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Todos os casos -> 101 policiais mortos no Estado do Rio 

De 1 de janeiro a 20 de novembro, o Estado do Rio de Janeiro já registra 365 policiais baleados – sendo que 101 não resistiram. Do total, 340 eram PMs – um deles de Roraima, cedido à Força Nacional de Segurança e trabalhando durante os Jogos Olímpicos -, 20 eram policiais civis, 4 eram policiais rodoviários federais e 1 era policial federal. Destes, 220 estavam de serviço. Do total, 133 foram atingidos em áreas pacificadas.

Nesse mesmo período, em todos os Estados Unidos, 58 policiais foram assassinados a tiros. O maior número de casos ocorreu no Texas – 7.

Passou da hora de nos esforçarmos para entender e de passarmos a apoiar esses homens e mulheres que saem de suas casas sem a certeza do retorno.

Imagine você – médico, professor, jornalista, engenheiro, dentista, advogado, frentista, arquiteto, manicure, cozinheiro, garçom, secretária, ou profissional de qualquer área – indo a 101 velórios e acompanhando os enterros dos corpos de 101 colegas de profissão. Em menos de um ano.

Ou, pior: de amigos. Ou, ainda pior: de familiares.
De pessoas que escolheram seguir a mesma carreira que você.

Imagine você indo dormir todas as noites e acordando todas as manhãs com a dúvida: “será que hoje é a minha vez?”

Imagine você se questionando se é o próximo a entrar nessa estatística absurda.

Ninguém deve ver a morte de policiais como algo normal.
Menos ainda quando se tornam regra, e não exceção.
Rotina, e não consequência.

Meus sinceros sentimentos às famílias desses 101 homens que perderam suas vidas pelo simples fato de terem escolhido uma profissão que não é reconhecida e nem valorizada, mas que é fundamental para garantir o nosso direito de ir e vir.

Sinto muito a perda de vocês.

E sinto ainda mais pela sociedade, que não enxerga que a cada dia perde mais uma barreira que nos protege e nos defende desses bandidos que cada vez mais se aproximam de nós, tão cheios de direitos e defensores e sem qualquer medo, pena ou respeito.

Acordem!!
Desçam do muro!
Abracem a causa de quem realmente merece!

Não estamos longe do dia em que a dúvida e o medo de ser a caça será de todos nós, e não apenas de quem usa uma farda ou distintivo.

#riopacificado #sqn #basta

 1° policial assassinado no #riopacificado em 2016
11 de Janeiro
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Lotado no Centro de Comunicação e Informática (CCI) da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, o cabo Thiago Custódio dos Santos, 31 anos, morto em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio.
2° policial assassinado no #riopacificado em 2016
13 de Janeiro
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Jacarezinho, o soldado André Luiz de Carvalho, 32 anos, foi morto em Bangu, na Zona Oeste do Rio.
3° policial assassinado no #riopacificado em 2016
28 de Janeiro
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Lotado no 41° BPM (Irajá), o cabo Michel Lopes Cardoso morreu após ser baleado por criminosos armados de fuzis que praticavam roubo de cargas na Pavuna, na Zona Norte do Rio.
4° policial assassinado no #riopacificado em 2016
30 de Janeiro
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Arará-Mandela, o cabo Leandro da Silva Pimenta morreu ao reagir a assalto em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
5° policial assassinado no #riopacificado em 2016
30 de Janeiro
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Lotado no 22°BPM (Benfica), o sargento Flávio Lima de Oliveira morreu ao trocar tiros com criminosos que anunciaram assalto no Churrasquinho do Léo, em Nilópolis, na Baixada Fluminense.
6° policial assassinado no #riopacificado em 2016
9 de Fevereiro
12728977_1039270342783101_1700389519266378313_nLotado no 7° BPM (São Gonçalo), o soldado Vanderlei Souza Machado foi baleado no bairro Ampliação, em Itaboraí, no dia 3 de fevereiro. Ele chegou a permanecer internado durante uma semana, mas não resistiu ao ferimento e faleceu no dia 9 de fevereiro.
7° policial assassinado no #riopacificado em 2016
4 de Fevereiro
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O subtenente reformado Valmir Crisóstomo Ramos, 57 anos, morreu após ser baleado durante tentativa de assalto na Avenida Brasil, na altura do viaduto de Benfica, na Zona Norte do Rio.
8° policial assassinado no #riopacificado em 2016
13 de Fevereiro
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Lotado no 7° BPM (São Gonçalo), o sargento Marcelo da Fonseca Jardim, 40 anos, morreu após ser baleado pelo irmão de sua esposa, no bairro Jardim Catarina, em São Gonçalo.
9° policial assassinado no #riopacificado em 2016
13 de Fevereiro
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Lotado no Estado Maior Geral (EMG), o sargento Alexsandro Luiz da Silva morreu após ser baleado durante assalto, no bairro Santo Cristo, na Zona Potuária do Rio.
10° policial assassinado no #riopacificado em 2016
17 de Fevereiro: 1 PM morto
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Lotado no 8º BPM (Campos), o soldado Fernando Henrich Ribeiro Escodino Machado, 28 anos, morreu após ser baleado, em Campos.
11° policial assassinado no #riopacificado em 2016
26 de Fevereiro
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Lotado no Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv), o cabo Cícero Pedro do Nascimento Neto foi sequestrado após ser baleado no bairro Palmital, em Rio das Ostras. O corpo dele foi encontrado no dia seguinte.
12° policial assassinado no #riopacificado em 2016
26 de Fevereiro
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Lotado na 58ª DP (Posse), o inspetor Fábio da Silva Fernandes morreu após ser baleado ao reagir a um assalto, na Vila da Penha, na Zona Norte do Rio. O crime ocorreu próximo à pizzaria Parmê.
13° policial assassinado no #riopacificado em 2016
29 de Fevereiro
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Lotado no Batalhão de Policiamento em Grandes Eventos (BPGE), o soldado Rodrigo Veridiano Ferreira foi baleado, no dia 27 de fevereiro, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, horas após discutir com um homem que se identificou como miliciano, em uma boate em Itaguaí, na Baixada Fluminense. Ele chegou a ficar dois dias internado, mas não resistiu e faleceu, na segunda-feira, dia 29 de fevereiro.
14° policial assassinado no #riopacificado em 2016
4 de Março
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Lotado no 25° BPM (Cabo Frio), o subtenente Paulo Fernando Alves da Silva, 50 anos, morreu após ser baleado ao reagir a uma tentativa de assalto, no encontro da Avenida Brasil com a Francisco Bicalho.
15° policial assassinado no #riopacificado em 2016
10 de Março: 1 PM morto
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) São João, o soldado Pedro Raphael Zaluski de Oliveira, 29 anos, morreu após ser baleado durante ataque de criminosos que continuam controlando o tráfico de drogas no morro localizado no bairro Engenho Novo, na Zona Norte do Rio.
16° policial assassinado no #riopacificado em 2016
12 de Março
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Lotado no 33° BPM (Angra dos Reis), o sargento Marcelo Oliveira Tostes, 45 anos, morreu após ser baleado durante uma tentativa de assalto, no bairro Muriqui, no município de Mangaratiba.
17° policial assassinado no #riopacificado em 2016
13 de Março
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Macacos, o soldado Raphael Nogueira Gama Gomes, 34 anos, foi encontrado morto no banco de trás de seu automóvel, no Santo Cristo, na Zona Portuária do Rio.
18° policial assassinado no #riopacificado em 2016
13 de Março
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O subtenente reformado da Polícia Militar Raimundo Pacheco morreu após ser baleado, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.
19° policial assassinado no #riopacificado em 2016
14 de Março
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Lotado no 39° BPM (Belford Roxo), o sargento Vinicius Moreira Eduardo, 38 anos, morreu após ser baleado durante confronto com criminosos que controlam o tráfico de drogas em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.
20° policial assassinado no #riopacificado em 2016
15 de Março
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Vila Cruzeiro, o soldado Evaldo Barbosa Rodrigues morreu após ser baleado durante uma tentativa de assalto, no Arco Metropolitano, na altura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
21° policial assassinado no #riopacificado em 2016
24 de Março

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Cidade de Deus, o cabo Rodrigo Sumar morreu após ser baleado durante ataque na favela localizada em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio.

22° policial assassinado no #riopacificado em 2016
2 de Abril

22

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Vila Kennedy, o soldado Erinaldo Rodrigues Lopes, 31 anos, morreu após ser baleado durante um assalto em um posto de combustíveis, em Santíssimo, na Zona Oeste do Rio.

23° policial assassinado no #riopacificado em 2016
4 de Abril12524380_1075795389130596_2991994499745948643_n

Lotado no Serviço de Inteligência (P-2) do 37° BPM (Resende), o sargento Nilton Batista dos Santos, 37 anos, foi assassinado, em Resende.

24° policial assassinado no #riopacificado em 2016
11 de Abril
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Lotado no 12° BPM (Niterói), o soldado Thiago Machado Costa, 31 anos, foi baleado durante perseguição a criminosos no Fonseca, na Zona Norte de Niterói, no dia 6 de abril. Baleado na cabeça, o soldado Machado foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Azevedo Lima, onde permaneceu internado por quase uma semana, mas não resistiu.
25° policial assassinado no #riopacificado em 2016
8 de Abril

Soldado PM Pablo Victor dos Santos Lira Alves, 32 anos

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Mangueira, o soldado Pablo Victor dos Santos Lira Alves morreu após ser baleado durante um ataque de criminosos que continuam controlando o tráfico de drogas no Morro da Mangueira, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.

26° policial assassinado no #riopacificado em 2016
14 de Abril

12645189_146478652398857_1291989754869679996_nLotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Prazeres, o soldado Bruno Wilson de Souza morreu após ser baleado durante uma briga de trânsito. O incidente ocorreu na Avenida Tabelião Cilmar Silva, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

27° policial assassinado no #riopacificado em 2016
14 de Abril 27

Lotado no 28° BPM (Volta Redonda), o sargento Eleandro Fontes de Oliveira, 36 anos, e seu irmão, João Carlos Fontes de Oliveira, 32, foram mortos em Vassouras, onde tinham ido cobrar uma dívida. O corpo do PM foi encontrado no dia 19.

28° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Lotado no 3° BPM (Méier), o cabo William Ferreira da Silva, o Fechecler, 40 anos, foi assassinado no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio.

29° policial assassinado no #riopacificado em 2016
19 de AbrilreisLotado no 32° BPM (Macaé), o sargento Elton Santos Reis, 40 anos, foi assassinado no bairro Lagomar, em Macaé.

30° policial assassinado no #riopacificado em 2016
21 de Abril13012603_1085473568162778_1302876780378595048_n

Lotado na Delegacia de Repressão às Ações do Crime Organizado e Inquéritos Especiais (Draco/IE), o inspetor Rivagner Batista dos Santos, 52 anos, foi baleado ao reagir a um assalto, na Avenida Perimetral, no Caju, na Zona Portuária do Rio. Socorrido, ele foi levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, onde foi submetido a uma cirurgia e permaneceu internado por dois dias, mas não resistiu e faleceu no dia 21 de abril.

31° policial assassinado no #riopacificado em 2016
3 de Maiof52c5127-16d9-4410-8253-5074be009fa4

Adido à operação Lei Seca, o subtenente Cláudio Souza dos Santos, 53 anos, foi assassinado pelas costas quando chegava no Condomínio Vista Alegre 1, localizado na Rua Pereira Sampaio, no bairro Mundel, em São Gonçalo.

32° policial assassinado no #riopacificado em 2016
5 de Maio13151130_1587065374939204_1987906784_n

Lotado no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), o sargento André Luiz Vaz Nonato, 40 anos, foi baleado por criminosos da facção Comando Vermelho (CV) durante operação no Morro da Providência, no Santo Cristo, na Zona Portuária do Rio. Atingido na cabeça, o sargento L. Novaes não resistiu.

33° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Lotado no 33º BPM (Angra dos Reis), o subtenente Wilson dos Santos Miranda, 54 anos, morreu após reagir a um assalto em um posto de combustíveis, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

34° policial assassinado no #riopacificado em 2016
6 de MaioCabo PM Fábio Júlio Leite Santos, 40 anos

Lotado no 20º BPM (Mesquita), o cabo Fábio Júlio Leite Santos, 40 anos, morreu após ser baleado durante ocorrência, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

35° policial assassinado no #riopacificado em 2016
7 de Maio
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Lotado no 39° BPM (Belford Roxo), o sargento José da Silva, 38 anos, morreu após ser baleado durante confronto com criminosos que controlam o tráfico de drogas na Favela Gogó da Ema, no bairro 13, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

36° policial assassinado no #riopacificado em 2016
7 de Maio

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Lotado no Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE), o subtenente Júlio Cézar dos Santos Braga foi assassinado a tiros e seu corpo encontrado no banco de trás de seu veículo, na Rua Benvindo de Novaes, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio.

37° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Alemão, o soldado Evaldo César Silva de Moraes Filho, 27 anos, morreu após ser baleado durante ataque covarde de criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que continuam controlando o tráfico de drogas no Complexo do Alemão, na Penha, na Zona Norte do Rio. O PM chegava para assumir o Regime Adicional de Serviço (RAS) quando foi alvo de tiros. Desarmado, ele subia a Avenida Central em seu carro particular.

38° policial assassinado no #riopacificado em 2016
23 de Maio
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Nova Brasília, o soldado Wilson Gorni Tavares foi baleado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no dia 15 de maio. O PM foi conduzido ao Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, onde permaneceu internado durante oito dias, mas não resistiu.

39° policial assassinado no #riopacificado em 2016
17 de Maio
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Lotado na Coordenadoria de Fiscalização de Armas e Explosivos (Cfae), o inspetor Robson Luiz de Macena foi assassinado em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio.

40° policial assassinado no #riopacificado em 2016
17 de Maio
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O sargento reformado da Polícia Militar Geraldo Antônio Pereira, 56 anos, morreu após ser baleado durante ação criminosa, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio.

41° policial assassinado no #riopacificado em 2016
20 de Maio
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Lotado no 20° BPM (Mesquita), o soldado Eryk da Cruz Laia, 34 anos, morreu após ser baleado em tentativa de assalto, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

42° policial assassinado no #riopacificado em 2016
22 de Maio
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Mangueira, o soldado Eduardo Ferreira Dias tinha acabado de assumir o serviço quando foi baleado por criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que continuam controlando o tráfico de drogas no Morro da Mangueira, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.

43° policial assassinado no #riopacificado em 2016
26 de Maio

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Lotado no 24° BPM (Queimados), o sargento Cristiano Santos da Silva, 42 anos, morreu após ser baleado durante um assalto, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

44° policial assassinado no #riopacificado em 2016
3 de Junho
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Parque Proletário, o soldado Bruno Couto da Costa morreu após ser baleado durante uma tentativa de assalto, em Cordovil, na Zona Norte do Rio.

45° policial assassinado no #riopacificado em 2016
12 de Junho 45

Lotado no 9° BPM (Rocha Miranda), o sargento Alvarani Sousa Dutra morreu após ser baleado durante uma tentativa de assalto, no Cachambi, na Zona Norte do Rio.

46° policial assassinado no #riopacificado em 2016
14 de Junho
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Lotado no Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), o tenente Márcio Ávila Rocha, 30 anos, morreu após ser baleado durante um assalto em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio.

47° policial assassinado no #riopacificado em 2016
26 de Junho47

O subtenente reformado da Polícia Militar Waldir Nobre da Silva, 52 anos, foi baleado ao tentar impedir um assalto a um supermercado no bairro Vila Canaã, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no dia 14 de junho. Atingido na cabeça, ele foi socorrido e levado para o Hospital estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna. O PM permaneceu internado quase duas semanas, mas não resistiu.

48° policial assassinado no #riopacificado em 2016
15 de Junho
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Lotados no Grupamento Aeromóvel (GAM), o sargento Eduardo Araújo de Souza morreu após ser baleado na Avenida Brasil, na altura da Favela Cidade Alta, em Cordovil, na Zona Norte do Rio.

49° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Lotado no 20° BPM (Mesquita), o subtenente Manuel Primo Lisboa, 52 anos, morreu após ser baleado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

50° policial assassinado no #riopacificado em 2016
18 de Junho
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Lotado no 24° BPM (Queimados), o sargento José Roberto, 41 anos, foi morto por criminosos que controlam o tráfico de drogas no bairro Guarajuba, em Paracambi.

51° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Lotado no 40º BPM (Campo Grande), o sargento João Batista Simas, 46 anos, morreu após ser baleado, na Avenida Dom João VI, próximo à estação Mato Alto, do BRT Transoeste, na altura de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio.

52° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Manguinhos, o sargento Ericson Rosário, 34 anos, morreu após ser baleado durante ataque de criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que continuam controlando o tráfico de drogas na Favela do Jacarezinho, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio.

53° policial assassinado no #riopacificado em 2016
26 de Junho
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Lotado na Diretoria Geral de Pessoal (DGP) e adido à Coordenadoria Especial Militar da Prefeitura da Cidade do Rio (Cem – PCRJ), o tenente Denilson Theodoro de Sousa, 49 anos, morreu após ser baleado durante uma tentativa de assalto, na Pavuna, na Zona Norte do Rio.

54° policial assassinado no #riopacificado em 2016
26 de Junho
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Manguinhos, o soldado José Josenilson Alves dos Santos, 30 anos, foi morto a tiros por criminosos que saíam de um baile funk na Favela Cidade Alta, em Cordovil, na Zona Norte do Rio.

55° policial assassinado no #riopacificado em 2016
2 de Julho55

Lotado no Batalhão de Policiamento em Vias Turísticas (BPTur), o sargento Wendel de Paula Lima morreu após ser baleado ao ser identificado como policial, Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

56° policial assassinado no #riopacificado em 2016
5 de Julho56

Lotado no Serviço de Inteligência (P-2) do 27°BPM, o sargento Alexandre Moreira de Araújo, 44 anos, morreu após ser baleado durante incursão na Favela do Rola, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio.

57° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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O sargento reformado da Polícia Militar Márcio Portes morreu após ser baleado durante um tentativa de assalto em Itaguaí, na Zona Oeste do Rio.

58° policial assassinado no #riopacificado em 2016
10 de Julho58

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Lins), o soldado Victor Eric Braga Faria, 26 anos, foi baleado durante ataque à viatura, na Rua Barão do Bom Retiro, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio.

59° policial assassinado no #riopacificado em 2016
11 de Julho59

O subtenente da reserva remunerada Carlos Magno Sacramento, 54 anos, morreu após ser baleado dentro de um bar, no bairro Apolo III, na divisa entre os municípios de Itaboraí e São Gonçalo.

60° policial assassinado no #riopacificado em 2016
16 de Julho60

Lotado no Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 12°BPM, o soldado Carlos Eduardo dos Santos Mira foi baleado durante incursão na localidade conhecida como Sem Terra, no Morro do Bumba, no Cubango, na Zona Norte de Niterói.

61° policial assassinado no #riopacificado em 2016
18 de Julho61

O major Max Alexandre Geraldo de Sousa, 45 anos, morreu após ser baleado por traficantes, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

62° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Lotado no Grupamento de Polícia Ferroviária (GPFer), o soldado Delaney da Silva Barbosa morreu após ser baleado ao ser reconhecido como policial militar, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

63° policial assassinado no #riopacificado em 2016
24 de Julho63

Lotado no Centro de Recrutamento e Seleção de Praças (CRSP), o soldado Vinícius Ferreira Dias, 34 anos, foi baleado quando chegava para o almoço de domingo na casa da mãe, em Realengo, na Zona Oeste. Atingido por dois tiros – um no abdômen (que perfurou intestino grosso, fígado e pulmão) e outro no braço – ele permaneceu internado em estado grave no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) durante três dias, mas não resistiu e faleceu, na madrugada de quarta-feira, dia 27 – dois meses após a morte do irmão dele, o soldado Eduardo Ferreira Dias, 37, atacado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Mangueira.

64° policial assassinado no #riopacificado em 2016
5 de agosto64

Lotado na Diretoria de Inativos e Pensionistas (DIP), o sargento Alexandre da Fonseca Barros morreu após ser baleado durante um assalto, na Vila da Penha, na Zona Norte do Rio.

65° policial assassinado no #riopacificado em 2016
7 de Agosto65

O subtenente reformado Cássio Murilo da Silva foi morto ao ter sua identidade descoberta, durante assalto, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

66° policial assassinado no #riopacificado em 2016
9 de agosto66

Lotado na 58ªDP, o inspetor Eduardo Justo Sebastião morreu após ser baleado na porta de casa, no bairro Piam, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

67° policial assassinado no #riopacificado em 2016
10 de agosto67

Integrante da Força Nacional de Segurança (FNS), o soldado Hélio Andrade, 37 anos, morreu após ser baleado durante ataque de criminosos da facção Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam o tráfico de drogas na Favela Vila do João, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio.

68° policial assassinado no #riopacificado em 2016
16 de agosto68

Lotado no 41° BPM (Irajá), o soldado Márcio Allevato Pereira foi assassinado, em Guadalupe, na Zona Oeste do Rio.

69° policial assassinado no #riopacificado em 2016
20 de agosto69

Lotado na UPP São Carlos, o sargento Júlio César Fraga Reis, 38 anos, morreu após ser baleado no bairro Boa Esperança, em Seropédica, na Baixada Fluminense.

70° policial assassinado no #riopacificado em 2016
22 de agostoro

Lotado no 7°BPM, o subtenente Roterdan Jayme Baptista morreu após ser baleado durante incursão na Favela da Lodial, no bairro Boaçu, em São Gonçalo.

71° policial assassinado no #riopacificado em 2016
27 de agosto71

Lotado no 21º BPM (São João de Meriti), o sargento Henrique Martins foi baleado durante ataque de criminosos, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

72° policial assassinado no #riopacificado em 2016
29 de Agosto72

Lotado no 4° BPM (São Cristóvão), o sargento Marcio José Mendonça, 42 anos, foi morto em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

73° policial assassinado no #riopacificado em 2016
30 de Agosto
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Borel, o soldado Daniel foi morto por traficantes do Morro da Paz, em Queimados, na Baixada Fluminense.

74° policial assassinado no #riopacificado em 2016
31 de Agosto74

Subcomandante do 4° Comando de Policiamento de Área, o coronel Ivanir Linhares Fernandes Filho morreu após ser baleado, em Maricá.

75° policial assassinado no #riopacificado em 2016
16 de Setembro14355531_1191174530926014_4278877858562737813_n

Lotado no Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE), o soldado Antônio Eduardo Matsumoto Costa, 35 anos, morreu após ser baleado durante perseguição na Avenida Brasil, em Irajá, na Zona Norte do Rio.

76° policial assassinado no #riopacificado em 2016
25 de Setembro14291834_1826147151005094_2148786746181264073_n

Capitão reformado da PM, José Ricardo Guimarães Costa, 49 anos, morreu após ser baleado durante caminhada política, na Reta Velha, em Itaboraí.

77° policial assassinado no #riopacificado em 2016
26 de Setembrofalcon

Subtenente reformado da PM e Presidente do Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela, Marcos Vieira Souza, o Falcon, 52 anos, foi assassinado, em Madureira, na Zona Norte do Rio.

78° policial assassinado no #riopacificado em 2016
05 de Outubro577787_488415011218755_725773883_n

Lotado no Comando de Operações Especiais (COE), o sargento Alexander Silva da Costa, 42 anos, morreu após ser baleado durante um assalto em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

79° policial assassinado no #riopacificado em 2016
05 de Outubro14494609_1208180605892073_3849540113551067805_n

Lotado na Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), Fabiano Ribeiro Besada Rodrigues morreu após ser baleado ao reagir a assalto, no Méier, na Zona Norte do Rio.

80° policial assassinado no #riopacificado em 2016
07 de Outubro
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Cidade de Deus, o soldado André de Jesus morreu após ser baleado durante ataque de criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que continuam controlando o tráfico de drogas na favela localizada em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. O ataque ocorreu na localidade conhecida como Apês.

81° policial assassinado no #riopacificado em 2016
08 de Outubro14492377_1431529356860464_725613590481160763_n

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Camarista Méier, o subtenente Paulo Roberto de Oliveira Costa, 42 anos, morreu após ser baleado em um bar localizado na Rua Dona Vicentina, no bairro Paiol de Pólvora, em Nilópolis, na Baixada Fluminense.

82° policial assassinado no #riopacificado em 2016
09 de Outubrofelipe-pires-moreira

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Cidade de Deus, o soldado Felipe Pires Moreira, 25 anos, morreu após ser baleado ao tentar escapar de um assalto, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.

83° policial assassinado no #riopacificado em 2016
14 de Outubrovaldemar

O sargento reformado da Polícia Militar Valdemar de Carvalho morreu após ser baleado em Realengo, na Zona Oeste do Rio.

84° policial assassinado no #riopacificado em 2016
17 de Outubrounnamed

Lotado na 21ªDP, o comissário Sérgio Waldyr de Oliveira, 56 anos, morreu após ser baleado durante um assalto, em Ramos, na Zona Norte do Rio.

85° policial assassinado no #riopacificado em 2016
17 de Outubrounnamed-1

Lotado no 39° BPM (Belford Roxo), o sargento Henrique Andrelino morreu após ser baleado em um bar na Rua Doutor Gil Mota, no bairro Vila Rosali, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. O PM ainda ficou uma semana internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, mas não resisitiu.

86° policial assassinado no #riopacificado em 2016
20 de Outubro14642082_1220885037954963_2369864065680852567_n

O policial civil aposentado Marco Antônio de Oliveira foi assassinado, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

87° policial assassinado no #riopacificado em 2016
23 de Outubro14801158_322230894799277_660561590_n

Lotado na Corregedoria da PMERJ, o sargento Renato Liberatório Neto, 44 anos, morreu após ser baleado durante um assalto no interior das lojas Americanas localizada na Rua Sacadura Cabral, no Centro do Rio.

88° policial assassinado no #riopacificado em 2016
30 de Outubropereira

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Fazendinha, o soldado Gilberto Pereira foi encontrado morto no porta-malas de seu veículo, em Itaguaí, na Baixada Fluminense. O automóvel estava carbonizado, na Estrada das Palmeiras, no bairro Estrela do Céu.

89° policial assassinado no #riopacificado em 2016
31 de Outubro14908422_1230854710291329_6512382325003913822_n

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Fallet, o soldado Thayson Teixeira Santos, 25 anos, foi baleado na cabeça próximo à localidade conhecida como Caixa D’Água.

90° policial assassinado no #riopacificado em 2016
1° de Novembro14591671_1232153496828117_5332113398605196769_n

Lotado na 62ª DP (Imbariê), o inspetor Alexandre Correa da Silva, 32 anos, morreu após ser baleado ao reagir a um assalto, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.

91° policial assassinado no #riopacificado em 2016
1° de Novembro92

Lotado na Delegacia de Polícia Federal de Nova Iguaçu, o policial federal Jorge Henrique Santos Oliveira, 53 anos, morreu após ser baleado durante uma tentativa de assalto, em Tomás Coelho, na Zona Norte do Rio.

92° policial assassinado no #riopacificado em 2016
13 de Novembro15027756_1242877702422363_4913376232464284189_n

Lotado no 33º BPM (Angra dos Reis), o subtenente Alecsander Meireles da Silva, 42 anos, morreu após ser baleado ao reagir a um assalto, em Itaguaí, na Baixada Fluminense.

93° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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O coronel reformado Delio Menezes Porto, 57 anos, foi vítima de um latrocínio no interior de seu estabelecimento comercial, na Rua Lucio Tavares, em Nilópolis, na Baixada Fluminense.

94° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) São Carlos, o soldado Marcelo dos Santos Mendes, 34 anos, morreu após ser baleado, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

95° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Lotado no 39º BPM (Belford Roxo), o sargento Leandro dos Santos Tomaz, 38 anos, morreu após ser baleado durante ataque de criminosos da facção Amigos dos Amigos (ADA), no bairro Vila Pauline, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

96° policial assassinado no #riopacificado em 2016
18 de Novembrodrapal

Lotado no 34º BPM (Magé), o sargento Sidney Barros Drapal foi assassinado em Magé, na Baixada Fluminense.

97° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Lotado no 3º BPM (Méier), o sargento Cristiano Bitencourt Coutinho foi baleado durante ataque de criminosos no Grajaú, na Zona Norte do Rio.

98° policial assassinado no #riopacificado em 2016
19 de Novembro10892001_790489611041268_2238316185559328799_n

Lotado no Grupamento Aeromóvel (GAM), o major Rogério Melo Costa, 36 anos, morreu na queda do helicóptero que dava apoio a equipes que realizavam incursão na Favela Cidade de Deus, em Jaracarepaguá, na Zona Oeste do Rio.

99° policial assassinado no #riopacificado em 2016
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Lotado no Grupamento Aeromóvel (GAM), o capitão William de Freitas Schorcht, 37 anos, morreu na queda do helicóptero que dava apoio a equipes que realizavam incursão na Favela Cidade de Deus, em Jaracarepaguá, na Zona Oeste do Rio.

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Lotado no Grupamento Aeromóvel (GAM), o sargento Rogério Félix Rainha, 39 anos, morreu na queda do helicóptero que dava apoio a equipes que realizavam incursão na Favela Cidade de Deus, em Jaracarepaguá, na Zona Oeste do Rio.

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Lotado no Grupamento Aeromóvel (GAM), o subtenente Camilo Barbosa Carvalho, 39 anos, morreu na queda do helicóptero que dava apoio a equipes que realizavam incursão na Favela Cidade de Deus, em Jaracarepaguá, na Zona Oeste do Rio.

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Blindado após se tornar alvo de constantes ataques de criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que controlam o tráfico de drogas no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, o posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) localizado no KM 308 do trecho Niterói-Manilha da BR-101, na altura de Itaúna, vai deixar a rodovia.

Uma avaliação feita pela corporação leva em consideração a ausência de infraestrutura e cita o fato de não haver sequer ligação para o recebimento de água encanada – a mesma é fornecida pela empresa de ônibus Rio Ita, que possui uma garagem em frente ao posto de policiamento.

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O fato da 2ª Delegacia de Polícia Rodoviária Federal (2ªDPRF) ficar localizada no início da Ponte Rio-Niterói também foi usado como justificativa, sob a alegação de que seria suficiente para atender o trecho.

No entanto, a questão principal foi a localização, que estaria deixando em risco a segurança dos policiais que tiram plantão no posto com equipes reduzidas. Com a transferência dessas equipes para a Ponte, haveria reforço na 2ªDPRF, que já é responsável pelo policiamento ostensivo e patrulhamento ao longo da Ponte Rio-Niterói e da BR-101, do trecho Niterói-Manilha até Rio Bonito, passando por Casimiro de Abreu.

Ainda não foi definida a data para encerramento das atividades no posto.

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O Complexo do Salgueiro é composto pelas localidades Salgueiro, Itaúna, Recanto das Acácias, Fazenda dos Mineiros, Luiz Caçador, Conjunto da PM, Itaoca, Praia da Luz, Conjunto da Marinha e Manoel da Ilhota.

As bocas-de-fumo são controladas pelo traficante Antônio Hilário Ferreira, o Rabicó ou Coroa, 52 anos, mesmo ele estando no Presídio Federal de Mossoró, Rio Grande do Norte. Ele foi preso no município de Mamanguape, na Paraíba, em 2008.

De julho a outubro de 2015, pelo menos 12 equipes da PRF, da PM e da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) foram alvos de disparos na BR-101, na altura do Complexo do Salgueiro.

Na noite de 6 de outubro de 2015, policiais rodoviários federais realizavam uma blitz de rotina próximo à passarela do Luiz Caçador com o objetivo de recuperar motos roubadas quando criminosos da localidade conhecida como Recanto das Acácias atiraram contra os agentes.

Como medida de segurança para os usuários da rodovia, os policiais interromperam o trânsito até o cessar fogo. Apesar do susto, ninguém ficou ferido. A audácia dos criminosos, no entanto, não ficou restrita a esse ataque. Segundo os agentes do posto de Itaúna, foram nove no intervalo de três meses.

Dois dias antes, no domingo anterior, dia 4, uma viatura utilizada pela Seap para o transporte de presos também foi alvejada. Os agentes penitenciários seguiam sentido Itaboraí quando os disparos começaram, próximo ao Salgueiro. Uma das balas ficou alojada na porta direita do veículo e os vidros ficaram estilhaçados. Ninguém se feriu.

Na véspera, criminosos da mesma comunidade já haviam efetuado disparos contra policiais do 7º BPM (São Gonçalo) que passavam pelo local.

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Ousadia de traficantes do Salgueiro

Traficantes do Salgueiro zombam da PM

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Esse é o Leonardo Dias Guimarães, o Léo Mingau, 24 anos. Apontado pela Polícia como integrante da facção criminosa Comando Vermelho (CV), ele é acusado de ter liderado a invasão ao Morro Jorge Turco, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio, onde as bocas-de-fumo eram controladas por rivais da Amigos dos Amigos (ADA).

A invasão contou com apoio de comparsas do Morro do Barbante, na Ilha do Governador, também na Zona Norte, e da Favela do Guandu, em Japeri, na Baixada Fluminense. As duas localidades são citadas no vídeo, assim como o Morro Boa Vista – que a Polícia acredita ser o morro localizado no bairro São Lourenço, em Niterói, palco de uma disputa entre as duas facções há mais de uma década pelo controle das bocas-de-fumo.

“Nós vai no Boa Vista. Vamo invadir o Boa Vista”, grita um dos comparsas de Léo Mingau, que está acompanhado por pelo menos seis comparsas, que ostentam fuzis e dançam ao som do funk proibidão “Atitude e disposição”.

Preso em maio de 2013, Léo Mingau saiu da cadeia em abril do ano passado. Contra ele existem quatro mandados de prisão – por homicídio e latrocínio (roubo seguido de morte).

De acordo com a Polícia, ele foi um dos envolvidos no assalto à Central de Abastecimento (Ceasa) de Irajá, em agosto de 2015 – quatro meses após ele ter sido colocado em liberdade pela Justiça.

Na ocasião, a fiscal de caixa Mariane dos Santos Silva, 24, e o segurança Antenor Silva Rios Neto, 54, foram baleados e morreram. Os bandidos fugiram levando R$ 59 mil.

Ainda segundo a Polícia, Léo Mingau também participou da tortura e execução do estudante Matheus Ferreira Motta, 20. O crime ocorreu no último dia 5 de março, quando o jovem foi abordado no momento em que fazia a divulgação de uma festa, na Avenida Automóvel Clube, em Costa Barros.

Ele foi condenado à morte por morar em uma favela de facção rival e teve o corpo deixado no porta-malas de um carro que foi incendiado na Praça Seca, em Jacarepaguá, na Zona Oeste.

Quem tiver qualquer informação que ajude a Polícia a localizar e prender esse criminoso pode ligar para o Disque-Denúncia, através do número 2253-1177. Não é preciso se identificar e o anonimato é garantido.

O Disque-Denúncia ainda oferece uma recompensa de R$ 1 mil a quem auxiliar na prisão.

O som que os criminosos escutam no vídeo:

Atitude, disposição só tem mesmo quem é
Firma forte se reuniu para ver de qual é
Pois no Barbante é vários bicos que tá preparado
A contenção de cima é só de fuzil destravado
E o bonde que tá passando de bico pro alto, de Meriva ou de Corolla, prêmio de assalto
As cachorra da Zona Sul vêm atrás de bandido
Atraídas pelo fuzil e a profissão perigo

Assista o vídeo aqui -> https://youtu.be/K8u35kVsikc

#retratação

Publicado: 8 de outubro de 2016 em Uncategorized

Venho publicamente pedir desculpas ao perito criminal da Polícia Federal Alexandre da Silva Ordacgy por ter incluído erradamente seu nome como sendo um dos policiais federais flagrados pela câmera de segurança de uma casa lotérica saindo do estabelecimento durante um assalto, em setembro de 2013.

Ao contrário do inicialmente divulgado, o perito criminal Alexandre da Silva Ordacgy não estava na casa lotérica da Rua Acre, no Centro do Rio, no momento do assalto. As testemunhas da ação criminosa foram os delegados da Polícia Federal Praxíteles Praxedes, Rafael Potsch Andreata e Rodolfo Martins Faleiros Diniz.

Eu fiz a correção na mesma data da postagem original, como reza a ética jornalística, reconhecendo o meu erro por ter publicado informação repassada por fonte – que mesmo conhecida e de confiança, não está isenta de cometer equívocos – sem confirmação oficial.

Ainda assim, cumprindo determinação judicial, novamente peço desculpas por ter erroneamente publicado inicialmente o nome do perito criminal da Polícia Federal Alexandre da Silva Ordacgy.

O roubo ocorreu em julho de 2013 e era o quinto praticado pelo mesmo bandido no intervalo de seis meses. A Polícia Civil divulgou as imagens solicitando ajuda da população para identificar o assaltante e os delegados acabaram reconhecidos.

Na época, a Polícia Federal emitiu nota informando que os delegados não agiram no momento para não expor a risco a vida de pessoas. Ainda segundo a nota, eles aguardaram o ladrão sair e o seguiram esperando o melhor momento de intervir, sempre atentando para a segurança dos transeuntes. No entanto, o ladrão conseguiu fugir.

https://www.youtube.com/watch?v=FZlk_La5mMo

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Policiais da Delegacia de Homicídios (DH-Barra) conseguiram identificar todos os criminosos envolvidos no latrocínio que vitimou o inspetor da Polícia Civil Fabiano Ribeiro Besada Rodrigues, 33 anos. Lotado na Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), o policial morreu após ser baleado durante um assalto no Méier, na Zona Norte do Rio, no final da noite de quarta-feira, dia 5 de outubro. Todos os bandidos tiveram suas prisões temporárias decretadas pela Justiça neste sábado, dia 8. Um deles já está preso – surpreendido por agentes da Core no Complexo do Lins.

Diversas câmeras de monitoramento de sistemas de segurança instalados em imóveis localizados no endereço do crime registraram a ação. As imagens mostram Fabiano Besada sendo abordado pelos assaltantes que se aproveitaram de um caminhão de lixo que interrompeu o trânsito na Rua Dona Claudina, na altura da Rua Dias da Cruz, para tentar roubar o carro do agente – um Hyundai HB20.

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Phelipe Pacheco de Melo, o Lipão, 23 anos

O policial – que levava a namorada em casa – reagiu e conseguiu atingir Ruan Carlos Lourenço da Silva, o Pato Assado, 21 – que morreu no local – mas foi surpreendido pelos comparsas, que o balearam e fugiram levando sua arma.

Logo após a ação criminosa, equipes da Core começaram a realizar incursões no Complexo do Lins, conduzindo diversas pessoas às delegacias e apreendendo drogas. Os agentes da especializada também apreenderam dois veículos utilizados pelos bandidos – um Fiat Stilo e uma Yamaha XT660 – e prenderam Bruno Chaves da Silva Colaço, 24.

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Phelipe Pacheco de Melo, o Lipão, 23 anos

De acordo com as investigações, era ele que dirigia o Fiat Stilo utilizado para seguir o carro da vítima, até o momento em que aproveitaram que o trânsito na rua foi interrompido por um caminhão de lixo e realizaram uma emboscada contra o policial civil.

Na ação, ele, Pato Assado, Ygor de Sousa Lucena, o Furinho, 20, e Phelipe Pacheco de Melo, o Lipão, 23 – todos armados -,  realizaram um cerco ao veículo do policial, com auxílio de Dionísio Vieira da Cruz, o Nisinho, 28, que estava na moto.

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Phelipe Pacheco de Melo, o Lipão, 23 anos

Após o confronto, Nisinho deu fuga a Furinho e Lipão na moto, enquanto Bruno fugiu conduzido o Fiat Stilo no sentido contrário.

Há sete anos na Polícia Civil, Besada já havia sido lotado na Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DH-Nit/SG) e tinha acabado de concluir uma faculdade de Direito. Ele já era formado em Jornalismo, tendo trabalhando na rádio Tupi e no jornal Povo do Rio, onde nasceu o sonho de virar policial.

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Quem tiver qualquer informação que auxilie a Polícia na localização e prisão dos assassinos pode ligar para o Disque-Denúncia, através do número 2253-1177, ou para a Central de Atendimento ao Cidadão da Polícia Civil: 2334-8823 / 2334-8835. Não é preciso se identificar e o anonimato é garantido.

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Um mês e uma semana após o assassinato do subtenente Roterdan Jayme Baptista, 42 anos, o homem identificado pelos agentes da Divisão de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DH-Nit/SG) como autor do crime foi preso por policiais do 7°BPM.

A prisão de Advan Novaes Bento, o Coringa, 26 anos, foi efetuada nesta quinta-feira, dia 29 de setembro, no Boaçu, em São Gonçalo, mesmo bairro onde o PM foi baleado, durante incursão na Favela da Lodial, no último dia 22 de agosto.

Apesar de haver um mandado de prisão expedido pela Justiça contra Coringa, ele saiu da delegacia pela porta da frente por não ter sido pego em flagrante.

“Temos que cumprir a lei, mesmo não concordando”, lamentou o delegado Fábio Baruke, titular da DH-Nit/SG.

De acordo com o artigo 236 do Código Eleitoral, nenhum eleitor pode ser preso ou detido a partir de cinco dias antes do primeiro turno das eleições até 48 horas após o pleito, a não ser em flagrante ou para cumprimento de sentença criminal.

Ou seja: da última terça-feira, dia 27 de setembro, até a próxima terça-feira, dia 4, somente quem for pego em flagrante ficará preso.

A regra está prevista no artigo 236 do Código Eleitoral, que diz que “nenhuma autoridade poderá, desde 5 dias antes e até 48 horas depois do encerramento da eleição, prender ou deter qualquer eleitor, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto”.

No segundo turno, que será no dia 30 de outubro, a garantia da não-prisão começa a valer em 25 de outubro e se encerra na terça-feira, dia 1º de novembro.

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Três tipos diferentes de queijo: minas, prato e muçarela, além de requeijão, manteiga com sal, manteiga sem sal, leite, geléia, doce de leite e gelatina de framboesa, morango e cereja. Quem vê a aquisição de gêneros alimentícios da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro não entende por que na maioria dos batalhões o café da manhã é composto no máximo por pão com margarina e café. Também é difícil compreender por que em algumas unidades os PMs ficam obrigados a comer somente arroz, feijão e salsicha durante semanas.

A lista de compras foi publicada nas páginas 35 e 36 do Boletim da Polícia Militar n 173, de 19 de setembro de 2016, e sequer traz a salsicha entre os produtos encomendados – apenas filé de peito e coxa e sobrecoxa de frango. Do primeiro, 426.062 peças a R$ 9,54, totalizando pouco mais de R$ 4 milhões e, do segundo, 271.896 peças a R$ 6,10, totalizando pouco mais de R$ 1 milhão e meio.

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Pela aquisição de 42 itens, o gasto é de mais de R$ 17 milhões em um contrato assinado no último dia 17 de agosto e com validade de um ano para abastecer 48 batalhões – sendo 41 operacionais ordinários e 7 unidades operacionais especiais -, além de três unidades de saúde – como o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM) e o Hospital da Polícia Militar em Niterói (HCPM-Nit) -, do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap) e do Quartel General (QG) da corporação. 

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Nem todo efetivo do batalhão come no rancho. Quem é lotado em um Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) ou cabine, por exemplo, recebe um valor no contracheque para custear a alimentação na rua.

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“Enquanto eles gastam mais de R$ 17 milhões comprando itens que nunca comemos e nem vemos no batalhão, quem é desaranchado recebe R$ 162 por mês para trabalhar uma média de dez serviços. Como tomar café, almoçar e lanchar com esse valor durante todos esses plantões? Acabar com o rancho e fornecer vale refeição para os policiais com certeza nos deixaria mais satisfeitos e significaria um gasto muito menor”, destacou um soldado.

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Alguns produtos despertam a atenção pela quantidade e valor. No total, foram compradas 2.371 caixas de ovos (cada uma com 30 dúzias, totalizando 360 ovos por caixa). Ou seja: 853.560 ovos – cerca de 16 mil ovos por batalhão, ou mais de mil ovos por mês. Se o alimento estiver presente no cardápio de segunda-feira a domingo, serão 33 ovos por dia.

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O valor da caixa com 30 dúzias é de R$ 201,70 – sendo que qualquer consumidor consegue comprar a dúzia de ovos no varejo por R$ 5 em média – o que daria R$ 150. O sachê de 15g de geléia foi comprado a R$ 0,71 – enquanto o preço em um estabelecimento comercial aberto ao público comum é R$ 0,20. Além do valor acima do preço médio praticado no mercado, a quantidade causa espanto. No total, o contrato estipula a compra de 194.838 sachês de geléia: mais de 35 mil por batalhão, ou 3 mil por mês.

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“Eu tenho 15 anos de PM e jamais comi geléia no batalhão”, denuncia um sargento que também questiona outros produtos da lista de compras.

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“Gelatina, polenguinho, requeijão, queijo, doce de leite, goiabada. Quero saber para onde vai, porque nos batalhões onde já fui lotado, nunca vi”, disse.

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Policiais lotados em Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) que foram colocados à disposição do 19º BPM (Copacabana) e do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) – para o reforço no policiamento durante os eventos previstos na programação dos Jogos Olímpicos – estão sendo obrigados a trabalhar em Regime Adicional de Serviço (RAS) Compulsório durante suas folgas também nas UPPs.

“Estou há quatro dias consecutivos trabalhando na escala 12x24x36 e na segunda folga me colocam na UPP”, desabafou um soldado que pediu para ter a identidade preservada com medo de represálias.

Durante o dia, os PMs contam com o apoio de guardas municipais, que fornecem a eles garrafas de água. Já à noite, os policiais recebem dois kits lanche para dividirem entre quatro PMs.

“Às vezes quando somos em cinco, ganhamos dois kits”, lamentou.

Acompanhe aqui outros absurdos a que os policiais têm sido submetidos no #RioOlímpico:

Merenda escolar para serviço de 12 horas

Pão em quantidade insuficiente deixa PMs sem café da manhã

Policiais recebem sanduíche vencido como almoço

PMs têm direito a ração fria para sustentar o corpo durante 12 horas de serviço

Com oito horas de descanso e sem refeição que compense o sacrifício

Policiais de UPPs proibidos de almoçar no rancho do batalhão

PMs proibidos de almoçar no rancho

Alimentação que não sustenta nem criança são oferecidas a PMs

Combustível racionado na PMERJ

PMs aguardam até dois anos pela liberação do Craf

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O atletas militares correspondem a 1/3 da delegação olímpica brasileira nos Jogos Olímpicos 2016, no Rio de Janeiro. O número é quase o triplo dos esportistas levados pelas Forças Armadas aos Jogos de 2012, em Londres – quando foram 51 de 259. Hoje, dos 465 atletas do Brasil, 145 são da Marinha, Exército ou Aeronáutica.

Eles  irão competir em 27 modalidades, ou 65% dos esportes das Olimpíadas. No judô, 100% dos atletas são militares – sendo sete homens que integram o quadro temporário do Exército e sete mulheres da Marinha.

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Todos os militares integram o Programa de Incorporação de Atletas de Alto Rendimento (PAAR) das Forças Armadas Brasileiras. Criado em 2008, através de uma parceria entre os ministérios da Defesa e do Esporte, o PAAR tem o objetivo de fortalecer a equipe militar brasileira em eventos esportivos de alto nível.

O alistamento é feito de forma voluntária e o processo de seleção leva em conta os resultados dos atletas em competições nacionais e internacionais. Dessa forma, as medalhas já conquistadas na carreira transformam-se em pontuações nos concursos para preenchimento das vagas.

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A partir daí, os atletas têm à disposição todos os benefícios da carreira, como soldo, 13º salário, plano de saúde, férias, direito à assistência médica, incluindo nutricionista e fisioterapeuta, além de disporem de todas as instalações esportivas militares adequadas para treinamento.

A permanência nos quadros militares é de no máximo oito anos, sem possibilidade de ascensão de patente. Além do salário mensal em torno de R$ 3.200 – por causa da graduação, na maioria deles, de terceiro sargento – os atletas militares podem ter outras fontes de recursos.

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“Muitos deles também recebem a bolsa atleta e não há nenhum inconveniente nisso. Outros têm patrocínios de empresas e estas coisas compõem o total da remuneração deles. Não há nenhuma proibição de que tenham outras fontes de renda”, informou o diretor do Departamento de Desporto Militar do Ministério da Defesa, almirante Paulo Zuccaro.

Mais do que a questão salarial, para o atleta é importante a infraestrutura oferecida nas unidades das Forças Armadas.

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“Temos uma retaguarda em apoio, com serviço de assistência médica muito bom, das três Forças Armadas, e as instalações esportivas são excelentes. Temos apoio de fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogo. Toda parte de ciência do esporte está disponível para esses atletas”, ressaltou Zuccaro.

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Os atletas selecionados mediante edital público para treinar nas diferentes modalidades esportivas de interesse das Forças Armadas frequentam um estágio básico, de 45 dias, mas depois podem continuar treinando e competindo por clubes desde que façam uma reciclagem periódica de instrução militar. A estrutura oferecida e o salário é para que eles possam se dedicar integralmente ao esporte.

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Final da Copa do Mundo, 2011, de Judô Bronze do Brasil e 1º Lugar Cuba Foto: Mateus PereiraSECOM

Nos Jogos Olímpicos de Londres, o Brasil voltou para casa com 17 medalhas – cinco delas de atletas militares, sendo quatro no judô (uma de ouro e três de bronze) e uma de bronze no pentatlo moderno.

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Além de representar a corporação em competições civis, como as Olimpíadas, os atletas do PAAR também participam de competições militares e, uma vez por ano, devem se apresentar na Escola de Educação Física da Urca, na Zona Sul do Rio, para treinos militares.

“Não nego que chorei quando tive que matar uma galinha e beber o sangue para me alimentar no meu primeiro treino”, revelou a esgrimista Amanda Simeão, 22 anos, incorporada ao Exército em 2015 e que já recusou um convite para posar nua por causa da condição de militar.

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Ganhador da medalha de prata, o atirador Felipe Wu, 24, já havia tentando concurso na Academia dos Agulhas Negras do Exército e na Academia da Aeronáutica antes de entrar no PAAR.

“Graças ao Exército, pude treinar no meu esporte”, contou Wu, se referindo ao fato de, como militar, ter podido comprar a pistola com que compete antes de completar 25 anos, idade mínima por lei para aquisição de arma no Brasil.

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Os militares de carreira são quatro: o sargento da Aeronáutica Bruno Mendonça, que é jogador de hóquei sobre a grama e ingressou na corporação como soldado em 2003; e três oficiais: o coronel Júlio Almeida, também da Aeronáutica, e o tenente-coronel Emerson Duarte e o major Cássio Rippel, ambos do Exército – todos do tiro esportivo.

Até esta sexta-feira, dia 12 de agosto, o Brasil tinha conquistado quatro medalhas: uma de ouro, uma de prata e duas de bronze. Todas de militares: Rafaela Silva (sargento da Marinha) – ouro no judô; Felipe Wu (sargento do Exército) – prata no tiro esportivo; Mayra Aguiar (sargento da Marinha) – bronze no judô; e Rafael Silva (sargento do Exército) – bronze no judô.

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Em pouco mais de um ano, o 7º BPM (São Gonçalo) perdeu 138 homens. Se no primeiro semestre de 2015 o batalhão gonçalense possuía efetivo de 679 policiais, hoje este número é de 541. Isso representa cerca de 140 homens e mulheres por dia.

Com esse efetivo que já não é suficiente para cobrir o município, o batalhão de São Gonçalo ainda perdeu pouco mais de 100 policiais para as Olimpíadas do Rio. A frota do 7ºBPM – composta por 30 viaturas – também sofreu baixa.

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“Não tenho medo de críticas. Elas servem para realinhar as nossas decisões. Mas não gosto de injustiça. Não temos hoje a mesma quantidade de policiais que o batalhão possuía no ano passado. Perdemos os policiais que faziam RAS (Regime Adicional de Serviço) e os que estavam no estágio. Além disso, ainda tivemos que ceder efetivo para a Olimpíada. E mesmo assim temos trabalhado muito”, ressaltou o coronel Samir Vaz, comandante do 7ºBPM.

O município – que possui 95 bairros distribuídos em 249 km² – é o segundo em população do Estado e 16º do Brasil, com mais de um milhão de habitantes. Enquanto isso, a tropa do 23º BPM (Leblon) – responsável pelo policiamento ostensivo e patrulhamento de apenas seis bairros localizados na Zona Sul do Rio com um total de 374 mil moradores – é formada por 916. Com isso, São Gonçalo tem média de 1 PM para cada 2.218 pessoas. Já os bairros Gávea, Jardim Botânico, Leblon, Lagoa, Ipanema e São Conrado possuem um policial para cada 408 moradores.

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E o descaso com a Segurança Pública em São Gonçalo não se limita à PM. As delegacias existentes na cidade também estão abandonadas pelo Governo do Estado. As distritais que deveriam ter seis delegados e 70 inspetores, possuem apenas dois delegados e 30 inspetores.

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Havia a esperança de que a nomeação de novos 180 oficiais de cartório representasse um reforço no efetivo das delegacias da região. No entanto, o Governo do Estado informou que os policiais serão distribuídos por todas as unidades subordinadas ao Departamento Geral de Polícia do Interior (DGPI) – as quatro em funcionamento em São Gonçalo e outras 73 delegacias.

“Se tivermos sorte, conseguiremos dois policiais para cada delegacia. Falta vontade política. Os poderes deveriam somar esforços, mas em São Gonçalo não há políticos interessados em lutar pela Segurança Pública. A população reclama, mas não faz a sua parte. Nós, como sociedade organizada, devemos nos unir e dar um basta”, ressaltou o delegado Mário Lamblet, da 72ª DP (Mutuá).

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Ele lembrou que o município de São Gonçalo perdeu a oportunidade de sediar a Divisão de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DH-Nit/SG) e corre o risco de perder também a Central de Garantias.

“A importância de ter uma delegacia em sua área é a circulação de viaturas que isso traz para a cidade e reflete na segurança. Não houve mobilização em São Gonçalo e Niterói conseguiu levar a DH para lá. Se novamente ninguém se mobilizar, a cidade perderá mais uma oportunidade”, explicou Lamblet, lembrando também que a 75ª DP corre o risco de fechar as portas e até o momento a Prefeitura de São Gonçalo não sinalizou com qualquer tentativa de ajudar a manter a distrital.

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Além de não oferecer terreno ou prédio para que a delegacia possa continuar funcionando, a Prefeitura de São Gonçalo também ignora a Lei 13.022/2014 – também conhecida como Estatuto Geral das Guardas Municipais. O artigo 7º, inciso III, autoriza a Guarda Municipal de São Gonçalo a ter um efetivo de aproximadamente 2.076 guardas. Atualmente existem pouco mais de 300.

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