Posts com Tag ‘Operação Policial’

Uma quadrilha especializada em seqüestrar funcionários de agências bancárias e manter seus familiares reféns para facilitar o roubo a bancos foi identificada após investigações iniciadas há cerca de seis meses pela Delegacia de Roubos e Furtos (DRF). Na manhã da quinta-feira, dia 26 de novembro, a especializada realizou uma operação na Favela Vila Kennedy, no bairro de mesmo nome, na Zona Oeste do Rio, para tentar cumprir os mandados de prisão temporária expedidos contra os integrantes do grupo. A ação mobilizou cerca de 50 agentes, que prenderam um foragido da Justiça e um homem responsável por uma central clandestina de distribuição de sinal de internet.

“Não localizamos os procurados, mas as prisões acontecerão em breve”, garantiu o delegado Roberto Gomes Nunes, titular da DRF.

Composta por 10 criminosos, a quadrilha começou a ser desarticulada em agosto, com a prisão de Rodrigo dos Santos Euclides, o Turuna, 26 anos. Ele participou do assalto à agência do banco Bradesco localizado na Estrada Vicente de Carvalho, na Praça do Carmo, na Vila da Penha, na Zona Norte do Rio, no dia 8 de julho. O crime vitimou a estudante Letícia Carvalho Botelho, que completava 13 anos na data. Na ocasião, outras quatro pessoas ficaram feridas – três delas atingidas por balas perdidas e uma atropelada enquanto corria para tentar se proteger.

Outros dois criminosos – Anderson Pereira de Souza, o Twist, 27, e Átila Barcelos Rodrigues, 21 – foram reconhecidos pelas vítimas através de fotos e apontados como sendo os bandidos mais violentos do grupo. De acordo com a Polícia, eles são dissidentes da quadrilha de Alan Vieira dos Santos, o Piolho, 26.

A prisão de Turuna foi efetuada, no dia 14 de agosto, em um lava-jato na Favela Parque União, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte. Segundo a Polícia, ele teria adquirido o estabelecimento com dinheiro de crimes. Dois meses depois, no dia 6 de outubro, equipes da DRF prenderam Murilo Antônio da Silva Júnior, 28, que estava em liberdade condicional há dois anos e foi surpreendido pelos policiais civis em sua casa, na Vila Kennedy. Os agentes chegaram até ele depois que uma vítima o reconheceu através de fotografia.

Tesoureiro em uma agência do banco Itaú localizada em Campo Grande, a vítima foi abordada no momento em que chegava em casa, no Jardim Sulacap, também na Zona Oeste do Rio, no início da noite da quinta-feira anterior.

Três dias depois, foi a vez de Jardel Martins de Oliveira, o Jardel, ser preso, também em sua residência, na Vila Kennedy. Ele possuía mandados de prisão expedidos pelos crimes de extorsão mediante seqüestro, roubo qualificado, tortura e formação de quadrilha.

Com as prisões de Turuna, Jardel e Marco Antônio, cinco integrantes da quadrilha continuam foragidos da Justiça, assim como Átila e Twist: Luiz Carlos de Oliveira, o Chiqueirinho, Fernando Lafon e Anderson Ribeiro Pimentel, o Carobinha. De acordo com a Polícia, a casa deste último, na Rua Lousal Teles de Menezes, na Favela Vila Kosmos, no bairro de mesmo nome, na Zona Norte do Rio, seria usada como cativeiro para familiares de tesoureiros e gerentes de bancos seqüestrados.

Flávio André do Nascimento, 31 anos

Nenhum dos procurados foi localizado ontem, mas outros dois homens foram presos: Flávio André do Nascimento e José de Arimatéia Oliveira Morais, o Gugu, ambos de 31 anos.

O primeiro foi autuado por estelionato por possuir uma central clandestina de internet. Ele contou que mantinha o estabelecimento há dois anos e possuía 80 assinantes, que pagavam R$ 39,90 mensais pelo serviço. Já Gugu, que foi condenado a dois anos de prisão por furto, em 2003, era evadido do Sistema Penal. Ele foi preso e autuado duas vezes, na 35ª DP (Campo Grande) e na 16ª DP (Barra da Tijuca) e cumpriu oito meses de pena. Ao ser beneficiado com a liberdade condicional, não retornou para assinar e passou a ser considerado foragido da Justiça.

José de Arimatéia Oliveira Morais, o Gugu, 31 anos

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Uma quadrilha especializada em seqüestrar funcionários de agências bancárias e manter seus familiares reféns para facilitar o roubo a bancos foi identificada após investigações iniciadas há cerca de seis meses pela Delegacia de Roubos e Furtos (DRF). Na manhã da quinta-feira, dia 26 de novembro, a especializada realizou uma operação na Favela Vila Kennedy, no bairro de mesmo nome, na Zona Oeste do Rio, para tentar cumprir os mandados de prisão temporária expedidos contra os integrantes do grupo. A ação mobilizou cerca de 50 agentes, que prenderam um foragido da Justiça e um homem responsável por uma central clandestina de distribuição de sinal de internet.

“Não localizamos os procurados, mas as prisões acontecerão em breve”, garantiu o delegado Roberto Gomes Nunes, titular da DRF.

Composta por 10 criminosos, a quadrilha começou a ser desarticulada em agosto, com a prisão de Rodrigo dos Santos Euclides, o Turuna, 26 anos. Ele participou do assalto à agência do banco Bradesco localizado na Estrada Vicente de Carvalho, na Praça do Carmo, na Vila da Penha, na Zona Norte do Rio, no dia 8 de julho. O crime vitimou a estudante Letícia Carvalho Botelho, que completava 13 anos na data. Na ocasião, outras quatro pessoas ficaram feridas – três delas atingidas por balas perdidas e uma atropelada enquanto corria para tentar se proteger.

Outros dois criminosos – Anderson Pereira de Souza, o Twist, 27, e Átila Barcelos Rodrigues, 21 – foram reconhecidos pelas vítimas através de fotos e apontados como sendo os bandidos mais violentos do grupo. De acordo com a Polícia, eles são dissidentes da quadrilha de Alan Vieira dos Santos, o Piolho, 26.

A prisão de Turuna foi efetuada, no dia 14 de agosto, em um lava-jato na Favela Parque União, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte. Segundo a Polícia, ele teria adquirido o estabelecimento com dinheiro de crimes. Dois meses depois, no dia 6 de outubro, equipes da DRF prenderam Murilo Antônio da Silva Júnior, 28, que estava em liberdade condicional há dois anos e foi surpreendido pelos policiais civis em sua casa, na Vila Kennedy. Os agentes chegaram até ele depois que uma vítima o reconheceu através de fotografia.

Tesoureiro em uma agência do banco Itaú localizada em Campo Grande, a vítima foi abordada no momento em que chegava em casa, no Jardim Sulacap, também na Zona Oeste do Rio, no início da noite da quinta-feira anterior.

Três dias depois, foi a vez de Jardel Martins de Oliveira, o Jardel, ser preso, também em sua residência, na Vila Kennedy. Ele possuía mandados de prisão expedidos pelos crimes de extorsão mediante seqüestro, roubo qualificado, tortura e formação de quadrilha.

Com as prisões de Turuna, Jardel e Marco Antônio, cinco integrantes da quadrilha continuam foragidos da Justiça, assim como Átila e Twist: Luiz Carlos de Oliveira, o Chiqueirinho, Fernando Lafon e Anderson Ribeiro Pimentel, o Carobinha. De acordo com a Polícia, a casa deste último, na Rua Lousal Teles de Menezes, na Favela Vila Kosmos, no bairro de mesmo nome, na Zona Norte do Rio, seria usada como cativeiro para familiares de tesoureiros e gerentes de bancos seqüestrados.

Flávio André do Nascimento, 31 anos

Nenhum dos procurados foi localizado ontem, mas outros dois homens foram presos: Flávio André do Nascimento e José de Arimatéia Oliveira Morais, o Gugu, ambos de 31 anos.

O primeiro foi autuado por estelionato por possuir uma central clandestina de internet. Ele contou que mantinha o estabelecimento há dois anos e possuía 80 assinantes, que pagavam R$ 39,90 mensais pelo serviço. Já Gugu, que foi condenado a dois anos de prisão por furto, em 2003, era evadido do Sistema Penal. Ele foi preso e autuado duas vezes, na 35ª DP (Campo Grande) e na 16ª DP (Barra da Tijuca) e cumpriu oito meses de pena. Ao ser beneficiado com a liberdade condicional, não retornou para assinar e passou a ser considerado foragido da Justiça.

José de Arimatéia Oliveira Morais, o Gugu, 31 anos

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Fotos: Felippo Brando e Pedro Pantoja

civil no timbau

O Código de Defesa do Consumidor chegou às bocas-de-fumo da Favela Baixa do Sapateiro, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, e está sendo usado de modo inusitado por traficantes ligados à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam a venda de drogas na região. A descoberta foi feita por agentes da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), que apreenderam mais de 50 mil etiquetas com os dizeres “Pedra sobre Pedra / TCP o certo prevalece / Qualquer violação reclame na boca”, durante incursão na localidade, na manhã de ontem.

civil no timbau (2)

As etiquetas foram apreendidas com um menor conhecido como Parazinho, que também carregava meio quilo de cocaína e farto material para endolação. Na cisterna de uma casa na Rua Nova Jerusalém, os agentes encontraram mochilas onde havia placas de colete à prova de balas e diversas munições – inclusive para fuzil.

civil no timbau (4)

“Geralmente, quando eles vêem que estamos entrando, tentam esconder o que carregam em qualquer lugar para não serem pegos com nada. Assim, conseguem fugir e depois voltam para buscar”, contou um dos policiais que participou da operação, que contou com 200 homens de quatro delegacias especializadas e percorreu, além da Baixa do Sapateiro, as favelas Timbau e Vila dos Pinheiros.

civil no timbau (3)

As três são controladas pelo traficante Nei da Conceição Cruz, o Facão, 38 anos – que foi preso na última sexta-feira, dia 9. Ele estava evadido do Sistema Penal desde abril, quando saiu para cumprir o restante de sua pena no regime semi-aberto e não retornou à cadeia. Contra Facão havia seis mandados de prisão: quatro da Vara de Execuções Penais (VEP) e outros dois de investigações feitas pela 21ª DP (Bonsucesso), referentes à guerra na Maré.

Maré (CIVIL) 5

Nos confrontos, pelo menos 30 pessoas morreram – entre bandidos e inocentes -, além de três policiais militares. Líder do tráfico de drogas na Baixa do Sapateiro e no Morro do Timbau, o criminoso tomou as bocas-de-fumo da Vila dos Pinheiros, Salsa e Merengue, Vila do João e Conjunto Boa Esperança, depois que saiu da cadeia. Condenado a 14 anos de prisão, Facão já havia cumprido 11 anos da pena e faltavam três que seriam cumpridos no regime semi-aberto – benefício que o traficante perdeu, ao não retornar para dormir no Instituto Penal Cândido Mendes, no Centro do Rio.

civil no timbau (8)

Na época, ele conseguiu o direito de sair durante o dia para trabalhar como auxiliar administrativo na ADG Comércio de Metais e Ferragens, localizada no Timbau – uma de suas áreas de domínio. Preso pela primeira vez em 2003, Facão tem 14 anotações criminais e quatro condenações.

civil no timbau (7)

Um dos chefes do tráfico de drogas na Favela de Manguinhos, também em Bonsucesso, Márcio da Silva Mattos, o Marcinho Muleta, 23, teve a prisão preventiva decretada, pela 9ª Vara Criminal da Capital. Preso desde 2004, o traficante estava prestes a conseguir a progressão de regime prisional, assim como Facão.

Márcio da Silva Mattos, o Marcinho Muleta, 23 anos

Márcio da Silva Mattos, o Marcinho Muleta, 23 anos

Só este ano, pelo menos 27 criminosos deixaram a cadeia para trabalhar, ganhando o benefício ‘extra-muro’, e não retornaram. Entre eles estão Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, 34, e Alexander Mendes da Silva, o Polegar.

Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, 34 anos

Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, 34 anos

O delegado Felipe Curi, adjunto da 21ª DP, revelou que Marcinho Muleta estava indiciado em um inquérito policial instaurado na unidade para apurar o roubo seguido de morte do policial civil Sérgio Ricardo Salles da Silva. O crime ocorreu em 2002 e, dois anos depois, o criminoso foi flagrado com a pistola calibre 40 roubada do policial.

O pedido de prisão de Marcinho Muleta e dos integrantes de sua quadrilha, feito pelo delegado Curi, foi inicialmente negado pela Justiça. Com base em investigações desencadeadas por policiais da 21ª DP e a reunião de outras informações que comprovavam a participação do bandido e seus comparsas no tráfico de drogas de Manguinhos, o delegado encaminhou novamente pedido de prisão preventiva, que foi aceito pela Justiça.

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Fotos: Felippo Brando e Pedro Pantoja

civil no timbau

O Código de Defesa do Consumidor chegou às bocas-de-fumo da Favela Baixa do Sapateiro, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, e está sendo usado de modo inusitado por traficantes ligados à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam a venda de drogas na região. A descoberta foi feita por agentes da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), que apreenderam mais de 50 mil etiquetas com os dizeres “Pedra sobre Pedra / TCP o certo prevalece / Qualquer violação reclame na boca”, durante incursão na localidade, na manhã de ontem.

civil no timbau (2)

As etiquetas foram apreendidas com um menor conhecido como Parazinho, que também carregava meio quilo de cocaína e farto material para endolação. Na cisterna de uma casa na Rua Nova Jerusalém, os agentes encontraram mochilas onde havia placas de colete à prova de balas e diversas munições – inclusive para fuzil.

civil no timbau (4)

“Geralmente, quando eles vêem que estamos entrando, tentam esconder o que carregam em qualquer lugar para não serem pegos com nada. Assim, conseguem fugir e depois voltam para buscar”, contou um dos policiais que participou da operação, que contou com 200 homens de quatro delegacias especializadas e percorreu, além da Baixa do Sapateiro, as favelas Timbau e Vila dos Pinheiros.

civil no timbau (3)

As três são controladas pelo traficante Nei da Conceição Cruz, o Facão, 38 anos – que foi preso na última sexta-feira, dia 9. Ele estava evadido do Sistema Penal desde abril, quando saiu para cumprir o restante de sua pena no regime semi-aberto e não retornou à cadeia. Contra Facão havia seis mandados de prisão: quatro da Vara de Execuções Penais (VEP) e outros dois de investigações feitas pela 21ª DP (Bonsucesso), referentes à guerra na Maré.

Maré (CIVIL) 5

Nos confrontos, pelo menos 30 pessoas morreram – entre bandidos e inocentes -, além de três policiais militares. Líder do tráfico de drogas na Baixa do Sapateiro e no Morro do Timbau, o criminoso tomou as bocas-de-fumo da Vila dos Pinheiros, Salsa e Merengue, Vila do João e Conjunto Boa Esperança, depois que saiu da cadeia. Condenado a 14 anos de prisão, Facão já havia cumprido 11 anos da pena e faltavam três que seriam cumpridos no regime semi-aberto – benefício que o traficante perdeu, ao não retornar para dormir no Instituto Penal Cândido Mendes, no Centro do Rio.

civil no timbau (8)

Na época, ele conseguiu o direito de sair durante o dia para trabalhar como auxiliar administrativo na ADG Comércio de Metais e Ferragens, localizada no Timbau – uma de suas áreas de domínio. Preso pela primeira vez em 2003, Facão tem 14 anotações criminais e quatro condenações.

civil no timbau (7)

Um dos chefes do tráfico de drogas na Favela de Manguinhos, também em Bonsucesso, Márcio da Silva Mattos, o Marcinho Muleta, 23, teve a prisão preventiva decretada, pela 9ª Vara Criminal da Capital. Preso desde 2004, o traficante estava prestes a conseguir a progressão de regime prisional, assim como Facão.

Márcio da Silva Mattos, o Marcinho Muleta, 23 anos

Márcio da Silva Mattos, o Marcinho Muleta, 23 anos

Só este ano, pelo menos 27 criminosos deixaram a cadeia para trabalhar, ganhando o benefício ‘extra-muro’, e não retornaram. Entre eles estão Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, 34, e Alexander Mendes da Silva, o Polegar.

Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, 34 anos

Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, 34 anos

O delegado Felipe Curi, adjunto da 21ª DP, revelou que Marcinho Muleta estava indiciado em um inquérito policial instaurado na unidade para apurar o roubo seguido de morte do policial civil Sérgio Ricardo Salles da Silva. O crime ocorreu em 2002 e, dois anos depois, o criminoso foi flagrado com a pistola calibre 40 roubada do policial.

O pedido de prisão de Marcinho Muleta e dos integrantes de sua quadrilha, feito pelo delegado Curi, foi inicialmente negado pela Justiça. Com base em investigações desencadeadas por policiais da 21ª DP e a reunião de outras informações que comprovavam a participação do bandido e seus comparsas no tráfico de drogas de Manguinhos, o delegado encaminhou novamente pedido de prisão preventiva, que foi aceito pela Justiça.

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Fotos: Bruno Gonzalez

operação pedreira

No dia seguinte à prisão do homem acusado de ser o gerente geral da venda de drogas no Complexo da Pedreira, nova operação foi realizada na Pedreira, Lagartixa e Quitanda – que compõem o conjunto de favelas localizado no bairro Costa Barros, na Zona Norte do Rio, e controlado pela facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA).

Rogério de Oliveira Salvador, o Mito ou Salvador, 35 anos

Rogério de Oliveira Salvador, o Mito ou Salvador, 35 anos

Conhecido como Mito ou Salvador, Rogério de Oliveira Salvador, 35 anos, foi preso por agentes da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), no final da tarde de quinta-feira, em um apartamento do Conjunto Habitacional da Fazenda Botafogo. Com ele, os policiais apreenderam uma pistola nove milímetros, um rádio transmissor e cerca de um quilo de cocaína prensada, além de terem recuperado um carro roubado.

operação pedreira (2)

Sem saberem da ocorrência da Polícia Civil, cerca de 80 policiais militares lotados no 9º BPM (Rocha Miranda), com apoio de PMs de batalhões do 2º Comando de Policiamento de Área (2º CPA) – que engloba 18º BPM (Jacarepaguá), 27º BPM (Santa Cruz), 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) e Regimento Coronel Enyr Conyr dos Santos (RCECS), antigo Regimento de Polícia Montada (RPMont) – chegaram no local, na madrugada desta sexta-feira, dia 25, para realizar operação que já estava programada desde a quarta-feira anterior.

operação pedreira (1)

Após cerca de onze horas de incursão – que envolveu aproximadamente 120 policiais -, os PMs detiveram três suspeitos, apreenderam um menor e prenderam um acusado de envolvimento com o tráfico de drogas. No total, eles apreenderam uma escopeta calibre 12, dois carregadores – um de fuzil e outro para pistola calibre 45 – pouca quantidade de crack, com a inscrição “Choque de Ordem”, e cadernos de contabilidade.

operação pedreira (16)

O valor das anotações surpreendeu os policiais: os traficantes haviam comprado drogas no valor total de R$ 269 mil. Cada quilo de crack custou R$ 13 mil e, o de cocaína, R$ 11 mil. Também através dos cadernos, os PMs descobriram que os criminosos do Complexo da Pedreira possuíam fuzis AK 47 e metralhadora ponto 30.

operação pedreira (18)

“Não sabíamos que eles já tinham essas armas, mas aqui vimos que eles anotaram uma compra de vinte caixas com munições para AK47, no valor de R$ 6.200 – revelou um dos PMs que participou da ação. Outro objeto apreendido que chamou a atenção dos policiais foi uma maleta para cirurgias ortopédicas, em que havia inclusive pinos para fraturas expostas.

Polícia

No Morro da Lagartixa, os policiais descobriram uma central clandestina de tevê a cabo. A estimativa é de que o sinal – das empresas Sky, Net e TVA”, fosse distribuído para cerca de 500 moradores.

operação pedreira (5)

A ausência de confronto e o fato de não ter havido grandes prisões e apreensões fez com que os policiais acreditassem que a calma tivesse relação com a prisão de Mito.

operação pedreira (3)

“Não sabíamos que ele havia sido preso horas antes da nossa operação. Provavelmente os criminosos foram se reunir em outra favela para definir quem será seu substituto”, disse um policial.

operação pedreira (8)

Com oito anotações criminais, Mito foi solto há um ano após ganhar o benefício da liberdade condicional e teria participado da guerra pelo controle do Morro do Chapadão – que é controlado pela facção rival, Comando Vermelho, e faz divisa com o Complexo da Pedreira.

operação pedreira (15)

Ligado ao traficante Cristiano Santos Guedes, o Puma ou Fera, 36 anos, e a Edmílson Ferreira dos Santos, o Sassá, preso em Bangu 1, Mito é ex-paraquedista do Exército – tendo servido no 27º Batalhão de Infantaria, em 1992.

Cristiano Santos Guedes, o Fera, 36 anos

Cristiano Santos Guedes, o Fera, 36 anos

Arquivo do Complexo da Pedreira:

Complexo da Pedreira virou QG da ADA

Polícia Civil sacode o Complexo da Pedreira

Pedreira: 6 presos, 2 mortos, 1 baleado e 30 quilos de cocaína

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Fotos: Pedro Pantoja

Policia

Quatro dias após o início da guerra entre duas facções criminosas pelo controle das bocas-de-fumo dos morros Serrinha e Juramento, nos bairros Madureira e Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio, cerca de 80 policiais militares de quatro batalhões realizaram uma operação nas duas comunidades, no início da manhã de ontem. O saldo da ação – que contou com o apoio de dois helicópteros e três veículos blindados e durou cerca de três horas – foi de três acusados de envolvimento com o tráfico mortos e um preso, além de drogas e armas apreendidas.

Policia

As equipes se concentraram no 9º BPM (Rocha Miranda), por volta das 3 horas, e depois se reuniram no 14º BPM (Bangu), de onde saíram, cerca de três horas depois, em direção aos morros. Assim que os PMs chegaram na Serrinha, houve confronto. Dois criminosos foram atingidos na troca de tiros com o Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 9º BPM e levados para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes. Com eles, os policiais apreenderam um fuzil calibre 762 e uma pistola nove milímetros, além de munição.

Policia

Em outro ponto do Morro da Serrinha, o Patrulhamento Tático Motorizado (Patamo) do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) apreendeu quantidade de haxixe, cocaína e maconha, além de rádios de comunicação, roupas pretas usadas pelos bandidos para facilitar a camuflagem e gandolas do Exército.

Policia

Um homem identificado como “João Grandão”, morador da Favela da Coréia, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio, foi surpreendido por policiais do 9º BPM no momento em que tentava se esconder perto da Igreja São José. Ele estava com uma pistola nove milímetros e, segundo a Polícia, estaria dando apoio aos comparsas para evitar a invasão de traficantes rivais.

Policia

Os morros da Serrinha e do Juramento – assim como a Favela da Coréia – são controlados pela facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP). Na madrugada do último sábado, traficantes do Comando Vermelho (CV) tentaram invadir o Morro do Juramento. A ação teria sido liderada pelo Complexo do Alemão, na Penha, na Zona Norte do Rio, com apoio de grupos do Morro do Pavão-Pavãozinho-Cantagalo, em Copacabana, na Zona Sul.

Policia

A intenção, segundo investigações da 27ª DP (Vicente de Carvalho), seria encontrar refúgio para criminosos que eram de áreas onde foram instaladas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), como a Favela Cidade de Deus, em Jacarepaguá, na Zona Oeste.

Policia

O preso foi encaminhado para a 29ª DP (Madureira) e os baleados que foram levados para o Hospital Estadual Carlos Chagas não resistiram aos ferimentos. Um outro homem atingido durante a troca de tiros também morreu, ao chegar na mesma unidade de saúde. Além das duas pistolas e do fuzil 762, os PMs apreenderam outras três armas: uma submetralhadora nove milímetros, um fuzil 556 e uma escopeta calibre 12. Todo o material apreendido foi levado para a 29ª DP.

Policia

“O objetivo é manter a paz no local. Na segunda-feira já havíamos feito uma operação no Juramento e os criminosos da Favela da Igrejinha que estavam lá acabaram indo embora”, declarou ao final da operação o comandante do 9º BPM, tenente-coronel Edvaldo Camelo, ressaltando que o patrulhamento continuará reforçado em toda a região.

Policia

“A operação acabou, mas vamos continuar reforçando o policiamento na área. O saldo foi positivo, pois não tivemos policiais e nem moradores feridos e retiramos grande quantidade de armas e drogas das mãos de criminosos”, enfatizou o coronel.

Policia

A tentativa de invasão ao Morro do Juramento teve início na noite de sexta-feira, quando cerca de 100 traficantes armados e vestidos com roupas semelhantes à farda do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) chegaram à comunidade. Eles atravessaram o Morro do Juramentinho – que tem ligação, através da mata, com o Juramento, e integra o Complexo do Alemão. Os dois morros fazem parte do mesmo maciço.

Policia

Na tentativa de cercar a comunidade, parte dos criminosos do CV vieram pela passarela da estação de metrô de Tomás Coelho. Ao avistarem os rivais, traficantes do TCP que estavam no alto do morro atiraram. Policiais militares que realizavam patrulhamento na Avenida Martin Luther King ficaram no meio do fogo cruzado. Cinco deles ficaram encurralados e acabaram sendo baleados. Eles só conseguiram ser resgatados com a ajuda de um PM morador do bairro. Lotado no 25º BPM (Cabo Frio), na Região dos Lagos, o cabo Mauro Silva Mendes, 37 anos, passava pelo local com seu Mitsubishi Pajero blindado e usou o carro para furar o bloqueio.

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No fim da tarde do dia seguinte, no domingo e na segunda-feira houve novos confrontos e mais incursões policiais que resultaram em outros tiroteios. No sábado, a circulação das composições do metrô chegou a ser interrompida por 12 minutos, na estação de Tomás Coelho.

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Fotos: Bruno Gonzalez

Polícia

“Não esquece de colocar aí que eu sou o Jura”. Essas foram as palavras ditas pelo cabo da Polícia Militar Juracy Alves Prudêncio, o Jura, 37 anos, ao chegar à sede da Delegacia de Repressão às Ações do Crime Organizado e Inquéritos Especiais (Draco-IE), na manhã desta quinta-feira, dia 27. Preso em casa, em Queimados, na Baixada Fluminense, por uma equipe da 3ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (3ª DPJM), ele possuía um mandado de prisão preventiva expedido pela 2ª Vara Criminal de Nova Iguaçu por formação de quadrilha armada.

Lotado no 21º BPM (São João de Meriti), ele é apontado pela Polícia como líder da milícia conhecida como “Bonde do Jura” – que tem atuação nos municípios de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Nilópolis, Belford Roxo, Queimados e Mesquita. Na operação conjunta entre Draco e 3ª DPJM – batizada como “Descarrilamento” – outras oito pessoas foram presas: seis também eram PMs. A ação, que teve início às 4 horas, durou cerca de sete horas e percorreu toda a Baixada Fluminense.

Polícia

Segundo a Polícia, o poder do grupo paramilitar não se reflete apenas no número de homicídios praticados pelo grupo na região – aproximadamente 100 vítimas em quatro anos –, mas também na relação promíscua entre o crime e a política.

Segundo candidato a vereador mais votado em Nova Iguaçu nas últimas eleições, Jura já esteve cedido à Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), onde trabalhou durante dois anos na segurança do deputado estadual Walney Rocha, que atualmente está ocupando o cargo de secretário de Obras de Nova Iguaçu. Ainda de acordo com a Polícia, o preso estaria recebendo apoio do deputado federal Nelson Bornier para se candidatar a deputado estadual, com o intuito de conquistar a imunidade parlamentar, para não responder na Justiça Comum pelos crimes praticados.

“Ele ficou à disposição do meu gabinete durante dois anos. Sempre foi correto comigo e nunca o vi fazendo nada de suspeito. Essa denúncia de envolvimento dele com uma milícia me causou estranheza e até me chateia o fato de que a própria PM é falha. Como pode a inteligência da corporação enviar um policial investigado para cuidar da segurança de um deputado?”, questionou Walney.

O PM Jura ficou à disposição do deputado estadual Walney Rocha durante dois anos, trabalhando na segurança do parlamentar

O PM Jura ficou à disposição do deputado estadual Walney Rocha durante dois anos, trabalhando na segurança do parlamentar

“Pedimos a ficha do policial e confiamos no que está no papel. É uma pessoa que fica perto da nossa família. Mas se o governador não sabia, como um deputado pode saber?”, ressaltou, referindo-se à prisão em flagrante do cabo da PM Emerson Meirelles, no último sábado. Lotado na Diretoria Geral de Pessoal (DGP), estava cedido ao Gabinete Militar do Palácio Guanabara e era um dos responsáveis pela segurança da família de Sérgio Cabral Filho. Ele foi acusado de integrar uma milícia que atua na Zona Oeste do Rio e de cometer uma chacina na Ilha de Guaratiba.

Em 2004, pela coligação Aliança Popular do Trabalho (PPS/PRTB), Jura teve apenas 726 votos. No entanto, quatro anos depois, pelo PRP, foi o segundo candidato a vereador mais votado: obteve 9.335 votos, mas não foi eleito porque a Justiça impugnou três candidatos de sua legenda. Ele ficou atrás somente de Carlos Eduardo Moreira da Silva (DEM), com 178 votos a menos. A equipe do Jornal POVO do Rio entrou em contato com a assessoria de imprensa do deputado federal Nelson Bornier mas, até o fechamento desta edição, nenhuma resposta foi enviada.

Polícia

Investigações feitas não só pela Draco e pela Corregedoria da PM, mas também pela Polícia Federal, demonstraram que, quando não estava fazendo campanha política, Jura estava tentando convencer outros grupos menores a se juntarem a ele. Os que não aceitavam, eram eliminados.

“Ele eliminou os grupos pequenos que não queriam permitir a presença avassaladora dele. O lema era: “é oposição, fogo neles””, destacou o inspetor Jorge Gerhard, chefe da Inteligência da Draco, revelando que na última segunda-feira houve uma troca de tiros por disputa de território, em Nova Iguaçu.

Polícia

O delegado Alexandre Capote informou que o PM – juntamente com Ubiraci Araújo da Fonseca, o Bira, que continuava foragido, até a noite de ontem – foi denunciado por tentativa de homicídio pela 4ª Vara Criminal de Nova Iguaçu. A vítima foi Josias Faustino Rodrigues, o Nino, que faria parte da milícia conhecida como “Grupo do Pará”, que atua em Comendador Soares, bairro de Nova Iguaçu. O líder dessa quadrilha, Carlos Alberto Ezequiel, o Pará, foi assassinado, em 2007.

Polícia

“Ele foi denunciado por essa tentativa de homicídio e é investigado pelo assassinato de Pará. Além de informações chegadas através do Disque-Denúncia, também temos vários relatos de testemunhas afirmando que o Jura abordava outros milicianos. Um dos grupos que aceitou era muito ligado ao Batman e aproximou os dois”, declarou Capote.

A aproximação com o ex-PM Ricardo Teixeira da Cruz, o Batman, 40, – feita pela Milícia do Pantanal – fez com que o Bonde do Jura se tornasse aliado da Liga da Justiça.

“Um grupo oferecia esconderijo para outro, quando havia integrantes fugindo da Polícia e também havia empréstimo e troca de armas, além de apoio nas eleições”, ressaltou o delegado.

operação contra milicia (22)

Os policiais saíram pra cumprir 14 mandados de prisão e 16 de busca e apreensão. Todos foram expedidos pela 2ª Vara Criminal de Nova Iguaçu. Todos os nove detidos na ação desta quinta-feira já estão denunciados pela Justiça por formação de quadrilha armada. Além de Jura, outro PM, conhecido como Cabral, vinha ameaçando de morte integrantes da 3ª DPJM e o delegado da PF Robson Dartagnan Nunes Barbosa. Até o mês passado, ele chefiava Delegacia da Polícia Federal de Nova Iguaçu, mas foi transferido para Pernambuco, para ser Delegado Regional Executivo da Superintendência da Polícia Federal naquele estado.

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Na Rua Fernando Borges, no bairro Palhada, em Nova Iguaçu, agentes da Draco chegaram até a casa de Bira, que seria o responsável pela segurança clandestina. Ele foi denunciado, juntamente com Jura, pela tentativa de homicídio contra Nino – integrante do Grupo do Pará, que se recusou a integrar o Bonde do Jura.

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Os outros presos na operação Descarrilamento foram: Daniel de Lima Machado, o Cabeça, 28; Wilson Pereira Júnior, o Didi, 47; os soldados Eduardo Cardoso Livramento, o Dudu, 28, e Marcelo Anderson de Moraes Loureiro, o Trololó, 34, ambos lotados no 3º BPM (Méier); o soldado César Sisnande dos Santos, o Chorrão, 32, lotado no 39º BPM (Belford Roxo); os cabos André Barbosa Cabral, o Cabral, 37, e Antônio Marcos do Carmo Peixoto, o Peixoto, 31, lotados, respectivamente, no 6º BPM (Tijuca) e no 1º BPM (Estácio); e o sargento Sérgio Pereira Reis, 46. Este último está lotado no 20º BPM (Mesquita), mas se encontra de Licença para Tratamento de Saúde (LTS), desde fevereiro, quando foi alvo de uma tentativa de homicídio e acabou baleado no momento em que saía de casa, no bairro de Austin, em Nova Iguaçu.

operação contra milicia

Os cinco foragidos – sendo que um é ex-policial militar e dois são PMs – são: Ubiraci Araújo da Fonseca, o Bira; Washington das Neves Mello; os PMs Flávio Cândido da Silva e Marcos de Paula Toledo, lotado no 21º BPM; e o ex-PM José Carlos Valle da Silva, o Valle – que era lotado no 23º BPM (Leblon), até abril deste ano, quando foi expulso da corporação, acusado de envolvimento com transporte alternativo.

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Fotos: Pedro Pantoja

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O novo esquema de policiamento para reprimir a ação de criminosos nas vias especiais e expressas do Rio foi colocado em prática, na manhã desta terça-feira, dia 14. Enquanto viaturas do Módulo Operacional de Vias Especiais (MOVE), pertencente ao Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), permaneciam baseadas nos acessos às favelas que cortam a Avenida Brasil e o helicóptero do Grupamento Aeromarítimo (GAM) realizava o patrulhamento de sobrevôo, policiais militares lotados no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) realizaram incursões nos complexos do Caju, no bairro de mesmo nome, e da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio.

“Essas operações vão ser realizadas em todas as vias onde há manchas criminais”, ressaltou o tenente-coronel Paulo Henrique Azevedo de Moraes, horas após ter assumido o comando do Bope, em substituição ao tenente-coronel Alberto Pinheiro Neto.

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Aos 43 anos de idade – 24 deles dedicados à corporação – o oficial, que usou na solenidade a farda que usava quando ainda era capitão da unidade especializada e estava guardada há 14 anos, enfatizou que a integração é fundamental.

“Não se pode olhar o Bope como outra Polícia. Se não houver entrosamento, não há êxito. Vamos continuar trabalhando em harmonia com outras unidades da corporação”, destacou o coronel Paulo Henrique, que lembrou o artigo 144 da Constituição Federal, que diz que “A segurança pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos”.

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“A participação da população é fundamental. Quanto maiores e mais precisas, melhores são os resultados”, garantiu, divulgando o número do telefone do Bope, para que as pessoas possam fazer denúncias: 2334-3989.

As rodovias estaduais, cujo patrulhamento e policiamento ostensivo são de responsabilidade do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv), também estão incluídas nas ações do planejamento especial. As informações captadas através do helicóptero pelos PMs do GAM são repassadas, em tempo real, através de rádios de comunicação. As equipes do BPChoque devem permanecer nos acessos às favelas, no início da manhã e no final da tarde – que são os momentos de maior tráfego de veículos nas vias. As incursões do Bope não terão datas, locais e nem horários divulgados.

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Composto pelas localidades Parque Alegria, Parque Boa Esperança, Parque da Conquista, Parque São Sebastião, Parque Vitória e Parque Nossa Senhora da Penha, o Complexo do Caju é dominado por traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA).

Já o Complexo da Maré, que engloba as localidades Baixa do Sapateiro, Conjunto Bento Ribeiro Dantas, Conjunto Esperança, Conjunto Marcílio Dias, Conjunto Pinheiro, Nova Holanda, Nova Maré, Parque Maré, Parque Roquete Pinto, Parque Rubens Vaz, Parque União, Praia de Ramos, Salsa e Merengue, Timbau, Vila do João e Vila do Pinheiro, é dividido entre as facões ADA, Terceiro Comando Puro (TCP) e Comando Vermelho (CV), e também tem áreas controladas por milicianos.

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Apesar de ter havido confronto nas ações de ontem, ninguém foi preso e nada foi apreendido. Também não houve registro de mortes.

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Rodrigo da Silva, 20 anos

Rodrigo da Silva, 20 anos

Dois acusados de pertencerem à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) e terem envolvimento com o tráfico de drogas na Favela Minha Deusa, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, foram surpreendidos por agentes do Serviço de Inteligência (P-2) do 14º BPM (Bangu), nesta terça-feira, dia 16.

Os PMs chegaram até a Rua Nogueira de Sá através de informação repassada pelo Disque-Denúncia (2253-1177) e se depararam com vários homens armados e em atitude suspeita. Houve confronto e um dos suspeitos foi atingido.

Minha Deusa 3

Socorrido e levado para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, ele não resistiu aos ferimentos. Um outro suspeito, identificado como Rodrigo da Silva, 20 anos, foi preso.

Os PMs apreenderam dois rádios transmissores, 32 sacolés de cocaína, 46 trouxinhas de maconha, e R$ 66,00 em espécie, além de uma pistola Taurus nove milímetros.

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