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PAUTA DO DIA em novo endereço!!

Publicado: 15 de maio de 2014 em Uncategorized

Continuamos recebendo milhares de visitas diárias neste blog, mas gostaríamos de enfatizar que o PAUTA DO DIA está em novo endereço.

Lá também é possível acessar o arquivo das matérias publicadas desde 2007, e somente lá podem ser encontradas as reportagens recentes.

Adicionem na barra de favoritos:

http://www.robertatrindade.com.br

Agradecemos a visita!

Uma semana após a prisão de um dos integrantes do “Bonde do Schumacher” – quadrilha especializada em roubar veículos na Região Oceânica de Niterói – policiais da 81ª DP (Itaipu) realizaram a operação batizada como “Raptor” e prenderam outros quatro criminosos. Eles foram surpreendidos em suas residências, nos bairros do Anaia, Jóquei e Arsenal, em São Gonçalo.

Os presos foram identificados como André Gustavo Medeiros dos Santos, Christian Dias Thomé Batista, Leonardo Ramos Mesquita e João Marcos de Oliveira Melo. Contra eles havia mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça. Os policiais chegaram até o quarteto após a prisão do comparsa Anthony da Silva Fernandes, ocorrida na semana passada.

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Doze pessoas – sendo quatro policiais militares – foram denunciadas pelo Ministério Público por formação de quadrilha. Elas são acusadas de integrar uma milícia que age em Saracuruna, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, usando violência e armas de fogo para cometer homicídios qualificados, extorsões a moradores e comerciantes, venda de gás e TV a cabo ilegal, entre outros crimes.

Nove dos 12 denunciados foram presos por policiais da 60ª DP (Campos Elíseos), na operação batizada como Parajás – nome da deusa tupi do bem e da Justiça – e realizada na manhã desta quarta-feira, dia 10 de outubro. Outros dois acusados de integrar a quadrilha foram presos em flagrante. Os também agentes cumpriram 15 mandados de busca e apreensão. Entre os denunciados, o ex-PM Ailton da Silva Diniz, o Abel, preso desde maio desde ano.

De acordo com o delegado Felipe Couri, titular da distrital, o ex-PM continuava controlando o grupo de dentro da cadeia. Os três policiais presos eram considerados seus homens de confiança: o sargento Luiz Felipe Nunes de Souza, o Felipão ou Zé Orelha, do 9º BPM (Rocha Miranda), o sargento Alexandre dos Santos, o Tescão, lotado no 26º BPM (Petrópolis) e o sargento Sidney Pereira de Abreu, o Abreu, do 15º BPM (Duque de Caxias). Eles seriam os principais responsáveis por repassar as ordens de Abel. Um outro PM, o cabo Maurício Fernandes de Oliveira, o Fernandes, também lotado no 15º BPM, continuava foragido até a noite desta quarta-feira.

Além do cabo, continuam foragidos Jonatan Pinto Apolinário, o Cocão; e Hamilton de Moraes Ribeiro, o Hamilton. Os outros cinco presos nesta quarta-feira foram: o ex-PM Wellington Corrêa do Amparo, o Tonzinho; o candidato a vereador Fábio Márcio Neves Seixas, o Fabinho da Adega; Márcio Henrique Idalgo Rodrigues dos Santos, o Márcio Henrique; Jefferson da Silva Francisco, o Marcelinho; e Robertson Eduardo Duarte Milton, o Duarte.

Segundo as investigações – que tiveram início há seis meses -, além de explorar ligações clandestinas de TV a cabo e venda de botijões de gás, os criminosos cobravam taxa de segurança dos comerciantes da região que variavam de R$ 50 a R$ 150 por semana e faziam agiotagem cobrando juros que variavam de 35% a 40% ao mês. Quem não saldava as dívidas tinha carros e imóveis tomados pelo grupo.

O delegado Felipe Curi ressaltou que, desde a prisão de Abel, o índice de homicídios na região caiu 88%. Em setembro, houve três registros – sendo que a média mensal era de 25 assassinatos. Na Operação Parajás, os policiais apreenderam seis pistolas, três revólveres, dois CPUs, seis notebooks, além de celulares, munições, fardas do Exército, cerca de R$ 2.200 em espécie, notas promissórias e uma lista com cobrança e valores de agiotagem.

A denúncia foi encaminhada à Justiça pela 3ª Central de Inquéritos do MP. O documento narra que os criminosos, sempre com uso de violência, grave ameaça e armas de fogo constrangiam moradores e comerciantes da localidade a pagar por suposta proteção contra bandidos (“taxa de segurança”), além de cobrar comissões sobre venda de imóveis e comercializar clandestinamente combustível, cestas básicas, gás e TV a cabo (“gatonet”).

Além disso, ainda de acordo com a denúncia, os acusados extorquiam dinheiro de traficantes de drogas e exigiam armas como condição para não os prenderem, expulsavam moradores de seus imóveis para revendê-los a terceiros e mataram diversas pessoas que se recusaram a submeter-se às regras impostas pela milícia. Os homicídios geralmente ocorriam à luz do dia e em locais com grande aglomeração de pessoas.

Com base nas investigações, o MP detalhou na Denúncia o papel que cada acusado tinha dentro da milícia, liderada pelo ex-PM Abel e pelo sargento Luiz Felipe Nunes de Souza, que valia-se do fato de ter amplo conhecimento no meio policial e político em Duque de Caxias para promover os interesses da quadrilha.

Os criminosos vão responder pelas sanções previstas no Art.288, parágrafo único do Código Penal e no Art. 8º da Lei 8.072/90. Já Abel e Luiz Felipe responderão ainda pela agravante prevista no Art. 62, inciso I, também do Código Penal.

Ex-PM Ailton da Silva Diniz, o Abel, apontado como líder da milícia

PRESOS
Ex-PM Ailton da Silva Diniz, o Abel
Ex-PM Wellington Correa do Amparo, o Tonzinho
Sargento PM Luiz Felipe Nunes de Souza, o Felipão ou Zé Orelha (lotado no 9º BPM)
Sargento PM Sidney Pereira de Abreu, o Abreu (lotado no 15º BPM)
Sargento PM Alexandre dos Santos, o Tescão (lotado no 26º BPM)
Candidato a vereador Fábio Márcio Neves Seixas, o Fabinho da Adega
Márcio Henrique Idalgo Rodrigues dos Santos, o Márcio Henrique
Jeferson da Silva Francisco, Marcelinho
Robertson Eduardo Duarte Milton, o Duarte

FORAGIDOS
Cabo PM Maurício Fernandes de Oliveira, o Fernandes (lotado no 15º BPM)
Jonatan Pinto Apolinário, o Cocão
Hamilton de Moraes Ribeiro, o Hamilton

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Morreu de pneumonia, aos 14 anos de idade, a estudante Beatriz Rangel, filha da enfermeira Danúbia de Souza Rangel, 28, com o traficante Luiz Fernando Sales da Silva, o Mandioca – morto aos 20 anos, em confronto com a PM, em 2003 – e enteada de Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, 36 – preso desde novembro de 2011 e atualmente na Penitenciária Federal de Segurança Máxima de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Com mais de 3 mil assinantes e 600 amigos no Facebook – onde criou perfil em julho -, a jovem – que era fã do Grupo Bom Gosto, Thiaguinho e Cauã Reymond – curtia marcas como Yves Saint Laurent, Guess, Calvin Klein, Maria Gueixa, Louis Vuitton e Colcci e passava o tempo da internação hospitalar conversando com amigos pela rede social.

No dia 21 de setembro ela postou: “Como uma pessoa fica 2 semanas com febre direto, isso é normal meu Deus ? :(“. A pergunta recebeu 28 comentários e um conselho para que ela corresse para o médico e fizesse exames, ao que ela respondeu que já tinha ido, mas que os exames não detectaram nada.

Três dias depois, escreveu: “Odeio hospital!!!!! :@ :'(“. Entre suas principais reclamações, a qualidade da comida. Entre uma visita e outra, comemorava quando alguém levava um lanche do Bob’s ou do Mc Donald’s, e também festejou ao ganhar chocolates da Kopenhagen – deixando claro sua adoração por toda a linha Língua de Gato.

No dia 29 de setembro postou: “Realmente, a coisa mais importante na nossa vida é a nossa saúde, não há dinheiro q compre ! :/” e, logo depois: “Ai não agüento mais ser furada. #pena dos meus braços :(“

Demonstrando expectativa de receber alta no dia 1º de outubro, continuou internada e acabou morrendo após três paradas cardio-respiratórias, na madrugada de segunda-feira, dia 8. O corpo foi sepultado nesta terça-feira, dia 9 de outubro, no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul do Rio.

Presa em novembro do ano passado acusada de envolvimento com o tráfico de drogas na Favela da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, a mãe dela ficou na cadeia pouco mais de três meses. Ela estava em liberdade desde março, por determinação do juiz Marcello de Sá Baptista, da 14ª Vara Criminal. O magistrado entendeu que as acusações contra ela não foram comprovadas.

Orgulhosa da mãe, a menina sonhava cursar Medicina e viajar para a Disney – e pretendia realizar a viagem em janeiro de 2013, em troca da festa de 15 anos. Como qualquer pré-adolescente de sua idade, compartilhava a vida em inúmeras redes sociais. Em uma delas, respondia a perguntas enviadas por amigos e também por desconhecidos.

Ao ser questionada se tinha vergonha da mãe, respondeu: “Não, tenho orgulho por ela ser guerreira. Não penso em seguir os caminhos dela e nem ela quer.”

Uma nova postagem veio com a pergunta: “Então você acha que ser mulher de traficante que acaba com a vida de muitas pessoas por causa das drogas que eles vendem é ser guerreira?”, e ela escreveu: “Não, mas sim pelas lutas que ela passa por ser uma.”

Falando dos seis irmãos que tinha por parte de padastro – dois com a mãe dela -, revelou só não manter bom relacionamento com a mais velha, Tayna, e lembrou do melhor passeio que fez com a mãe assim que ela saiu da prisão: no RioZoo, na Quinta da Boa Vista.

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A pedidos, o Pauta do Dia vai publicar a listagem dos vereadores e prefeitos eleitos em Niterói, Itaboraí, Maricá e São Gonçalo.

ITABORAÍ
92.262 votos válidos
Prefeito
42,18% – Helil Cardozo (PMDB-PTN-PSC-PRTB-PMN-PSB-PPL): 38.917 votos

Vereadores
1- Lucas Borges (PMDB-PPL): 3.606 votos (3,15%)
2- Marcos Araújo (PP): 2.363 votos (2,06%)
3- Wellington (PCdoB): 2.187 votos (1,91%)
4- Rosana Rosa (PCdoB): 2.096 votos (1,83%)
5- Alzenir (PTB-PRTB): 2.022 votos (1,77%)
6- Irmão Caio (PSC-PTN-PMN-PSB): 1.929 votos (1,68%)
7- Clemilson Mixaria (PSDB): 1.795 votos (1,57%)
8- Zé Manel (PV-PHS-PSD): 1.723 votos (1,50%)
9- Bil (PDT): 1.663 votos (1,45%)
10- Edinho (PMDB-PPL): 1.504 votos (1,31%)
11- Carlinhos da Farmácia (PSDB): 1.387 votos (1,21%)
12- Roberto Costa (PTB-PRTB): 1.206 votos (1,05%)
13- Ézio Barcelos (PRTB-): 1.160 votos (1,01%)
14- Sandro Construforte (PR): 1.087 votos (0,95%)
15- Marcelo Lopes (PDT): 1.085 (0,95%)

MARICÁ
62.674 votos válidos
Prefeito
42,48% – Washington Quaquá (PT-PTB-PRP-PPL): 26.622 votos

Vereadores
1- Aldair de Linda (PPL-PT-PPL): 2.365 votos (3,84%)
2- Hélter Ferreira (PT-PPL): 2.217 votos (3,60%)
3- Bubute (PT-PPL): 2.123 votos (3,44%)
4- Chiquinho (PT-PPL): 2.119 votos (3,44%)
5- Fabiano Horta (PT-PPL): 2.062 votos (3,34%)
6- Adelso Pereira (PRP-PTB): 1.889 votos (3,06%)
7- Bidi (PMDB-PRB-PCdoB): 1.741 votos (2,82%)
8- Filipe Bittencourt (PMDB-PRB-PCdoB): 1.406 votos (2,28%)
9- Tatai (PTB-PRP): 1.386 votos (2,25%)
10- Robson Dutra (PMDB-PRB-PCdoB): 1.272 votos (2,06%)
11- Frank Costa (PTdoB-PRTB): 825 votos (1,34%)

NITERÓI
268.965 votos válidos
Prefeito: Segundo Turno
39,35% – Rodrigo Neves (PT-PRB-PMDB-PSC-PSDC-PHS-PMN-PSB-PV-PCdoB): 105.829 votos
32,96% – Felipe Peixoto (PDT-PP-PSL-PTN-PPS-PRP-PSDB-PTdoB-PPL): 88.660 votos

Vereadores
1- Paulo Eduardo Gomes (PSOL-PCB): 8.011 votos (2,91%)
2- Renatinho PSOL (PSOL-PCB): 6.304 votos (2,29%)
3- Renato Cariello (PDT): 5.308 votos (1,93%)
4- Bagueira (PPS-PPL): 5.067 votos (1,84%)
5- Tânia Rodrigues (PDT): 4.437 votos (1,61%)
6- Lúcio do Nevada (PRP-): 4.103 votos (1,49%)
7- Beto da Pipa (PMDB-PRB-PMN): 4.067 votos (1,48%)
8- Rodrigo Farah (PMDB-PRB-PMN): 3.819 votos (1,39%)
9- Gallo (PDT): 3.662 votos (1,33%)
10- Waldeck (PT-PSDC): 3.613 votos (1,31%)
11- CAL (PP-PSL): 3.151 votos (1,14%)
12- Verônica Lima (PT-PSDC): 3.030 votos (1,10%)
13- Dr. Emanuel Rocha (PDT): 2.950 votos (1,07%)
14- Henrique Vieira (PSOL-PCB): 2.878 votos (1,04%)
15- Leonardo Giordano (PT-PSDC): 2.867 votos (1,04%)
16- Paulo Henrique (PPS-PPL): 2.829 votos (1,03%)
17- José Vicente (PPS-PPL): 2.694 votos (0,98%)
18- Priscila Nocetti (PSD-PTB-DEM-PRTB-PTC): 2.598 votos (0,94%)
19- Bruno Lessa (PSDB-PTdoB): 2.572 votos (0,93%)
20- Andrigo (PTdoB-PSDB): 2.178 votos (0,79%)
21- Daniel Marques (PV-PSC-PCdoB): 1.169 votos (0,42%)

SÃO GONÇALO
462.757 votos válidos
Prefeito: Segundo Turno
41,65% – Adolfo Konder (PDT-PRB-PT-PSC-PMN-PTC-PRP-PPL-PSD-PCdoB): 192.727 votos
25,22% – Neilton Mulim (PR-PTB-DEM-PSDC-PSDB): 116.721 votos

Vereadores
1- Dejorge Patrício (PR-PTB): 6.391 votos (1,46%)
2- Lecinho (PMDB-PV-PTdoB): 6.170 votos (1,41%)
3- Jorge Mariola (PDT-PTC): 6.090 votos (1,39%)
4- Nivaldo Mulim (PR-PTB): 5.939 votos (1,36%)
5- Capitão Nelson (PSC): 5.762 votos (1,32%)
6- Dr. Fábio Farah (PDT-PTC): 5.675 votos (1,30%)
7- Iza (PMDB-PV-PTdoB): 5.052 votos (1,16%)
8- Marco Rodrigues (PSD): 4.468 votos (1,02%)
9- Marlos Costa (PT-PMN): 4.456 votos (1,02%)
10- Armando Marins (PR-PTB): 4.407 votos (1,01%)
11- Alexandre Gomes (PRTB-PTN): 4.115 votos (0,94%)
12- Gilson do Cefen (PR-PTB): 4.100 votos (0,94%)
13- Alex da Agência (PPS): 3.920 votos (0,90%)
14- Dudu do Catarina (PDT-PTC): 3.887 votos ( 0,89%)
15- Ricardo Pericar (PDT-PTC): 3.759 votos (0,86%)
16- Amarildo Aguiar (PV-PMDB-PTdoB): 3.496 votos (0,80%)
17- Diego São Paio (PRP): 3.349 votos (0,77%)
18- Thiago da Marmoraria (PMDB-PV-PTdoB): 3.269 votos (0,75%)
19- Dr Frederico Pediatra (PTdoB-PMDB-PV): 3.219 votos (0,74%)
20- Diney (PSB-PSL): 3.042 votos (0,70%)
21- Cici Maldonado (PMDB-PV-PTdoB): 2.987 votos (0,68%)
22- Geiso do Castelo (PDT-PTC): 2.914 votos (0,67%)
23- José Carlos Vicente (PSDB-PSDC): 2.697 votos (0,62%)
24- Russo da Marmoraria (PSB-PSL): 2.252 votos votos (0,52%)
25- Professor Paulo (PT-PMN): 1.948 votos (0,45%)
26- Maciel (PTN-PRTB): 1.940 votos (0,44%)
27- Giovani Raios de Sol (PRP): 1.898 votos (0,43%)

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Com o perfil “Dina Terro dos Policia” (sic), um traficante do Morro Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio, ignora qualquer lei e zomba da Polícia, publicando mensagens em que divulga seus atos criminosos e fotos em que se exibe com armas de grosso calibre.

Com 463 amigos – a maioria meninas menores de idade – Dina, integrante da facção criminosa Comando Vermelho (CV), se vangloria de ter participado da retomada ao Morro Jorge Turco – invadido recentemente por um bonde do Morro da Pedreira, em Costa Barros, controlado pela facção rival Amigos dos Amigos (ADA).

“Bonde tá na pista. Quebrei tudo no Jorge Turco ontem. Vou quebrar de novo hoje”, escreve, no dia 27 de setembro. Na noite daquele mesmo dia, duas pessoas morreram em tiroteio ocorrido no Morro Jorge Turco, também em Rocha Miranda. As duas moravam na Pedreira.

Se intitulando integrante do “Bonde do Gão” – referência ao traficante Anderson Sant’Anna da Silva, apontado pela Polícia como gerente geral das bocas-de-fumo do Morro Faz Quem Quer – ainda zomba ao dizer que durante o dia usa um fuzil AK-47 e, à noite, um 762. E posta fotos para confirmar.

Em uma das fotografias, chegou a receber o conselho de um amigo, que escreveu: “Muleque, tira essa foto. Cara, isso é vários anos de cadeia! Tá sem visão!” (sic)

Vestido de preto – com direito à colete – e empunhando um fuzil 762 com as inscrições “Dina” e “Trem Bala”, ele escreve: “Tou na pista de Bope de meiota” (sic) – fazendo referência à farda de policiais militares lotados no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).

Com o perfil criado no Facebook em maio desse ano, Dina acumula 67 fotos e mensagens como “Dina metralha os alemão” – deixada por uma menina – “a tropa tá na pista pra caô….se entra (sic) no fqq (Faz Quem Quer)….ganha bala….se para (sic) na barricada…vamos explodi (sic)”, “mete bala nos alemão do para pedro (Favela Pára Pedro, em Colégio, controlada pela ADA)”, “os cria fazendo honda (sic) na favela, cada esquina é um bico, dina caçador de alemão é nóis (sic) q tá”.

A última atualização dele em seu perfil na rede social foi feita nesta terça-feira, dia 2 de outubro. O batalhão responsável pelo policiamento ostensivo e incursões na área é o 9º BPM (Rocha Miranda). Já a delegacia responsável pelas investigações na região é a 27ª DP (Vicente de Carvalho).

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Menos de duas semanas antes da onda de crimes que abalou a Baixada Fluminense e causou tristeza e revolta em todo o Estado do Rio, um ato criminoso já demonstrava a ousadia dos bandidos da região. Na madrugada do dia 27 de agosto traficantes do Complexo da Mangueirinha, em Duque de Caxias, fuzilaram o muro do 15º BPM (Duque de Caxias).

Os disparos atingiram o muro lateral que dá acesso para a Rua Coronel João Teles. Foram cerca de 18 tiros de fuzil, espalhados pelo muro em toda a extensão do quarteirão. Alguns chegaram a perfurar o bloco e atingiram as instalações no interior do quartel.

Localizada na Rua Pedro Corrêa, no bairro Centenário, a unidade é responsável pelo policiamento ostensivo e patrulhamento em uma área de 464,573km², com população estimada de mais de 800 mil habitantes, distribuídos pelo Centro e seus distritos – Duque de Caxias e Campos Elísios; Imbariê, Santa Cruz da Serra e Xerém. O atual comandante do 15º BPM é o tenente-coronel Cláudio de Lucas Lima, que determinou que os furos de tiros que marcaram o muro lateral do batalhão fossem cobertos. A ordem foi cumprida na última quinta-feira, dia 6 de setembro – na véspera do feriado.

Comandante do 15º BPM, tenente-coronel Cláudio de Lucas Lima

“Isso foi uma verdadeira afronta às forças de Segurança Pública do Estado e ninguém fez nada a respeito. Por isso os marginais estão tão abusados, na certeza da impunidade”, desabafou um policial lotado na unidade que, por medida de precaução, prefere não se identificar para não ser vítima de represálias.

Os responsáveis pelo atentado foram identificados como sendo traficantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas no Corte Oito – um dos morros que compõem o Complexo da Mangueirinha, juntamente com Sapo, Lagoinha e Santuário (também conhecido como Morro do Alto da Boa Vista), além da própria Mangueirinha, que dá nome ao conjunto de favelas.

Aspirante a oficial da PM Jorge Augusto de Souza Alves Júnior, 34 anos

E são da mesma facção os traficantes que torturaram e executaram o cadete da PM Jorge Augusto de Souza Alves Júnior, 34 anos. O crime ocorreu na madrugada de sexta-feira para sábado, dia 8 de setembro. O PM voltava de um pagode e tinha ido deixar uma amiga que o acompanhava em Mesquita, quando errou o caminho de volta e entrou em uma rua que dava para a Favela da Chatuba, também controlada pelo CV.

Remilton Moura da Silva Júnior, o Juninho Cagão

Surpreendido por integrantes do bonde de Remilton Moura da Silva Júnior, o Juninho Cagão – líder do tráfico no local – ele teve a identidade descoberta e foi levado como presente para o traficante conhecido como Ratinho, que comemorou aniversário com muita bebida, drogas e mulheres. Segundo fontes ligadas à Inteligência da Secretaria de Segurança, a comemoração foi na sexta-feira, dia 7 de setembro, mas ele já estava festejando a data desde a véspera, quando ficou na mata bebendo, cheirando cocaína e fumando crack.

O PM foi a primeira vítima do bando, que ainda executou o pastor Alexandre Lima, 37. Ao presenciar a sessão de tortura, tentou intervir e também acabou morto. O corpo do PM foi encontrado no porta-malas de seu carro, o Fox preto placa LRJ 1863, no bairro Vila Emil. Já o corpo do pastor estava na mata que divide Mesquita e Nilópolis.

O jovem José Aldeci da Silva Júnior, 19, que acompanhava o religioso, está desaparecido. A família foi avisada pelos traficantes de que ele estaria morto. No entanto, não deram a localização do corpo. Além dos três, seis rapazes que saíram de Nilópolis, onde moram, para tomar banho em uma cachoeira no Parque Natural do Gericinó – que dá acesso pela mata à Favela da Chatuba – também foram assassinados pelos traficantes.

Os corpos de Christian de França Vieira, 19, Josias Searles, 16, e Victor Hugo da Costa, Patrick Machado de Carvalho, Douglas Ribeiro da Silva e Glauber Figueira Eugênio, todos de 17 anos, foram encontrados às margens da Rodovia Presidente Dutra, no bairro Jacutinga, dois dias após o desaparecimento, na segunda-feira, dia 10 de setembro. Todos estavam nus e apresentavam sinais de tortura, além de marcas de facadas e tiros na cabeça.

Ratinho, também conhecido como Peixe

“O Ratinho surtou, levou um grupo de 20 vagabundos do bonde dele. Há informações de que ele estaria na mata desde quinta-feira bebendo e cheirando. O aniversário dele foi na sexta-feira, mais bebidas, drogas e mulheres. Aí ele começou a fazer merda. Deve aparecer mais corpos”, revelou uma fonte da Inteligência da Secretaria de Segurança, ressaltando que Juninho Cagão teria fugido para o Morro do Chapadão, em Costa Barros, na Zona Norte do Rio, onde tem cobertura do traficante Luiz Ferreira do Nascimento, o Nando Bacalhau, 32.

Apontado pela Polícia como matador da quadrilha, Ratinho é conhecido por trocar tiros com equipes do 20º BPM (Mesquita) e de agir com covardia e sempre acompanhado por muitos comparsas. Ele seria o autor do disparo que matou o sargento Marcelo Corrêa Mendonça, 41, no último dia 1º de julho. Lotado no 20º BPM, ele estava de serviço e realizava patrulhamento de rotina quando um grupo de bandidos atacou a viatura, próximo ao Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) localizado na favela. O sargento estava há mais de 15 anos na corporação.

Dono do Morro do Bicão e líder do tráfico na Favela da Chatuba de Mesquita, Juninho Cagão já foi preso por tráfico, roubo de carga e pequenos furtos. Em 2003, ele participou do sequestro do proprietário de uma distribuidora de bebidas, em Coelho da Rocha, em São João de Meriti, também na Baixada Fluminense. O corpo, até hoje, não foi encontrado.

Acompanhado por quatro comparsas, Juninho Cagão sequestrou a vítima no dia 2 de novembro daquele ano, na sede da empresa. Todos os cinco simulavam ser agentes da Polícia Federal. Além de sequestrá-lo, o bando roubou um cofre da empresa – que foi levado para a Favela de Vigário Geral, na Zona Norte do Rio. No dia seguinte, os bandidos telefonaram para a irmã do empresário e pediram um resgate de R$ 1,5 milhão para libertá-lo.

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Apontados pela Polícia como integrantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA), Josemar Pereira dos Santos, o JJ, 31 anos, e Osmir Leiro de Sousa, o Jogador, 22, foram presos por agentes da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da 77ª DP (Icaraí), na noite desta quarta-feira, dia 5 de setembro.

Acusado de chefiar o tráfico de drogas no Morro do Palácio, no Ingá, na Zona Sul de Niterói, JJ foi preso por sequestro, em 2002, e cumpriu pena de doze anos no Presídio Ary Franco, em Água Santa, na Zona Norte do Rio. Ele ganhou a liberdade em 20 de julho de 2004 e voltou às ruas para retomar seus pontos de drogas.

Nascido e criado em Santa Bárbara, na divisa de Niterói com São Gonçalo, ele ficou à frente das bocas-de-fumo do Morro do Palácio em maio de 2010, depois que Anderson de Souza Leite, o Bozo, 32, então chefe do tráfico, foi surpreendido por policiais da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (DRAE) com uma submetralhadora na Ponte Rio-Niterói. Ele havia acabado de pegar a arma na Favela da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, e estava seguindo para a comunidade de Niterói quando foi preso.

A dupla, que foi surpreendida na Rua Maestro Feliciano Sodré, no Centro de Niterói, foi autuada por tráfico drogas, associação para fins de tráfico, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e porte de artefato explosivo. Os policiais chegaram até eles após receberem a informação de que os dois estariam voltando do Rio de Janeiro, em um veículo Fiat Siena de cor prata, trazendo grande quantidade de drogas e armas de fogo para o Palácio.

Equipes da 77ª DP se posicionaram nas duas das saídas da Ponte Rio-Niterói que dão acesso a caminhos para o Morro do Palácio – sentido Centro e sentido Icaraí – e realizaram um cerco. O veículo foi avistado trafegando pela Rua Maestro Feliciano Sodré, por volta das 20h30. Durante a abordagem, JJ – que já possuía três mandados de prisão expedidos em seu desfavor – foi reconhecido. No interior do automóvel havia três tabletes de maconha prensada e dois tabletes de crack, além de duas granadas e farto material para endolação.

No banco do carona, Jogador estava armado com uma pistola Glock calibre 9mm municiada. Todo o material foi apreendido para ser submetido a exame pericial, sendo a droga e a arma encaminhadas para o Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) e as granadas para o Esquadrão Anti-Bomba da Polícia Civil.

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Denunciado pelo Ministério Público por fraudes em licitações, superfaturamento de compras e serviços, ameaça, corrupção ativa, corrupção passiva e falsidade ideológica, o prefeito de Guapimirim, Renato Costa Mello Júnior, o Júnior do Posto, foi preso em ação da Delegacia de Repressão às Ações do Crime Organizado e Inquéritos Especiais (Draco-IE) que foi batizada como “Operação Intocáveis” e que contou com apoio de equipes da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) da Secretaria de Estado de Segurança (Seseg). Além dele, quatro vereadores, dois secretários do município e mais nove pessoas foram denunciadas por participação no esquema criminoso.

De acordo com as investigações, que duraram cerca de oito meses, o prefeito, o vereador Marcelo Prado Emerick, o Marcelo do Queijo (PPS), a ex-subsecretária de Governo e candidata à Prefeitura Ismeralda Rangel Garcia da Costa, e o Secretário de Administração, Governo e Habitação e Agricultura e Pecuária, Isaías da Silva Braga, formam a cúpula da quadrilha, acusada de criar empresas de fachada ou em nome de laranjas para vencer licitações, além de pagar um “mensalão” para alguns vereadores.

Ex-subsecretária de Governo e candidata à Prefeitura de Guapimirim, Ismeralda Rangel Garcia da Costa

Os agentes cumpriram quatro dos sete mandados de prisão expedidos pelo desembargador Luiz Noronha Dantas, da Sessão Criminal do Tribunal de Justiça. O diretor geral da Câmara Municipal de Guapimirim, Ivan Azevedo Valentino, o Ivan do Gazetão, Ramon Pereira da Costa Cardoso e Ronaldo Coelho Amorim, o Ronaldinho, estão foragidos. A pedido do MP, a Justiça determinou também o afastamento da função pública do prefeito, vereadores e secretários.

“A medida tem a intenção de evitar que, se valendo dos cargos, eles continuassem a comandar o esquema”, afirmou o Subprocurador-Geral de Justiça de Atribuição Originária Institucional e Judicial, Antônio José Campos Moreira, durante entrevista coletiva na sede do MP.

“Parabenizo o nosso Subprocurador-Geral Antônio José e os integrantes do Gaeco, que juntos com a Secretaria de Segurança do Estado e a Draco, conduziram muito bem as investigações, possibilitando que pudéssemos exercer nossas atribuições originárias em relação a agentes públicos que estavam usando o poder para desviar verba pública em prejuízo da sociedade. Essas investigações foram de muita qualidade e muito bem conduzidas. Tiveram início com o Procurador-Geral e o Subprocurador Antônio José, com apoio do GAECO, em razão das pessoas investigadas, e logo prosseguiram em parceria com a Secretaria de Segurança e a Draco, resultando na denúncia que oferecemos contra o prefeito de Guapimirim, vereadores e outras pessoas, demonstrando como é importante a integração entre MP e Polícia”, disse Procurador-Geral de Justiça, Cláudio Lopes.

Delegado fingiu ser policial corrupto
Para comprovar o esquema criminoso da quadrilha, em uma ação inédita, um delegado da Draco trabalhou durante quatro meses infiltrado no bando. Simulando ser um policial corrupto, disposto a aceitar propina para impedir investigação em torno do bando, Roberto Leão negociou com alguns dos denunciados por pelo menos oito vezes. O trabalho de infiltração foi autorizado pela Justiça e filmado por outros agentes da delegacia.

“Foi um método de investigação ousado e com técnicas inovadoras, que conseguiu mostrar nitidamente como essas pessoas se apropriavam do dinheiro público”, afirmou Antônio José.

Após encontros em churrascarias e lanchonetes, no dia 27 de julho, por volta das 18h20, em um posto de gasolina situado na Rodovia Rio-Teresópolis, Marcelo do Queijo e Isaías da Silva entregaram R$ 800 mil em espécie, divididos em sacos plásticos, a Leão.

Outra decisão importante da Justiça foi a suspensão das atividades econômicas das seis empresas do grupo citadas na denúncia. De acordo com o Subprocurador, até o término do processo, as empresas não podem firmar contratos ou movimentar quantias.

“É uma maneira de esvaziar as principais fontes de dinheiro da quadrilha”, ressaltou.

Vereador Marcelo Prado Emerick, o Marcelo do Queijo

Ainda segundo a denúncia, as empresas estão em nome de laranjas, principalmente parentes dos denunciados, e ganhavam todas as licitações realizadas na Prefeitura e na Câmara de Guapimirim. Um dos exemplos é a Transportadora Unidos de Guapi, que mantinha contratos referentes à locação de carros de passeio e caminhões. A firma era de fachada e usada para fraude de processos licitatórios, uma vez que os serviços supostamente prestados eram terceirizados, utilizando veículos de outras pessoas que não tinham contrato com o município. Carros particulares em nome dos acusados eram utilizados e custavam R$ 7 mil por mês aos cofres municipais.

O delegado Alexandre Capote, titular da Draco-IE, estima que a quadrilha agia desde 2005 e que tenha movimentado R$ 48 milhões neste período.

“Era um grupo bem articulado que se aproveitava do poder político para desviar dinheiro público”, declarou Capote.

Durante a “Operação Intocáveis” foram cumpridos 44 mandados de busca e apreensão na casa de alguns dos denunciados, na Prefeitura e na Câmara. Os policiais apreenderam documentos, joias avaliadas em R$ 1 milhão e R$ 200 mil em espécie, além de R$ 120 mil em cheques e três carros importados.

Vereador Alexandre Duarte de Carvalho

Com a apreensão dos documentos, o Subprocurador anunciou que haverá uma segunda fase da investigação, com o objetivo de fazer levantamento do patrimônio pessoal dos denunciados.

Vereador Marcel Rangel Garcia, o Marcel do Açougue

“Eles conseguiram R$ 800 mil em espécie muito rapidamente. Além disso, a casa de alguns dos imputados destoa completamente das demais da localidade”, explicou Antônio José.

Vereador Iram Moreno de Oliveira, o Iram da Serrana

Os denunciados que não tiveram a prisão decretada são: os vereadores Iram Moreno de Oliveira, o Iram da Serrana, 35 anos (PMDB); Marcel Rangel Garcia, o Marcel do Açougue, e Alexandre Duarte de Carvalho (PSC); o secretário Municipal de Turismo, Esporte e Lazer, Lenir de Resende Sobreira; além de Cleiton Cardoso da Silva; Glauci da Silva Soares Castro; Magali Nascimento da Silva; Jorge Freire da Silva e Maria Fabiana de Almeida Muniz de Oliveira, apontados como laranjas do esquema.

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Polícia estoura bingo em Icaraí

Publicado: 6 de setembro de 2012 em Uncategorized

Após receberem denúncia anônima, policiais da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da 77ª DP (Icaraí) estouraram um bingo que funcionava em Icaraí, na Zona Sul de Niterói, na tarde desta terça-feira, dia 4 de setembro. No estabelecimento, localizado na Rua Elza Bitencourt, os agentes encontraram 14 máquinas interligadas a uma central eletrônica onde eram inseridos os créditos.

A pessoa que se identificou como a responsável pelo local contou aos policiais que o bingo estava funcionando há apenas uma semana. Ele foi conduzido à delegacia, sendo autuado no Art. 50 da Lei das Contravenções Penais.

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