio foram identificados por policiais da 21ª DP (Bonsucesso) e tiveram a prisão preventiva decretada pela 2ª Vara Criminal da Capital por homicídio triplamente qualificado.

Amabílio Gomes Filho, o Amabílio ou MB

Integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) e envolvidos com o tráfico de drogas na região, Rodrigo da Silva Caetano, o Motoboy, Amabílio Gomes Filho, o Amabílio ou MB, Israel de Oliveira Silva, o Flecha, Luiz Carlos Gonçalves de Souza, o LC, Jorge Ribeiro, o Bodinho, e Wallace Sales da Silva, o Tatajuba, são acusados de matar e esquartejar Wladimir Augusto Paz dos Santos, o Mimi Cara de Peixe, e considerados foragidos da Justiça.

Israel de Oliveira Silva, o Flecha

O crime ocorreu em julho de 2011 e foi determinado pelo Tribunal do Tráfico da Nova Holanda como punição a Mimi, que havia “pulado de facção” e saído do local para se juntar à quadrilha liderada pelo traficante Marcelo Santos das Dores, o Menor P, da facção rival Terceiro Comando Puro (TCP), na Favela Baixa do Sapateiro, também no Complexo da Maré.

Luiz Carlos Gonçalves de Souza, o LC

Após dois meses, ele resolveu voltar para seus antigos comparsas depois que perdeu o direito de andar armado porque usava drogas além do permitido. No entanto, não foi perdoado e acabou torturado e executado para servir de exemplo e “recado” a quem tivesse a intenção de copiar a atitude dele.

Wallace Sales da Silva, o Tatajuba

O crime foi registrado por câmeras e o vídeo da execução chegou a ser publicado no YouTube, sendo retirado após denúncias de conteúdo ofensivo. Fotos do corpo foram usadas para ilustrar funk. Um dos trechos da música diz: “O bonde tá pesado, se liga na minha idéia: traidor aqui não fica, vai pro massacre da serra elétrica” / “Sua cabeça já era, cortaram a sua cabeça, é o massacre da serra elétrica”.

O delegado José Pedro Costa da Silva, titular da 21ª DP, indiciou os seis por homicídio qualificado, violação e ocultação de cadáver – até hoje o corpo de Mimi não foi encontrado. Ele acredita que os membros do bandido tenham sido jogados na Baía de Guanabara ou queimados no “microondas” do tráfico.

Ao decretar a prisão dos acusados, o juiz Jorge Luiz Le Cocq D’Oliveira destacou: “Segundo o apurado, os acusados, indivíduos de altíssima periculosidade, comandam o tráfico de drogas na Favela Nova Holanda, cuja comunidade aterrorizam pelo poder bélico e pelos métodos brutais que utilizam. Desafiam permanentemente a autoridade constituída e se julgam acima da lei. Certos da impunidade, chegam ao ponto de exibir seus atos criminosos nas redes sociais da Internet”.

E o magistrado continua: “Aliás, a crueldade demonstrada no cometimento dos fatos descritos causa perplexidade até nos profissionais mais experientes dos órgãos de repressão penal”.

O juiz finaliza destacando que a liberdade dos acusados compromete a ordem pública: “é evidente que, dado o perfil dos imputados, somente com a efetivação da medida constritiva as testemunhas estranhas aos quadros de segurança – a população local, como é notório, vive absolutamente subjugada, tendo de respeitar a famigerada ´lei do silêncio´ – sentir-se-ão minimamente seguras para comparecer em juízo e depor, pelo que a segregação provisória igualmente atende à conveniência da instrução criminal”, enfatiza.

Abaixo, link para foto divulgada pelos traficantes para servir de exemplo.
Não abra se não quiser ver uma imagem forte.

Mimi esquartejado (IMAGEM FORTE)


//

John Wayne Pereira Lopes, o Gordinho, 22 anos

Acusado pela Polícia de levar drogas da Favela Vila do João, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, para clientes no Cais do porto e no Mercado São Sebastião, o mototaxista John Wayne Pereira Lopes, o Gordinho, 22 anos, foi preso por policiais da 21ª DP (Bonsucesso). A prisão foi efetuada no dia 9 de agosto, após 45 dias de investigações.

O mototaxista comprava a droga dos criminosos da facção Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam o tráfico na região e as revendia principalmente para caminhoneiros. Além do valor do entorpecente, ele cobrava uma taxa de R$ 50 pelo serviço de entrega.

“Ele fazia uma média de 15 entregas por noite”, revelou um dos policiais que participou das investigações.

Para atrair clientes, Gordinho distribuía cartões de visitas com dados para contato e a frase: “Melhor cocaína do Rio”. No momento da prisão ele foi surpreendido vendendo 105 gramas de cocaína a um caminhoneiro, no Mercado São Sebastião, na Penha, na Zona Norte do Rio.

O caminhoneiro – que é do Espírito Santo – confirmou aos policiais que soube do serviço de entrega através de um cartão de visita entregue a ele durante uma manifestação realizada pela categoria. A área de cobertura do “Delivery do TCP” englobava a região da Penha, Cais do Porto, Baixada Fluminense e um posto de combustíveis na Linha Vermelha.

lmd_source=”24537751″;
lmd_si=”33505537″;
lmd_pu=”22478543″;
lmd_c=”BR”;
lmd_wi=”300″;
lmd_he=”250″;

Juliano Tarrago da Rocha, 38 anos

Acusado pela Polícia de abusar da própria enteada por quatro anos, o segurança Juliano Tarrago da Rocha, 38 anos, foi preso por agentes da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV) quando levava seu cachorro ao veterinário, na manhã desta terça-feira, dia 31 de julho. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva por estupro de vulnerável pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Bangu.

O delegado Marcello Braga Maia, titular da especializada, revelou que a vítima – hoje com 16 anos – era molestada desde os 12 na residência em que morava com a mãe, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. Além disso, a menor ainda era obrigada a assistir filmes eróticos pelo padastro, que tinha o costume de acessar sites pornográficos.

Considerado violento pelos vizinhos, o segurança era visto armado e portando arma de choque. Ele foi encaminhado para a carceragem da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter), onde vai permanecer à disposição da Justiça.

lmd_source=”24343463″;
lmd_si=”33505537″;
lmd_pu=”22478543″;
lmd_c=”BR”;
lmd_wi=”468″;
lmd_he=”60″;

Mais de 10 policiais baleados por mês. Esta é a média do Rio de Janeiro, que de janeiro a julho registrou 9 policiais civis e 64 militares atingidos por tiros em vários municípios do Estado. Dos 73 feridos, 41 morreram. Do total de baleados, 27 estavam de serviço e 5 eram PMs reformados.

O caso de maior repercussão e mais recente foi o da soldado Fabiana Aparecida de Souza, que morreu na noite do último dia 23 de julho, aos 30 anos de idade, após ser baleada em frente à Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Nova Brasília, onde era lotada. No entanto, ela não foi a única policial que trabalhava no Complexo do Alemão a perder a vida.

Horas antes, na manhã daquela segunda-feira, o corpo do cabo Márcio Machado Melo, 29, foi encontrado em um valão na Favela Joana D’Arc, em Barros Filho, também na Zona Norte do Rio. O PM – lotado no Batalhão de Campanha do Complexo do Alemão – teve uma das orelhas arrancadas e apresentava marcas de tiros e sinais de tortura.

Na semana anterior, no dia 20 de julho, o corpo do soldado Francisco de Assis Rufino, 31, foi encontrado em um matagal a cerca de quatro quilômetros de distância de sua residência, no bairro Cabuçu, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O PM – lotado na UPP da Fazendinha – foi abordado por homens armados no momento em que chegava do trabalho e manobrava o carro na porta de casa. Um dos bandidos assumiu a direção do veículo. Os criminosos fugiram levando o automóvel, a arma e os pertences do PM. De acordo com peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), havia três marcas de tiros no rosto do soldado.

O último caso registrado no mês de julho foi o do soldado Ricardo Cardoso Batista, 34. Lotado no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), ele foi baleado ao reagir a uma tentativa de assalto, na Avenida Brasil, na altura da Penha, na Zona Norte do Rio. O PM seguia de moto, pelo sentido Centro da via, acompanhado pela mulher, quando foi abordado por assaltantes. Atingido no pescoço, ele corre o risco de ficar tetraplégico.

Se a média permanecer, o ano de 2012 irá ultrapassar o de 2011, que terminou com 128 policiais baleados no Estado do Rio de Janeiro. Destes, 43 estavam de serviço, 10 eram policiais militares reformados e 1 da reserva. No total foram 108 PMs, 18 policiais civis, 1 policial federal e 1 agente da PRF baleados, sendo que 59 morreram.

Veja os números completos:
Estatística de Policiais Mortos e Baleados em 2012


//

Os grupos Nosso Sentimento e A Cor do Samba e os Mestres de Cerimônia (MCs) Max e Robert serão investigados pela 21ª DP (Bonsucesso) por associação ao tráfico. Os nomes dos artistas estavam no abadá da “Vai Quem Quer Folia” – evento que seria realizado neste final-de-semana na Favela Vai Quem Quer, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

A roupa foi apreendida durante a prisão de Vânio Avelino Diogo, o Leite Ninho, 36 anos. Preso em flagrante na madrugada deste sábado, dia 21 de julho, por receptação e uso de documento falso, Leite Ninho já possuía dois mandados de prisão expedidos pela Justiça. Ele é apontado pela Polícia como chefe do tráfico na Favela Vai Quem Quer e um dos braços direitos do traficante Marcelo Fernando Pinheiro Veiga, o Marcelo Piloto – que controla o tráfico na Favela do Mandela, no Complexo de Manguinhos, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio.

Vânio Avelino Diogo, o Leite Ninho, 36 anos

Ele também teria ligação com outros líderes da facção criminosa Comando Vermelho (CV), como Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco, 46; José Benemário de Araújo, o Mandela ou Coroa; e Márcio Batista da Silva, o Dinho Porquinho.

Vânio Avelino Diogo, o Leite Ninho, 36 anos

Monitorado já há três meses pelos agentes, Leite Ninho foi surpreendido no momento em que deixava a Favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, dirigindo um caminhão roubado que transportava 2.500 latas de cerveja. A bebida estaria sendo levada para a festa. Considerado foragido da Justiça, Leite Ninho já havia sido condenado a 25 anos de prisão por latrocínio (roubo seguido de morte), em 1995. Ele chegou a cumprir 13 anos da pena. Em 2008, conseguiu o direito ao benefício de Visita Periódica ao Lar, saiu para visitar a família e não voltou.

lmd_source=”24268299″;
lmd_si=”33505537″;
lmd_pu=”22478543″;
lmd_c=”BR”;
lmd_wi=”300″;
lmd_he=”250″;

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.