Posts com Tag ‘segurança pública’

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Antes de trocar tiros com os policiais do 12° BPM (Niterói), na subida da Ponte Rio-Niterói, no final da madrugada desta segunda-feira, dia 20 de agosto, os nove criminosos que estavam em dois carros – um HRV e um Jeep Renegad – e levaram pânico a quem trafegava na via participaram de um baile funk no Morro da Alma, no Complexo do Jóquei, no bairro Amendoeira, em São Gonçalo.

O evento reuniu artistas como Chininha e Príncipe. Logo depois, os bandidos passaram no Morro do Santo Cristo, no Fonseca – que tornou-se Quartel General (QG) da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) depois que Wanderson Rodrigues Andrade, o Boladinho, pulou para o Comando Vermelho (CV).

Ele é apontado pela Polícia como chefe do tráfico no Morro Estado, no Centro de Niterói – que até maio, mês em que Boladinho saiu da cadeia, era o QG da facção de Menor P na região.

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Após pegar quatro fuzis, quatro pistolas, três granadas, nove rádios transmissores e dezenas de carregadores e munições, os nove criminosos se dirigiram à Alameda São Boaventura, de onde acessariam a Ponte Rio-Niterói para ir até a Favela Vila dos Pinheiros, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio.

Conhecidos dentro do TCP por serem utilizados como “homens de guerra” – sendo enviados para morros e favelas durante ações policiais e também disputas com facções rivais pelo controle das bocas-de-fumo -, eles reforçariam a quadrilha que suspeitava que o Exército realizaria uma grande operação na região, no início desta semana.

Ao se deparar com os PMs, despertaram suspeita e acabaram dando início a uma perseguição ao desobedecer ordem de parada. Já no início da subida da Ponte Rio-Niterói, eles começaram a atirar contra os policiais, que revidaram a agressão.

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No confronto, nove criminosos foram atingidos. Quatro deles morreram no local. Outros cinco foram socorridos e levados para o Hospital Estadual Azevedo Lima, no Fonseca, onde dois deles não resistiram aos ferimentos e outros três permanecem internados sob custódia.

Os cinco bandidos que deram entrada na unidade de saúde foram identificados como Vinícius Constâncio Paulo, Márcio de Barros, Emerson Bruno Queiroz da Silva, Maurício Augusto dos Santos e Ruan Felipe Ferreira. Os quatro bandidos que morreram logo após a troca de tiros ainda não foram identificados.

Na ação os PMs apreenderam quatro fuzis, quatro pistolas, rádios transmissores, granadas, carregadores e munições. Para impedir ações de criminosos tentando resgatar os comparsas, o comandante do 12º BPM, tenente-coronel Márcio Guimarães, reforçou o policiamento na região e destacou equipes para garantir a segurança da unidade de saúde.

Atingido na perna durante o confronto, o sargento Fernandes foi submetido a uma cirurgia e não corre risco de morte. A passageira de um ônibus da viação Fagundes que vinha logo atrás do carro dos bandidos ficou ferida no pé por estilhaços e recebeu alta após atendimento médico.

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No mesmo dia em que o Jornal POVO do Rio publicou uma matéria especial mostrando o aumento do número de policiais militares mortos em serviço, mais um PM foi morto no Estado. Lotado no 1º BPM (Estácio), o sargento Wilson Alexandre de Carvalho, 41 anos – 17 deles dedicados à PM – levou um tiro de fuzil na cabeça realizava patrulhamento de rotina, no início da manhã deste domingo, dia 17.

O incidente ocorreu em frente ao Centro de Convenções SulAmérica, próximo ao elevado Paulo de Frontin, no bairro Cidade Nova, na região central do Rio. O sargento chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, mas não resistiu aos ferimentos.

Seu colega de viatura, o soldado Davi de Almeida Wanzeler, 27 – há quatro na corporação -, também foi baleado. Atingido por três tiros – na perna, no braço e nas costas – ele permanecia internado na unidade de saúde, até a tarde de ontem. De acordo com a assessoria de imprensa da corporação, ele não corre risco de morte.

De acordo com a Polícia, um Astra preto com bandidos passou atirando na direção dos PMs, deixando a viatura e a parede do centro de convenções com muitas marcas de bala. Ainda segundo a Polícia, os bandidos fugiram para a Favela do Jacarezinho, no bairro de mesmo nome, na Zona Norte do Rio, levando a arma de um dos policiais.

À tarde, equipes do 1º BPM (Estácio) e do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) reforçaram o policiamento na região. Policiais da 6ª DP (Cidade Nova), responsáveis pelas investigações, irão solicitar as imagens das câmeras de segurança do Centro de Convenções para tentar identificar os assassinos.

No final da segunda semana do ano, 16 policiais fluminenses já foram alvos de atentados. A estatística possui 6 PMs mortos e 10 PMs baleados. Dos 16 policiais, 12 estavam de serviço. Um era reformado. No mesmo período do ano passado, 14 policiais militares já haviam sido baleados. Destes, apenas quatro estavam de serviço.

Relembre a Matéria

Tropa cansada de luto: 13 PMs baleados em 10 dias

Acompanhe:

Estatística de Policiais Mortos e Baleados em 2010

Estatística de Policiais Mortos e Baleados em 2009

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Fotos: Pedro Pantoja

Polícia

“Não há solução mágica.” Esta foi a resposta do secretário de Estado de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, ao ser questionado sobre os recentes casos de violência ocorridos no Estado do Rio de Janeiro. À frente da secretaria desde janeiro de 2007, o delegado da Polícia Federal ressaltou que não vai se afastar do planejamento estratégico.

“Nós temos um horizonte e não serão fatos negativos que acontecem em uma cidade com 10 milhões de pessoas que vão nos fazer desistir. Precisamos de policiais nas ruas, mas fazer policiais não é um passe de mágica: leva um ano”, ressaltou Beltrame, lembrando o artigo 144 da Constituição Federal, que diz que “a Segurança Pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos”.

Polícia

“Não vai ser um policial na rua que vai acabar com a violência, que vai acabar com o tráfico. É um conjunto de fatores do qual todos têm que participar. Não há solução mágica. Quem disser que resolve isso em poucos dias é demagogo. O comandante da PM foi orientado a enxugar os batalhões para que policiais que prestassem serviços administrativos fossem para as ruas e já conseguimos colocar mais 2 mil PMs no policiamento ostensivo”, enfatizou, informando que a corporação possui, hoje, um déficit de 15 mil homens.

Polícia

“Os batalhões estão com deficiência em seus efetivos e nossa missão é pensar em Segurança Pública para daqui a 10 anos. O Rio de Janeiro se acostumou com uma política de segurança a cada semana. Há mais de 40 anos que isso vem ocorrendo no Estado. Na sequência de um fato criminoso de grande repercussão, surgia uma solução mágica para resolver aquele fato episódico, emocional, atitudes que, na verdade, só fizeram aumentar a violência. Não vamos inventar uma política de Segurança Pública por semana para amenizar manchetes de jornais. Isso é engodo”, ressaltou Beltrame.

Polícia

As declarações do Secretário foram feitas na abertura do encontro mensal do Conselho Comunitário de Segurança da 2ª Área Integrada de Segurança Pública (Aisp 2), organizado pela primeira vez na sede do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio, na manhã desta quinta-feira, dia 17. O encontro começou com um café da manhã oferecido para autoridades, líderes comunitários e representantes de associações de moradores.

Polícia

Falando para mais de 60 representantes de comunidades e instituições ligadas aos oito bairros que integram a Aisp 2 – Glória, Catete, Laranjeiras, Cosme Velho, Flamengo, Urca, Botafogo e Humaitá -, Beltrame defendeu a tese de que segurança pública também não é uma atribuição exclusiva da Polícia. Exemplificando, ele disse que uma rua bem iluminada também inibe ações criminosas.

Polícia

O conselho comunitário se reúne toda terceira quinta-feira de cada mês em algum lugar dos oito bairros. Os conselhos foram criados em 1999 com o objetivo de estabelecer um canal mais direto de comunicação entre as comunidades e as polícias na busca comum pela redução da violência e da criminalidade. Através de reuniões mensais e cafés comunitários, realizados por cada Área Integrada de Segurança Públia, os comandantes dos batalhões da PM e os delegados de Polícia Civil reúnem-se com representantes de diversos setores da sociedade para analisar e discutir problemas e estratégias de policiamento de cada região.

Polícia

“Aconselho os senhores a convidarem também secretários estaduais e municipais de outras áreas a virem às reuniões para apresentar soluções ou para se justificar por não poderem resolver os problemas. O combate à criminalidade é mesmo difícil e a Polícia sozinha não tem condições de resolver todos os problemas. As pessoas têm que estar envolvidas. O Conselho de Segurança Pública é muito mais que só Polícia e os senhores não estão sós”, destacou Beltrame.

O comandante do 2º Batalhão de Policia Militar (BPM), tenente-coronel Roberto Gil, presidente honorário do Conselho Comunitário de Segurança da Aisp 2 – a presidente efetiva é a líder comunitária Lenir da Costa Matos -, pregou a mesma convicção na política de planejamento estratégico e de combate ostensivo e continuado à marginalidade, defendida pelo secretário, mas pediu a colaboração da população.

Polícia

“Queremos que vocês sejam os olhos e ouvidos do Poder Público. Se cada cidadão se convencer disso e nos ajudar e nos cobrar, a Polícia se sentirá estimulada a prosseguir em sua missão e os resultados vão aparecer”, enfatizou.

O comandante do Bope, tenente-coronel Paulo Henrique Azevedo de Morais, explicou, em seguida, por que decidiu abrir as portas da força especial à reunião comunitária.

Polícia

“Para nós é fundamental discutir Segurança Pública com a população, mesmo sendo o Bope uma tropa de ações específicas, pontuais. Serve para a gente desfazer a imagem um tanto negativa de um certo isolamento e superioridade em relação às outras forças policiais. Nada disso. Nossas ações são esporádicas e pontuais. Quem faz a segurança efetiva da população é o policiamento ostensivo dos batalhões de cada região”, afirmou o tenente-coronel.

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Fotos: Pedro Pantoja

Polícia

“Não há solução mágica.” Esta foi a resposta do secretário de Estado de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, ao ser questionado sobre os recentes casos de violência ocorridos no Estado do Rio de Janeiro. À frente da secretaria desde janeiro de 2007, o delegado da Polícia Federal ressaltou que não vai se afastar do planejamento estratégico.

“Nós temos um horizonte e não serão fatos negativos que acontecem em uma cidade com 10 milhões de pessoas que vão nos fazer desistir. Precisamos de policiais nas ruas, mas fazer policiais não é um passe de mágica: leva um ano”, ressaltou Beltrame, lembrando o artigo 144 da Constituição Federal, que diz que “a Segurança Pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos”.

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“Não vai ser um policial na rua que vai acabar com a violência, que vai acabar com o tráfico. É um conjunto de fatores do qual todos têm que participar. Não há solução mágica. Quem disser que resolve isso em poucos dias é demagogo. O comandante da PM foi orientado a enxugar os batalhões para que policiais que prestassem serviços administrativos fossem para as ruas e já conseguimos colocar mais 2 mil PMs no policiamento ostensivo”, enfatizou, informando que a corporação possui, hoje, um déficit de 15 mil homens.

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“Os batalhões estão com deficiência em seus efetivos e nossa missão é pensar em Segurança Pública para daqui a 10 anos. O Rio de Janeiro se acostumou com uma política de segurança a cada semana. Há mais de 40 anos que isso vem ocorrendo no Estado. Na sequência de um fato criminoso de grande repercussão, surgia uma solução mágica para resolver aquele fato episódico, emocional, atitudes que, na verdade, só fizeram aumentar a violência. Não vamos inventar uma política de Segurança Pública por semana para amenizar manchetes de jornais. Isso é engodo”, ressaltou Beltrame.

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As declarações do Secretário foram feitas na abertura do encontro mensal do Conselho Comunitário de Segurança da 2ª Área Integrada de Segurança Pública (Aisp 2), organizado pela primeira vez na sede do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio, na manhã desta quinta-feira, dia 17. O encontro começou com um café da manhã oferecido para autoridades, líderes comunitários e representantes de associações de moradores.

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Falando para mais de 60 representantes de comunidades e instituições ligadas aos oito bairros que integram a Aisp 2 – Glória, Catete, Laranjeiras, Cosme Velho, Flamengo, Urca, Botafogo e Humaitá -, Beltrame defendeu a tese de que segurança pública também não é uma atribuição exclusiva da Polícia. Exemplificando, ele disse que uma rua bem iluminada também inibe ações criminosas.

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O conselho comunitário se reúne toda terceira quinta-feira de cada mês em algum lugar dos oito bairros. Os conselhos foram criados em 1999 com o objetivo de estabelecer um canal mais direto de comunicação entre as comunidades e as polícias na busca comum pela redução da violência e da criminalidade. Através de reuniões mensais e cafés comunitários, realizados por cada Área Integrada de Segurança Públia, os comandantes dos batalhões da PM e os delegados de Polícia Civil reúnem-se com representantes de diversos setores da sociedade para analisar e discutir problemas e estratégias de policiamento de cada região.

Polícia

“Aconselho os senhores a convidarem também secretários estaduais e municipais de outras áreas a virem às reuniões para apresentar soluções ou para se justificar por não poderem resolver os problemas. O combate à criminalidade é mesmo difícil e a Polícia sozinha não tem condições de resolver todos os problemas. As pessoas têm que estar envolvidas. O Conselho de Segurança Pública é muito mais que só Polícia e os senhores não estão sós”, destacou Beltrame.

O comandante do 2º Batalhão de Policia Militar (BPM), tenente-coronel Roberto Gil, presidente honorário do Conselho Comunitário de Segurança da Aisp 2 – a presidente efetiva é a líder comunitária Lenir da Costa Matos -, pregou a mesma convicção na política de planejamento estratégico e de combate ostensivo e continuado à marginalidade, defendida pelo secretário, mas pediu a colaboração da população.

Polícia

“Queremos que vocês sejam os olhos e ouvidos do Poder Público. Se cada cidadão se convencer disso e nos ajudar e nos cobrar, a Polícia se sentirá estimulada a prosseguir em sua missão e os resultados vão aparecer”, enfatizou.

O comandante do Bope, tenente-coronel Paulo Henrique Azevedo de Morais, explicou, em seguida, por que decidiu abrir as portas da força especial à reunião comunitária.

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“Para nós é fundamental discutir Segurança Pública com a população, mesmo sendo o Bope uma tropa de ações específicas, pontuais. Serve para a gente desfazer a imagem um tanto negativa de um certo isolamento e superioridade em relação às outras forças policiais. Nada disso. Nossas ações são esporádicas e pontuais. Quem faz a segurança efetiva da população é o policiamento ostensivo dos batalhões de cada região”, afirmou o tenente-coronel.

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operação padrão

Não é de hoje que as redes virtuais vêm se tornando palco de discussões sobre Segurança Pública. A mais recente, divulgada em perfis no Twitter e no Orkut e também encontrada em blogs, diz respeito à mobilização de policiais militares para realizar uma “Operação Padrão”. Planejada para ocorrer nesta quarta-feira, em todo o Estado do Rio, ela promete lotar as delegacias da Polícia Civil.

No cartaz que divulga o movimento, um escudo da corporação traz a data e a frase “Policial, mostre o seu valor ao povo do Rio de Janeiro”, com o intuito de mobilizar o maior número de PMs para realizar a Operação Padrão, que consiste em seguir à risca todas as leis e reprimir todos os crimes e contravenções, levando todas as ocorrências para a delegacia.

Esta forma de protesto não pode ser contestada judicialmente e costuma ser muito utilizada por categorias sujeitas a leis que restringem o direito de greve, como as prestadoras de serviços considerados essenciais à sociedade, sendo muito utilizada por ferroviários, metroviários, controladores de vôo e policiais, entre outros.

– Se não podemos fazer greve, então vamos fazer cumprir a lei – ressalta um PM que, por medo de represálias, prefere não se identificar e explica que todos os flagrados em atividades como jogo do bicho, transporte irregular, flanelinha, uso de drogas e desobediência ao Código Nacional de Trânsito, serão conduzidos à DP.

Um dos criadores do movimento Juntos Somos Fortes, o coronel Ricardo Paúl apóia a Operação Padrão em seu blog

Um dos criadores do movimento Juntos Somos Fortes, o coronel Ricardo Paúl apóia a Operação Padrão em seu blog

– Isso provoca um efeito colateral porque, a partir do momento em que o policial perde tempo na delegacia registrando muitos casos, menos policiais ficam nas ruas. Isso diminui o patrulhamento – ressaltou o coronel Ricardo Paúl, autor de um dos blogs que apóiam o movimento.

Comandante

O comandante geral da PM, coronel Mário Sérgio Duarte, vem fazendo reuniões com todas as patentes da corporação para tentar buscar soluções para os diversos assuntos apresentados – entre eles, a questão salarial. Há perspectivas de que haja um aumento de salário para o próximo mês de setembro.

– O problema é que o percentual do aumento que está sendo esperado é desprezível. Em 2006, durante a campanha eleitoral do governador Sérgio Cabral, foi prometido à PM a reposição das perdas salariais. Ele sabia que o valor chegava a mais de 56%, mas até agora só foi reposto 12% – revelou o oficial, que também destacou a insatisfação da tropa em relação à gratificação exclusiva aos policiais lotados nas Unidades de Policiamento Pacificadoras (UPP’s).

– Enquanto eles estão recebendo R$ 500 para ficar em uma área de menos risco, policiais de batalhões como os de Bangu (14º BPM), Rocha Miranda (9º BPM) e Benfica (22º BPM) se arriscam em operações em áreas tomadas pelo tráfico e onde há perigo de confrontos – afirmou Paúl.

Os PMs reivindicam também a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição – a PEC/300 – que determina a remuneração dos servidores policiais e enfatiza que ela “será fixada na forma do 4º parágrafo do artigo 39, sendo que a das Polícias Militares dos Estados, não poderá ser inferior à da Polícia Militar do Distrito Federal, aplicando-se também o Corpo de Bombeiros Militar desse Distrito Federal, no que couber, extensiva aos inativos”. O salário da PM-DF é de cerca de R$ 3.200.

policia

Os policiais civis do Rio também reivindicam a aprovação de uma outra Proposta de Emenda à Constituição – a PEC/340 – que, semelhante à solicitada pelos PMs, impede que a categoria receba menos que o salário da mesma classe, que chega a R$ 6 mil em Brasília.

Enquanto a PEC/300 é uma proposta de emenda constitucional de autoria do deputado federal Arnaldo Faria de Sá e que prevê que a remuneração de militares dos Estados não seja inferior aos dos Distrito Federal, a PEC/340 é de autoria do deputado federal Marcelo Ortiz e altera a redação do § 9º, do artigo 144, da Constituição Federal, estabelecendo a paridade remuneratória dos servidores das carreiras operacionais das Polícias Civis dos Estados e do Distrito Federal com os agentes da Polícia Federal.

Delegado aposetando e advogado Wladmir Sérgio Reale, presidente da Adepol-RJ e vice-presidente da Adepol-Brasil

Delegado aposetando e advogado Wladmir Sérgio Reale, presidente da Adepol-RJ e vice-presidente da Adepol-Brasil

Já os delegados, através da Associação dos Delegados de Polícia do Estado do Rio de Janeiro (Adepol-RJ), ameaçam entrar em greve. Com um salário de R$ 2.575,36 para aqueles de 1ª classe, eles reivindicam equiparação com as carreiras jurídicas do Poder Executivo. Com isso, o valor do piso de um delegado de 1ª classe passaria para R$ 7.038,89.

Em nota divulgada no fim da tarde de segunda-feira, a Adepol-RJ informou que “após quase 3 anos de Governo, Sérgio Cabral ainda não cumpriu os seus compromissos e acordos de campanha assumidos com os delegados, de forma a manter a relação estipendial legal equivalente com as demais carreiras jurídicas” e ressaltou que “a insensibilidade, indiferença e desrespeito com a classe dos Delegados, por parte do Governador SÉRGIO CABRAL, na espécie, não ocorreu com as demais carreiras jurídicas”.

operação padrão Bahia

Os policiais militares do Estado do Rio iniciam o movimento dois dias depois da Polícia Militar da Bahia. Desde a segunda-feira, dia 10, os baianos estão seguindo à risca a Constituição Federal quanto ao uso de equipamentos como colete à prova de balas e a direção de viaturas apenas por PMs que tenham passado por curso de direção defensiva. Por esse motivo, pelo menos 17 policiais das Rondas Especiais (Rondesp) se recusaram a dirigir.

Alunos do curso de sargento e cadetes da PMBA saíram às ruas em substituição aos policiais que aderiram ao movimento da categoria, conforme previsto em plano de contingência definido na noite de domingo pelo comando da corporação e pelo governador Jaques Wagner. Ontem, antes de sair para realizar o policiamento ostensivo, um estudante da escola de Oficiais da PM atirou acidentalmente na própria mão e na perna de um colega, nas dependências da Vila Policial Militar do Bonfim.

Comandante geral da Polícia Militar da Bahia, coronel Nilton Régis Mascarenhas, afirmou que será composta uma comissão para discussão e elaboração de projeto de modernização da PMBA, comportando toda questão logística, valorização profissional do PM, equipamentos de proteção individual e o plano de carreira

Comandante geral da Polícia Militar da Bahia, coronel Nilton Régis Mascarenhas, afirmou que será composta uma comissão para discussão e elaboração de projeto de modernização da PMBA, comportando toda questão logística, valorização profissional do PM, equipamentos de proteção individual e o plano de carreira

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Fotos: Felippo Brando e Pedro Pantoja

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Aos 50 anos – 29 deles dedicados à Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro – o coronel Mário Sérgio de Brito Duarte chegou, ontem, ao posto mais alto da carreira e assumiu o comando da corporação, substituindo o coronel Gilson Pitta Lopes, 54, que estava no cargo desde janeiro do ano passado.

Casado com uma major da PM, o oficial já anunciou diversas mudanças que fazem parte de um projeto para modernizar a Polícia Militar. Entre elas, as trocas de comandos em cerca de 90% dos batalhões; o aumento do número de PMs nas ruas; a redução dos efetivos em setores administrativos; e a aproximação entre praças e oficiais.

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“Alguns estudiosos falam em reforma na Polícia. Reforma é para casa, para carro velho. Nós estamos em busca da modernização. A PM segue seu curso em direção ao futuro. Não pode ficar presa a amarras. Sim, há novos horizontes para onde se dirigem os timoneiros dessa nau, para promover tranqüilidade pública e paz social”, ressaltou o coronel Mário Sérgio, que estava como diretor-presidente do Instituto de Segurança Pública (ISP), desde 2008.

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Ex-comandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do 22º BPM (Benfica) e da Academia de Polícia Dom João VI, além de ex-diretor de Inteligência da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança Pública, o coronel Mário Sérgio anunciou que as trocas de comando estarão definidas até a noite de amanhã.

“Haverá ampla movimentação de comandos de unidades e a maior parte das mudanças será imediata. As trocas serão anunciadas na sexta-feira à noite. Vamos ministrar um curso de uma ou duas semanas para ensinar os comandantes a lidar com ferramentas para gestão de monitoramento de índices. Também estamos formando uma comissão, em cada batalhão, que terá uma semana para apresentar um plano emergencial para corte de sua gordura administrativa”, revelou Mário Sérgio.

O objetivo é levar mais PMs para as ruas, enxugando os setores administrativos dos batalhões – entre eles, P-1 (Recursos Humanos), P-2 (Serviço de Inteligência), P-3 (Planejamento e Operações), P-4 (Manutenção), P-5 (Relações Públicas) e rancho.

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“Os batalhões têm excesso de burocracia. A intenção é devolver à PM seu papel de “polícia visível”, aumentando o policiamento ostensivo. O verdadeiro papel da PM é fazer a prevenção, evitar que os delitos aconteçam. Há muitas estruturas de poder e muitos serviços que acabaram se perpetuando e que nós precisamos rever. Vamos extinguir serviços que não foram criados para a população e transformar a estrutura do poder em estrutura de utilidade pública”, destacou o coronel.

Outra mudança almejada pelo novo comandante geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro é a unificação da própria corporação.

“Não sei em que momento isso começou a acontecer, mas hoje temos a impressão de que existem duas polícias diferentes: a dos praças e a dos oficiais. Quem faz a PM são os cabos e soldados, os sargentos e os novos oficiais que estão nas ruas. Os postos e graduações definem as obrigações de cada um, mas todos temos a mesma responsabilidade. Vamos mudar isso, pois somos uma corporação só”, enfatizou.

Os oficiais que eram chefes e sub-chefes das Delegacias de Polícia Judiciária Militar (DJPMs) devem perder seus cargos, já que as unidades serão transformadas em departamentos sob responsabilidade da Corregedoria Interna da PMERJ.

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O novo chefe de gabinete do comandante é o coronel Carlos Eduardo Milagres e a chefia do Estado Maior Geral foi dividida em dois braços: um operacional e outro administrativo. À frente do primeiro, está o coronel Álvaro Garcia, que estava no Comando das Unidades Operacionais Especiais (CmdUOpE), e, à frente do segundo, o coronel Carlos Eduardo Milan, que estava no comando da Academia de Polícia Dom João VI.

Novo comandante comenta exposição de PM acusado de agressão
O coronel Paulo César Lopes, 55 anos – 36 deles dedicados à corporação – falou sobre o pedido para ser transferido para a inatividade.

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“Eu tenho valores e princípios militares que existem nos militares bem constituídos. Essa foi uma decisão de foro íntimo, pois o novo comandante geral é muito mais moderno que eu. Não tô fazendo crítica à pouca experiência e não tenho nada contra a modernidade, desde que seja aliada à experiência, mas é uma questão de precedência. Eu sequer tive contato com ele nos bancos acadêmicos. Julguei a minha saída conveniente e oportuna e saio com a consciência do dever cumprido. O importante é que emoções eu vivi”, finalizou o oficial, que criou polêmica ao perfilar policiais militares acusados de agredirem moradores da Favela Gogó da Ema durante uma incursão no local.

Reconhecido por um menor que se disse vítima de espancamento, um dos PMs recebeu voz de prisão e teve o nome e foto estampados em um jornal.

O novo comandante geral comentou o episódio, garantindo que é preciso rigor, mas também cuidado em casos semelhantes.

“O policial envolvido nesse episódio tinha perdido o colega e não poderia estar participando de uma operação lá, pois estava emocionalmente abalado. É preciso rigor, mas também é preciso que os comandantes tenham cuidado”, disse.

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Em relação à quantidade de anos na corporação, o coronel Mário Sérgio afirmou que os oficiais que já tiverem cumprido o tempo de serviço devem ir para a inatividade.

“Não há um número suficiente de tenentes-coronéis para mudar todos os comandos e mandar os mais antigos para casa. Antigüidade é muito importante para a vida militar, mas antigüidade não é posto. Resultado é posto. Por um lado, respeitamos a antigüiddade, de outro, os coronéis competentes, não importa o tempo”, declarou.

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De 64 cargos, apenas 8 não sofreram alterações

Chefe do Gabinete do Comando Geral – coronel Carlos Eduardo Milagres Pereira
Chefe do Estado-Maior Geral (Operacional) – coronel Álvaro Rodrigues Garcia

Coronéis Carlos Eduardo Millan e Carlos Eduardo Milagres Pereira

Coronéis Carlos Eduardo Millan e Carlos Eduardo Milagres Pereira

Chefe do Estado-Maior Geral (Administrativo) – coronel Carlos Eduardo Millan
Corregedoria Interna – coronel Carlos Augusto Rodrigues dos Santos

Coronéis Carlos Augusto Rodrigues dos Santos e Álvaro Rodrigues Garcia

Coronéis Carlos Augusto Rodrigues dos Santos e Álvaro Rodrigues Garcia

Coordenador do CAEs – tenente-coronel Alberto Pinheiro Neto

Tenente-coronel Alberto Pinheiro Neto

Tenente-coronel Alberto Pinheiro Neto

Unidades operacionais ordinárias
1º BPM – tenente-coronel Sérgio Luiz Mendes Afonso (permanece)
2º BPM – tenente-coronel Roberto Gil da Conceição Silva

Tenente-coronel Marcos Alexandre Santos de Almeida

Tenente-coronel Marcos Alexandre Santos de Almeida

3º BPM – tenente-coronel Marco Alexandre (permanece)
4º BPM – tenente-coronel Solange Helena do Nascimento Vieira
5º BPM – tenente-coronel Carlos Henrique Alves de Lima
6º BPM – tenente-coronel Fernando Príncipe Martins (permanece)

Coronel Marcos Daflon Correa

Coronel Marcos Daflon Correa

7º BPM – coronel Marcos Daflon Correa

Coronel Elson Haubrichs Batista

Coronel Elson Haubrichs Batista

8º BPM – coronel Elson Haubrichs Batista
9º BPM – tenente-coronel Edivaldo Camelo da Costa
10º BPM – tenente-coronel Hércules Ferreira Brandão (permanece)
11º BPM – tenente-coronel James de Barros
12º BPM – tenente-coronel Maurício Santos de Moraes

Tenente-coronel Edite dos Reis Nani Bonfadini

Tenente-coronel Edite dos Reis Nani Bonfadini

13º BPM – tenente-coronel Edite dos Reis Nani Bonfadini
14º BPM – tenente-coronel José da Silva Macedo Júnior
15º BPM – tenente-coronel Roberto Alves de Lima
16º BPM – tenente-coronel Rogério Seixas Cruz
17º BPM – coronel Cid Souza Sá
18º BPM – tenente-coronel Luigi Felipe Guimarães Gatto (permanece)

Tenente-coronel Rogério Seabra Martins

Tenente-coronel Rogério Seabra Martins

19º BPM – tenente-coronel Rogério Seabra Martins

tenente-coronel Ivanir Linhares Fernandes Filho

tenente-coronel Ivanir Linhares Fernandes Filho

20º BPM – tenente-coronel Ivanir Linhares Fernandes Filho

Tenente-coronel Gileade Amaro de Albuquerque

Tenente-coronel Gileade Amaro de Albuquerque

21º BPM – tenente-coronel Gileade Amaro de Albuquerque

Tenente-coronel Amaury Simões

Tenente-coronel Amaury Simões

22º BPM – tenente-coronel Amaury Simões
23º BPM – coronel Sérgio Alexandre Rodrigues do Nascimento
24º BPM – tenente-coronel Alexandre Fontenelle Ribeiro de Oliveira
25º BPM – tenente-coronel Célio da Cunha Pedrosa
26º BPM – tenente-coronel Antônio Henrique da Silva Oliveira
27º BPM – tenente-coronel Marcos Alves dos Santos
28º BPM – tenente-coronel Kléber dos Santo Martins (ainda indefinido)
29º BPM – tenente-coronel Lúcio Flávio Barachio de Souza (ainda indefinido)
30º BPM – tenente-coronel Walney Dias Ferreira (ainda indefinido)

Tenente-coronel Ricardo Quemento Lobasso

Tenente-coronel Ricardo Quemento Lobasso

31º BPM – tenente-coronel Ricardo Quemento Lobasso (permanece)
32º BPM – tenente-coronel Alnyr Antônio Batista Ribeiro
33º BPM – tenente-coronel José Luiz Castro Menezes (ainda indefinido)
34º BPM – tenente-coronel Eraldo Almeida Rodrigues
35º BPM – tenente-coronel Carlos Mendes de Oliveira
36º BPM – tenente-coronel Edson de Almeida
37º BPM – tenente-coronel Henrique Lima de Castro Saraiva
38º BPM – tenente-coronel Álvaro Sérgio Alves de Moura (ainda indefinido)
39º BPM – tenente-coronel José Luiz Nepomuceno Marinho (ainda indefinido)

Unidades operacionais especiais
BPRv – coronel Aristeu Leonardo Tavares

Coronel Aristeu Leonardo Tavares

Coronel Aristeu Leonardo Tavares

BPChq – tenente-coronel Robson Rodrigues da Silva (interino)
BPChq/GEPE – major Luiz Octávio Lopes da Rocha Lima
BPFMA – tenente-coronel Mário Márcio Pereira Fernandes

Tenente-coronel Paulo Henrique Azevedo de Moraes

Tenente-coronel Paulo Henrique Azevedo de Moraes

BOPE – tenente-coronel Paulo Henrique Azevedo de Moraes
BPTUR – tenente-coronel Rivaldo Dantas de Carvalho
GAM – tenente-coronel Eduardo Luiz Brandão Ribeiro
RCCES – tenente-coronel Ana Cláudia Siciliano Marinho Pires

Unidades Correcionais
BEP – major Rubens Castro Peixoto Junior (interino)

Unidades de Policiamento em Áreas Especiais
CPAE – tenente-coronel José Vieira de Carvalho Júnior (interino)

Diretorias, Comandos Intermediários e Órgãos de Assessoria
DGAL – tenente-coronel João Gilberto da Silva Guimarães
DIP – major Márcia Dias de Andrade
DAS – major Viviane Damásio Duarte

Coronel Luís Antônio Corso da Costa

Coronel Luís Antônio Corso da Costa

DGP – coronel Luís Antônio Corso da Costa
DGP/DIP/Rio – major Márcia Dias de Andrade (interino)
DEI – coronel Júlio Cesar Ramos
AjG – tenente-coronel Kátia Néri Nunes Boaventura (interino)
1º CPA – coronel Marcus Jardim Gonçalves (permanece)

Coronel Marcus Jardim Gonçalves

Coronel Marcus Jardim Gonçalves

2º CPA – coronel Erir Ribeiro Costa Filho
3º CPA – coronel Robson dos Santos Batalha
4º CPA – coronel Paulo Augusto do Couto Mouzinho

Coronel Paulo Augusto do Couto Mouzinho

Coronel Paulo Augusto do Couto Mouzinho

5º CPA – coronel Marco Aurélio de Moura
6º CPA – coronel Paulo César Vieira

Unidades de Ensino e Instrução
Academia D. João VI – tenente-coronel Eduardo Frederico Cabral de Oliveira (interino)
CFAP – tenente-coronel Josiel Avanir dos Santos (interino)
ESPM – tenente-coronel Ibis Silva Pereira (interino)
CRSP – tenente-coronel Frederico Borges Caldas

Unidades de Apoio, Saúde, Logística e Comunicações
CCI – major Fábio da Rocha Bastos Cajueiro (interino)
CMM – tenente-coronel João Silvestre de Araújo
CSM – tenente-coronel Joelson Franco Nunes

Comandante(Estado) 15

Horas após assumir o comando geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, o coronel Mário Sérgio de Brito Duarte anunciou mudanças nos cargos de chefia e batalhões da corporação. Em apenas um dos seis comandos intermediários e em cinco das 46 unidades operacionais não haverá troca de comandantes. A novidade ficou por conta da nomeação de mulheres para os comandos de três batalhões. É a primeira vez na história da bicentenária corporação que oficiais femininas ficam à frente de unidades operacionais.

“Vamos fazer uma otimização dos efetivos. Há comandos intermediários com efetivo de mais de 100 homens. Esses comandos existem para fazer a integração entre os batalhões e as delegacias e fiscalizar se as metas estipuladas pela Secretaria de Segurança estão sendo atingidas. Vamos preparar os CPAs (Comandos de Policiamento de Área) para trabalhar neste novo modelo. O serviço do comando intermediário não pode ser operacional”, destacou o coronel Mário Sérgio, enfatizando que todas as trocas terão sido efetuadas até a noite desta sexta-feira.
O novo comandante da PM já está colocando em prática alguns projetos para a modernização da instituição.

“Vamos retomar, recriar alguns mecanismos para estimular a Polícia a pensar. A corporação mergulhou em uma espécie de letargia que virou cultura. Também é preciso criar um fluxo contínuo de informações”, ressaltou.

Entre as mudanças estão não somente exonerações e nomeações, mas também alterações de endereços e estruturas. A Diretoria de Ensino e Instrução (DEI), que ficava em Jardim Sulacap, na Zona Oeste do Rio, será transferida para o Quartel General (QG), no Centro. As Delegacias de Polícia Judiciária Militar (DPJMs) deixarão de existir e serão transformadas em departamentos dentro da Corregedoria Interna. Além disso, os serviços administrativos serão enxugados, para que mais PMs possam ir às ruas.

“É inconcebível que tenhamos uma diretoria de ensino distante do comandante geral. Também é preciso que os julgamentos disciplinares dos casos mais graves sejam feitos por pessoas completamente afastadas para que não haja qualquer hipótese de corporativismo. Hoje, os PMs submetidos a conselhos de disciplina são julgados por uma comissão formada por oficiais do batalhão em que ele é lotado. Os oficiais têm que estar nas ruas, junto da tropa, e é preciso haver um sentimento mais afastado na hora do julgamento. Vamos reformular a DPJM, que vai virar departamento da Corregedoria, com o objetivo de agilizar essas investigações e tornar a punição mais rápida e eficaz. Aumentamos a carga burocrática com a criação de batalhões. É preciso tirar esses homens do administrativo”, declarou o coronel, lembrando que a expectativa é de que os policiais militares mal aproveitados na parte interna dos batalhões estejam nas ruas ainda este mês.

“Se eu conseguir mil homens de imediato para voltar para as ruas até o final do mês, em um plano emergencial, já vai estar sendo positivo. Acredito que a população já comece a sentir diferença a partir da próxima segunda-feira”, enfatizou Mário Sérgio.

Comandante(Estado) 27

Autor do blog “Segurança Pública – Idéias e Ações”, o coronel se torna o segundo comandante geral brasileiro blogueiro: o pioneiro foi o coronel Antônio Elias, da Polícia Militar de Goiás. Criada em 2006, a página na internet é atualizada uma média de duas vezes ao mês, trazendo textos de cunho reflexivo, voltados a temas ligados à Segurança Pública.

“Não vou abandonar o blog. O tempo que já era escasso vai ficar ainda menor, mas sempre que der eu vou atualizá-lo”, garantiu o oficial, que é autor do livro “Incursionando no Inferno – A Verdade da Tropa“, escrito em 1993 e que contém histórias do período em que ele serviu no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), unidade da qual foi comandante e a responsável pela sua identificação na internet: “caveira 37”.

Conheça o blog do comandante geral da PMERJ

Segurança Pública – Idéias e Ações

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Fotos: Felippo Brando e Pedro Pantoja

Comandante(Estado) 6

Aos 50 anos – 29 deles dedicados à Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro – o coronel Mário Sérgio de Brito Duarte chegou, ontem, ao posto mais alto da carreira e assumiu o comando da corporação, substituindo o coronel Gilson Pitta Lopes, 54, que estava no cargo desde janeiro do ano passado.

Casado com uma major da PM, o oficial já anunciou diversas mudanças que fazem parte de um projeto para modernizar a Polícia Militar. Entre elas, as trocas de comandos em cerca de 90% dos batalhões; o aumento do número de PMs nas ruas; a redução dos efetivos em setores administrativos; e a aproximação entre praças e oficiais.

Comandante(Estado) 11

“Alguns estudiosos falam em reforma na Polícia. Reforma é para casa, para carro velho. Nós estamos em busca da modernização. A PM segue seu curso em direção ao futuro. Não pode ficar presa a amarras. Sim, há novos horizontes para onde se dirigem os timoneiros dessa nau, para promover tranqüilidade pública e paz social”, ressaltou o coronel Mário Sérgio, que estava como diretor-presidente do Instituto de Segurança Pública (ISP), desde 2008.

Comandante(Estado) 1

Ex-comandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do 22º BPM (Benfica) e da Academia de Polícia Dom João VI, além de ex-diretor de Inteligência da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança Pública, o coronel Mário Sérgio anunciou que as trocas de comando estarão definidas até a noite de amanhã.

“Haverá ampla movimentação de comandos de unidades e a maior parte das mudanças será imediata. As trocas serão anunciadas na sexta-feira à noite. Vamos ministrar um curso de uma ou duas semanas para ensinar os comandantes a lidar com ferramentas para gestão de monitoramento de índices. Também estamos formando uma comissão, em cada batalhão, que terá uma semana para apresentar um plano emergencial para corte de sua gordura administrativa”, revelou Mário Sérgio.

O objetivo é levar mais PMs para as ruas, enxugando os setores administrativos dos batalhões – entre eles, P-1 (Recursos Humanos), P-2 (Serviço de Inteligência), P-3 (Planejamento e Operações), P-4 (Manutenção), P-5 (Relações Públicas) e rancho.

Comandante(Estado) 12

“Os batalhões têm excesso de burocracia. A intenção é devolver à PM seu papel de “polícia visível”, aumentando o policiamento ostensivo. O verdadeiro papel da PM é fazer a prevenção, evitar que os delitos aconteçam. Há muitas estruturas de poder e muitos serviços que acabaram se perpetuando e que nós precisamos rever. Vamos extinguir serviços que não foram criados para a população e transformar a estrutura do poder em estrutura de utilidade pública”, destacou o coronel.

Outra mudança almejada pelo novo comandante geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro é a unificação da própria corporação.

“Não sei em que momento isso começou a acontecer, mas hoje temos a impressão de que existem duas polícias diferentes: a dos praças e a dos oficiais. Quem faz a PM são os cabos e soldados, os sargentos e os novos oficiais que estão nas ruas. Os postos e graduações definem as obrigações de cada um, mas todos temos a mesma responsabilidade. Vamos mudar isso, pois somos uma corporação só”, enfatizou.

Os oficiais que eram chefes e sub-chefes das Delegacias de Polícia Judiciária Militar (DJPMs) devem perder seus cargos, já que as unidades serão transformadas em departamentos sob responsabilidade da Corregedoria Interna da PMERJ.

Comandante(Estado) 25

O novo chefe de gabinete do comandante é o coronel Carlos Eduardo Milagres e a chefia do Estado Maior Geral foi dividida em dois braços: um operacional e outro administrativo. À frente do primeiro, está o coronel Álvaro Garcia, que estava no Comando das Unidades Operacionais Especiais (CmdUOpE), e, à frente do segundo, o coronel Carlos Eduardo Milan, que estava no comando da Academia de Polícia Dom João VI.

Novo comandante comenta exposição de PM acusado de agressão
O coronel Paulo César Lopes, 55 anos – 36 deles dedicados à corporação – falou sobre o pedido para ser transferido para a inatividade.

Comandante(Estado) 19

“Eu tenho valores e princípios militares que existem nos militares bem constituídos. Essa foi uma decisão de foro íntimo, pois o novo comandante geral é muito mais moderno que eu. Não tô fazendo crítica à pouca experiência e não tenho nada contra a modernidade, desde que seja aliada à experiência, mas é uma questão de precedência. Eu sequer tive contato com ele nos bancos acadêmicos. Julguei a minha saída conveniente e oportuna e saio com a consciência do dever cumprido. O importante é que emoções eu vivi”, finalizou o oficial, que criou polêmica ao perfilar policiais militares acusados de agredirem moradores da Favela Gogó da Ema durante uma incursão no local.

Reconhecido por um menor que se disse vítima de espancamento, um dos PMs recebeu voz de prisão e teve o nome e foto estampados em um jornal.

O novo comandante geral comentou o episódio, garantindo que é preciso rigor, mas também cuidado em casos semelhantes.

“O policial envolvido nesse episódio tinha perdido o colega e não poderia estar participando de uma operação lá, pois estava emocionalmente abalado. É preciso rigor, mas também é preciso que os comandantes tenham cuidado”, disse.

Comandante(Estado) 13

Em relação à quantidade de anos na corporação, o coronel Mário Sérgio afirmou que os oficiais que já tiverem cumprido o tempo de serviço devem ir para a inatividade.

“Não há um número suficiente de tenentes-coronéis para mudar todos os comandos e mandar os mais antigos para casa. Antigüidade é muito importante para a vida militar, mas antigüidade não é posto. Resultado é posto. Por um lado, respeitamos a antigüiddade, de outro, os coronéis competentes, não importa o tempo”, declarou.

Comandante(Estado) 23

De 64 cargos, apenas 8 não sofreram alterações

Chefe do Gabinete do Comando Geral – coronel Carlos Eduardo Milagres Pereira
Chefe do Estado-Maior Geral (Operacional) – coronel Álvaro Rodrigues Garcia

Coronéis Carlos Eduardo Millan e Carlos Eduardo Milagres Pereira

Coronéis Carlos Eduardo Millan e Carlos Eduardo Milagres Pereira

Chefe do Estado-Maior Geral (Administrativo) – coronel Carlos Eduardo Millan
Corregedoria Interna – coronel Carlos Augusto Rodrigues dos Santos

Coronéis Carlos Augusto Rodrigues dos Santos e Álvaro Rodrigues Garcia

Coronéis Carlos Augusto Rodrigues dos Santos e Álvaro Rodrigues Garcia

Coordenador do CAEs – tenente-coronel Alberto Pinheiro Neto

Tenente-coronel Alberto Pinheiro Neto

Tenente-coronel Alberto Pinheiro Neto

Unidades operacionais ordinárias
1º BPM – tenente-coronel Sérgio Luiz Mendes Afonso (permanece)
2º BPM – tenente-coronel Roberto Gil da Conceição Silva

Tenente-coronel Marcos Alexandre Santos de Almeida

Tenente-coronel Marcos Alexandre Santos de Almeida

3º BPM – tenente-coronel Marco Alexandre (permanece)
4º BPM – tenente-coronel Solange Helena do Nascimento Vieira
5º BPM – tenente-coronel Carlos Henrique Alves de Lima
6º BPM – tenente-coronel Fernando Príncipe Martins (permanece)

Coronel Marcos Daflon Correa

Coronel Marcos Daflon Correa

7º BPM – coronel Marcos Daflon Correa

Coronel Elson Haubrichs Batista

Coronel Elson Haubrichs Batista

8º BPM – coronel Elson Haubrichs Batista
9º BPM – tenente-coronel Edivaldo Camelo da Costa
10º BPM – tenente-coronel Hércules Ferreira Brandão (permanece)
11º BPM – tenente-coronel James de Barros
12º BPM – tenente-coronel Maurício Santos de Moraes

Tenente-coronel Edite dos Reis Nani Bonfadini

Tenente-coronel Edite dos Reis Nani Bonfadini

13º BPM – tenente-coronel Edite dos Reis Nani Bonfadini
14º BPM – tenente-coronel José da Silva Macedo Júnior
15º BPM – tenente-coronel Roberto Alves de Lima
16º BPM – tenente-coronel Rogério Seixas Cruz
17º BPM – coronel Cid Souza Sá
18º BPM – tenente-coronel Luigi Felipe Guimarães Gatto (permanece)

Tenente-coronel Rogério Seabra Martins

Tenente-coronel Rogério Seabra Martins

19º BPM – tenente-coronel Rogério Seabra Martins

tenente-coronel Ivanir Linhares Fernandes Filho

tenente-coronel Ivanir Linhares Fernandes Filho

20º BPM – tenente-coronel Ivanir Linhares Fernandes Filho

Tenente-coronel Gileade Amaro de Albuquerque

Tenente-coronel Gileade Amaro de Albuquerque

21º BPM – tenente-coronel Gileade Amaro de Albuquerque

Tenente-coronel Amaury Simões

Tenente-coronel Amaury Simões

22º BPM – tenente-coronel Amaury Simões
23º BPM – coronel Sérgio Alexandre Rodrigues do Nascimento
24º BPM – tenente-coronel Alexandre Fontenelle Ribeiro de Oliveira
25º BPM – tenente-coronel Célio da Cunha Pedrosa
26º BPM – tenente-coronel Antônio Henrique da Silva Oliveira
27º BPM – tenente-coronel Marcos Alves dos Santos
28º BPM – tenente-coronel Kléber dos Santo Martins (ainda indefinido)
29º BPM – tenente-coronel Lúcio Flávio Barachio de Souza (ainda indefinido)
30º BPM – tenente-coronel Walney Dias Ferreira (ainda indefinido)

Tenente-coronel Ricardo Quemento Lobasso

Tenente-coronel Ricardo Quemento Lobasso

31º BPM – tenente-coronel Ricardo Quemento Lobasso (permanece)
32º BPM – tenente-coronel Alnyr Antônio Batista Ribeiro
33º BPM – tenente-coronel José Luiz Castro Menezes (ainda indefinido)
34º BPM – tenente-coronel Eraldo Almeida Rodrigues
35º BPM – tenente-coronel Carlos Mendes de Oliveira
36º BPM – tenente-coronel Edson de Almeida
37º BPM – tenente-coronel Henrique Lima de Castro Saraiva
38º BPM – tenente-coronel Álvaro Sérgio Alves de Moura (ainda indefinido)
39º BPM – tenente-coronel José Luiz Nepomuceno Marinho (ainda indefinido)

Unidades operacionais especiais
BPRv – coronel Aristeu Leonardo Tavares

Coronel Aristeu Leonardo Tavares

Coronel Aristeu Leonardo Tavares

BPChq – tenente-coronel Robson Rodrigues da Silva (interino)
BPChq/GEPE – major Luiz Octávio Lopes da Rocha Lima
BPFMA – tenente-coronel Mário Márcio Pereira Fernandes

Tenente-coronel Paulo Henrique Azevedo de Moraes

Tenente-coronel Paulo Henrique Azevedo de Moraes

BOPE – tenente-coronel Paulo Henrique Azevedo de Moraes
BPTUR – tenente-coronel Rivaldo Dantas de Carvalho
GAM – tenente-coronel Eduardo Luiz Brandão Ribeiro
RCCES – tenente-coronel Ana Cláudia Siciliano Marinho Pires

Unidades Correcionais
BEP – major Rubens Castro Peixoto Junior (interino)

Unidades de Policiamento em Áreas Especiais
CPAE – tenente-coronel José Vieira de Carvalho Júnior (interino)

Diretorias, Comandos Intermediários e Órgãos de Assessoria
DGAL – tenente-coronel João Gilberto da Silva Guimarães
DIP – major Márcia Dias de Andrade
DAS – major Viviane Damásio Duarte

Coronel Luís Antônio Corso da Costa

Coronel Luís Antônio Corso da Costa

DGP – coronel Luís Antônio Corso da Costa
DGP/DIP/Rio – major Márcia Dias de Andrade (interino)
DEI – coronel Júlio Cesar Ramos
AjG – tenente-coronel Kátia Néri Nunes Boaventura (interino)
1º CPA – coronel Marcus Jardim Gonçalves (permanece)

Coronel Marcus Jardim Gonçalves

Coronel Marcus Jardim Gonçalves

2º CPA – coronel Erir Ribeiro Costa Filho
3º CPA – coronel Robson dos Santos Batalha
4º CPA – coronel Paulo Augusto do Couto Mouzinho

Coronel Paulo Augusto do Couto Mouzinho

Coronel Paulo Augusto do Couto Mouzinho

5º CPA – coronel Marco Aurélio de Moura
6º CPA – coronel Paulo César Vieira

Unidades de Ensino e Instrução
Academia D. João VI – tenente-coronel Eduardo Frederico Cabral de Oliveira (interino)
CFAP – tenente-coronel Josiel Avanir dos Santos (interino)
ESPM – tenente-coronel Ibis Silva Pereira (interino)
CRSP – tenente-coronel Frederico Borges Caldas

Unidades de Apoio, Saúde, Logística e Comunicações
CCI – major Fábio da Rocha Bastos Cajueiro (interino)
CMM – tenente-coronel João Silvestre de Araújo
CSM – tenente-coronel Joelson Franco Nunes

Comandante(Estado) 15

Horas após assumir o comando geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, o coronel Mário Sérgio de Brito Duarte anunciou mudanças nos cargos de chefia e batalhões da corporação. Em apenas um dos seis comandos intermediários e em cinco das 46 unidades operacionais não haverá troca de comandantes. A novidade ficou por conta da nomeação de mulheres para os comandos de três batalhões. É a primeira vez na história da bicentenária corporação que oficiais femininas ficam à frente de unidades operacionais.

“Vamos fazer uma otimização dos efetivos. Há comandos intermediários com efetivo de mais de 100 homens. Esses comandos existem para fazer a integração entre os batalhões e as delegacias e fiscalizar se as metas estipuladas pela Secretaria de Segurança estão sendo atingidas. Vamos preparar os CPAs (Comandos de Policiamento de Área) para trabalhar neste novo modelo. O serviço do comando intermediário não pode ser operacional”, destacou o coronel Mário Sérgio, enfatizando que todas as trocas terão sido efetuadas até a noite desta sexta-feira.
O novo comandante da PM já está colocando em prática alguns projetos para a modernização da instituição.

“Vamos retomar, recriar alguns mecanismos para estimular a Polícia a pensar. A corporação mergulhou em uma espécie de letargia que virou cultura. Também é preciso criar um fluxo contínuo de informações”, ressaltou.

Entre as mudanças estão não somente exonerações e nomeações, mas também alterações de endereços e estruturas. A Diretoria de Ensino e Instrução (DEI), que ficava em Jardim Sulacap, na Zona Oeste do Rio, será transferida para o Quartel General (QG), no Centro. As Delegacias de Polícia Judiciária Militar (DPJMs) deixarão de existir e serão transformadas em departamentos dentro da Corregedoria Interna. Além disso, os serviços administrativos serão enxugados, para que mais PMs possam ir às ruas.

“É inconcebível que tenhamos uma diretoria de ensino distante do comandante geral. Também é preciso que os julgamentos disciplinares dos casos mais graves sejam feitos por pessoas completamente afastadas para que não haja qualquer hipótese de corporativismo. Hoje, os PMs submetidos a conselhos de disciplina são julgados por uma comissão formada por oficiais do batalhão em que ele é lotado. Os oficiais têm que estar nas ruas, junto da tropa, e é preciso haver um sentimento mais afastado na hora do julgamento. Vamos reformular a DPJM, que vai virar departamento da Corregedoria, com o objetivo de agilizar essas investigações e tornar a punição mais rápida e eficaz. Aumentamos a carga burocrática com a criação de batalhões. É preciso tirar esses homens do administrativo”, declarou o coronel, lembrando que a expectativa é de que os policiais militares mal aproveitados na parte interna dos batalhões estejam nas ruas ainda este mês.

“Se eu conseguir mil homens de imediato para voltar para as ruas até o final do mês, em um plano emergencial, já vai estar sendo positivo. Acredito que a população já comece a sentir diferença a partir da próxima segunda-feira”, enfatizou Mário Sérgio.

Comandante(Estado) 27

Autor do blog “Segurança Pública – Idéias e Ações”, o coronel se torna o segundo comandante geral brasileiro blogueiro: o pioneiro foi o coronel Antônio Elias, da Polícia Militar de Goiás. Criada em 2006, a página na internet é atualizada uma média de duas vezes ao mês, trazendo textos de cunho reflexivo, voltados a temas ligados à Segurança Pública.

“Não vou abandonar o blog. O tempo que já era escasso vai ficar ainda menor, mas sempre que der eu vou atualizá-lo”, garantiu o oficial, que é autor do livro “Incursionando no Inferno – A Verdade da Tropa“, escrito em 1993 e que contém histórias do período em que ele serviu no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), unidade da qual foi comandante e a responsável pela sua identificação na internet: “caveira 37”.

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Rua Volga

Um policial militar de folga impediu um assalto e prendeu três criminosos nesta terça-feira, dia 16, em Bangu, na Zona Oeste do Rio.

Lotado no 14º BPM (Bangu), o sargento Júnior passava pela Rua Volga quando percebeu o momento em que uma estudante de 24 anos era abordada por um trio armado, por volta das 20h.

Ele conseguiu prender Wanderson da Silva Vieira, 21, Jonas da Silva Mendes e Ivo Narciso da Silva, ambos de 20. Com eles, o PM apreendeu um revólver Taurus calibre 32. O registro foi feito na 34ª DP (Bangu).

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Rodrigo da Silva, 20 anos

Rodrigo da Silva, 20 anos

Dois acusados de pertencerem à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) e terem envolvimento com o tráfico de drogas na Favela Minha Deusa, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, foram surpreendidos por agentes do Serviço de Inteligência (P-2) do 14º BPM (Bangu), nesta terça-feira, dia 16.

Os PMs chegaram até a Rua Nogueira de Sá através de informação repassada pelo Disque-Denúncia (2253-1177) e se depararam com vários homens armados e em atitude suspeita. Houve confronto e um dos suspeitos foi atingido.

Minha Deusa 3

Socorrido e levado para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, ele não resistiu aos ferimentos. Um outro suspeito, identificado como Rodrigo da Silva, 20 anos, foi preso.

Os PMs apreenderam dois rádios transmissores, 32 sacolés de cocaína, 46 trouxinhas de maconha, e R$ 66,00 em espécie, além de uma pistola Taurus nove milímetros.

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Através de informação repassada pelo Disque-Denúncia (2253-1177), agentes do Serviço de Inteligência (P-2) do 14º BPM (Bangu) prenderam Robson de Jesus Bezerra, o Magrão, 29 anos, na Favela Minha Deusa, em Realengo, na Zona Oeste do Rio.

magrão2

Com ele – que estava em companhia da mulher, Débora Anastácia Bertolami Bezerra, 25 – os PMs apreenderam uma pistola Taurus 9 milímetros, treze munições de mesmo calibre e um rádio transmissor, além de 318 sacolés de cocaína. O registro foi feito na 33ª DP (Realengo).

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