Posts com Tag ‘14º BPM’

Moradores do Complexo da Coréia, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio, denunciam que traficantes ligados à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) invadiram o Posto de Policiamento Comunitário (PPC) da Favela Vila Aliança. que existia no interior da Favela Vila Aliança.

O comandante do 14º BPM (Bangu), tenente-coronel José da Silva Macedo, afirmou que o PPC foi desativado porque será implantada na região uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). O oficial também garantiu que a desativação foi estratégica.

“As estatísticas apontam que a grande demanda de crimes acontece em outros lugares e não próximo ao PPC. Não podemos deixar policiais em locais que apresentam poucos casos de violência, apesar de ser dentro de uma comunidade carente, enquanto bandidos fazem dezenas de vítimas”, disse o major Fernando Estevam, porta-voz do coronel Macedo.

Os 18 policiais militares que ficavam de plantão no PPC da Vila Aliança foram deslocados para reforçar o patrulhamento nas ruas.

Ainda de acordo com o porta-voz, para o tenente-coronel Macedo, que está no comando do batalhão desde o mês de agosto do ano passado, o efetivo está abaixo no necessário para garantir a segurança de uma área com 36 favelas e quase 1 milhão de habitantes.

“É um cobertor curto. Você cobre de um lado e deixa o outro destampado. Não podemos ficar enxugando gelo. Precisamos combater o crime de forma inteligente, como estamos fazendo. Basta verificar as estatísticas”, afirmou o major Estevam.

Por sua vez, os moradores do Complexo da Coréia – composto pelas favelas Coréia, Vila Aliança, Rebu, Taquaral e Jabour, que cortam os bairros Senador Camará, Realengo e Bangu – na Zona Oeste do Rio – questionam a mudança. Segundo eles, é impossível transitar pelas ruas, depois que anoitece.

“Antes, com a presença da Polícia já era complicado. Agora, sem o PPC, piorou. Depois de 19h é como um toque de recolher. Poucas pessoas arriscam ficar nas ruas”, disse uma moradora que preferiu não se identificar.

No dia 28 de novembro de 2009, bandidos atacaram o PPC da favela e balearam um morador na coxa. Identificado como Sérgio Correia de Souza, ele estava no posto policial quando os criminosos passaram atirando.

No último dia 20 de abril, uma operação conjunta entre equipes do 14º BPM e da 34ª DP (Bangu) terminou com cinco mortos e a apreensão de uma pistola, uma granada, uma metralhadora e um fuzil. Quatro homens armados que estavam em um Siena tentaram passar pelo bloqueio policial e bateram . O carro onde estavam explodiu e pegou fogo.

“A explosão provavelmente foi causada por uma granada que eles carregavam”, contou, na ocasião, o tenente-coronel Ricardo Brito, responsável pela ação.

O quinto morto foi baleado em confronto, em outro ponto do Complexo da Coréia.

“Não querendo polemizar, mas o traficante está lá na favela, vai comprar droga quem quer. Já os assaltantes estão por toda parte, não podemos deixar que eles hajam sem tentar impedi-los”. Essa foi a frase usada pelo major Estevam, porta-voz do comandante do 14º BPM (Bangu), tenente-coronel José da Silva Macedo, para justificar a decisão de mudar a estratégia.

De acordo com as estatísticas da Seção de Operações (P-3) do batalhão de Bangu, além do aumento do efetivo no policiamento, outros fatores interferem na presença de criminosos.

“Os registros policiais mostram que a maioria dos casos ocorre em regiões com falta de iluminação pública, árvores sem poda e buracos no muro da linha férrea que facilitam as fugas dos ladrões”, declarou o oficial.

Os campeões de ocorrências são os roubos a carros, pedestres e a celulares. Isso porque, segundo a Polícia, há quadrilhas especializadas em roubar apenas aparelhos de telefone portátil. Os horários de maior incidência são de meio-dia à meia-noite. Os dados mostram que, durante a madrugada, são registrados poucos casos de roubos.

Em mais da metade dos casos, os assaltantes agem a pé. Já na parte da manhã, a metade dos criminosos ataca de motocicletas. Ao todo, 45% dos bandidos abordam as suas vítimas de moto, outros 38% a pé, enquanto 10% agem de bicicleta. Os ataques por quadrilhas que cercam suas vítimas de carro costumam ser de 7%, com exceção do horário noturno que a prática aumenta mais que o dobro.

O Disque-Denúncia oferece recompensa de R$ 3 mil para quem der informações que ajudem a Polícia a localizar e prender o traficante Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, 34 anos. O criminoso é apontado como responsável por chefiar o tráfico de drogas nas favelas Vila Aliança, Rebu, Coréia, Acari, Amarelinho, Taquaral e Sapo, todas nas imediações da Zona Oeste e Zona Norte do Rio.

Líder das favelas da Zona Oeste pertencentes à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) – da qual é um dos fundadores – Matemático está evadido do Sistema Penal desde o mês de abril do ano passado, quando conquistou o benefício de cumprir o restante de sua pena no regime semi-aberto. Ele garantiu que trabalharia na Funerária Água Branca, em Realengo, e voltaria à cadeia para dormir, mas não retornou. Preso em 2004, Matemático tem 13 e duas condenações, totalizando 12 anos de cadeia.

Qualquer informação pode ser repassada através do telefone 2253-1177. O anonimato é garantido.

Fotos: Pedro Pantoja

Polícia

Uma brincadeira mortal. Assim foi definido o incidente que deixou duas pessoas mortas e outras seis feridas em frente a um centro de reciclagem localizado no interior de um lixão, na Vila Catiri, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, na manhã desta terça-feira, dia 15. Pelo menos oito catadores de lixo jogavam um artefato explosivo de mão em mão quando o mesmo caiu no chão e explodiu. Agentes do Esquadrão Anti-Bombas da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) que estiveram no endereço afirmaram que os estilhaços tiveram um alcance de mais de 20 metros de distância. As marcas podiam ser vistas no telhado e na parede do estabelecimento.

Carlos Eduardo da Silva Chaves, 25 anos

Carlos Eduardo da Silva Chaves, 25 anos

Os catadores Carlos Eduardo da Silva Chaves, 25 anos, e Tiago de Lima Costa, 23, morreram no local. Já Alexandre Ribeiro, 32, que sofreu lacerações na perna esquerda e fratura exposta, foi levado para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, também na Zona Oeste. Ele foi submetido à cirurgia e permanecia internado na unidade, em estado grave, até o final da tarde.

Tiago de Lima Costa, 23 anos

Tiago de Lima Costa, 23 anos

Outros três feridos foram levados para o Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande, também na Zona Oeste: Ari Guedes Pacheco, Edson Couto da Silva e Carlos Felipe Pereira foram atingidos por estilhaços e liberados após receber atendimento médico. A sétima vítima, Alexander Lima da Silva, teve queimaduras, escoriações e fratura e foi levado ao Hospital Geral de Bonsucesso, no bairro de mesmo nome, na Zona Norte, onde permanecia em observação, até o início da noite. O oitavo atingido foi identificado como Alex Couto da Silva, irmão de Edson Couto da Silva.

Polícia

Moradores contaram que a explosão aconteceu quando quatro dos oito catadores de lixo estavam brincando com o artefato, que detonou ao cair no chão. Outra versão diz que eles estariam tentando desmontar a peça – que a Polícia acredita se tratar de uma granada de morteiro de bocal – para vender o material.

Márcia Julião, titular da 34ª DP (Bangu)

Márcia Julião, titular da 34ª DP (Bangu)

Um sargento do Exército que passou pela Estrada do Gericinó momentos antes da explosão prestou depoimento, no início da tarde de ontem, à delegada Márcia Julião, titular da 34ª DP (Bangu).

“Ele disse que viu quatro rapazes brincando com o objeto e depois que passou ouviu o barulho da explosão e acionou a PM. Há quem diga que eles estivessem com o artefato desde quarta-feira sempre brincando. Inclusive, teriam entrado em um bar e dito “isso aqui mata””, revelou a delegada, que irá ouvir os sobreviventes ao longo da semana.

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“O que a gente precisa saber, agora, é de onde veio essa granada. Populares disseram que haveria uma outra. Se tem outra em poder de alguém, faço um apelo para quem a encontrou que leve direto para a delegacia, ou chame a Polícia para que a mesma seja desativada, pois já deu pra perceber o estrago que isso causa”, enfatizou Márcia Julião, que também vai investigar outras versões para o caso, que foi registrado como explosão.

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Um dos primeiros a chegar no local, o comandante do 8º Grupamento de Bombeiros Militar (Campinho) – responsável pela região compreendida entre Santíssimo e Piedade – definiu o que encontrou como uma cena de guerra.

“Parecia uma praça de guerra. As vítimas estavam espalhadas por um raio de 30 metros”, ressaltou o tenente-coronel Luiz Rodrigues, que está à frente do 8º GBM desde o mês de janeiro.

Polícia

“É o primeiro caso de explosão que vejo, desde que assumi o batalhão. Três dos catadores estavam conscientes. Conversei com eles na ambulância e me disseram que estavam com o artefato desde a última quarta-feira. Eles disseram que tentavam amassá-lo para soltar as peças quando houve a explosão”, afirmou o oficial, revelando que as vítimas contaram que esconderam o objeto no terreno em frente a uma loja de material de construção e foram buscá-lo com o intuito de vendê-lo.

Polícia

Padastro de Carlos Eduardo, o motorista Fernando Ferreira, 62, garantiu que esta não teria sido a primeira vez que um artefato das Forças Armadas foi encontrado pelos rapazes.

“O que se acha de material do Exército por aqui não é brincadeira. Vocês não têm idéia. Eles pegavam esse material para vender o chumbo e o ferro para cooperativas da região. Eles já tinham encontrado outra granada, desmontado e vendido o chumbo e o ferro, mas é a primeira vez que acontece um acidente desses. O Dudu trabalhava à noite e na parte da manhã ia vender o que tinha recolhido. Só queria saber de quem é a responsabilidade. Quem é responsável por essas bombas no lixão?”, questionou o motorista.

Polícia

Em nota, o Comando Militar do Leste informou que a explosão ocorreu em área fora da jurisdição militar. No entanto, o órgão está tomando todas as providências, na esfera de sua competência, a fim de contribuir com os órgãos diretamente envolvidos com o esclarecimento do caso.

Polícia

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Vinicios José da Silva, 20 anos

Vinicios José da Silva, 20 anos

No momento em que anunciava assalto no interior de um ônibus da viação Andorinha que fazia a linha 746 (Cascadura-Jabour), Vinicios José da Silva, 20 anos, foi surpreendido por policiais militares lotados no 14º BPM (Bangu) que haviam recebido a informação de que o crime estava em andamento no coletivo que trafegava pela Avenida Santa Cruz, na altura da Praça Jabour, em Santíssimo, na Zona Oeste do Rio.

REPLICA DE ARMA

A prisão foi efetuada por volta das 20h30 desta quinta-feira, dia 9 de julho. Com o criminoso, os PMs apreenderam uma arma de brinquedo. No momento da abordagem, o assaltante roubava pertences do passageiro Carlos Antônio da Lima, 30. O registro foi feito na 33ª DP (Realengo).

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Diego dos Santos Félix, o Mutante, 18 anos

Diego dos Santos Félix, o Mutante, 18 anos

Apontado pela Polícia como um dos principais assaltantes com atuação na Zona Oeste do Rio, Diego dos Santos Félix, o Mutante, 18 anos, foi preso por policiais militares do 14º BPM (Bangu) lotados no Grupamento de Ações Táticas (GAT), nesta quarta-feira, dia 22 de julho. Ainda de acordo com a Polícia, Mutante seria especialista em roubo de carros.

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Ele foi surpreendido pelos PMs na Rua João Travassos, na Favela São Bento, em Padre Miguel, e estava acompanhado por dois menores – um de 13 e outro de 17 anos de idade. Com ele, foram apreendidos uma pistola Taurus calibre 9 milímetros, munições e dois rádios transmissores, além de R$ 35 em espécie, 60 trouxinhas de maconha e 113 papelotes de cocaína – sendo 49 de R$ 5 e 64 papelotes de R$ 10. O registro foi feito na 33ª DP (Realengo).

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Luiz Cláudio Cândido da Silva, o Claudinho Nonô, 37 anos

Luiz Cláudio Cândido da Silva, o Claudinho Nonô, 37 anos

Apontado pela Polícia como gerente do tráfico de drogas da Favela Vila Aliança, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio, Luís Cláudio Cândido, o Claudinho Nonô, 37 anos, morreu ao trocar tiros com agentes do Serviço de Inteligência (P-2) e policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 14º BPM (Bangu), na noite desta quarta-feira, dia 12.

Nonô era um dos traficantes mais procurados do Rio

Nonô era um dos traficantes mais procurados do Rio

Um outro traficante, identificado como Bebeto, também não resistiu após ser baleado no confronto. Os dois chegaram a ser socorridos pelos próprios PMs e levados para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo.

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Com Nonô, os policiais apreenderam um fuzil 556 e, com seu comparsa, foi achada uma pistola nove milímetros. Os PMs chegaram na favela para checar uma informação repassada ao Disque-Denúncia (2253-1177) e foram recebidos a tiros pelos criminosos ligados à facção Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam a venda de drogas no Complexo da Coréia – composto pelas favelas Coréia, Vila Aliança, Rebu, Taquaral e Jabour, que cortam os bairros Senador Camará, Realengo e Bangu.

ARMAS

A Favela da Coréia é uma das mais bem armadas do Rio. Em 2004, a polícia encontrou no local 161 granadas, 30 mil projéteis e oito minas terrestres. Em abril deste ano, Claudinho Nonô mandou matar sete comparsas por desconfiar que algum deles poderia estar envolvido no seqüestro de sua mulher e filha de um ano de idade, ocorrido duas semanas antes. Na tarde do dia 27 de março, um grupo de homens vestidos de preto cercaram a Kombi onde estavam as duas e as levaram, exigindo as armas e o dinheiro que Aranha teria deixado enterrado antes de morrer. O traficante pagou R$ 40 mil de resgate.

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O traficante Claudinho Nonô assumiu a Vila Aliança após a morte de Leonardo Fragoso da Silva, o Léo Vascão, 26 – que morreu em fevereiro – e Juarez Mendes da Silva, o Aranha – morto no mês seguinte. Os dois, em troca de tiros com equipes do 14º BPM. No dia 24 de abril, outro líder do tráfico na região, Márcio da Silva Lima, o Tola, 35, foi preso.

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Arquivo Complexo da Coréia

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