Posts com Tag ‘Apreensão’

Um arsenal vindo da Bolívia com o objetivo de fortalecer traficantes do Morro do Martins, em Neves, São Gonçalo, foi apreendido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na localidade de Guairacus, em Miranda, Mato Grosso do Sul, na tarde desta última quarta-feira, dia 10.

Para a surpresa dos agentes, os sete fuzis calibre 5.56 estavam no Vectra placa HTA 2052 ocupado por dois pastores da Igreja Mundial do Poder de Deus. Segundo a Polícia, os religiosos receberiam R$ 20 mil para realizar o transporte das armas do sul da região Centro-Oeste do Brasil para o Rio de Janeiro. Esta foi considerada a maior apreensão de fuzis dos últimos anos no Estado. Cada arma foi comprada por R$ 15 mil pelos religiosos, totalizando um prejuízo de R$ 105 mil para os criminosos da comunidade gonçalense.
O veículo seguia pela BR 262, quando foi abordado pelos agentes que realizavam a Operação Formiguinha, cujo objetivo é coibir o transporte de armas e drogas realizado em pequena escala de países que fazem fronteiras com o Brasil para as comunidades dominadas por traficantes.

Na abordagem, o condutor Sebastião Braz da Fonseca Neto, 42 anos, e o acompanhante Francisco Ferreira Moura, 31, disseram aos policiais que tinham ido até Corumbá, que faz fronteira com a Bolívia, para fazer pregação aos fiéis da congregação “A mão de Deus está aqui”, de Três Lagoas, localizada na Rua Augusto Correia da Costa, no bairro Vila Nova. Entretanto, a dupla estava visivelmente nervosa e acabou apresentando contradições sobre informações a respeito do que fizeram naquela cidade.

Após realizarem uma minuciosa revista no automóvel, os policiais encontraram as sete armas – todas de fabricação norte-americana, marca Bushmaster, modelo M-15, calibre 5,56 – que estavam escondidas em um compartimento de fundo falso nas portas dianteira e traseira e no assento traseiro do veículo.

O armamento estava desmontado para que pudesse ser acondicionado e envolvido por material adesivo plástico. O pastor Sebastião contou aos policiais que eles iriam encontrar uma pessoa em Campo Grande. De lá, a dupla ia viajar para São Gonçalo, onde os fuzis seriam entregues nas mãos de traficantes do Morro do Martins, em Neves, comunidade onde há dois dias equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e do 7º BPM (São Gonçalo) destruíram uma mansão que era utilizada como quartel-general do tráfico de drogas. Os policiais foram até Campo Grande, onde prenderam o também pastor Felipe Jorge da Silva Freitas, 36, próximo à sua residência no bairro Nova Bandeirantes.

Os três religiosos, que ministram cultos há pelos menos dois anos, foram encaminhados à sede da Superintendência da Polícia Federal em Campo Grande, onde foram autuados por tráfico internacional de drogas.

A Bolívia e o Paraguai são os principais fornecedores de armas para traficantes do Brasil, principalmente os que agem nas favelas do Rio de Janeiro. Na Bolívia, armas de todos os calibres podem ser compradas até em lojas de eletrodomésticos. Na maioria das vezes, os próprios vendedores indicam aos compradores pessoas para atravessar a fronteira com o material.

Luiz Cláudio Gomes, o Pão com ovo

De acordo com a Polícia, o líder do tráfico no Morro do Martins é Luiz Cláudio Gomes, o Pão com ovo. Ex-chefe da venda de drogas na Favela Nova Brasília, na Engenhoca, ele teria deixado as bocas-de-fumo da comunidade da Zona Norte de Niterói para assumir o controle do tráfico na comunidade de São Gonçalo.

Ligado à facção criminosa Comando Vermelho (CV), Pão com ovo teve a prisão preventiva decretada pela Justiça por sequestrar um estudante de 18 anos, no último dia 29 de setembro, na entrada do Morro dos Marítimos, no Barreto, também na Zona Norte de Niterói, cujas bocas de fumo são controladas pela facção rival Amigos dos Amigos (ADA). Os principais comparsas do criminoso são Mário Sérgio Rocha Martins, o Gugui, e Bruno Bezerra da Silva, o Bruninho BR.

Preso em 2006 por agentes da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae) no Morro do Tabajaras, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, Gugui foi beneficiado com a liberdade condicional há cerca de cinco meses. Nesse período, ele encontrou o apoio de criminosos do Morro da Mangueira, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio, e da Favela do Fallet, em Santa Teresa.

Mário Sérgio Rocha Martins, o Gugui

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Fotos: Pedro Pantoja

armas apreendidas na chatuba (4)

Duas armas anti-aéreas foram apreendidas por policiais militares do 20º BPM (Mesquita) na Favela da Chatuba, no Centro de Mesquita, na Baixada Fluminense, no início da manhã desta segunda-feira, dia 19. A apreensão ocorreu dois dias após a queda de um helicóptero da Polícia Militar que foi atingido por tiros disparados por traficantes ligados à facção criminosa Comando Vermelho (CV) que tentavam tomar os pontos de venda de drogas do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio.

Além do armamento capaz de derrubar aeronaves – dois rifles americanos calibre ponto 30 da marca Springfield – os PMs também apreenderam duas escopetas calibre 12, uma submetralhadora nove milímetros e cerca de 3 mil munições de diversos calibres, além de aproximadamente 600 papelotes de cocaína e 500 trouxinhas de maconha. O material estava na mata existente no final da Rua Mário Braga, na divisa com o Campo de Instrução de Gericinó, pertencente ao Ministério do Exército.

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“Recebemos uma denúncia de que criminosos do Jacarezinho iriam tirar armas e munições de lá, por causa da repressão policial, e trazer para a Chatuba para esconder, pois as duas favelas são aliadas. Planejamos essa operação e nas primeiras horas da manhã fomos até o local e encontramos esse material na mata”, revelou o comandante do 20º BPM, tenente-coronel Ivanir Linhares, que não descarta a possibilidade de um dos rifles apreendidos ter sido o usado para derrubar o helicóptero do Grupamento Aéreo-Marítimo (GAM), no último sábado.

“É possível que seja a mesma arma. Os criminosos podem ter conseguido sair dos Macacos e voltado para o Jacarezinho, o reduto de onde partiu o maior número de reforços, mas somente a perícia poderá afirmar com certeza”, ressaltou o oficial.

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Além das armas, munições e drogas, os traficantes também esconderam, enterrando em sacos de lixo, oito fardas semelhantes às do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Enquanto as armas estavam em um tonel enterrado, grande parte da munição apreendida estava no interior de dois botijões de gás.

“Eles usam essa estratégia para tentar ludibriar a Polícia. Geralmente, obrigam moradores, principalmente idosos, a transportar o botijão, pois sabem que são pessoas que não vão despertar suspeita”, destacou Linhares.

Antônio Jorge Gonçalves dos Santos, o Tony ou Baixinho, 40 anos

Antônio Jorge Gonçalves dos Santos, o Tony ou Baixinho, 40 anos

O maior fornecedor de armas e munições para a facção criminosa Comando Vermelho (CV) foi preso no último dia 5 de julho. De gerente das bocas-de-fumo de uma favela localizada na Zona Sul de Niterói a um dos principais fornecedores de armamento do Estado do Rio de Janeiro, Antônio Jorge Gonçalves dos Santos, o Tony, também conhecido como Baixinho, 40 anos, foi surpreendido por agentes da Delegacia de Repressão às Armas e Explosivos (DRAE), no Mato Grosso do Sul.

A prisão foi efetuada em um shopping na capital matogrossense, Campo Grande. Contra ele havia dois mandados de prisão expedidos pela Justiça: um por homicídio, da Vara Criminal de Niterói, e um por tráfico, da Polícia Federal.

armas apreendidas na chatuba

Nos anos 90, ele e o irmão, Arnaldo Gonçalves dos Santos, eram reconhecidos como a dupla “Tony e Arnaldo”, traficantes do CV com atuação no Complexo de Santa Rosa – que engloba os morros Zulu, Beltrão e Souza Soares – no bairro de mesmo nome, na Zona Sul de Niterói.

Eles contavam com a simpatia do traficante Marcos Antônio da Silva Tavares, o Marquinho Paraíba ou Marquinho Niterói, que era o segundo homem no escalão do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, 42.

Traficando, em média, 500 fuzis por ano, ele teria um faturamento de mais de R$ 2 milhões por mês, somente com este tipo de armamento.

“Ele vendia cada fuzil AK-47 por R$ 60 mil e não comercializava somente este tipo de arma. Ele também vendia pistolas e metralhadoras ponto 30, além de granadas e munição”, ressaltou, na ocasião, a delegada Márcia Becker, titular da Delegacia de Repressão às Armas e Explosivos (DRAE).

armas apreendidas na chatuba (3)

Também no momento da prisão, o sub-chefe Operacional da Polícia Civil, delegado Carlos Antônio Oliveira – que já foi titular da DRAE – revelou que Tony já atuava há no mínimo dois anos e que o valor de mercado do armamento sofreu um acréscimo de cerca de 600%.

“Devido à lei da oferta e da procura, um fuzil que em 2001 custava R$ 4.500, hoje custa R$ 60 mil”, afirmou Oliveira.

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Fotos: Bruno Gonzalez

operação pedreira

No dia seguinte à prisão do homem acusado de ser o gerente geral da venda de drogas no Complexo da Pedreira, nova operação foi realizada na Pedreira, Lagartixa e Quitanda – que compõem o conjunto de favelas localizado no bairro Costa Barros, na Zona Norte do Rio, e controlado pela facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA).

Rogério de Oliveira Salvador, o Mito ou Salvador, 35 anos

Rogério de Oliveira Salvador, o Mito ou Salvador, 35 anos

Conhecido como Mito ou Salvador, Rogério de Oliveira Salvador, 35 anos, foi preso por agentes da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), no final da tarde de quinta-feira, em um apartamento do Conjunto Habitacional da Fazenda Botafogo. Com ele, os policiais apreenderam uma pistola nove milímetros, um rádio transmissor e cerca de um quilo de cocaína prensada, além de terem recuperado um carro roubado.

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Sem saberem da ocorrência da Polícia Civil, cerca de 80 policiais militares lotados no 9º BPM (Rocha Miranda), com apoio de PMs de batalhões do 2º Comando de Policiamento de Área (2º CPA) – que engloba 18º BPM (Jacarepaguá), 27º BPM (Santa Cruz), 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) e Regimento Coronel Enyr Conyr dos Santos (RCECS), antigo Regimento de Polícia Montada (RPMont) – chegaram no local, na madrugada desta sexta-feira, dia 25, para realizar operação que já estava programada desde a quarta-feira anterior.

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Após cerca de onze horas de incursão – que envolveu aproximadamente 120 policiais -, os PMs detiveram três suspeitos, apreenderam um menor e prenderam um acusado de envolvimento com o tráfico de drogas. No total, eles apreenderam uma escopeta calibre 12, dois carregadores – um de fuzil e outro para pistola calibre 45 – pouca quantidade de crack, com a inscrição “Choque de Ordem”, e cadernos de contabilidade.

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O valor das anotações surpreendeu os policiais: os traficantes haviam comprado drogas no valor total de R$ 269 mil. Cada quilo de crack custou R$ 13 mil e, o de cocaína, R$ 11 mil. Também através dos cadernos, os PMs descobriram que os criminosos do Complexo da Pedreira possuíam fuzis AK 47 e metralhadora ponto 30.

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“Não sabíamos que eles já tinham essas armas, mas aqui vimos que eles anotaram uma compra de vinte caixas com munições para AK47, no valor de R$ 6.200 – revelou um dos PMs que participou da ação. Outro objeto apreendido que chamou a atenção dos policiais foi uma maleta para cirurgias ortopédicas, em que havia inclusive pinos para fraturas expostas.

Polícia

No Morro da Lagartixa, os policiais descobriram uma central clandestina de tevê a cabo. A estimativa é de que o sinal – das empresas Sky, Net e TVA”, fosse distribuído para cerca de 500 moradores.

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A ausência de confronto e o fato de não ter havido grandes prisões e apreensões fez com que os policiais acreditassem que a calma tivesse relação com a prisão de Mito.

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“Não sabíamos que ele havia sido preso horas antes da nossa operação. Provavelmente os criminosos foram se reunir em outra favela para definir quem será seu substituto”, disse um policial.

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Com oito anotações criminais, Mito foi solto há um ano após ganhar o benefício da liberdade condicional e teria participado da guerra pelo controle do Morro do Chapadão – que é controlado pela facção rival, Comando Vermelho, e faz divisa com o Complexo da Pedreira.

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Ligado ao traficante Cristiano Santos Guedes, o Puma ou Fera, 36 anos, e a Edmílson Ferreira dos Santos, o Sassá, preso em Bangu 1, Mito é ex-paraquedista do Exército – tendo servido no 27º Batalhão de Infantaria, em 1992.

Cristiano Santos Guedes, o Fera, 36 anos

Cristiano Santos Guedes, o Fera, 36 anos

Arquivo do Complexo da Pedreira:

Complexo da Pedreira virou QG da ADA

Polícia Civil sacode o Complexo da Pedreira

Pedreira: 6 presos, 2 mortos, 1 baleado e 30 quilos de cocaína

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Fotos: Pedro Pantoja

Policia

Quatro dias após o início da guerra entre duas facções criminosas pelo controle das bocas-de-fumo dos morros Serrinha e Juramento, nos bairros Madureira e Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio, cerca de 80 policiais militares de quatro batalhões realizaram uma operação nas duas comunidades, no início da manhã de ontem. O saldo da ação – que contou com o apoio de dois helicópteros e três veículos blindados e durou cerca de três horas – foi de três acusados de envolvimento com o tráfico mortos e um preso, além de drogas e armas apreendidas.

Policia

As equipes se concentraram no 9º BPM (Rocha Miranda), por volta das 3 horas, e depois se reuniram no 14º BPM (Bangu), de onde saíram, cerca de três horas depois, em direção aos morros. Assim que os PMs chegaram na Serrinha, houve confronto. Dois criminosos foram atingidos na troca de tiros com o Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 9º BPM e levados para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes. Com eles, os policiais apreenderam um fuzil calibre 762 e uma pistola nove milímetros, além de munição.

Policia

Em outro ponto do Morro da Serrinha, o Patrulhamento Tático Motorizado (Patamo) do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) apreendeu quantidade de haxixe, cocaína e maconha, além de rádios de comunicação, roupas pretas usadas pelos bandidos para facilitar a camuflagem e gandolas do Exército.

Policia

Um homem identificado como “João Grandão”, morador da Favela da Coréia, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio, foi surpreendido por policiais do 9º BPM no momento em que tentava se esconder perto da Igreja São José. Ele estava com uma pistola nove milímetros e, segundo a Polícia, estaria dando apoio aos comparsas para evitar a invasão de traficantes rivais.

Policia

Os morros da Serrinha e do Juramento – assim como a Favela da Coréia – são controlados pela facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP). Na madrugada do último sábado, traficantes do Comando Vermelho (CV) tentaram invadir o Morro do Juramento. A ação teria sido liderada pelo Complexo do Alemão, na Penha, na Zona Norte do Rio, com apoio de grupos do Morro do Pavão-Pavãozinho-Cantagalo, em Copacabana, na Zona Sul.

Policia

A intenção, segundo investigações da 27ª DP (Vicente de Carvalho), seria encontrar refúgio para criminosos que eram de áreas onde foram instaladas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), como a Favela Cidade de Deus, em Jacarepaguá, na Zona Oeste.

Policia

O preso foi encaminhado para a 29ª DP (Madureira) e os baleados que foram levados para o Hospital Estadual Carlos Chagas não resistiram aos ferimentos. Um outro homem atingido durante a troca de tiros também morreu, ao chegar na mesma unidade de saúde. Além das duas pistolas e do fuzil 762, os PMs apreenderam outras três armas: uma submetralhadora nove milímetros, um fuzil 556 e uma escopeta calibre 12. Todo o material apreendido foi levado para a 29ª DP.

Policia

“O objetivo é manter a paz no local. Na segunda-feira já havíamos feito uma operação no Juramento e os criminosos da Favela da Igrejinha que estavam lá acabaram indo embora”, declarou ao final da operação o comandante do 9º BPM, tenente-coronel Edvaldo Camelo, ressaltando que o patrulhamento continuará reforçado em toda a região.

Policia

“A operação acabou, mas vamos continuar reforçando o policiamento na área. O saldo foi positivo, pois não tivemos policiais e nem moradores feridos e retiramos grande quantidade de armas e drogas das mãos de criminosos”, enfatizou o coronel.

Policia

A tentativa de invasão ao Morro do Juramento teve início na noite de sexta-feira, quando cerca de 100 traficantes armados e vestidos com roupas semelhantes à farda do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) chegaram à comunidade. Eles atravessaram o Morro do Juramentinho – que tem ligação, através da mata, com o Juramento, e integra o Complexo do Alemão. Os dois morros fazem parte do mesmo maciço.

Policia

Na tentativa de cercar a comunidade, parte dos criminosos do CV vieram pela passarela da estação de metrô de Tomás Coelho. Ao avistarem os rivais, traficantes do TCP que estavam no alto do morro atiraram. Policiais militares que realizavam patrulhamento na Avenida Martin Luther King ficaram no meio do fogo cruzado. Cinco deles ficaram encurralados e acabaram sendo baleados. Eles só conseguiram ser resgatados com a ajuda de um PM morador do bairro. Lotado no 25º BPM (Cabo Frio), na Região dos Lagos, o cabo Mauro Silva Mendes, 37 anos, passava pelo local com seu Mitsubishi Pajero blindado e usou o carro para furar o bloqueio.

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No fim da tarde do dia seguinte, no domingo e na segunda-feira houve novos confrontos e mais incursões policiais que resultaram em outros tiroteios. No sábado, a circulação das composições do metrô chegou a ser interrompida por 12 minutos, na estação de Tomás Coelho.

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Fotos: Felippo Brando

Policia

Um fuzil utilizado na África como rifle de caça para matar elefantes foi encontrado na Favela de Acari, no bairro de mesmo nome, na Zona Norte do Rio, por agentes da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), nesta quinta-feira, dia 27. A arma poderia ser utilizada pelos traficantes ligados à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam a venda de drogas no local para derrubar veículos blindados da Polícia, não fosse um detalhe: não possuía munição.

Policia

“Essa arma utiliza uma munição que tem 50% a mais de pólvora se comparada à munição do fuzil utilizado pelos policiais, que é o calibre 762. Enquanto a munição do nosso fuzil é ponto 308, a desse rifle é ponto 458. É apenas um pouco menor e mais fina que a munição ponto 50 e é difícil de arrumar”, explicou o delegado Marcus Vinícius de Almeida Braga, titular da DCOD.

Policia

De origem tcheca, o fuzil CZ 550 foi fabricado entre 2006 e 2007 e seu valor no mercado legal é de US$ 1 mil. Vendido livremente no Paraguai, ele tem um alcance de 300 a 400 metros, sem a luneta. Com o acessório, a arma consegue atingir um alvo a até mil metros de distância.

“Não sabemos precisar a quanto ele é vendido no mercado negro e é a primeira vez que apreendemos um fuzil desse porte em favelas do Rio”, ressaltou o titular da especializada.

rifle marcus vinicius

Como é o rifle de caça mais popular, o CZ 550 tem características peculiares: possui almofada de rosto para o atirador e pesa pouco mais de três quilos, podendo disparar até 4 tiros antes de ser recarregado, além de ter gatilho ajustável, mira especial e cano ventilado.

“Um caçador que passa dias na África precisa de uma arma que seja leve e não o faça cansar em pouco tempo”, destacou Marcus Vinícius, que apreendeu o fuzil, que será posteriormente encaminhado à Divisão de Fiscalização de Armas e Explosivos (Dfae).

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Fotos: Felippo Brando

Rocinha (BOPE) 3

Mais um local utilizado por traficantes ligados à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) para torturas e execuções foi encontrado pela Polícia. Desta vez, na Favela da Rocinha, no bairro São Conrado, na Zona Sul do Rio. Em uma incursão que durou aproximadamente nove horas, policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) chegaram, no final da manhã desta sexta-feira, dia 7, à área batizada como “Praça da Tortura”.

Rocinha (BOPE) 16

Com vestígios de sangue e restos de massa encefálica, ela fica na mata existente no final da Rua Dionéia, na localidade conhecida como Cachopa. No dia anterior, policiais civis da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) haviam descoberto o endereço de um outro “Tribunal do Tráfico”: na ocasião, o da Favela Vila Vintém, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. As duas favelas são controladas pela mesma facção.

rocinha

“Viemos apurar diversas denúncias relativas a esconderijos de criminosos e a locais onde eles guardariam armas e drogas. Também aproveitamos para verificar uma que recebemos há cerca de quatro meses e que afirma que existe um cemitério clandestino na mata”, ressaltou o tenente-coronel Paulo Henrique Azevedo de Moraes, comandante do Bope.

Rocinha (BOPE) 19

Com apoio dos dois helicópteros do Grupamento Aeromarítimo (GAM) e de com auxílio de equipes do Batalhão de Polícia Florestal e do Meio Ambiente (BPFMA) e do canil da corporação – através da Companhia Independente de Polícia Militar Cães (CIPM Cães) – os policiais chegaram à Rocinha por volta das 6 horas. A ação, que mobilizou cerca de 100 homens, resultou na apreensão de 483 tabletes de maconha prensada – totalizando cerca de meia tonelada.

Rocinha (BOPE) 11

Os PMs também apreenderam uma espada ninja, uma submetralhadora Uzy, uma pistola calibre 380, e munições para diversos calibres, além de carregadores de fuzil e de pistola, seis coletes táticos, 31 camisas da Polícia Civil, fogos de artifício e roupa camuflada.

Rocinha (BOPE) 20

A presença de agentes do Serviço de Inteligência (P-2) e de outros cinco policiais militares fardados – incluindo três oficiais – do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), levantou rumores de que os PMs estariam tentando localizar restos mortais da engenheira Patrícia Amieiro, 24, desaparecida desde junho do ano passado.

Rocinha (BOPE) 15

A suspeita foi reforçada pelo fato da Favela da Rocinha ser área de responsabilidade de outro batalhão – o 23º BPM (Leblon) – e por denúncias de que uma testemunha do caso teria procurado o batalhão e prestado um depoimento com uma versão diferente daquela que fez com que o Ministério Público denunciasse quatro PMs do 31º BPM por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Coincidentemente, o julgamento deles começa na próxima sexta-feira, quando será realizado o sumário de culpa, no 1º Tribunal do Júri.

Rocinha (BOPE) 18

Apesar das suspeitas e das contradições cometidas pelos oficiais envolvidos na operação, a informação não foi confirmada.

“Um dos meus oficiais aproveitou a operação do Bope para ir à favela, pois tinha uma diligência para realizar. Mas não há relação com o caso da engenheira, e sim com uma investigação que está sob sigilo da Justiça”, garantiu o comandante do 31º BPM, tenente-coronel Ricardo Quemento.

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Rocinha (BOPE) 3

Mais um local utilizado por traficantes ligados à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) para torturas e execuções foi encontrado pela Polícia. Desta vez, na Favela da Rocinha, no bairro São Conrado, na Zona Sul do Rio. Em uma incursão que durou aproximadamente nove horas, policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) chegaram, no final da manhã desta sexta-feira, dia 7, à área batizada como “Praça da Tortura”.

Rocinha (BOPE) 16

Com vestígios de sangue e restos de massa encefálica, ela fica na mata existente no final da Rua Dionéia, na localidade conhecida como Cachopa. No dia anterior, policiais civis da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) haviam descoberto o endereço de um outro “Tribunal do Tráfico”: na ocasião, o da Favela Vila Vintém, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. As duas favelas são controladas pela mesma facção.

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“Viemos apurar diversas denúncias relativas a esconderijos de criminosos e a locais onde eles guardariam armas e drogas. Também aproveitamos para verificar uma que recebemos há cerca de quatro meses e que afirma que existe um cemitério clandestino na mata”, ressaltou o tenente-coronel Paulo Henrique Azevedo de Moraes, comandante do Bope.

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Com apoio dos dois helicópteros do Grupamento Aeromarítimo (GAM) e de com auxílio de equipes do Batalhão de Polícia Florestal e do Meio Ambiente (BPFMA) e do canil da corporação – através da Companhia Independente de Polícia Militar Cães (CIPM Cães) – os policiais chegaram à Rocinha por volta das 6 horas. A ação, que mobilizou cerca de 100 homens, resultou na apreensão de 483 tabletes de maconha prensada – totalizando cerca de meia tonelada.

Rocinha (BOPE) 11

Os PMs também apreenderam uma espada ninja, uma submetralhadora Uzy, uma pistola calibre 380, e munições para diversos calibres, além de carregadores de fuzil e de pistola, seis coletes táticos, 31 camisas da Polícia Civil, fogos de artifício e roupa camuflada.

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A presença de agentes do Serviço de Inteligência (P-2) e de outros cinco policiais militares fardados – incluindo três oficiais – do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), levantou rumores de que os PMs estariam tentando localizar restos mortais da engenheira Patrícia Amieiro, 24, desaparecida desde junho do ano passado.

Rocinha (BOPE) 15

A suspeita foi reforçada pelo fato da Favela da Rocinha ser área de responsabilidade de outro batalhão – o 23º BPM (Leblon) – e por denúncias de que uma testemunha do caso teria procurado o batalhão e prestado um depoimento com uma versão diferente daquela que fez com que o Ministério Público denunciasse quatro PMs do 31º BPM por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Coincidentemente, o julgamento deles começa na próxima sexta-feira, quando será realizado o sumário de culpa, no 1º Tribunal do Júri.

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Apesar das suspeitas e das contradições cometidas pelos oficiais envolvidos na operação, a informação não foi confirmada.

“Um dos meus oficiais aproveitou a operação do Bope para ir à favela, pois tinha uma diligência para realizar. Mas não há relação com o caso da engenheira, e sim com uma investigação que está sob sigilo da Justiça”, garantiu o comandante do 31º BPM, tenente-coronel Ricardo Quemento.

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Fotos: Pedro Pantoja

Policia

Dois meses após perderem o controle da venda de drogas na Favela Vila dos Pinheiros, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) estavam se reunindo no Complexo da Pedreira – composto pelas favelas Pedreira, Lagartixa e Quitanda – no bairro Costa Barros, também na Zona Norte, para tentar retomar as bocas-de-fumo perdidas para rivais da facção Terceiro Comando Puro (TCP).

A descoberta foi feita por agentes do Serviço de Inteligência (P-2) do 9º BPM (Rocha Miranda), que investigavam denúncias que afirmavam que o traficante Márcio Braz Januário, o Tiazinha, 24 anos, havia conseguido sair com vida da Vila dos Pinheiros e estava refugiado na casa de um irmão.

“Os criminosos da ADA que eram da Vila dos Pinheiros montaram um QG (Quartel General) na Pedreira para se reorganizar e tentar recuperar a favela perdida para a facção rival”, explicou um dos agentes da P-2.

Policia

O traficante foi localizado no apartamento de um irmão, em um edifício localizado na Avenida Prefeito Sá Lessa. Embaixo da cama, os PMs encontraram um fuzil FAL calibre 762 com um carregador. Em liberdade condicional desde outubro de 2007, ele já havia sido preso e condenado por tráfico de drogas em processo da 34ª Vara Criminal.

A operação montada para localizar o criminoso contou com apoio de equipes do Grupamento de Ações Táticas (GAT) e do Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) do 9º BPM, totalizando 56 policiais militares. Os PMs chegaram ao Complexo da Pedreira por volta das 6 horas desta segunda-feira, dia 27. Houve confronto e dois criminosos foram baleados. Socorridos e levados para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, eles não resistiram aos ferimentos.

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A ação terminou às 10h30 com um saldo de dois mortos, sete presos e drogas e armas apreendidas. Além do FAL 762 e das duas pistolas nove milímetros encontradas com os socorridos, os PMs apreenderam uma metralhadora calibre 45, uma mochila com fardamento do Exército, dois radiotransmissores e um celular, além de 85 pedras de crack, 532 papelotes de cocaína comum e 58 papelotes da cocaína de capa preta – conhecida pelo grau de pureza.

Além de Tiazinha, outras seis pessoas foram presas: Rafael Ferreira Ernomano, o Bola, 20; Diego Aguiar Viegas, o DG, 19; e o casal Vanessa Oliveira Ramos, 20, e Alexandre dos Santos, 31, além de Denílson dos Santos Cabral e Everaldo Valério da Silva, o VV, ambos de 18. O delegado Ricardo Vianna Castro, titular da 39ª DP (Pavuna), autuou os sete por tráfico de drogas, associação para fins de tráfico, porte ilegal de arma de fogo de calibre proibido e granada, resistência à prisão e tentativa de homicídio contra os PMs. Um dos presos vestia uma camisa com os dizeres “saudades eternas, Pé de Vaca”.

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Guerra entre ADA e TCP começou em maio
O Complexo da Maré, que engloba as localidades Baixa do Sapateiro, Conjunto Bento Ribeiro Dantas, Conjunto Esperança, Conjunto Marcílio Dias, Conjunto Pinheiro, Nova Holanda, Nova Maré, Parque Maré, Parque Roquete Pinto, Parque Rubens Vaz, Parque União, Praia de Ramos, Salsa e Merengue, Timbau, Vila do João e Vila do Pinheiro, é dividido entre as facções ADA, TCP e Comando Vermelho (CV), e também tem áreas controladas por milicianos.

A guerra entre traficantes pelo domínio das bocas-de-fumo da Vila dos Pinheiros e da Baixa do Sapateiro teve início no final de maio. Nos últimos meses, mais de 10 pessoas já foram mortas na disputa. Entre elas, três policiais militares que realizavam incursão na localidade após ligações de moradores para o 22º BPM (Benfica). Um blindado e um Grupamento de Ações Táticas estão posicionados na localidade conhecida como Pontilhão – que divide as duas favelas.

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Foragido da Justiça desde abril – quando conquistou o benefício a cumprir a pena em regime semi-aberto para trabalhar e não retornou à cadeia – o traficante Nei da Conceição Cruz, o Facão, 37 anos, é apontado como responsável pela guerra. Pertencente ao TCP e líder do tráfico nas favelas do Timbau e Baixa do Sapateiro, ele estaria tentando reassumir as bocas-de-fumo da Favela Vila dos Pinheiros – atualmente controlada por traficantes da ADA.

Nei da Conceição Cruz, o Facão, 37 anos

Nei da Conceição Cruz, o Facão, 37 anos

Para a ação, ele contou com apoio do traficante Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, 34, líder das favelas da Zona Oeste pertencentes ao TCP e também foragido da Justiça há pouco mais de um mês. Enquanto o primeiro saiu do Instituto Penal Cândido Mendes, no Centro do Rio, com a promessa de que trabalharia como auxiliar administrativo na ADG Comércio de Metais e Ferragens, localizada no Timbau, Facão garantiu que trabalharia na Funerária Água Branca, em Realengo. Preso em 2003, Facão tem 14 anotações criminais. Capturado no ano seguinte, Matemático tem 13 e duas condenações, totalizando 12 anos de cadeia.

Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, 34 anos

Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, 34 anos

Também nesta segunda-feira, o gerente do tráfico de drogas no Conjunto Esperança, Marconi Jesus Soares, 23, foi preso, por policiais do 22º BPM (Maré). Ele estava sobre a laje de uma casa com uma pistola Glock calibre 45, uma granada de uso exclusivo das Forças Armadas, aproximadamente 500 pedras de crack e 100 papelotes de cocaína, além de dois carregadores para pistola. Ele foi levado para a 21ª DP (Bonsucesso).

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Fotos: Pedro Pantoja e Bruno Gonzalez

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Apontado pela Polícia como segundo homem na hierarquia do tráfico do Complexo Pavão-Pavãozinho-Cantagalo, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, Antônio Mariano da Silva, o Red Bull, 34 anos, foi preso por agentes da Delegacia de Repressão às Armas e Explosivos (DRAE), na manhã desta terça-feira, dia 14. Ele também seria o armeiro dos traficantes ligados à facção criminosa Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas na região.

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Em sua casa, os policiais apreenderam seis metralhadoras – entre elas uma Madsen calibre 762, anti-aérea – nove pistolas e uma espingarda calibre 12, além de seis granadas, munições e 13 tabletes de maconha. Outro preso foi identificado como Anderson Tavares Rezende, o Chaveiro, 23.

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A ação contou com apoio de equipes da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) e Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e mobilizou cerca de 80 homens, além do helicóptero da Polícia Civil. Assim que os policiais chegaram ao morro, houve confronto. O tiroteio – que durou cerca de cinco minutos – paralisou as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Cerca de 300 operários deixaram de trabalhar, mas não saíram da favela.

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João Aguiar Costa, o Mata Rindo, 57 anos

João Aguiar Costa, o Mata Rindo, 57 anos

Apontado pela Polícia como autor de vários homicídios no município de Tanguá, João de Aguiar Costa, o Mata Rindo, 57 anos, foi preso por agentes do Serviço de Inteligência (P-2) do 35º BPM (Itaboraí), na tarde desta sexta-feira, dia 19.

Os PMs chegaram até o acusado, na Rua 15, no bairro Vila Côrtes, através de informação repassada pelo Disque-Denúncia (2253-1177). Ele estava com um revólver Rossi calibre 35, com cinco munições intactas, na cintura e foi conduzido à 71ª DP (Itaboraí).

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Após ser autuado no artigo 14 da Lei 10.836/03 (porte ilegal de arma de fogo), ele foi conduzido à carceragem da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter), onde vai permanecer à disposição da Justiça.

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