Posts com Tag ‘assalto’

Fotos: Bruno Gonzalez, Henrique Esteves, Pedro Pantoja

Nos 15 primeiros dias do ano, 13 policiais militares já foram baleados no Estado do Rio de Janeiro. Destes, cinco não resistiram e morreram. Do total, 10 estavam de serviço e um era PM reformado. No mesmo período do ano passado, foram 9 PMs baleados, sendo que seis morreram. Quatro estavam de serviço e um era reformado.

As mortes no ano de 2009 começaram mais cedo: no dia 2 de janeiro. Lotados no Auxílio à Polícia de Trânsito (APTran) do 32º BPM (Macaé), o sargento Rogério Barberino, 46 anos, e o soldado Leandro de Moura Teixeira, 25, foram assassinados pelo técnico de som Ricardo Carneiro Essucy, 44. Eles realizavam patrulhamento de rotina no Centro de Rio das Ostras quando foram acionados para conter uma discussão a poucos metros da rodoviária.

Esse ano, o primeiro policial assassinado não estava de serviço. Lotado na Diretoria Geral de Pessoal (DGP), o sargento Vladimir Gonçalves Mamed, 46 anos, chegava em casa, na Rua Juqueri, em Irajá, na Zona Norte do Rio, quando foi abordado por homens armados, no dia 5 de janeiro.

Ele reagiu e acabou atingido pelos criminosos, que fugiram em um carro não identificado sem levar nada. Socorrido, o PM foi levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Ele foi atingido por mais de um tiro na região toráco-abdominal e morreu horas depois.

Apontado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Milícias como chefe de um grupo paramilitar que atuaria no Conjunto Habitacional Ipase, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio, o PM já havia se candidatado a deputado estadual e vereador, mas não foi eleito.

O primeiro caso de PMs mortos em serviço aconteceu no último dia 15. Lotados no 9º BPM (Rocha Miranda), o sargento Ezequias Veríssimo dos Santos Filho e o cabo Márcio Passos Barcelos foram assassinados quando passavam pela Avenida Ministro Edgard Romero, em frente ao Morro do Cajueiro, em Madureira, na Zona Norte do Rio, por volta das 7h50. Os PMs realizavam patrulhamento de rotina quando se depararam com criminosos que assaltavam uma van de cigarros da empresa Souza Cruz.

Quando se preparava para fugir com a van roubada, um dos bandidos avistou o carro da PM e gritou: “É o Gol bolinha”. O bando, então, abriu fogo contra a viatura com fuzis e pistolas, sem dar qualquer chance de reação aos policiais. O cabo, que estava ao volante, tentou sair do veículo, mas não conseguiu. O sargento, já baleado, ainda desceu do carro e correu até um posto de gasolina, mas foi perseguido pelos bandidos e executado.

O crime chocou a moradores e comerciantes da região e revoltou colegas de farda dos dois PMs.

“Essa não é a primeira vez que tombam companheiros de farda atrás de caminhão de cigarros em Madureira. No fim do ano passado também houve morte perto do Mercadão após a denúncia do motorista de um caminhão que pediu socorro”, ressaltou um policial que pediu para não ter a identidade revelada.

Ele se referiu à morte do cabo Renato Gomes Miranda, 40, também lotado no 9º BPM. No dia 18 de dezembro, ele foi baleado durante confronto entre assaltantes e policiais militares na Avenida Ministro Edgard Romero, próximo ao Mercadão de Madureira. O policial, atingido por disparos de fuzil em um dos braços e em uma das pernas, ainda caiu e bateu a cabeça, sofrendo traumatismo craniano.

Levado para o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, o PM morreu horas depois. Na mesma ação, três pedestres foram baleados e um acabou sendo atropelado na tentativa de fugir dos tiros.

“Infelizmente isso está virando rotina. Até quando nós teremos irmãos de farda ceifados por inimigos e nada acontece? A Polícia tem que dar a resposta que merece. Não podemos achar que isso é normal em nossas vidas. Estamos virando presas fácil na mão desses animais”, desabafou.

Também na última sexta-feira, além dos dois PMs do batalhão de Rocha Miranda, outros dois policiais foram baleados enquanto estavam de serviço. Horas após o atentado sofrido pelos policiais em Madureira, o capitão Leandro Maia, lotado no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), foi atingido por tiros no pé, na perna e dois de raspão no pescoço, no Morro da Mineira, durante confronto com traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) que controlam a venda de drogas no Complexo de São Carlos, no Estácio.

Já no final do dia, o soldado Arthur Furtado Batista Barreto, lotado no 22º BPM (Benfica), foi baleado em troca de tiros com criminosos da facção Comando Vermelho (CV), na Favela São Pedro, no Complexo de Manguinhos, em Bonsucesso. Atingido nas nádegas, o PM foi socorrido e levado para o Hospital Geral de Bonsucesso, ele foi liberado após receber atendimento médico.

Qualquer informação que leve à prisão de assassinos de policiais pode ser repassada através do Disque-Denúncia (2253-1177), que está oferecendo recompensa de R$ 3 mil a quem ajudar na localização e prisão de Emerson Vantapane da Silva, o Mão – autor dos disparos que mataram os dois PMs, em Madureira – Jean Pinheiro Laranjeiras Duarte, Fábio da Costa Sousa e Pedro Henrique de Oliveira Sousa. Não é preciso se identificar.

Acompanhe:

Estatística de Policiais Mortos e Baleados em 2010

Estatística de Policiais Mortos e Baleados em 2009

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pimentao

Assalto, perseguição, troca de tiros e duas pessoas feitas reféns, em Niterói, na tarde desta quinta-feira, dia 15. Após roubarem o carro de uma psicóloga de 37 anos, no Centro, dois criminosos foram surpreendidos por policiais militares lotados no 12º BPM (Niterói), quando tentavam fugir com o veículo da vítima em direção ao Morro do Boa Vista, no bairro São Lourenço. Um deles acabou preso ao invadir uma residência, em um dos acessos à comunidade.

De acordo com a Polícia, o crime ocorreu por volta das 17 horas. A psicóloga seguia pela Avenida Marquês de Paraná, sentido Icaraí, quando teve seu Honda Civic fechado por uma motocicleta com dois ocupantes, em frente a um hipermercado. Armado com uma pistola, o homem que estava na garupa anunciou o assaltou, retirou a vítima do veículo puxando-a pelos cabelos e fugiu com o automóvel em direção ao Boa Vista.

Mesmo muito assustada, a psicóloga conseguiu abordar PMs que faziam patrulhamento na região. Eles iniciaram a perseguição aos criminosos, que se estendeu até o bairro São Lourenço, a aproximadamente dois quilômetros do local do crime. Houve confronto entre os policiais e os assaltantes. Durante a fuga, um deles perdeu o controle do veículo e bateu em um poste na Rua Saldanha da Gama. Cercado pelos PMs, ele invadiu uma casa e manteve uma idosa e uma adolescente como reféns.

Após breve negociação com os policiais, Rafael Lopes do Amaral, o Pimentão, 28 anos, decidiu se entregar. O outro suposto assaltante conseguiu fugir, deixando para trás a motocicleta utilizada no crime, uma Honda Twister preta, placa KYG-1803, que consta como roubada, segundo os policiais. No final da tarde, os militares realizaram uma incursão na comunidade, mas não conseguiram encontrá-lo.

“O conselho que eu deixo é que as pessoas entreguem todos os seus pertences sem reagir, pois o bem material pode ser recuperado. Também gostaria de elogiar a ação dos policiais, que fez aumentar minha confiança na polícia”, destacou a psicóloga.

Encaminhado à 78ª DP (Fonseca), Rafael foi reconhecido pela vítima e autuado por assalto à mão armada. Ainda de acordo com os policiais, ele teria uma anotação criminal por tráfico de drogas. A polícia investiga se o veículo roubado seria uma encomenda feita por traficantes do Morro do Boa Vista, ligados à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA).

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recompensa

Em sete dias consecutivos, 10 policiais militares foram baleados no Rio. Os casos aconteceram do último dia 14 até o dia 20, nas zonas Norte e Oeste; e em Itaboraí, na Região Metropolitana. Dos PMs feridos – dois estavam de serviço – sete morreram. Na segunda-feira, dia 21, não houve policiais feridos, mas, ontem, o Rio de Janeiro registrou mais um caso. Com este, o número de policiais baleados no Estado chega a 146 – sendo que 84 morreram. Dos 62 sobreviventes, 56 eram policiais militares, cinco eram policiais civis e um era policial rodoviário federal. Dos assassinados, 74 eram PMs e 10 eram policiais civis. Do total de 146 policiais, 49 estavam de serviço: 16 morreram.

A última vítima foi o sargento reformado Alexandre José Evangelista dos Santos, 44 anos. Ele estava em seu carro – um Kia Subaru – e trafegava no sentido Centro pela pista lateral da Avenida Brasil, em frente ao Conjunto Habitacional Amarelinho, em Irajá, na Zona Norte. Os criminosos, que ocupavam um Ford EcoSport, emparelharam com o PM e efetuaram disparos. Eles fugiram sem levar o automóvel do sargento, que ainda foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes. No entanto, o PM não resistiu aos ferimentos.

jorge lobao

A estatística fez com que o presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, Jorge Lobão, reativasse um antigo serviço: o Disque-Denúncia da entidade, que oferece recompensa de R$ 2 mil a quem auxiliar na identificação e prisão de matadores de policiais. Quem tiver informações pode passar através do número 8181-7304.

Últimos Casos
No domingo, o cabo Alexandre Pires, 38 anos, foi assassinado dentro de um condomínio fechado localizado na Rua João Adil de Oliveira, também em Irajá. Segundo testemunhas, cinco bandidos com fuzis e pistolas abordaram o policial e fizeram pelo menos 20 disparos. O condomínio, onde moram muitos policiais civis e militares, tem uma única rua de acesso, com cancela. Moradores contaram que os criminosos estavam em dois carros — um Fox preto e um Punto prata.

Lotado no 14º BPM (Bangu), o PM – que estava afastado dos serviços de rua – respondia à Conselho de Disciplina por participar da ação que resultou na morte de uma oficial da Aeronáutica, em 2007. Donos de um carro que havia sido roubado, Larissa e Douglas Gorchinsky recuperaram o próprio veículo, após o assalto, e seguiam para a delegacia quando passaram por uma blitz. A vítima acabou morrendo ao ser baleada por policiais que atiraram contra o automóvel depois que os ocupantes não obedeceram à ordem de parar.

No dia anterior, o cabo René Sátiro de Oliveira, 40, que era lotado no 20º BPM (Mesquita), foi encontrado morto dentro de um Fiesta na Rua Lauro Camargo, próximo ao Morro do Chapadão, na Pavuna, na Zona Norte do Rio. Na sexta-feira, o cabo Sérgio da Cruz, 39, foi surpreendido por dois homens armados, no interior um bar localizado na esquina das ruas Paraná e Joaquim Martins, em Água Santa, também na Zona Norte. Lotado no 3º BPM (Méier), ele havia acabado de sair do serviço e tinha se encontrado com o filho, de 16 anos. O PM ainda conseguiu reagir e, mesmo baleado, saiu do bar e foi até o seu carro. Socorrido e levado para o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, ele não resistiu aos ferimentos.

pm baleado

No dia 17, o sargento João Carlos dos Santos Moraes, 40, lotado no 22º BPM (Benfica), foi baleado na barriga durante confronto com traficantes que controlam a venda de drogas na Favela de Manguinhos, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. Na véspera, o soldado Guilherme Lourenço Caminha, 32 anos, lotado no mesmo batalhão, foi assassinado em tentativa de assalto sofrida na esquina das ruas Barão de Cotegipe e Emília Sampaio, em Vila Isabel, também na Zona Norte. Quatro criminosos – sendo três em um carro e um em uma moto – cercaram o Astra em que o PM estava, acompanhado pela mulher, e o obrigaram a sair do veículo. Ele foi reconhecido por estar usando a parte de baixo da farda.

Mulher de PM morto

Os bandidos, então, fizeram onze disparos em direção ao policial, que foi atingido por seis tiros. Ele ainda chegou a reagir e, na troca de tiros, um dos criminosos também foi baleado. O PM morreu ao dar entrada no Hospital Geral do Andaraí, no bairro de mesmo nome. Um suspeito de participar da tentantiva de assalto, identificado como Moisés Camilo Lucena, 22, foi preso na sala de emergência do Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio. Há seis anos na corporação, o PM havia sido aprovado em um concurso da Petrobras e deixaria a farda no próximo mês. No mesmo dia, o cabo José Paulo dos Santos da Silva, 26, lotado no 9º BPM (Rocha Miranda), foi baleado de raspão na perna durante confronto com traficantes no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, também na Zona Norte do Rio. O PM foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, sendo liberado após receber atendimento médico.

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Na terça-feira, dia 15, os policiais militares José Roberto Santos de Oliveira, 52, e João Rodrigues Russo Neto, 55, foram assassinados, no Engenho de Dentro, na Zona Norte. Eles eram responsáveis pela segurança do presidente da Companhia de Água e Esgoto do Rio (Cedae), Wagner Victer. Os PMs, que estavam em um Toyota Corolla preto, haviam acabado de deixar o presidente da Cedae na casa dele, na Ilha do Governador. Segundo testemunhas, os criminosos – que estavam em um Gol prata – impediram a passagem dos policiais, desceram do carro e efetuaram os disparos.

Horas antes, o sargento Celso Luiz Moreira, 40, lotado no 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), foi morto ao tentar evitar uma saidinha de banco – quando a pessoa é seguida e assaltada após efetuar saque em agência bancária ou caixa eletrônico – em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. O PM estava de folga e percebeu quando um cliente que saía da agência do banco Itaú localizada na Estrada dos Bandeirantes foi abordado por dois homens em uma moto. Ao tentar impedir o assalto, o PM foi baleado – na cabeça, nas costas e no olho.

No dia 14 de setembro, o soldado Alessandro Fonseca Dias, 36 anos, lotado no 12º BPM (Niterói), estava de folga quando foi baleado pelo soldado Elias Medeiros Coelho, do 35º BPM (Itaboraí), que estava de serviço. O crime ocorreu no bairro Santo Expedito, em Itaboraí, quando o soldado do 12º BPM saía de um clube. O carro do PM, que era dirigido por sua mulher, Nívea Dias, colidiu com o do também soldado da PM Fredson Nascimento Pereira, lotado no Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE). Os três iniciaram uma discussão e uma viatura do 35º BPM que passava pelo local tentou intervir, mas um dos integrantes da equipe acabou atingindo Fonseca. Ele alegou ter agido em legítima defesa, mas foi autuado por tentativa de homicídio e encaminhado para o Batalhão Prisional Especial (Bep), em Benfica.

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Fotos: Bruno Gonzalez

quadrilha drf (15)

Uma quadrilha “mil e uma utilidades”. Assim poderia ser definido um dos maiores grupos criminosos com atuação no Estado do Rio de Janeiro que começou a ser desarticulado por agentes da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), na noite desta terça-feira, dia 15. Após mais de 12 horas de operação, os policiais prenderam dez acusados de integrar a quadrilha que pratica diversos tipos de crime e possui alianças com traficantes, vigilantes de bancos, ex-funcionários de empresas alvos de suas ações e criminosos de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo.

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“Essa quadrilha possui ramificações em outros Estados e os integrantes se diversificam, praticando assaltos a banco, roubos de caixas eletrônicos, clonagem de cartões e até mesmo roubos em geral”, ressaltou o delegado Roberto Gomes Nunes, titular da especializada.

quadrilha drf

As investigações tiveram início no mês de maio, depois que cerca de dez homens realizaram um assalto na Secretaria de Saúde de Itaboraí – localizada ao lado do 35º Batalhão de Polícia Militar (Itaboraí). Os cinco homens que invadiram a sede e roubaram R$ 145 mil de seis caixas eletrônicos do banco Itaú existentes no imóvel foram flagrados pelo circuito interno de segurança.

quadrilha drf (1)

Através das imagens gravadas pelas câmeras, os policias conseguiram identificar a maioria dos envolvidos no assalto e passaram a monitorar um deles – Leonardo dos Reis Andrade, o Leozinho ou Magrinho, 32 anos.

Preso pela própria DRF, em abril de 2000, ele já havia sido condenado a oito anos e quatro meses de prisão por roubo e receptação, pela 6ª Vara Criminal de Nova Iguaçu. Ele foi denunciado pelo Ministério Público um mês após ter sido preso e a sentença foi pronunciada em dezembro de 2001.

quadrilha drf (12)

Quando souberam que o criminoso iria para o estacionamento de uma concessionária de veículos na Avenida Ayrton Senna, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, equipes da especializada se dirigiram até o endereço em uma viatura descaracterizada.

Polícia

“Os policiais chegaram antes e se posicionaram na concessionária. Quando chegou, sem saber, o Léo parou ao lado da viatura, que era descaracterizada. Ele saiu do carro e ficou parado, de braços cruzados, demonstrando que esperava alguém. Pouco depois, chegaram outros dois automóveis, de onde saíram outros cinco homens e um travesti”, revelou o delegado, destacando que a ocorrência acabou sendo inusitada.

“A prisão foi curiosa porque, assim que os policiais se aproximaram para fazer a abordagem, os sete levantaram as mãos, dizendo “perdi, chefia” e deitaram no chão. A atitude fez com que eles fossem identificados como “cadeeiros” (criminosos que já passaram pela cadeia)”, contou Roberto Nunes.

Os sete suspeitos foram abordados e, durante a revista, os agentes descobriram que cinco deles possuíam mandados de prisão – sendo que quatro estavam evadidos do sistema penal. Outros dois eram de Minas Gerais. Entre os evadidos, estava o travesti Vilcir Ferreira da Costa, conhecido como Kate, 35 – que fugiu pela porta da frente do Instituto Penal Plácido de Sá Carvalho, no Complexo de Gericinó, em Bangu, no último dia 15 de agosto.

Vilcir Ferreira da Costa, conhecido como Kate, 35 anos

Vilcir Ferreira da Costa, conhecido como Kate, 35 anos

“No presídio a gente usa uniforme, mas pedi que minha família levasse a minha peruca, me vesti e saí como visitante. Foi a terceira vez que saí como visita. Da primeira vez foi em Bangu 2 (Penitenciária Alfredo Tranjan) e da segunda foi no Hélio Gomes (Presídio da Frei Caneca)”, afirmou o travesti, que usava uma peruca preta comprida com franja e tinha unhas dos pés e mãos pintadas.

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Acusado de participação no seqüestro de Alessandro da Silva Lima – que na época do crime, em janeiro de 1997, tinha 11 anos – ele foi condenado a 52 anos de prisão por seqüestro e homicídio, e chegou a cumprir 15 anos da pena. Preso pela primeira vez em maio de 1995, uma das fugas dele ocorreu em agosto de 2001, sendo recapturado seis meses depois.

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Com Leozinho e Kate, estavam Leonardo Raimundo Nonato, o Negão, 25, e Rodrigo Daniel Martins, o Cabeção, 27. Os dois são mineiros e moram, respectivamente, em Juatuba e em Belo Horizonte. Os outros integrantes do grupo foram identificados como: André Luiz Inácio Rocha, o André ou Wallace, 31; Edson Fernandes da Silva, o Jabá, Caixote ou Cabeça, 39; e Flávio Rodrigues dos Santos, o Barba ou Barbudo, 37.

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Este último possui oito anotações criminais, já havia sido condenado a mais de 72 anos de prisão e estava evadido também do Instituto Penal Plácido de Sá Carvalho, desde março deste ano.

Condenado a mais de 21 anos, André Luiz estava evadido da mesma penitenciária, desde outubro do ano passado; enquanto Edson Fernandes – que possui três anotações criminais, por homicídio e formação de quadrilha – estava foragido, desde julho de 2001.

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“Todos têm participação em vários crimes e com certeza tem mais gente envolvida. Há integrantes da quadrilha responsáveis por apenas aplicar o dinheiro do bando e investir esses valores conseguidos através de crimes, há traficantes que alugam armas, há responsáveis por instalar chupas-cabra em bancos de vários municípios, há ex-funcionários e vigilantes que são aliciados para facilitar a entrada do grupo. A DRF tem se empenhado em identificar e prender todos os envolvidos”, assegurou o delegado.

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Com a quadrilha, os agentes encontram um mapa da cidade do Rio de Janeiro onde um círculo destacava, com a palavra “alvo”, uma joalheria localizada na Rua Visconde de Pirajá, entre o Jardim de Allah e a Rua Garcia D’Ávila, em Ipanema, na Zona Sul do Rio.

“O mapa foi apreendido, mas ainda não sabemos se eles estavam se reunindo para se preparar para o assalto naquele momento”, explicou Roberto, informando que os policiais também apreenderam um revólver calibre 38 e uma pistola 380, além de munições para os dois calibres.

Sheila do Carmo Borges, 37 anos, Jaqueline Inácio Fernandes, 28 anos, e Isaura Fernandes, 76 anos

Sheila do Carmo Borges, 37 anos, Jaqueline Inácio Fernandes, 28 anos, e Isaura Fernandes, 76 anos

Os sete presos foram autuados por formação de quadrilha e porte ilegal de arma. No início da manhã desta quarta-feira, dia 16, mais três prisões foram efetuadas: Jaqueline Inácio Fernandes, 28, Isaura Fernandes, 76, e Sheila do Carmo Borges, 37, foram surpreendidas com quantidade de cocaína em uma casa em Realengo, na Zona Oeste do Rio. Todas foram autuadas por tráfico de drogas e indiciadas por roubo.

Isaura Fernandes, 76 anos

Isaura Fernandes, 76 anos

“Temos informação de que duas mulheres participaram do assalto em Itaboraí”, disse Roberto Nunes, afirmando que as presas ontem já tinham passagem pela Polícia e que uma delas – Sheila do Carmo – é mulher de Alan Vieira dos Santos, o Piolho, 26, líder de uma quadrilha de roubo a bancos que já está preso.

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Disque-Denúncia oferece R$ 2 mil de recompensa por outros integrantes

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O Disque-Denúncia está oferecendo uma recompensa de R$ 1 mil a quem der informações que ajudem na localização e prisão de Damião Ribeiro da Cunha, 49 anos. Ele foi identificado como sendo um dos bandidos que praticaram um assalto no interior da Igreja do Santana e foi reconhecido, através de foto, pelo padre Egídio Doldi, 80, e por uma cozinheira da paróquia. O crime ocorreu na última quinta-feira, dia 10.

No dia seguinte ao assalto, um dos envolvidos foi preso: Alfredo de Brito Fracetti, 39, foi surpreendido pela Polícia em sua casa, em Realengo, na Zona Oeste do Rio.

Um dos integrantes do trio de assaltantes, Alfredo de Brito Fracetti, 39 anos, foi preso no dia seguinte ao crime

Um dos integrantes do trio de assaltantes, Alfredo de Brito Fracetti, 39 anos, foi preso no dia seguinte ao crime

Através de investigações, policiais da 6ª DP (Cidade Nova) descobriram que os assaltantes freqüentaram a igreja durante uma semana, atrás de informações, para assim praticar o roubo. A delegada Monique Vidal, titular da distrital, conta com ajuda da população para encontrar o bandido e identificar o terceiro integrante da quadrilha. Segundo as vítimas, os assaltantes foram violentos e chegaram a dar uma coronhada em uma das reféns.

Os criminosos roubaram vários objetos do padre e de funcionários da igreja, e fugiram levando um computador e R$ 1 mil. Quem tiver qualquer informação que auxilie nas investigações policiais e ajude a Polícia a localizar e prender os criminosos pode ligar para 2253-117. Todas as pistas estão sendo investigadas. O anonimato é garantido.

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Fotos: Felippo Brando

Australiano (3)

Um assalto frustrado levou pânico a moradores de um edifício no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio, na manhã desta terça-feira, dia 25. Cinco homens armados com pistolas aproveitaram que o portão da garagem estava aberto e entraram no prédio de número 79 da Rua Cinco de Julho, por volta das 6h40. Eles estavam em um Honda Civic e recebiam cobertura de comparsas em um Toyota Corolla, que permaneceram estacionados em frente ao imóvel.

Assim que chegaram ao saguão do edifício, os criminosos renderam o australiano John Roque, 64 anos, que havia levado o filho de 9 anos até o ônibus escolar e aguardava o elevador para voltar a seu apartamento. Dois assaltantes ficaram vigiando o porteiro, enquanto os outros três obrigaram o estrangeiro a levá-los até seu apartamento. Morador da cobertura, ele é casado com uma brasileira, está no Rio há 15 anos e foi proprietário do sport bar “The Office”, localizado na Rua Aires Saldanha – paralela à Avenida Atlântica – até o mês de fevereiro.

O australiano John Roque, 64 anos, mora há 15 no Brasil e foi proprietário do sport bar The Office, em Copacabana

O australiano John Roque, 64 anos, mora há 15 no Brasil e foi proprietário do sport bar The Office, em Copacabana

“Os três apontavam armas para mim. Eles estavam muito nervosos. Queriam dinheiro, mas eu disse que não tinha dinheiro em casa. Disse que dinheiro eu deixava no banco”, contou o australiano que, em 2001, já havia sido vítima de um assalto, em sua casa em Angra dos Reis, na Região da Costa Verde.

Os bandidos roubaram R$ 800 e um cordão de ouro, além de um anel e um relógio. Quando se preparavam para atacar outros apartamentos, foram descobertos por uma moradora do prédio, que é tenente da Polícia Militar. A oficial ligou para o marido, o engenheiro José Henrique Birenbaum, 44 – que havia saído do apartamento para levar a filha do casal ao colégio – e avisou a ele que chamaria a PM porque havia uma movimentação estranha na cobertura do edifício.

Australiano (2)

“O engenheiro deixou a filha no carro e foi ver o que estava acontecendo. A ação dele despertou a desconfiança dos dois criminosos que estavam no saguão e ele acabou sendo rendido”, contou o delegado Gilson Perdigão, adjunto da 13ª DP (Ipanema), onde o caso foi registrado como roubo qualificado.

Com medo de serem perseguidos, os bandidos levaram o engenheiro como refém. Ele foi libertado minutos depois, na Avenida Brasil, após entregar o aparelho de telefone celular.

“Ele pegou um ônibus até a rodoviária Novo Rio e lá pegou um táxi que o levou até sua casa. Disse que foi mantido o tempo todo com a cabeça baixa e um casaco sobre ela, mas não foi agredido”, relatou Perdigão, que enviou uma equipe de sua delegacia até o local do crime, além de solicitar que papiloscopistas do Instituto Félix Pacheco (IFP) fossem até o imóvel para recolher impressões digitais.

Policia

“O prédio não possui câmeras e as existentes em volta não gravam, mas uma perícia foi realizada nos locais por onde os assaltantes passaram. Se os carros forem localizados, também vou solicitar que seja feito esse trabalho neles”, explicou o delegado, dizendo que não acredita em crime premeditado ou direcionado.

“Acho que foi pela oportunidade. Eles passaram e viram a garagem aberta e resolveram aproveitar para praticar o assalto lá mesmo”, afirmou.

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Fotos: Felippo Brando

Australiano (3)

Um assalto frustrado levou pânico a moradores de um edifício no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio, na manhã desta terça-feira, dia 25. Cinco homens armados com pistolas aproveitaram que o portão da garagem estava aberto e entraram no prédio de número 79 da Rua Cinco de Julho, por volta das 6h40. Eles estavam em um Honda Civic e recebiam cobertura de comparsas em um Toyota Corolla, que permaneceram estacionados em frente ao imóvel.

Assim que chegaram ao saguão do edifício, os criminosos renderam o australiano John Roque, 64 anos, que havia levado o filho de 9 anos até o ônibus escolar e aguardava o elevador para voltar a seu apartamento. Dois assaltantes ficaram vigiando o porteiro, enquanto os outros três obrigaram o estrangeiro a levá-los até seu apartamento. Morador da cobertura, ele é casado com uma brasileira, está no Rio há 15 anos e foi proprietário do sport bar “The Office”, localizado na Rua Aires Saldanha – paralela à Avenida Atlântica – até o mês de fevereiro.

O australiano John Roque, 64 anos, mora há 15 no Brasil e foi proprietário do sport bar The Office, em Copacabana

O australiano John Roque, 64 anos, mora há 15 no Brasil e foi proprietário do sport bar The Office, em Copacabana

“Os três apontavam armas para mim. Eles estavam muito nervosos. Queriam dinheiro, mas eu disse que não tinha dinheiro em casa. Disse que dinheiro eu deixava no banco”, contou o australiano que, em 2001, já havia sido vítima de um assalto, em sua casa em Angra dos Reis, na Região da Costa Verde.

Os bandidos roubaram R$ 800 e um cordão de ouro, além de um anel e um relógio. Quando se preparavam para atacar outros apartamentos, foram descobertos por uma moradora do prédio, que é tenente da Polícia Militar. A oficial ligou para o marido, o engenheiro José Henrique Birenbaum, 44 – que havia saído do apartamento para levar a filha do casal ao colégio – e avisou a ele que chamaria a PM porque havia uma movimentação estranha na cobertura do edifício.

Australiano (2)

“O engenheiro deixou a filha no carro e foi ver o que estava acontecendo. A ação dele despertou a desconfiança dos dois criminosos que estavam no saguão e ele acabou sendo rendido”, contou o delegado Gilson Perdigão, adjunto da 13ª DP (Ipanema), onde o caso foi registrado como roubo qualificado.

Com medo de serem perseguidos, os bandidos levaram o engenheiro como refém. Ele foi libertado minutos depois, na Avenida Brasil, após entregar o aparelho de telefone celular.

“Ele pegou um ônibus até a rodoviária Novo Rio e lá pegou um táxi que o levou até sua casa. Disse que foi mantido o tempo todo com a cabeça baixa e um casaco sobre ela, mas não foi agredido”, relatou Perdigão, que enviou uma equipe de sua delegacia até o local do crime, além de solicitar que papiloscopistas do Instituto Félix Pacheco (IFP) fossem até o imóvel para recolher impressões digitais.

Policia

“O prédio não possui câmeras e as existentes em volta não gravam, mas uma perícia foi realizada nos locais por onde os assaltantes passaram. Se os carros forem localizados, também vou solicitar que seja feito esse trabalho neles”, explicou o delegado, dizendo que não acredita em crime premeditado ou direcionado.

“Acho que foi pela oportunidade. Eles passaram e viram a garagem aberta e resolveram aproveitar para praticar o assalto lá mesmo”, afirmou.

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assaltantes VC

O Disque-Denúncia está oferecendo uma recompensa de R$ 2 mil a quem der informações que auxiliem a Polícia a identificar, localizar e prender os bandidos que roubaram o banco Bradesco na Avenida Vicente Carvalho, na Vila da Penha, na Zona Norte do Rio, na última quarta-feira, dia 8.

Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) já identificaram quatro dos onze bandidos que participaram do assalto. Agentes da especializada descobriram, durante as investigações, que essa mesma quadrilha também roubou pequenas quantias de agências bancárias e usou uma granada no assalto ao Unibanco do Casa Shopping, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, há dois meses. Na ocasião, os criminosos roubaram R$ 5 milhões.

No assalto ao Bradesco, os assaltantes fugiram levando cerca de R$ 25 mil. O delegado Roberto Nunes informou que quatro homens suspeitos de envolvimento no crime foram reconhecidos por testemunhas através de fotos e gravações de vídeo.

Letícia Coutinho Carvalhido, 13 anos

Letícia Coutinho Carvalhido, 13 anos

Três deles foram identificados como Anderson Pereira de Souza, o Twist, Átila Barcelos Rodrigues e um de nome Celso. Na ação criminosa vários transeuntes ficaram feridos. Uma das vítimas foi Letícia Coutinho Carvalhido, atingida por um tiro na barriga no dia de seu aniversário de 13 anos. Ela morreu no dia seguinte ao assalto.

Não é preciso se identificar e o anonimato é garantido. Quem tiver qualquer informação que possa auxiliar nas investigações policiais e ajudar a Polícia a chegar até o bando deve ligar para: 2253-1177.

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O Disque-Denúncia está oferecendo uma recompensa de R$ 2 mil a quem der informações que auxiliem a Polícia a identificar, localizar e prender os bandidos que roubaram o banco Bradesco na Avenida Vicente Carvalho, na Vila da Penha, na Zona Norte do Rio, na última quarta-feira, dia 8.

Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) já identificaram quatro dos onze bandidos que participaram do assalto. Agentes da especializada descobriram, durante as investigações, que essa mesma quadrilha também roubou pequenas quantias de agências bancárias e usou uma granada no assalto ao Unibanco do Casa Shopping, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, há dois meses. Na ocasião, os criminosos roubaram R$ 5 milhões.

No assalto ao Bradesco, os assaltantes fugiram levando cerca de R$ 25 mil. O delegado Roberto Nunes informou que quatro homens suspeitos de envolvimento no crime foram reconhecidos por testemunhas através de fotos e gravações de vídeo.

Letícia Coutinho Carvalhido, 13 anos

Letícia Coutinho Carvalhido, 13 anos

Três deles foram identificados como Anderson Pereira de Souza, o Twist, Átila Barcelos Rodrigues e um de nome Celso. Na ação criminosa vários transeuntes ficaram feridos. Uma das vítimas foi Letícia Coutinho Carvalhido, atingida por um tiro na barriga no dia de seu aniversário de 13 anos. Ela morreu no dia seguinte ao assalto.

Não é preciso se identificar e o anonimato é garantido. Quem tiver qualquer informação que possa auxiliar nas investigações policiais e ajudar a Polícia a chegar até o bando deve ligar para: 2253-1177.

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Rua Volga

Um policial militar de folga impediu um assalto e prendeu três criminosos nesta terça-feira, dia 16, em Bangu, na Zona Oeste do Rio.

Lotado no 14º BPM (Bangu), o sargento Júnior passava pela Rua Volga quando percebeu o momento em que uma estudante de 24 anos era abordada por um trio armado, por volta das 20h.

Ele conseguiu prender Wanderson da Silva Vieira, 21, Jonas da Silva Mendes e Ivo Narciso da Silva, ambos de 20. Com eles, o PM apreendeu um revólver Taurus calibre 32. O registro foi feito na 34ª DP (Bangu).

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