Priscila Albuquerque Silva Veloso de Menezes, 33 anos

Moradora de Icaraí, na Zona Sul de Niterói, a assistente administrativa Priscila Albuquerque Silva Veloso de Menezes, 33 anos, pagou R$ 2 mil para que um criminoso de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, matasse seu marido, um capitão do Exército. Ela e seu comparsa, Jorge Luiz da Silva Pimentel, 36, foram presos nesta quarta-feira, dia 29 de agosto, por policiais da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da 77ª DP (Icaraí). Os dois foram indiciados por tentativa de homicídio qualificado.

O crime ocorreu na madrugada do dia 1º de julho. Depois de deixar a mulher e os filhos no edifício onde moram, na Rua Gavião Peixoto, o oficial do Exército foi guardar o carro no Edifício Garagem, na Rua Miguel de Frias, também em Icaraí. No local ele foi surpreendido pelo atirador, que vestia um paletó e usava touca ninja. Apesar de ter efetuado três disparos, o bandido acertou apenas um – na mão da vítima.

Jorge Luiz da Silva Pimentel, 36 anos

Policiais que chegaram ao local logo após o crime encontraram em uma lixeira dentro do edifício garagem um bilhete manuscrito com a placa do carro da vítima e o número de sua vaga, um martelo e um cavanhaque falso, além do paletó, da touca ninja e do revólver utilizado na tentativa de homicídio.

Através de investigações os policiais identificaram o autor dos disparos, que confessou na delegacia que havia sido contratado pela própria esposa da vítima. Os dois tiveram a prisão temporária decretada pela 3ª Vara Criminal de Niterói, após solicitação do delegado Mário Luiz da Silva, titular da 77ª DP.

De acordo com a Polícia, a intenção da acusada era receber o seguro de vida do marido, no valor de R$ 230 mil. Segundo os policiais, com a morte do capitão do Exército, ela ficaria com 75 % deste valor, além de receber uma pensão mensal de R$ 8,5 mil.

De posse dos mandados de prisão expedidos pela Justiça, os agentes da distrital surpreenderam os acusados em suas respectivas residências. Os dois foram presos e conduzidos à delegacia, sendo posteriormente transferidos para carceragens da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter), onde vão permanecer à disposição da Justiça.

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Rodrigo da Silva Caetano, o Motoboy

Pouco mais de um ano após o crime que ficou conhecido como “O Massacre da Serra Elétrica” na Favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, os seis envolvidos no episódio foram identificados por policiais da 21ª DP (Bonsucesso) e tiveram a prisão preventiva decretada pela 2ª Vara Criminal da Capital por homicídio triplamente qualificado.

Amabílio Gomes Filho, o Amabílio ou MB

Integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) e envolvidos com o tráfico de drogas na região, Rodrigo da Silva Caetano, o Motoboy, Amabílio Gomes Filho, o Amabílio ou MB, Israel de Oliveira Silva, o Flecha, Luiz Carlos Gonçalves de Souza, o LC, Jorge Ribeiro, o Bodinho, e Wallace Sales da Silva, o Tatajuba, são acusados de matar e esquartejar Wladimir Augusto Paz dos Santos, o Mimi Cara de Peixe, e considerados foragidos da Justiça.

Israel de Oliveira Silva, o Flecha

O crime ocorreu em julho de 2011 e foi determinado pelo Tribunal do Tráfico da Nova Holanda como punição a Mimi, que havia “pulado de facção” e saído do local para se juntar à quadrilha liderada pelo traficante Marcelo Santos das Dores, o Menor P, da facção rival Terceiro Comando Puro (TCP), na Favela Baixa do Sapateiro, também no Complexo da Maré.

Luiz Carlos Gonçalves de Souza, o LC

Após dois meses, ele resolveu voltar para seus antigos comparsas depois que perdeu o direito de andar armado porque usava drogas além do permitido. No entanto, não foi perdoado e acabou torturado e executado para servir de exemplo e “recado” a quem tivesse a intenção de copiar a atitude dele.

Wallace Sales da Silva, o Tatajuba

O crime foi registrado por câmeras e o vídeo da execução chegou a ser publicado no YouTube, sendo retirado após denúncias de conteúdo ofensivo. Fotos do corpo foram usadas para ilustrar funk. Um dos trechos da música diz: “O bonde tá pesado, se liga na minha idéia: traidor aqui não fica, vai pro massacre da serra elétrica” / “Sua cabeça já era, cortaram a sua cabeça, é o massacre da serra elétrica”.

O delegado José Pedro Costa da Silva, titular da 21ª DP, indiciou os seis por homicídio qualificado, violação e ocultação de cadáver – até hoje o corpo de Mimi não foi encontrado. Ele acredita que os membros do bandido tenham sido jogados na Baía de Guanabara ou queimados no “microondas” do tráfico.

Ao decretar a prisão dos acusados, o juiz Jorge Luiz Le Cocq D’Oliveira destacou: “Segundo o apurado, os acusados, indivíduos de altíssima periculosidade, comandam o tráfico de drogas na Favela Nova Holanda, cuja comunidade aterrorizam pelo poder bélico e pelos métodos brutais que utilizam. Desafiam permanentemente a autoridade constituída e se julgam acima da lei. Certos da impunidade, chegam ao ponto de exibir seus atos criminosos nas redes sociais da Internet”.

E o magistrado continua: “Aliás, a crueldade demonstrada no cometimento dos fatos descritos causa perplexidade até nos profissionais mais experientes dos órgãos de repressão penal”.

O juiz finaliza destacando que a liberdade dos acusados compromete a ordem pública: “é evidente que, dado o perfil dos imputados, somente com a efetivação da medida constritiva as testemunhas estranhas aos quadros de segurança – a população local, como é notório, vive absolutamente subjugada, tendo de respeitar a famigerada ´lei do silêncio´ – sentir-se-ão minimamente seguras para comparecer em juízo e depor, pelo que a segregação provisória igualmente atende à conveniência da instrução criminal”, enfatiza.

Abaixo, link para foto divulgada pelos traficantes para servir de exemplo.
Não abra se não quiser ver uma imagem forte.

Mimi esquartejado (IMAGEM FORTE)


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John Wayne Pereira Lopes, o Gordinho, 22 anos

Acusado pela Polícia de levar drogas da Favela Vila do João, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, para clientes no Cais do porto e no Mercado São Sebastião, o mototaxista John Wayne Pereira Lopes, o Gordinho, 22 anos, foi preso por policiais da 21ª DP (Bonsucesso). A prisão foi efetuada no dia 9 de agosto, após 45 dias de investigações.

O mototaxista comprava a droga dos criminosos da facção Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam o tráfico na região e as revendia principalmente para caminhoneiros. Além do valor do entorpecente, ele cobrava uma taxa de R$ 50 pelo serviço de entrega.

“Ele fazia uma média de 15 entregas por noite”, revelou um dos policiais que participou das investigações.

Para atrair clientes, Gordinho distribuía cartões de visitas com dados para contato e a frase: “Melhor cocaína do Rio”. No momento da prisão ele foi surpreendido vendendo 105 gramas de cocaína a um caminhoneiro, no Mercado São Sebastião, na Penha, na Zona Norte do Rio.

O caminhoneiro – que é do Espírito Santo – confirmou aos policiais que soube do serviço de entrega através de um cartão de visita entregue a ele durante uma manifestação realizada pela categoria. A área de cobertura do “Delivery do TCP” englobava a região da Penha, Cais do Porto, Baixada Fluminense e um posto de combustíveis na Linha Vermelha.

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Juliano Tarrago da Rocha, 38 anos

Acusado pela Polícia de abusar da própria enteada por quatro anos, o segurança Juliano Tarrago da Rocha, 38 anos, foi preso por agentes da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV) quando levava seu cachorro ao veterinário, na manhã desta terça-feira, dia 31 de julho. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva por estupro de vulnerável pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Bangu.

O delegado Marcello Braga Maia, titular da especializada, revelou que a vítima – hoje com 16 anos – era molestada desde os 12 na residência em que morava com a mãe, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. Além disso, a menor ainda era obrigada a assistir filmes eróticos pelo padastro, que tinha o costume de acessar sites pornográficos.

Considerado violento pelos vizinhos, o segurança era visto armado e portando arma de choque. Ele foi encaminhado para a carceragem da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter), onde vai permanecer à disposição da Justiça.

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Mais de 10 policiais baleados por mês. Esta é a média do Rio de Janeiro, que de janeiro a julho registrou 9 policiais civis e 64 militares atingidos por tiros em vários municípios do Estado. Dos 73 feridos, 41 morreram. Do total de baleados, 27 estavam de serviço e 5 eram PMs reformados.

O caso de maior repercussão e mais recente foi o da soldado Fabiana Aparecida de Souza, que morreu na noite do último dia 23 de julho, aos 30 anos de idade, após ser baleada em frente à Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Nova Brasília, onde era lotada. No entanto, ela não foi a única policial que trabalhava no Complexo do Alemão a perder a vida.

Horas antes, na manhã daquela segunda-feira, o corpo do cabo Márcio Machado Melo, 29, foi encontrado em um valão na Favela Joana D’Arc, em Barros Filho, também na Zona Norte do Rio. O PM – lotado no Batalhão de Campanha do Complexo do Alemão – teve uma das orelhas arrancadas e apresentava marcas de tiros e sinais de tortura.

Na semana anterior, no dia 20 de julho, o corpo do soldado Francisco de Assis Rufino, 31, foi encontrado em um matagal a cerca de quatro quilômetros de distância de sua residência, no bairro Cabuçu, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O PM – lotado na UPP da Fazendinha – foi abordado por homens armados no momento em que chegava do trabalho e manobrava o carro na porta de casa. Um dos bandidos assumiu a direção do veículo. Os criminosos fugiram levando o automóvel, a arma e os pertences do PM. De acordo com peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), havia três marcas de tiros no rosto do soldado.

O último caso registrado no mês de julho foi o do soldado Ricardo Cardoso Batista, 34. Lotado no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), ele foi baleado ao reagir a uma tentativa de assalto, na Avenida Brasil, na altura da Penha, na Zona Norte do Rio. O PM seguia de moto, pelo sentido Centro da via, acompanhado pela mulher, quando foi abordado por assaltantes. Atingido no pescoço, ele corre o risco de ficar tetraplégico.

Se a média permanecer, o ano de 2012 irá ultrapassar o de 2011, que terminou com 128 policiais baleados no Estado do Rio de Janeiro. Destes, 43 estavam de serviço, 10 eram policiais militares reformados e 1 da reserva. No total foram 108 PMs, 18 policiais civis, 1 policial federal e 1 agente da PRF baleados, sendo que 59 morreram.

Veja os números completos:
Estatística de Policiais Mortos e Baleados em 2012


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Os grupos Nosso Sentimento e A Cor do Samba e os Mestres de Cerimônia (MCs) Max e Robert serão investigados pela 21ª DP (Bonsucesso) por associação ao tráfico. Os nomes dos artistas estavam no abadá da “Vai Quem Quer Folia” – evento que seria realizado neste final-de-semana na Favela Vai Quem Quer, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

A roupa foi apreendida durante a prisão de Vânio Avelino Diogo, o Leite Ninho, 36 anos. Preso em flagrante na madrugada deste sábado, dia 21 de julho, por receptação e uso de documento falso, Leite Ninho já possuía dois mandados de prisão expedidos pela Justiça. Ele é apontado pela Polícia como chefe do tráfico na Favela Vai Quem Quer e um dos braços direitos do traficante Marcelo Fernando Pinheiro Veiga, o Marcelo Piloto – que controla o tráfico na Favela do Mandela, no Complexo de Manguinhos, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio.

Vânio Avelino Diogo, o Leite Ninho, 36 anos

Ele também teria ligação com outros líderes da facção criminosa Comando Vermelho (CV), como Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco, 46; José Benemário de Araújo, o Mandela ou Coroa; e Márcio Batista da Silva, o Dinho Porquinho.

Vânio Avelino Diogo, o Leite Ninho, 36 anos

Monitorado já há três meses pelos agentes, Leite Ninho foi surpreendido no momento em que deixava a Favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, dirigindo um caminhão roubado que transportava 2.500 latas de cerveja. A bebida estaria sendo levada para a festa. Considerado foragido da Justiça, Leite Ninho já havia sido condenado a 25 anos de prisão por latrocínio (roubo seguido de morte), em 1995. Ele chegou a cumprir 13 anos da pena. Em 2008, conseguiu o direito ao benefício de Visita Periódica ao Lar, saiu para visitar a família e não voltou.

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Enquanto o Disque-Denúncia divulgou cartaz com a foto do traficante Diogo de Souza Feitoza, o DG – resgatado por comparsas que invadiram a 25ª DP (Engenho Novo) quatro horas após ser preso – a Polícia identificou 10 dos 15 integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) responsáveis por auxiliar na fuga.

Marcelo Fernando Pinheiro Vega, o Marcelo Piloto, 37 anos

Com três mandados de prisão expedidos pela Justiça, DG foi preso por policiais do 22º BPM (Benfica) na manhã do dia 3 de julho, após sofrer um acidente de moto na Avenida Leopoldo Bulhões, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio.

Luiz Antônio Andrade, o Toinho, 33 anos

A via corta a Favela do Jacarezinho e o Complexo de Manguinhos – que possui cerca de 50 mil habitantes distribuídos em 11 localidades: Parque Oswaldo Cruz, Parque Carlos Chagas, Parque João Goulart, Vila Turismo, Conjunto Habitacional Provisório 2, Vila União, Vila São Pedro, Conjunto Nelson Mandela, Conjunto Samora Machel, Comunidade Agrícola de Higienópolis e Mandela de Pedra. De acordo com os PMs, ele estava fugindo de policiais que realizavam incursão em Manguinhos e carregava duas granadas.

Alan Mendonça da Silva, o Lourinho, 28 anos

Reconhecido, ele foi socorrido e posteriormente levado para a 25ª DP. Cerca de quatro horas depois, um grupo de traficantes das favelas de Manguinhos, Jacarezinho e Mandela invadiu a delegacia, imobilizou policiais que estavam de plantão e pessoas que registravam queixas e arrebentou o cadeado da cela de custódia onde DG aguardava para ser transferido. Ele saiu pela porta da frente portando um fuzil.

Éber do Nascimento Cândido, o Ebinho, 27 anos

Um dos que teriam participado pessoalmente do resgate, segundo a Polícia, é o traficante Marcelo Fernando Pinheiro Vega, o Marcelo Piloto, 37 anos – líder do tráfico na Favela do Mandela. Além dele, Luiz Antônio Andrade, o Toinho, 33 – que gerencia a venda de drogas na localidade, juntamente com DG – e Alan Mendonça da Silva, o Lourinho, 28.

Luiz Augusto Roque de Melo Filho, o Leno, 32 anos

Os comparsas da Favela do Jacarezinho que também auxiliaram no resgate foram identificados como sendo Éber do Nascimento Cândido, o Ebinho, 27, Luiz Augusto Roque de Melo Filho, o Leno, 32, Clayton Bernardes dos Santos, o 2B ou Babão, 28, e o criminoso conhecido como Fabinho do Fundão ou FB do Pontilhão.

Clayton Bernardes dos Santos, o 2B ou Babão, 28 anos

Outros três bandidos integram a quadrilha que controla o tráfico em Manguinhos: Ilan Nogueira Sales, o Capoeira, e Wallace Carlos da Conceição, o Churrasquinho, ambos de 25 anos, além de Davi Moraes de Sá, o Davi Paraíba ou Paraíba do Complexo, 33.

Fabinho do Fundão ou FB do Pontilhão

Com a promessa de entrega adiada diversas vezes, a Cidade da Polícia – que ficará entre Manguinhos e Jacarezinho e vai abrigar delegacias especializadas – é a esperança de que a região – conhecida como “Faixa de Gaza” – seja pacificada. Além de 14 especializadas, o local também vai virar sede da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), do Esquadrão Antibombas e do Centro de Inteligência da Polícia Civil (Cinpol), além de possuir um estande de tiros, uma central de flagrantes, um heliponto, o Centro de Microfilmagem da Polícia Civil, uma favela cenográfica, um estacionamento para 1.200 vagas e o Departamento Geral de Tecnologia e Informática da PCERJ.

Quem tiver qualquer informação que auxilie a Polícia na localização dos criminosos e ajude na recaptura de DG pode ligar para 2253-1177. Não é preciso se identificar e o anonimato é garantido.

RELEMBRE:
Traficantes de Manguinhos fogem da PM pelos trilhos

Cenário de guerra em Manguinhos

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Traficantes da Favela do Jacarezinho que invadiram delegacia para resgatar comparsa estariam escondidos no Morro do Viradouro, em Santa Rosa, na Zona Sul de Niterói – onde o tráfico também é controlado por criminosos da facção Comando Vermelho (CV). Durante incursão para apurar a denúncia, nesta quarta-feira, dia 4 de julho, policiais da 77ª DP (Icaraí) foram surpreendidos por cerca de 10 bandidos fortemente armados. Houve confronto e o tiroteio durou cerca de meia hora.

Na troca de tiros, o traficante Adilson Coutinho, o Rato, 37 anos, acabou sendo atingido. Ele ainda foi socorrido pelos próprios policiais e levado para o Hospital Estadual Azevedo Lima, no Fonseca, mas não resistiu aos ferimentos. Com ele os agentes apreenderam um revólver calibre 38 e um rádio comunicador. Na ação também foram apreendidos cerca de 7 kg de maconha em tabletes.

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Um helicóptero do Grupamento Aeromarítimo lançou centenas de panfletos dos Disque-Denúncia sobre as favelas Vila Ipiranga, no Fonseca, e Nova Brasília, na Engenhoca, ambas na Zona Norte de Niterói. A divulgação ocorreu na tarde desta sexta-feira, dia 6 de julho, com o objetivo de estimular moradores a denunciarem esconderijos de criminosos, armas e drogas.

Horas antes, policiais do 12º BPM (Niterói) já haviam distribuído 4 mil panfletos a quem passava pelo Terminal Rodoviário, Barcas e pedágio da Ponte Rio-Niterói.

Quem tiver qualquer informação que auxilie em investigações policiais e na localização de prisão de bandidos, além de ajudar na apreensão de armas e drogas, pode ligar para o número 2253-1177. Não é preciso se identificar e o anonimato é garantido.

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Recompensa de R$ 1 mil por Xaropinho

Publicado: 31 de maio de 2012 em Uncategorized

Menos de 24 horas após oferecer R$ 1 mil de recompensa para quem der qualquer informação que leve à localização e prisão de Errison Lopes de Souza, o Xaropinho, o Disque-Denúncia já recebeu 36 ligações sobre o criminoso. Procurado pela Polícia, ele é o autor dos disparos que atingiram e mataram o cinegrafista Gelson Domingos da Silva, 46 anos, durante tiroteio na Favela de Antares, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Ele também é acusado de pertencer à facção criminosa Comando Vermelho (CV) e de ter envolvimento com o tráfico de drogas no local.

O cinegrafista da Bandeirantes foi morto no dia 6 de novembro de 2011, enquanto cobria uma operação do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) na Favela de Antares. Mesmo usando um colete à prova de balas, Gelson não resistiu ao ferimento provocado por um tiro de fuzil. Quem tiver qualquer dado que auxilie a Polícia pode ligar para o Disque-Denúncia através do telefone 2253-1177. Não é preciso se identificar e o anonimato é garantido.

Com mais de 20 anos de carreira, Gelson já havia trabalhado no SBT, na Record e na TV Brasil. Ele deixou mulher, três filhos e dois netos. Em 2010, ele havia recebido uma menção honrosa na 32ª edição do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, na categoria TV Documentário, com a série sobre pistolagem no Nordeste, exibida no programa Caminhos da Reportagem, veiculado na TV Brasil.

Conheça o trabalho premiado clicando AQUI!

Último vídeo feito pelo cinegrafista da Band, Gelson Domingos: