Acusado de abrir firmas fantasmas para conseguir empréstimos bancários e comprar veículos junto às instituições financeiras para revendê-los, Verlaine Gonçalves da Rocha, o Barão, 61 anos, foi preso por policiais da 73ª DP (Neves), no Centro do Rio, na tarde desta quinta-feira, dia 16 de setembro.

Ele foi surpreendido pelos agentes em seu escritório, na Rua do Senado, de onde articulava os golpes praticados em São Gonçalo, Itaboraí e Rio. No local, foram apreendidos 31 talões de cheques, 30 carimbos de diferentes firmas, cartórios, corretoras e até de advogados, além de 34 cartões bancários e diplomas do ensino médio falsos. Os policiais também encontraram com Barão o Siena prata, placa LPZ 3014, comprado com documentação falsa. O veículo seria revendido para terceiros de forma irregular.

De acordo com as investigações, além de montar firmas fantasmas, o acusado assumia dívidas de empresas falidas para utilizá-las para lavar o dinheiro dos golpes. Ele também é suspeito de vender diplomas escolares falsos.

“Ele age sozinho e não tem objetivo definido. Possui um leque de opções de golpes para lesar pessoas e empresas”, comentou o delegado Luiz Antônio Ferreira, titular da 73ª DP.

Ainda segundo a Polícia, Barão possui sete anotações criminais por estelionato e uma por falsificação de documento público. Encaminhado à 73ª DP, ele foi autuado novamente pelos mesmos crimes.

Acusado de abrir firmas fantasmas para conseguir empréstimos bancários e comprar veículos junto às instituições financeiras para revendê-los, Verlaine Gonçalves da Rocha, o Barão, 61 anos, foi preso por policiais da 73ª DP (Neves), no Centro do Rio, na tarde desta quinta-feira, dia 16 de setembro.

Ele foi surpreendido pelos agentes em seu escritório, na Rua do Senado, de onde articulava os golpes praticados em São Gonçalo, Itaboraí e Rio. No local, foram apreendidos 31 talões de cheques, 30 carimbos de diferentes firmas, cartórios, corretoras e até de advogados, além de 34 cartões bancários e diplomas do ensino médio falsos. Os policiais também encontraram com Barão o Siena prata, placa LPZ 3014, comprado com documentação falsa. O veículo seria revendido para terceiros de forma irregular.

De acordo com as investigações, além de montar firmas fantasmas, o acusado assumia dívidas de empresas falidas para utilizá-las para lavar o dinheiro dos golpes. Ele também é suspeito de vender diplomas escolares falsos.

“Ele age sozinho e não tem objetivo definido. Possui um leque de opções de golpes para lesar pessoas e empresas”, comentou o delegado Luiz Antônio Ferreira, titular da 73ª DP.

Ainda segundo a Polícia, Barão possui sete anotações criminais por estelionato e uma por falsificação de documento público. Encaminhado à 73ª DP, ele foi autuado novamente pelos mesmos crimes.

O comércio nas imediações do Morro da Chumbada, no Mutondo, foi fechado na tarde desta quarta-feira, dia 15 de setembro, por ordem de traficantes em luto pela morte de Daniel da Conceição Simão, o Dodô, 32 anos, apontado como o chefe das bocas-de-fumo da comunidade.

De acordo com moradores do bairro, que preferiram o anonimato temendo represálias dos criminosos, por volta das 12h, dois homens em uma motocicleta teriam passado pelas ruas Guilherme dos Santos Andrade e José Mendonça de Campos ordenando o fechamento dos estabelecimentos da região.

Daniel da Conceição Simão, o Dodô, 32 anos

Em liberdade condicional desde o dia 30 de abril desse ano, quando deixou a Penitenciária Jonas Lopes de Carvalho – antiga Bangu 4 – no Complexo de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, após cumprir pena por tráfico de drogas, Dodô foi executado a tiros na Rua Roberto Leal, um dos acessos ao Morro da Chumbada. A Polícia investiga a hipótese de a morte ser mais um capítulo da “guerra” pelo controle da venda de drogas no bairro, que já dura pelo menos cinco anos.

Reginaldo Alex da Conceição Simão, o Reginaldo Bocão, 35 anos

A disputa por pontos de drogas na região – que chegou a ser apelidada de “Faixa de Gaza” – teve início quando o traficante Reginaldo Alex da Conceição Simão, o Reginaldo Bocão, 35, foi morto por antigos aliados do Comando Vermelho (CV) dentro da cadeia, após determinação da cúpula da facção criminosa. Na época, ele era considerado um dos homens de confiança dos irmãos Luiz Paulo Gomes Jardim, o Luiz Queimado, 53, e Paulo César Gomes Jardim, o Paulinho Madureira, 51. Revoltado com a traição, o irmão de Reginaldo Bocão, conhecido como Nei, se aliou à facção Amigos dos Amigos (ADA), em junho de 2005, e assumiu as bocas-de-fumo na Chumbada. Meses depois, ele foi morto em confronto com a PM. O sucessor de Nei foi Dodô, que era seu outro irmão, que acabou morto na noite desta terça-feira, dia 14.

O comércio nas imediações do Morro da Chumbada, no Mutondo, foi fechado na tarde desta quarta-feira, dia 15 de setembro, por ordem de traficantes em luto pela morte de Daniel da Conceição Simão, o Dodô, 32 anos, apontado como o chefe das bocas-de-fumo da comunidade.

De acordo com moradores do bairro, que preferiram o anonimato temendo represálias dos criminosos, por volta das 12h, dois homens em uma motocicleta teriam passado pelas ruas Guilherme dos Santos Andrade e José Mendonça de Campos ordenando o fechamento dos estabelecimentos da região.

Daniel da Conceição Simão, o Dodô, 32 anos

Em liberdade condicional desde o dia 30 de abril desse ano, quando deixou a Penitenciária Jonas Lopes de Carvalho – antiga Bangu 4 – no Complexo de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, após cumprir pena por tráfico de drogas, Dodô foi executado a tiros na Rua Roberto Leal, um dos acessos ao Morro da Chumbada. A Polícia investiga a hipótese de a morte ser mais um capítulo da “guerra” pelo controle da venda de drogas no bairro, que já dura pelo menos cinco anos.

Reginaldo Alex da Conceição Simão, o Reginaldo Bocão, 35 anos

A disputa por pontos de drogas na região – que chegou a ser apelidada de “Faixa de Gaza” – teve início quando o traficante Reginaldo Alex da Conceição Simão, o Reginaldo Bocão, 35, foi morto por antigos aliados do Comando Vermelho (CV) dentro da cadeia, após determinação da cúpula da facção criminosa. Na época, ele era considerado um dos homens de confiança dos irmãos Luiz Paulo Gomes Jardim, o Luiz Queimado, 53, e Paulo César Gomes Jardim, o Paulinho Madureira, 51. Revoltado com a traição, o irmão de Reginaldo Bocão, conhecido como Nei, se aliou à facção Amigos dos Amigos (ADA), em junho de 2005, e assumiu as bocas-de-fumo na Chumbada. Meses depois, ele foi morto em confronto com a PM. O sucessor de Nei foi Dodô, que era seu outro irmão, que acabou morto na noite desta terça-feira, dia 14.

Clássico entre Vasco e Flamengo na cadeia

Publicado: 15 de setembro de 2010 em Uncategorized


“A guerra só acaba quando o último de nós cair”. A frase é usada como lema por integrantes da torcida organizada Grêmio Recreativo Cultural Torcida Jovem do Flamengo (TJF) – também conhecida como Jovem Fla. Já uma das páginas da Força Jovem do Vasco (FJV), no site de relacionamentos Orkut, traz a mensagem: “Quando o ideal for maior do que a vida, vale a pena dar a vida pelo ideal”.

Nesta quarta-feira, dia 15 de setembro, nenhuma das duas torcidas teve motivos para comemorar. Em ação que mobilizou 160 policiais para o cumprimento de 19 mandados de prisão e 25 de busca e apreensão expedidos pela 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, 12 torcedores foram presos. Entre eles, os líderes da 7ª Família da Força Jovem do Vasco e do 8º Pelotão da Torcida Jovem do Flamengo, respectivamente André Silva Nogueira, o NG, 26 anos, e Jorge Roberto Dalles, o Gordo Sujo. Os dois grupos reúnem torcedores vascaínos e flamenguistas de Niterói e São Gonçalo.

“A torcida organizada é um pano de fundo. Tudo que eles fazem é utilizar o clube ou as cores do clube para promover vandalismo”, declarou o delegado Luiz Antônio Ferreira, titular da 73ª DP (Neves).

Entre os presos também está o soldado da Polícia Militar Luís Carlos Barbosa de Lima Júnior, o Barbosa ou Mult-Lock, lotado no Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), e Alan Rosa da Silva, filho da secretária de Educação de Itaboraí, Rosana da Silva Costa.

“Trata-se de bandidos travestidos de torcedores. A Polícia vai agir com força em decorrência dos eventos que estão por vir na cidade”, disse o chefe de Polícia Civil, Allan Turnowski, que aproveitou para anunciar a criação de uma Delegacia de Ordem Pública, que ficará responsável pela apuração de crimes que envolvam torcidas organizadas.

“O público que vai aos estádios precisa ter segurança. Essa delegacia vai ajudar a manter a ordem nos eventos esportivos que o Rio vai sediar”, ressaltou.

Durante a operação – batizada como Hooligans, em alusão aos torcedores ingleses que promoviam atos de vandalismo e violência – os policiais da 73ª DP, que contaram com apoio de equipes das delegacias do Mutuá (72ª DP) e Alcântara (74ª DP), além de diversas especializadas, também apreenderam camisas,bandeiras e faixas utilizadas pelas torcidas, um bastão de madeira e ingressos.

“O Estatuto do Torcedor, a CBF e os clubes fornecem ingressos para as torcidas organizadas, e eles estão promovendo festas onde vendem esse benefício para outros torcedores”, ressaltou Luiz Antônio Ferreira, revelando que também foram apreendidas oito máquinas caça-níqueis que estavam no Bar das Torcidas.

Entre os crimes praticados pelos presos, há formação de quadrilha, homicídio tentado ou consumado, lesão corporal, ameaça, dano qualificado, rixa e porte e posse ilegal de arma.

“A operação começa aqui. Já temos outras 40 pessoas identificadas, de todas as torcidas organizadas dos quatro grandes clubes do Rio. Temos um inquérito da delegacia de São Cristóvão que apura a morte de um vascaíno e investiga o envolvimento de integrantes da Young Flu e da torcida do Botafogo”, assegurou o titular da 73ª DP.

“Essa será uma ação sistemática muito dura. Não vai parar nessas duas torcidas organizadas. Vamos ampliar para outras e haverá a segunda etapa”, enfatizou o chefe de Polícia Civil.

As investigações tiveram início após a morte de Anderson Ferreira Ribeiro, o Mineiro, 19, no último dia 12 de março. Integrante da 7ª Família da FJV, ele foi baleado durante briga com torcedores do 8º Pelotão da TJF. O confronto começou na Rua Oliveira Botelho, em Neves – a poucos metros da delegacia -, onde houve tiroteio e explosão de bombas caseiras.

Na ocasião, ocupantes de dois veículos – um Gol e um Honda Civic – passaram atirando contra os cruzmaltinos. Além de Mineiro, Alexander Sant’anna Fortunato, 32, e Gilberto Andrade Santos Filho, 21, também foram atingidos. Morador do Boaçu, Mineiro foi socorrido e levado para o Pronto Socorro de São Gonçalo (PSSG), no Zé Garoto. Flamenguistas feridos no mesmo incidente acabaram procurando atendimento também no PSSG, onde houve nova briga.

Também integrantes da torcida vascaína, Guilherme Barreto de Pinho, 26, Kleyson Wallace dos Santos Barbosa, 21, Renato Teixeira, 18, João Paulo Leonardo da Costa, 25, Wander Jorge Braga Vicente, 22, e Fabrício Porto Sales, 28, acabaram presos. Estes dois últimos receberam nova voz de prisão na operação de ontem. O primeiro está no Presídio Evaristo de Moraes – mais conhecido como Galpão da Quinta -, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio, e o segundo na carceragem da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter) de Neves, em São Gonçalo.

A guerra entre as duas torcidas havia sido anunciada no domingo anterior, dia 8, depois que um grupo de vascaínos jogou bombas caseiras em um churrasco que reunia flamenguistas, no Gradim. A revanche foi marcada para uma quinta-feira, quando os rubro-negros se reúnem no Gradim e os vascaínos no Barreto, na Zona Norte de Niterói. O site de relacionamentos Orkut foi a ferramenta de comunicação entre os vândalos. Os incidentes ocorreram na véspera de um clássico entre Flamengo e Vasco realizado no dia 14 de março, no Maracanã.

Em julho, na semana de outro confronto entre as duas equipes, o líder da 7ª Família da FJV, André Silva Nogueira foi vítima de uma emboscada. Morador de Vista Alegre, ele se preparava para deixar a namorada, Roberta Belarmino Alfradique da Silva, em casa, no Camarão, no dia 26. O veículo em que estava com a namorada, um Gol branco, foi atingido por oito tiros, na Travessa Juramil.

Nomes de todos os presos na ação: André Silva Nogueira, o NG, 26, Kleyson Wallace dos Santos Barbosa, 21, Guilherme Barreto de Pinho, 26, João Paulo Leonardo da Costa, Wander Jorge Braga Vicente, Fabrício Porto Sales, Hedimar José Simões Soares, Marcello Rennan de Oliveira, o Ryu, Luís Carlos Barbosa de Lima Júnior, o Barbosa ou Mult-Lock, Jorge Roberto Dalles, o Gordo Sujo, e Leonardo César Gonçalves do Nascimento, o Fininho, Alan Rosa da Silva.

Até a tarde, continuavam foragidos: Renato Teixeira, 18, Alexander Sant’anna Fortunato, 32, Gilberto Andrade Santos Filho, 21, Rodrigo de Oliveira Lessa da Costa, André Vinícius Soares Pires, Leandro Viegas Cipriano e Diego Arantes Lima.

7ª Família – Força Jovem do Vasco

André Silva Nogueira, o NG, 26 anos

Kleyson Wallace dos Santos Barbosa, 21 anos

Guilherme Barreto de Pinho, 26 anos

João Paulo Leonardo da Costa

Wander Jorge Braga Vicente

Fabrício Porto Sales

Hedimar José Simões Soares

Marcello Rennan de Oliveira, o Ryu

Renato Teixeira, 18 anos

Alexander Sant’anna Fortunato, 32 anos

Gilberto Andrade Santos Filho, 21 anos

Rodrigo de Oliveira Lessa da Costa

André Vinícius Soares Pires

8º Pelotão – Torcida Jovem do Flamengo

Jorge Roberto Dalles, o Gordo Sujo

Leandro Viegas Cipriano

Leonardo Cesar Gonçalves do Nascimento

Luan Rosa da Silva

Diego Arantes Lima

Pouco mais de quatro meses após sair da cadeia em liberdade condicional, Daniel da Conceição Simão, o Dodô, 31 anos, foi assassinado a tiros, na Rua Roberto Leal, em um dos acessos ao Morro da Chumbada, na noite desta terça-feira, dia 14 de setembro. Testemunhas contaram a policiais do 7º BPM (São Gonçalo) que estiveram no local que Dodó foi cercado por um grupo de homens armados quando chegava na favela. Os disparos atingiram a cabeça e as costas do traficante, que não teve tempo de reagir. Um outro homem, identificado apenas como GL, que estaria ao lado de Dodó, foi baleado no peito e levado para o Pronto Socorro de São Gonçalo (PSSG), no Zé Garoto.

O Morro da Chumbada – que faz divisa com o Morro Menino de Deus – possui acessos pelos bairros Centro, Rocha, Galo Branco, Estrela do Norte e Mutondo, na região central de São Gonçalo e é controlado por traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) desde 2005. Segundo levantamentos da Polícia, a guerra na região teve início quando o traficante Reginaldo Alex da Conceição Simão, o Reginaldo Bocão, 35, foi morto por antigos aliados, dentro da cadeia.

Ele era um dos homens de confiança dos irmãos Luiz Paulo Gomes Jardim, o Luiz Queimado, 53, e Paulo César Gomes Jardim, o Paulinho Madureira, 51. Ainda segundo a polícia, revoltado com a traição, o irmão de Reginaldo Bocão – conhecido como Nei – se aliou à ADA e tomou o lugar dele, na Chumbada. Meses depois, ele foi morto em confronto com a PM. Quem assumiu o compromisso de vingança foi o outro irmão – Dodô. Ele estava cumprindo pena na Penitenciária Jonas Lopes de Carvalho – antiga Bangu 4 – no Complexo de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, e conquistou o benefício de cumprir o restante da pena em liberdade condicional.

Quatro meses após balear PM, Guinho é preso

Publicado: 13 de setembro de 2010 em Uncategorized

Márcio Camilo da Silva, o Guinho, 24 anos

Acusado de atirar em um sargento da Polícia Militar, no último mês de maio, Márcio Camilo da Silva, o Guinho, 24 anos, foi preso por agentes do Serviço de Inteligência (P-2) do 28º BPM (Volta Redonda), na noite deste domingo, dia 12 de setembro. Ele foi surpreendido pelos PMs na casa da namorada, em Barra Mansa, onde fazia um churrasco para festejar atencipadamente o aniversário – que seria comemorado na próxima quarta-feira, dia 15.

Ele ainda tentou fugir, levando duas pistolas – uma nove milímetros e outra calibre 380 – mas a casa foi cercada pela equipe da P-2, que contou com o apoio de homens do Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 28º BPM.

“Descobrimos que Guinho estava participando de um churrasco na casa da namorada dele. Viemos por Barra Mansa e passamos por uma mata fechada e ficamos escondidos atrás do imóvel. Ao observar que estava cercado, ele saiu correndo com as duas pistolas, mas não chegou a disparar na nossa direção. Conseguimos dominá-lo e prendê-lo”, revelou um dos PMs que participou da ação.

O acusado é irmão de Marcelo Camilo da Silva, o Marcelo Paraíba, 33 – que está foragido do Instituto Penal Edgard Costa (IPEC), no Centro de Niterói, desde outubro de 2008. Acusado de ser o chefe do tráfico no Padre Jósimo, ele estaria escondido no Complexo do Alemão, na Penha, na Zona Norte do Rio.

Marcelo Camilo da Silva, o Marcelo Paraíba, 33 anos

Também lotado no 28º BPM, o sargento José Luiz Brum Sabença foi baleado durante troca de tiros com criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas no Morro Padre Jósimo, no bairro Divinéia, em Volta Redonda, no último dia 11 de maio.

O policial foi atingido com um tiro na costela, que perfurou o baço e saiu pelas costas. Ele foi socorrido na Santa Casa de Barra Mansa, onde foi submetido a uma cirurgia, e passou mais de um mês internado. Na ocasião, os PMs surpreenderam os traficantes porque chegaram ao Padre Jósimo através de uma estrada de acesso que corta o bairro Água Comprida, em Barra Mansa.

“O sargento comandava seis outros policiais militares e eles trocaram tiros com dez traficantes que estavam junto com Marcelo Paraíba”, disse um PM.

Os policiais identificaram ainda como integrante da quadrilha um homem conhecido como Maninho, que seria o braço direito de Marcelo Paraíba e gerente dos pontos de venda de drogas. Ainda de acordo com a Polícia, Guinho também teria participado de uma chacina ocorrida na Avenida dos Mineiros, no bairro Belmonte, em fevereiro deste ano, quando três pessoas foram mortas e outras três foram baleadas.

Quatro meses após balear PM, Guinho é preso

Publicado: 13 de setembro de 2010 em Uncategorized

Márcio Camilo da Silva, o Guinho, 24 anos

Acusado de atirar em um sargento da Polícia Militar, no último mês de maio, Márcio Camilo da Silva, o Guinho, 24 anos, foi preso por agentes do Serviço de Inteligência (P-2) do 28º BPM (Volta Redonda), na noite deste domingo, dia 12 de setembro. Ele foi surpreendido pelos PMs na casa da namorada, em Barra Mansa, onde fazia um churrasco para festejar atencipadamente o aniversário – que seria comemorado na próxima quarta-feira, dia 15.

Ele ainda tentou fugir, levando duas pistolas – uma nove milímetros e outra calibre 380 – mas a casa foi cercada pela equipe da P-2, que contou com o apoio de homens do Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 28º BPM.

“Descobrimos que Guinho estava participando de um churrasco na casa da namorada dele. Viemos por Barra Mansa e passamos por uma mata fechada e ficamos escondidos atrás do imóvel. Ao observar que estava cercado, ele saiu correndo com as duas pistolas, mas não chegou a disparar na nossa direção. Conseguimos dominá-lo e prendê-lo”, revelou um dos PMs que participou da ação.

O acusado é irmão de Marcelo Camilo da Silva, o Marcelo Paraíba, 33 – que está foragido do Instituto Penal Edgard Costa (IPEC), no Centro de Niterói, desde outubro de 2008. Acusado de ser o chefe do tráfico no Padre Jósimo, ele estaria escondido no Complexo do Alemão, na Penha, na Zona Norte do Rio.

Marcelo Camilo da Silva, o Marcelo Paraíba, 33 anos

Também lotado no 28º BPM, o sargento José Luiz Brum Sabença foi baleado durante troca de tiros com criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas no Morro Padre Jósimo, no bairro Divinéia, em Volta Redonda, no último dia 11 de maio.

O policial foi atingido com um tiro na costela, que perfurou o baço e saiu pelas costas. Ele foi socorrido na Santa Casa de Barra Mansa, onde foi submetido a uma cirurgia, e passou mais de um mês internado. Na ocasião, os PMs surpreenderam os traficantes porque chegaram ao Padre Jósimo através de uma estrada de acesso que corta o bairro Água Comprida, em Barra Mansa.

“O sargento comandava seis outros policiais militares e eles trocaram tiros com dez traficantes que estavam junto com Marcelo Paraíba”, disse um PM.

Os policiais identificaram ainda como integrante da quadrilha um homem conhecido como Maninho, que seria o braço direito de Marcelo Paraíba e gerente dos pontos de venda de drogas. Ainda de acordo com a Polícia, Guinho também teria participado de uma chacina ocorrida na Avenida dos Mineiros, no bairro Belmonte, em fevereiro deste ano, quando três pessoas foram mortas e outras três foram baleadas.

A poucos dias da metade do mês de setembro, o ano de 2010 chega a uma estatística assustadora e triste: 123 policiais já foram baleados no Estado do Rio de Janeiro. O caso mais recente ocorreu em São Gonçalo, na noite deste sábado, dia 11 de setembro.

O sargento reformado da Polícia Militar Luiz Cláudio Pereira Barsi, 45 anos, estava no interior de seu bar, na Rua Dalva Raposo, no bairro Tribobó, quando foi surpreendido por homens armados. Sem tempo para reagir, ele acabou baleado pelos criminosos.

O PM ainda foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Alberto Torres – mais conhecido como Hospital Geral de São Gonçalo – no Colubandê, mas não resistiu. Ele é o 49º policial militar assassinado no Estado, de janeiro a hoje.

Sargento reformado da Polícia Militar Luiz Cláudio Pereira Barsi, 45 anos

A estatística tem 60 policiais mortos – sendo 49 PMs, 10 policiais civis e um agente da Polícia Federal. Dos baleados que resistiram, 54 eram PMS, oito eram policiais civis e um policial federal.

Dois dias atrás, o policial civil aposentado Alexandre Pinto de Oliveira Neto, 52, foi baleado e sequestrado por bandidos, em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio. O crime aconteceu na Praça Oscar Rossini, onde ele teria se envolvido em uma briga com dois homens no bar de sua propriedade.

A dupla chegou a ir embora, mas voltou, minutos depois, acompanhada por mais dois comparsas em um Vectra branco e dispararam várias vezes contra a o policial, que foi atingido no peito e na cabeça. Em seguida, os bandidos arrastaram Alexandre, que ainda estava vivo, e o jogaram na mala do carro, saindo em disparada. Até o início da noite de ontem, o corpo ainda não havia sido encontrado.

Também no dia 9 de setembro, o cabo Wellington Mendonça de Mattos, 32, lotado no Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv), foi baleado durante confronto entre criminosos e policiais do 7º BPM (São Gonçalo) e do 12º BPM (Niterói) no sentido Rio da Ponte Rio-Niterói.

Ele estava de folga e em um carro descaracterizado, na altura da praça do pedágio, quando foi atingido. O PM teria tentado ajudar na perseguição aos bandidos, que haviam roubado o Fiat Punto do sargento do Corpo de Bombeiros Fábio Freitas Almeida, 36, na Água Mineral, em São Gonçalo, momentos antes, e fugiam em direção ao Parque Alegria, no Complexo do Caju, na Zona Portuária do Rio. A perseguição teve início em Neves. Os criminosos conseguiram fugir.

Acompanhe os números completos aqui:
Estatística de Policiais Mortos e Baleados no Estado do Rio em 2010

Foragido preso enquanto passeava em Paquetá

Publicado: 12 de setembro de 2010 em Uncategorized

Diogo de Souza Machado, o Paquetá, 22 anos

Apontado pela Polícia como um dos chefes do tráfico no Morro do Barbante, na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio, Diogo de Souza Machado, o Paquetá, 22 anos, foi preso por policiais do 17º BPM (Ilha do Governador) enquanto passeava com a mulher e a filha pela Ilha de Paquetá. A prisão do acusado – que estava foragido do Instituto Penal Edgard Costa, no Centro de Niterói – foi efetuada na tarde deste domingo, dia 12 de setembro.

Na última semana, onze integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas no Morro do Barbante desde 2006 foram denunciados pelo Ministério Público, por intermédio da 30ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal, por crime de tráfico de drogas.

De acordo com o MP, a região servia de posto avançado dos traficantes do Complexo do Alemão, na Penha, também na Zona Norte. O MP determinou, ainda, a instauração de Inquérito Policial pela 37ª DP (Ilha do Governador), para identificar mulheres e taxistas que guardavam e transportavam as drogas do Barbante, e pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), para apurar a participação de dois adolescentes infratores no bando.

Dentre os denunciados, Roseli dos Santos Costa, a Rose Peituda, é apontada como chefe do tráfico no Morro do Barbante. Ela teria atuado na organização da estrutura criminosa local após a expulsão de uma milícia pelo 17º BPM e a morte de seu companheiro, André Luiz dos Santos, o André Negão. Segundo a denúncia, após a prisão de Roseli, em janeiro de 2009, passaram a compartilhar o comando do bando os denunciados Wagner Barreto de Alencar, o Cachulé, e Marcos Felipe Pereira Teles, o Vascaíno, companheiro de Rose na época.